Obras Completas de Luis de Camões, Tomo II

Chapter 28

Chapter 282,997 wordsPublic domain

Pag. A chaga que, Senhora, me fizestes 62 A formosura desta fresca serra 135 A morte, que da vida nó desata 68 A peregrinação d'hum pensamento 132 A perfeição, a graça, o doce geito 46 A violeta mais bella que amanhece 60 Á la margen del Tajo, en claro dia 81 Acho-me da fortuna salteado 132 Agora toma a espada, agora a penna[4] 97 Ah Fortuna cruel! ah duros Fados 88 Ah minha Dinamene! assi deixaste 86 Ai amiga cruel! que apartamento 85 Alegres campos, verdes arvoredos 21 Alegres campos, verdes, deleitosos 104 Alma gentil que á firme eternidade 215 Alma minha gentil que te partiste 10 Amor, com a esperança ja perdida 26 Amor he hum fogo que arde sem se ver 41 Amor, que em sonhos vãos do pensamento 105 Amor, que o gesto humano na alma escreve 5 Aos homens hum só homem poz espanto 123 Apartava-se Nise de Montano 27 Apollo e as nove Musas, descantando 26 Aponta a bella Aurora, luz primeira 121 Aquella fera humana que enriquece 38 Aquella que de pura castidade 48 Aquella triste e leda madrugada 13 Aqui de longos damnos breve historia 92 Ar, que de meus suspiros vejo cheio 58 Árvore, cujo pomo bello e brando 69 Ay! quien dará á mis ojos una fuente 112 Ayúdame, Señora, á hacer venganza 108 Bem sei, Amor, que he certo o que receio 40 Brandas agoas do Tejo que passando[5] 55 Busque Amor novas artes, novo engenho 8 Ca nesta Babylonia donde mana 98 Campo! nas syrtes deste mar da vida 85 Cantando estava hum dia bem seguro 87 Chara minha inimiga, em cuja mão 12 Chorai, Nymphas, os fados poderosos 139 Coitado! que em hum tempo chóro e rio 76 Com grandes esperanças ja cantei 2 Como fizeste, ó Porcia, tal ferida? 31 Como louvarei eu, Seraphim santo 124 Como podes (oh cego peccador!) 118 Como quando do mar tempestuoso 41 Con razon os vais, aguas, fatigando 112 Contente vivi ja vendo-me isento 125 Conversação doméstica affeiçoa 44 Correm turbas as agoas deste rio 98 Crescei, desejo meu, pois que a Ventura 65 Criou a natureza Damas bellas 77 Cuanto tiempo ha que lloro un dia triste 114 Dai-me h[~u]a lei, Senhora, de querer-vos 35 De amor escrevo, de amor trato e vivo 52 De Babel sôbre os rios nos sentamos 119 De cá, donde somente o imaginar-vos 59 De frescas belvederes rodeadas 102 De mil suspeitas vãas se me levantão 61 De quantas graças tinha a natureza 66 De tão divino accento em voz humana[6] 32 De vós me parto, ó vida, e em tal mudança 12 Debaixo desta pedra está metido 32 Debaixo desta pedra sepultada 116 Deixa, Apollo, o correr tão apressado 125 Desce do ceo, immenso Deos benino 100 Despois de haver chorado os meus tormentos 101 Despois de tantos dias mal gastados[7] 28 Despois que quiz Amor que eu só passasse 3 Despois que vio Cibele o corpo humano[8] 96 Diana prateada esclarecida 141 Ditosa pena, como a mão que a guia[9] 94 Ditosas almas que ambas juntamente 124 Ditoso seja aquelle que somente 38 Diversos dões reparte o ceo benino 72 Divina companhia que nos prados 81 Dizei, Senhora, da belleza idea 138 Doce contentamento ja passado 133 Doce sonho, suave e soberano 140 Doces e claras agoas do Mondego 67 Doces lembranças da passada gloria 10 Dos antigos Illustres que deixárão 44 Dos ceos á terra desce a mor belleza 100 Dulces engaños de mis ojos tristes 113 Em Babylonia sôbre os rios quando 120 Em flor vos arrancou de então crescida[10] 7 Em formosa Lethea se confia 14 Em huma lapa toda tenebrosa 128 Em prisões baixas fui hum tempo atado 3 Em quanto Phebo os montes accendia 141 Em quanto quiz fortuna que tivesse 1 En una selva al dispuntar del dia 83 Erros meus, má Fortuna, amor ardente 97 Esfôrço grande, igual ao pensamento[11] 45 