Verdadeiro metodo de estudar (Vol. I)
Part 33
Estas sam as duas operasoens diferentes da-mente, Percesam, e Juizo. nem á alguma outra de diferente especie. Tudo o que a mente faz é, variar estas duas em diferentes maneiras: fazendo de muitas ideias, uma composta: e reconhecendo a conveniencia ou disconveniencia, de uma com outra: e pondo-as em ordem proporcionada, para se-conhecerem. Quando os Dialeticos dizem, que nestas trez afirmasoens.
_Todo o omem é animal. Pedro é omem. Logo Pedro é animal._
a ultima propozisam é de diferente especie, das-primeiras; dizem uma coiza, que nam poderám nunca provar. O que eu acho é, que tanto a ultima, como as primeiras, sam juizos, com que o intendimento reconhece, a conveniencia de duas ideias. Se o estar em ultimo lugar, ou reconhecer esta, porque ja tenho reconhecido as outras, faz mudar de especie; serîa necesario admetir, outras muitas operasoens do-intendimento.
Isto suposto, a principal operasam livre da-mente, é o Raciocinio, ou Discurso. Consiste ele em que, dadas duas, ou trez, ou dez, ou vinte ideias, se a primeira convem à segunda; e esta à terceira; e esta à quarta &c. a primeira á-de convir à ultima. Desta sorte o intendimento corre da-primeira, para a segunda: desta, para a terceira &c. E ao juizo com que reconhece, a conveniencia da-primeira com a ultima; se-dá o nome, de _raciocinasam_, _inferencia_, _concluzam_, _discurso_, e alguns outros nomes: o que nam faz mudar a especie: pois na verdade é um juizo, com que eu afirmo esta coiza, porque tenho afirmado, as antecedentes. Onde pode a consequencia ser boa, e ser falsa, se uma das-premisas é falsa: e somente será verdadeira, se as premisas o-forem tambem. O que importa pois é, julgar primeiro bem, e nam se-inganar nas premisas: porque só asim é, que nam se-inganará na concluzam. Para fazer isto, é necesario notar, com infinita diligencia, as cauzas e ocazioens dos-nosos erros, para os-poder evitar.
A primeira ocaziam de ingano, sam as nosas mesmas ideias. Nós percebemos mal, e contudo queremos discorrer com seguransa: os nosos sentidos sam falazes, e suministram-nos frequentes ocazioens de ingano, em materia fizica. O notar estes erros, pedia uma longa disertasam. Basta notar, que nos-inganamos nas ideias de _gravidade_, _levidade_, _aspereza_, _gosto_, _cheiro_, _e som_ &c. Cuidamos que estas coizas existem nos-objetos, quando na verdade nada mais sam, que modificasoens do-noso corpo, e espirito. As ideias que recebemos polos olhos, tem mais outra razam, para serem falsas: pois segundo a diversa figura dos-olhos, de diferentes pesoas, devem reprezentar os objetos ou majores, ou menores doque sam. E asim nam nos-devemos fiar sempre delas, para julgar.
A segunda cauza, sam as ideias que formamos: em virtude das-quais mil vezes nos-inganamos. Chamo aqui ideias, àquelas supozisoens que fazemos, para explicar os efeitos da-natureza. Uma vez que nos-ocorre, uma supozisam ou sistema, que nos-parece racionavel, sem demora alguma o-abrasamos como verdadeiro; sem advertir, que muitos sistemas diferentes, podem explicar provavelmente, a mesma coiza. Outra especie de ideias que fazemos, sam as abstrasoens: seguindo as quais, muitos julgam imprudentemente. Atribuimos a diversos efeitos, diversas cauzas: sem advertir, que a mesma cauza pode produzir diferentes, e às vezes incontrados efeitos. Daqui nacem, mil inganos na Fizica, v.g. as virtudes que atribuimos, a muitos medicamentos, que nunca sonháram telas.