Espanta crescer tanto o crocodilo 95 Esses cabellos louros e escolhidos 53 Está o lascivo e doce passarinho 16 Está-se a Primavera trasladando 15 Este amor que vos tenho limpo e puro 135 Este terreste caos com seus vapores 46 Eu cantarei de amor tão docemente 2 Eu cantei ja, e agora vou chorando 86 Eu me aparto de vós, Nymphas do Tejo 80 Eu vivia de lagrimas isento 137 Ferido sem ter cura parecia 35 Fiou-se o coração de muito isento 106 Foi ja n'hum tempo doce cousa amar 43 Formosa Beatriz, tendes taes geitos 104 Formosos olhos, que cuidado dais 130 Formosos olhos, que na idade nossa 20 Formosura do ceo a nós descida 34 Gentil Senhora, se a Fortuna imiga 72 Grão tempo ha ja que soube da Ventura 24 Guardando em mi a sorte o seu direito 86 He o gozado bem em agoa escrito 66 Horas breves de meu contentamento 91 Hum firme coração posto em ventura[12] 57 Hum mover de olhos brando e piedoso 18 Huma admiravel herva se conhece 65 Illustre e digno ramo dos Menezes[13] 4 Illustre Garcia, nombre de una moza 129 Imagens vãas me imprime a phantasia 116 Indo o triste pastor todo embebido 138 Ja a roxa e branca Aurora destoucava 36 Ja cantei, ja chorei a dura guerra 90 Ja claro vejo bem, ja bem conheço 58 Ja do Mondego as agoas apparecem[14] 56 Ja he tempo, ja que minha confiança 25 Ja me fundei em vãos contentamentos 127 Ja não sinto, Senhora, os desenganos 136 Julga-me a gente toda por perdido 76 Las peñas retumbaban al gemído 83 Leda serenidade deleitosa 40 Lembranças de meu bem, doces lembranças 130 Lembranças, que lembrais o bem passado 89 Lembranças saudosas, se cuidais 27 Levantai, minhas Tagides, a frente[15] 114 Lindo e subtil trançado que ficaste 22 Los ojos que con blando movimiento 107 Mal, que de tempo em tempo vas crescendo 117 Males que contra mim vos conjurastes 14 Mi gusto y tu beldad se desposaron 110 Mil veces entre sueños tu figura 109 Mil vezes determino não vos ver 62 Moradoras gentis e delicadas 54 Mudão-se os tempos, mudão-se as vontades 29 Na desesperação ja repousava 71 Na margem de hum ribeiro que fendia 74 Na metade do ceo subido ardia 36 Naiades, vós que os rios habitais 29 Na ribeira do Euphrates assentado 139 Não ha louvor que arribe á menor parte 59 Não passes, caminhante. Quem me chama? 19 Não vas ao monte, Nise, com teu gado 60 Nas cidades, nos bosques, nas florestas 126 Nem o tremendo estrepito da guerra 106 N'hum bosque que das Nymphas se habitava 11 N'hum jardim adornado de verdura 7 N'hum tão alto lugar de tanto preço 142 No bastaba que amor puro y ardiente 108 No mundo poucos annos e cansados 51 No mundo quiz o Tempo que se achasse 45 No regaço da mãe Amor estava 64 No tempo que de amor viver sohia 4 Nos braços de hum Sylvano adormecendo 103 Novos casos de Amor, novos enganos[16] 55 Nunca em amor damnou o atrevimento 67 O ceo, a terra, o vento socegado 87 O culto divinal se celebrava 39 O cysne quando sente ser chegado 22 O filho de Latona esclarecido 69 O fogo que na branda cera ardia[17] 20 O raio crystallino se estendia 50 O claras aguas deste blando rio 109 Oh arma unicamente só triumphante 122 Oh cese ya, Señor, tu dura mano 113 Oh como se me alonga de anno em anno 25 Oh quanto melhor he o supremo dia 118 Oh quão caro me custa o entender-te 49 Oh rigorosa ausencia desejada 111 Olhos, aonde o ceo com luz mais pura 77 Ondados fios d'ouro onde enlaçado 105 Ondados fios d'ouro reluzente 43 Onde acharei lugar tão apartado 91 Onde mereci eu tal pensamento 102 Onde porei meus olhos que não veja 56 Orfeo enamorado que tañia 84 Ornou sublime esfôrço ao grande Atlante[18] 95 Os meus alegres, venturosos dias 90 Os olhos onde o casto amor ardia 94 Os Reinos e os Imperios poderosos[19] 11 Os vestidos