A terceira cauza de ingano, sam as palavras, de que nos-servimos. Intendemos, que muitos termos significam o mesmo, quando na verdade nam sam sinonimos. As vozes servem, para explicar os pensamentos: e como nem todos intendem o mesmo, nem todos vem a explicar o mesmo. Das-sustancias inviziveis, nem todos sentîram o mesmo: temos o exemplo nestas vozes, _Deus_, _Animus_, _Spiritus_, _Angelus_ &c. às quais alguns antigos unîram certas ideias, e outros unîram diferentes. O que intende um Deus, de figura umana: o que supoem, um Deus igneo: o que o-julga, de um corpo sutilisimo: o que o-cre espiritual: todos se-servem do-mesmo nome: o mesmo digo de outros nomes. Tambem os Omens se-diversificam, na ideia das-sustancias corporeas: uma ideia fórma o ignorante, do-_Corpo_: e outra mui diferente, o Filozofo. Tambem nas definisoens de _Vicio_, _Virtude_, _Piedade_, _Santidade_, _Justisa_, _Obrigasam_ &c. se-diversificam muito os omens: de que a Istoria suministra, famozos exemplos. Os mesmos Dicionarios apontam vozes, a que nós oje damos um sentido; e antigamente tinham outro: v. g. _Navis_, _Triremis_ &c. Onde quem nam distingue com cuidado isto, frequentemente se ingana, e discorre mal.
A quarta cauza dos-nosos inganos, sam os afetos do-animo; que produzem infinitos erros. Eles impedem-nos muitas vezes, examinar bem as materias, e por-consequencia, julgar bem. E muitas vezes fazem-nos amar, ou dezejar o duvidozo por-certo. Os que abrasáram de todo o seu corasam, uma doutrina; nam só nam se-cansam em examinar, as razoens contrarias; mas nem o-podem fazer, porque as-nam-vem. Acrecento a isto, que nem menos as-querem ver, aindaque lhas-oferesam: nem ainda outras obras indiferentes, que saiem damesma pena, _in odium auctoris_. Este justamente é o cazo que sucedeo neste Reino, a um Teologo meu conhecido, que tinha abrasado a Ciencia media. Introu em uma livraria, onde cazualmente abrio um livro, que tratava dos-prolegomenos da-Escritura: lidos alguns paragrafos, louvou muito a materia, e o metodo; e proguntou quem era o autor: e quando ouvio dizer, que era um Dominicano, fechou logo o livro, e nam dise mais palavra. Comque, será necesario despir-se, de todos os prejuizos; para intender as coizas bem, e poder discorrer com acerto.
Conhecidos os erros, é necesario evitalos, procurando a verdade. Para o-fazer, é precizo observar algum metodo. É pois o metodo aquela operasam do-intendimento, tam necesaria em todo o genero de Ciencias: e sem a qual nam se-pode discorrer bem. O discurso é aquele progreso, que o intendimento faz, de um conhecimento para outro: o metodo é o que prepara a materia, ao discurso. Desorteque a mente com o metodo dispoem as ideias, em boa ordem: e com o discurso reconhece a conveniencia delas. De duas sortes é o metodo. Dispomos as vezes os nosos conhecimentos, de uma tal maneira, que dividimos a coiza que queremos conhecer, nas suas partes: paraque asim as-posamos conhecer todas, e consequentemente o todo. Este metodo chama-se rezolutivo, ou _analitico_, que vale o mesmo. Emprega-se comumente, para reconhecer a verdade de muitas questoens, e para descobrir, e adquerir conhecimentos. A outra sorte de metodo é, quando devendo ensinar uma doutrina aos outros, detal-sorte dispomos, os nosos conhecimentos; que intendendo cada um deles, venha o dicipulo a conhecer, todo o corpo da-Ciencia, que se-compoem, daquelas particulares doutrinas. Este metodo chama-se compozitivo, ou _sintetico_, que sam sinonimos: ou tambem metodo de _doutrina_, ou _didatico_, ou _didascalico_: que vale o mesmo. E deste uzam comumente os bons mestres, quando ensinam alguma materia.
Para nam nos-inganarmos no-metodo, é necesario ter diante dos-olhos, que nós ignoramos a esencia, de todas as coizas. Onde ignoramos, a esencia da-_Materia_, do-_Corpo_, das-_Fórmas_, do-_Espirito_, e das-_nosas mesmas ideias_: é necesario antes de tudo, pór esta advertencia. Isto suposto, fazem-se questoens indisoluveis, a que nam podemos responder: que sam as que dependem, do-conhecimento da-esencia das-coizas: e destas nam falamos. Temos alem diso questoens soluveis, que se-dividem em trez especies: I. posto um atributo, progunta-se qual é o sugeito que lhe-compete. II. posto o sugeito, progunta-se qual atributo determinado lhe-compete. III. dado o atributo e sugeito, progunta-se se um compete a outro. Trez sam as fontes donde se-tiram, as solusoens de todas as questoens: Razam, Experiencia, e o Testemunho dos-autores.
As leis do-metodo Analitico sam estas. Intender os vocabulos: determinar as questoens: separar as partes delas: fugir de todo o genero de equivocos: fugir das-oscuridades: establecer termos comuns, e claros: intender os testemunhos e autoridades, em que se-funda. Alem diso, saber os requizitos que sam necesarios, para intrar em uma questam: v.g. para a Istoria, as Antiguidades, Cronologia, Geografia &c. para a Fizica, a noticia das-melhores experiencias &c. Ler o contexto, e ver as mais coizas que apontam os outros, para nam errar no-criterio. Ter prezentes os canones, que comumente se-asinam, para distinguir as obras supostas, das-verdadeiras.
O metodo Sintetico, ou metodo de mostrar a verdade, tem estas leis. Nam admetir voz sem a-explicar: nam mudar o significado das-vozes: nam concluir sem evidencia: nam inferir senam de principios provados. Quem observa estas regras, pode ter a consolasam, que tem boa Logica.
Tendo visto o modo, com que o estudante se-deve regular, no-metodo das-Ciencias; fica claro, como se-deve conter nas disputas publicas, tanto argumentando, como respondendo. Deve pois argumentar com razoens, e nam com palavras: fugindo de sofismas, como indignos de um Filozofo, que sinceramente ama a verdade. Se quizer servir-se do-silogismo para argumentar, pode fazèlo. Digo porem, que muitas vezes sem silogismo, exporá melhor as suas razoens: servindo-se de um metodo de dialogo curto, e claro.
No-que toca a responder, se o arguente se-servir de silogismos, com boas razoens, pode seguir o mesmo metodo: se pois ele comesar com o sofisma, é melhor reduzilo fóra da-Fórma, para lhe-ensinar a argumentar. Em todo o cazo nam se-deve deixar pasar propozisam oscura, que nam se-explique. Se V.P. obriga a explicar-se um sofista, e pòr em pratos limpos, o que quer dizer nesta, ou naquela propozisam; acabou-se o sofisma. Esta nam é ideia nova, de que se-devam admirar os Dialeticos: eles o-praticam todos os dias argumentando, e respondendo. Se o que distingue uma propozisam, uza de termos incognitos; ou se o que argumenta, se-serve de semelhantes propozisoens; verá V. P. que os mais advertidos Peripateticos, sam os primeiros a dizer-lhe, que explique a propozisam, ou distinsam. Julgo pois, que o mesmo deve fazer qualquer defendente, que tem a infelicidade, de ter um Dialetico por-arguente. Ponha-se o estudante neste primeiro principio, de nam deixar pasar palavras confuzas, como fazem os Geometras; e verá que se-acabam, todas as disputas: as quais comumente versam, sobre a diversa inteligencia dos-termos; e nam tem mais forsa, que aquela que lhe-dá, a dispozisam artificial do-silogismo. Desorteque reduzido a proza corrente, o que estava armado em silogismo, nam tem forsa alguma.
Tenho dado em breve a V.P. uma ideia da-Logica, que pode ser util neste mundo, para todos os empregos. Isto necesitava ser provado, com mais extensam; mas iso excede o metodo de uma carta. Do-que aponto, compreende V. P. muito bem, como se-deve dispor a Logica, para servir em todo o genero, de bom discurso. Digno é de admirasam, que aja quem intenda, que a Logica somente deve servir, para a Teologia: e que por-iso a-encham, de todos aqueles termos, que se-acham na Escolastica comua: e fasam uma Logica, que nam serve para coiza alguma. Como se os omens somente na Fizica, ou Teologia devesem discorrer bem; e nas outras coizas mal! Persuado-me, que importa igualmente discorrer bem, em todas as materias da-vida civil, que naquelas duas. A maior parte dos-Omens, nam seguem aquela profisam, mas outras diferentes, e nam menos utis à Republica; tanto nos-empregos altos, como baixos; e