Eliza revolvia 49 Para se namorar do que criou 99 Passo por meus trabalhos tão isento 6 Pede o desejo, Dama, que vos veja 16 Pensamentos que agora novamente 47 Pois meus olhos não cansão de chorar 34 Pois torna por seu rei e juntamente[20] 96 Por cima destas agoas forte e firme 70 Por gloria tuve un tiempo el ser perdido 82 Por os raros extremos que mostrou 23 Por sua nympha Céphalo deixava 92 Porque a tamanhas penas se offerece 101 Porque a terra no ceo agasalhasse 121 Porque quereis, Senhora, que offereça 17 Posto me tem fortuna em tal estado 143 Presença bella, angelica figura 94 Pues lágrimas tratais, mis ojos tristes 143 Pues siempre sin cesar, mis ojos tristes[21] 131 Qual tem a borboleta por costume 129 Quando a suprema dor muito me aperta 74 Quando da bella vista e doce riso 9 Quando de minhas mágoas a comprida 37 Quando o sol encoberto vai mostrando 18 Quando os olhos emprégo no passado 89 Quando se vir com agoa o fogo arder 73 Quando, Senhora, quiz Amor que amasse 137 Quando vejo que meu destino ordena 28 Quanta incerta esperança, quanto engano 117 Quantas penas, Amor, quantos cuidados 142 Quantas vezes do fuso se esquecia 21 Quanto tempo, olhos meus, com tal lamento 88 Que doudo pensamento he o que sigo[22] 57 Que esperais esperança? Desespéro 78 Que estilla a árvore sacra? Hum licor santo 122 Que levas, cruel Morte? Hum claro dia[23] 42 Que me quereis, perpétuas saudades? 111 Que modo tão subtil da natureza 73 Que pode ja fazer minha ventura 144 Que poderei do mundo ja querer 47 Que vençais no Oriente tantos Reis[24] 33 Quem diz que Amor he falso, ou enganoso 103 Quem fosse acompanhando juntamente 39 Quem jaz no grão sepulcro, que descreve 30 Quem póde livre ser, gentil Senhora 31 Quem pudera julgar de vós, Senhora 53 Quem quizer ver d'amor huma excellencia 107 Quem, Senhora, presume de louvar-vos 54 Quem ve, Senhora, claro e manifesto 9 Revuelvo en la incesable fantasía 82 Se a fortuna inquieta e mal olhada 134 Se algum'hora essa vista mais suave 79 Se as penas com que Amor tão mal me trata 30 Se com desprezos, Nympha, te parece 63 Se como em tudo o mais fostes perfeita 78 Se da célebre Laura a formosura 52 Se despois de esperança tão perdida 50 Se em mim, ó alma, vive mais lembrança 128 Se lagrimas choradas de verdade 127 Se me vem tanta gloria só de olhar-te 75 Se no que tenho dito vos offendo 133 Se pena por amar-vos se merece 42 Se quando vos perdi, minha esperança 13 Se somente hora alguma em vós piedade 24 Se tanta pena tenho merecida 17 Se tomo a minha pena em penitencia 48 Seguia aquelle fogo que o guiava 93 Sempre a razão vencida foi de amor 75 Sempre, cruel Senhora, receei 134 Senhor João Lopes, o meu baixo estado[25] 68 Senhora ja desta alma perdoae 140 Senhora minha, se eu de vós ausente 63 Sentindo-se alcançada a bella esposa 93 Sete annos de pastor Jacob servia 15 Si el fuego que me enciende, consumido 110 Sôbre os rios do Reino escuro, quando 120 Suspiros inflammados que cantais 37 Sustenta meu viver huma esperança 136 Tal mostra de si dá vossa figura 71 Tanto de meu estado me acho incerto 5 Tanto se forão, Nympha, costumando 79 Tem feito os olhos neste apartamento 131 Todo animal da calma repousava 8 Tomava Daliana por vingança 23 Tomou-me vossa vista soberana 19 Tornae essa brancura á alva açucena 64 Transforma-se o amador na cousa amada 6 Vencido está de amor Meu pensamento 80 Verdade, Amor, Razão, Merecimento 119 Vi queixosos de Amor mil namorados 126 Vós Nymphas da Gangetica espessura[26] 115 Vós outros que buscais repouso certo 99 Vós, que de olhos suaves e serenos 46 Vós que escutais em rimas derramado 51 Vós só podeis, sagrado Evangelista 123 Vossos olhos, Senhora, que competem 33