asim é necesario, que tenham regras, para se-regular em todos os seus empregos; quero dizer na politica publica, e privada, a que chamam vulgarmente Economia. Cuido, que a Logica que apontei a V. P. suministra meios proprios, para nam se-inganar em ideia alguma, quanto é posivel ao Omem evitar os inganos, nesta vida mortal: e que por-este principio se-deve preferir, a todas as outras. Toda a dificuldade oje consiste em determinar, qual destas modernas, (porque das-Peripateticas nenhuma se-deve ler) posa suministrar, as ideias que procuramos. Nisto direi a V. P. o meu parecer, no-qual tenho alguns companheiros: vem aser, que ainda até aqui nam tem aparecido alguma, que satisfasa inteiramente, ao que dezejamos. Tenho lido quazi todas as modernas impresas, algumas bem raras, e tambem algumas manuscritas: e achei que muitos copiáram-se fielmente. Dos-outros que podemos chamar autores, todos tem coizas boas, e deles se-pode tirar muito; mas nem tudo neles é bom: alem diso algum deles é só para omens consumados, e nam para rapazes: e sam mui difuzos. Onde para os principiantes, asento, que ainda nam apareceo, a Logica dezejada. E asim será necesario, servirse de alguma das-melhores, emendando-lhe os defeitos. Chegando eu aqui, veio vizitar-me o Senhor * * * e proguntando-lhe com confiansa de amigo, se sabia de alguma boa Logica; me respondeo, que o * * compoz ultimamente toda a Filozofia, por-um modo excelente, que ele tinha visto. Proguntei-lhe que me-explicáse, o metodo da-Logica: e despois de o-ouvir, e considerar, asento que se-uniforma muito, à minha opiniam: e pode ser que seja ainda mais claro, e mais util para os principiantes, que este que asima apontei. Comque tem V. P. a Logica que dezejava: sabe V. P. mui bem, de que pezo é o juizo deste amigo. Dise-me que vencidas certas dificuldades ** faz conta impremila. Deus o-permita. Isto é o que me-ocorre por-agora dizer a V. P. pedindo ao Senhor, o-conserve por-muitos anos.
FIM DO PRIMEIRO TOMO.
NOTAS DE RODAPÉ:
[82] _In Logica, de Signis disp._ I. _in Prooemio_.
ERROS
Tendo achado que estes erros sam mais frequentes nesta edisam; por iso dou uma regra geral, para se-emendarem: os outros notam-se abaixo.
Achando-se Leia-se
engano, dezengano, enganar, ingano, dezingano, inganar, dezenganar. dezinganar.
comprimir, imprimir, oprimir, compremir, impremir, opremir admitir, permitir, e outras &c. vozes, que se-formam destes Infinitos: tirando algumas, que o autor excetua.
diminuir &c. deminuir &c.
entrar, encontrar, emportar, intrar, incontrar, importar, enformar, engenhar, engenho; e informar, ingenhar, ingenho &c. outras vozes e nomes que destes nacem.
parese, conhese &c. parece, conhece &c.
O acento que se-acha nos monosilabos, já, lá, cá, vè, lè; tambem é erro do corretor: porque o autor só o-poem em dè, dá, dás, más, pòr _verbo_ &c. para os-distinguir das particulas, e vozes semelhantes. Como tambem em pé, pés, só, e outra rarisima.
ERROS. EMENDEM-SE. Pagina 2. regra 3. tal-vez talvez p. 3. r. 11. superfla superflua p. 4. r. 5. necessario necesario p. 5. r. 6. lisensa licensa p. 6. r. ult. è necessario é necesario p. 7. r. 6. pola pola pola p. 9. r. 4. defa lingua desa lingua r. 24. maniera maneira p. 10. r. 1. necessario necesario r. 28. enfina ensina p. 11. r. 22. divido devido p. 12. r. 4. propoziçam prepozisam r. 33. caracter carater p. 13. r. 11. á mam à mam r. 18. á memoria à memoria p. 14. r. ult. à Nasam á Nasam p. 15. r. 10. discipulos dicipulos p. 17. r. 26. mais mais mais r. 31. necessario necesario p. 20. r. 11. partencentes pertencentes p. 24. r. 28. _indo_ Gerundio, ou ou alguma p. 28. r. 14. _Menahaã_ _Menhaã_ r. 32. naqual na qual p. 29. r. 16. necessario necesario r. ult. afim asim p. 30. r. 12. che que r. 22. pronuneiar pronunciar p. 31. r. 5. esposta resposta r. 11. _Ley Hey_ _Ley_, _Hey_ r. 17. sufficiente suficiente r. 18. ditongo, ditongo. p. 34. r. 13. discipulos discipulos p. 35. r. 24. nestes nestas p. 38. r. 9. estas estar p. 40. r. 11. os seu os seus p. 41. r. penul. diver-se dizer-se p. 43. r. 3. como _e_ como n p. 46. r. 4. ouro oiro p. 47. r. 29. feguidas seguidas p. 48. r. 31. algua alguma p. 50. r. 27. efcrevem escrevem p. 51. r. 27. odiscurso o discurso p. 52. r. 27. final sinal p. 53. r. 9. repouzo repoizo r. 34. prepozisoens prepozisam propozisoens propozisam p. 55. r. 28. mais-linguas mais linguas p. 56. r. 13. grosa obra voluminoza obra r. ult. _ergastual_ _ergastula_ p. 57. r. 28. plebejas plebeias r. 29. Furetier Furetiere p. 59. r. 24. de-donde donde p. 60. r. 26. escrevo escreveo p. 63. r. 7. esperar-fe esperar-se p. 64. r. ult. tres trez p. 68. r. 37. _Coemediam_ _Comoediam_ p. 70. r. 20. explicaçam Explicasam p. 74. r. 4. _Latinidade_ _Latinidade_ p. 76. r. 27. omesmo o mesmo p. 79. r. 31. Univerfidade Universidade p. 83. r. 25. determinado-lhe determinando-lhe p. 88. r. 31. Geograsia Geografia p. 95. r. 4. melhores melhores r. 20. distingia distinguia Nota _Democrici_ _Democriti_ p. 96. r. 37. nam das nam dar p. 98. r. 35. se-costumam se-acostumam p. 99. r. 1. _Valeio_ _Velleio_ p. 100. r. 14. a istoria: a istoria, p. 103. r. 1. da-fua da-sua r. 4. enfinar ensinar p. 104. r. 38. de livos de livros p. 115. r. 19. os quer os que p. 119. r. 17. utilissimo utilisimo r. 31. o senhor o Senhor r. 32. tratradinho tratadinho p. 126. r. 5. sensisiveis sensiveis r. 7. Advogago Advogado p. 127. r. 16. tosta toda p. 128. r. 17. à asam à asám p. 130. r. 6. comuna comua p. 133. r. 30. misericordía mizericordia p. 134. r. 16. _Líbano_ _Libano_ r. 24. divedido dividido r. 25. oque o que p. 137. r. 20. Panigirista Panegirista p. 139. r. 10. come como p. 140. r. 7. primeiio primeiro p. 141. r. 18. Agostino Agostinho p. 142. r. 3. major maior p. 144. r. 33. _arhitratus_ _arbitratus_ p. 145. r. 23. na-gloria na gloria r. 32. Encarnasam Incarnasam p. 146. r. 35. divedidos divididos p. 148. r. 3. temou tomou r. 14. as-que as que r. 36. menham menhan p. 149. r. 29. divedir dividir p. 150. r. 28. divedir dividir p. 152. r. 22. pederia pediria p. 159. r. 15. miseravel mizeravel p. 168. r. 25. de genere degenere p. 170. nota _Philosopborum_ _Philosophorum_ p. 174. r. 31. consuza confuza p. 175. r. 2. Manol Manoel p. 180. r. 32. Trojananas Troianas p. 184. r. 18. famozifima famozisima r. 23. frequentemeete frequentemente p. 185. r. 5. bastaa bastava p. 189. r. 30. deferir defirir p. 190. r. pen. _Quantos_ _Quanto_ p. 191. r. 35. cohecimento conhecimento p. 192. r. 2. pouquifimos pouquisimos r. 27. reprensoens repreensoens r. 29. dizerm dizem p. 197. r. 2. triunfo triumfo p. 199. r. 24. salava falava p. 200. r. ult. pená pena p. 202. r. 16. lhechamar lhe-chamar p. 204. r. 4. infigne insigne p. 205. r. 33. a provar aprovar p. 208. r. 2. comunemente comumente p. 211. r. 4. e tratamento o tratamento p. 214. r. 1. justicar justificar p. 217. r. 29. ofizeram o-fizeram p. 218. r. ult. semelhanza semelhansa p. 219. r. 23. bem bom p. 223. r. 21. todos todas p. 226. r. 35. o-brigam o-obrigam p. 232. r. 2. otantezimo oitentezimo p. 237. r. 7. em em em p. 239. r. 9. Epigramma Epigrama p. 252. r. 36. algnm algum p. 282. r. 28. mostra-lhe mostrar-lhe p. 285. r. ult. vizinhanza vizinhansa p. 286. r. 23. de de de r. 35. fistema sistema
FIM