ECLOGAS. Pag. A quem darei queixumes namorados[27] 201 A rustica contenda desusada[28] 212 Agora, Alcido, emquanto o nosso gado 268 Agora ja que o Tejo nos rodeia 279 Ao longo do sereno 160 Arde por Galatea branca e loura 240 As doces cantilenas que cantavão[29] 222 Cantando por hum valle docemente 189 De quanto alento e gôsto me causava 288 Despois que o leve barco ao duro remo 242 Encheo do mar azul a branca praia 247 Parece-me, pastor, se mal não vejo 252 Pascei, minhas ovelhas: eu em quanto 275 Passado ja algum tempo que os amores 179 Que grande variedade vão fazendo[30] 145

CANÇÕES Pag. A instabilidade da fortuna 303 A vida ja passei assaz contente 356 Com fôrça desusada 315 Formosa e gentil Dama, quando vejo 300 Ja a roxa manhãa clara 307 Junto d'hum secco, duro e esteril monte 328 Manda-me Amor que cante docemente 318 Manda-me Amor que cante o que a alma sente 322 Nem roxa flor d'Abril 340 Oh pomar venturoso 343 Por meio de humas serras mui fragosas 352 Qu'he isto? Sonho? Ou vejo a Nympha pura 349 Quem com solido intento 346 Se este meu pensamento 311 Tornei a triste pena 326 Vinde cá, meu tão certo secretario 322 Vão as serenas agoas 309

ODES. Pag. A quem darão do Pindo as moradoras 376 Aquelle moço fero 383 Aquelle unico exemplo[31] 378 Detem hum pouco, Musa, o largo pranto 360 Fogem as neves frias 381 Formosa fera humana 368 Ja a calma nos deixou 389 Naquelle tempo brando 386 Nunca manhãa suave 371 Póde hum desejo immenso 373 Se de meu pensamento 365 Tão suave, tão fresca e tão formosa 363

NOTAS 395

[1] A ma intelligencia que Faria e Sousa deo a este verso, o fez duvidar se este naufragio foi antes ou depois do desterro, porque diz elle: _Deste modo de hablar parece que se infiere que á este naufragio sucedió el destierro; pues dice que á aquella fortuna sucederá el ejecutar-se en él un injusto mandato... Mas los poetas en sus cláusulas suelen mudar los tiempos: y asi aquello de será ejecutado puede estar por fué ejecutado. Y si no es esto, quedaré sin poder averiguarlo_. Mas nem he isto por certo, nem de o não ser se segue que ao naufragio succedesse o desterro, antes se confirma que o precedeo; porque ainda os pouco versados na lingua Portugueza não ignorão que o verbo _ser_ tem duas accepções; a de _ser_ e a de _estar_: e se na significação propria de _ser_ denotaria, neste lugar, o principio da acção, na de _estar_, em que o tomou o poeta, denota o complemento e termo della. E sendo este uso tão frequente ainda nos melhores prosadores, he para admirar que a um homem tão lido, como Faria e Sousa, podesse causar estranheza ou novidade. Mas nem tudo occorre a todos. E para que não succeda o mesmo a alguns leitores, julgámos conveniente deixar aqui esta advertencia.

[2] Os dous irmãos Jesuitas, Luis e Martim Gonçalves da Camara, aquelle confessor, este escrivão da puridade, ou secretario intimo de ElRei, que tyrannizavão o reino, e de longe ião preparando o jugo, que por sessenta annos depois pesou sobre o collo da infeliz nação: aos quaes o Bispo Ozorio, indignado de taes escandalos, dirigio uma carta, onde se lia o seguinte:

"Somente lembro a V. R. e ao Sñr. Martim Gonçalves seu irmão, hajão de sustentar esta grandeza, em que os pôz a fortuna, como o mundo cuida, ou o bem commum como Vossas Mercês dizem; pois nunca vi maior esquecimento, que tratarem-se as cousas como nunca se tratárão, e fazerem a si e a pessoa de um Rei (que naturalmente he amavel) os mais aborrecidos, os mais odiosos que nunca houve, antes e depois de Dom Pedro o Cru; em tanto que a gente em todolos estados e qualidades falla sem medo, e jurão os Portuguezes que tomárão antes ser governados por dous Turcos, que os tratassem com amor e prudencia, que do modo que agora o são: que nenhum mal tamanho póde vir a este Reino, nem a pessoa propria de ElRei (que o nosso Senhor guarde) que não houvessem por grandissima dita, se com isso se houvessem de ver livres do estado em que se vem."

[3] _Esta Canção e a precedente são feitas ao mesmo assumpto; e em sentença e dicção pouco differem. Quer Faria e Sousa que esta fosse a primeira que o poeta escreveo, e que, desgostoso della, passára a escrever segunda. Mas para nós não he líquido qual fosse a elegida pelo autor, porque, sendo ambas admiraveis, em alguns lugares se vencem uma á outra. E não podemos persuadir-nos que ao remate da ultima Estancia desta:_

_E porque não cabia dentro nella De bens tamanhos tanto, Sahe por a boca convertido em canto_

_preferisse o poeta o daquell'outra:_

_Se bem a declarei, Eu não a escrevo, da alma a trasladei._

_por ser este um pensamento, inda que delicado e sublime, por elle ja repisado em varios lugares das suas Rimas, e aquelle inteiramente novo e peregrino._

_Nota dos editores._

[4] Conjectura Faria e Sousa que este Soneto fosse feito a seu avô Estacio de Faria, amigo de Camões, e como elle poeta e soldado.

[5] Este Soneto anda impresso nas Rimas de Diogo Bernardes, que o deu por seu.

[6] Em resposta ao Soneto: "Quem he este que na harpa Lusitana."

[7] Bernardes imprimio este Soneto como seu e é o 77 nas suas Rimas, aindaque os seus mesmos contemporaneos o julgavão de Camões, imprimindo-o na primeira ed. de suas Rimas.

[8] A D. Rodrigo Pinheiro, que foi Bispo do Porto, segundo conjectura Faria.

[9] A Manuel Barata, famoso professor de Calligraphia no seculo XVI, publicando a sua Arte de escrever em 1572.

[10] Á morte de D. Antonio de Noronha, morto em hum recontro com os Mouros, junto a Ceuta em 1553.