Novo dicionário da língua portuguesa

Chapter 5

Chapter 52,368 wordsPublic domain

Em todo caso, não é problema simples, e, para o aligeirar um pouco, muitos escritores têm lançado mão dos accentos, agudo e circunflexo, para melhor significarem a pronúncia que defendem.

Por minha parte, tendo ouvido pronunciar grego a portugueses e estrangeiros, nomeadamente a alemães, eu, que não sou hellenista, confesso ingenuamente, que não assentei parecer sôbre a preferível pronúncia do grego. É por isso que, na representação de palavras gregas, eu, em geral, dispenso propositadamente a accentuação gráphica, porque o vulgo não ma exige e os conhecedores do grego lerão como lhes aprouver.

Parece que no grego clássico o úpsilo tinha proximamente, se não exactamente, o valor do _u_ francês. Pelo menos, é êsse o conceito dos phoneticistas discípulos de Erasmo. Por isso, e porque o nosso phantástico _y_, falsamente chamado _i grego_, escassa estima merece, represento sempre o úpsilo por _u_, e nisto vou de acôrdo com a prática de quem mais sabe, embora em desacôrdo com a de talentosos hellenistas.

VIII

*A grammática*

Desde que se divulgou a notícia do próximo apparecimento do _Novo Diccionário da Língua Portuguesa_, mais de um dos meus futuros leitores me perguntou se a obra seria precedida de algumas noções grammaticaes. Nessa pergunta vinha insinuado um desejo, mais ou menos justificável.

É verdade que alguns lexicógraphos escreveram de grammática á entrada dos seus diccionários; mas êsse facto, de reconhecida conveniência em tempos que raros compêndios grammaticaes nos deixaram, não legitimaria hoje a reiteração de tal processo.

Por duas razões, ou por duas ordens de razões, não trato aqui de grammática:

_Primò_:--A grammática, como ella geralmente tem sido considerada até hoje entre nós, isto é, como estudo das _leis que regulam_ a linguagem, não me mereceu nunca entranhado affecto, por me parecer circunscrita no domínio de uma casuística, sem vantagens immediatas para o conhecimento prático da língua. Os bons escritores nunca o fôram por haver estudado compêndios de grammática; e não será ocioso reiterar a consideração, que já fiz algures, de que os grandes grammáticos raramente terão sido grandes escritores.

Na ordem chronológica, o escritor precede o grammático. O _escritor_ consigna _factos_, constituídos pela gênese, pela índole e pela evolução phonética e morphológica da língua. Vem depois o _grammático_, e deduz dêsses factos _theorias_ e _systemas_, que êlle arvora em códigos, mais ou menos fallíveis, mais ou menos incompletos. Observam-se então interessantes antinomias: _factos_ de bôa linguagem portuguesa, que não são _grammaticaes_; e expressões _grammaticaes_, que não são _portuguesas_.

_Secundò_:--A população escolar, e aquelles que, para o estudo da língua, têm a ingenuidade de procurar _grammáticas_ em vez de procurar os bons _escritores_, não lutam hoje com a deficiência de compêndios, como nos tempos idos, desde o João de Barros e o Fernão de Oliveira até o Lobato e o Madureira Feijó.

Verdade é que nem tudo, que se diz _Grammática_, é recommendável; mas não é diffícil a escolha. Houve um professor erudito, Augusto Epiphânio, que, nacionalizando o velho Madvig,--velho, porque escreveu há sessenta annos,--supplantou sediças convenções, e, levando um pouco de crítica e de rigor scientífico á cáthedra escolar, expôs, sob novo aspecto, as _leis_ que pôde deduzir dos factos da língua.

Entretanto, a Philologia erguia-se vigorosa, impunha-se aos grandes centros scientíficos, e ampliava a grammática, do estudo das _leis_, á exegese dos _factos_ da linguagem, alargando e aprofundando os domínios da Phonética, fazendo a anatomia morphológica das línguas e expungindo, em nome da sciência, convenções que a ignorância ou a rotina consagraram.

Sob êste ponto de vista,--triste é dizê-lo,--antecipou-se-nos o Brasil, onde, há annos já, a Philologia vingou em bons frutos, mercê de talentos claros e renovadores que, antes de nós, comprehenderam e perfilharam o movimento operado pela Philologia na esphera das sciências modernas.

Não chegámos cedo, mas chegámos: hoje, aí temos um largo e vigoroso ensaio de renovação dos estudos grammaticaes, na _Grammática Portuguesa_ do esclarecido Lente universitário, Dr. António Garcia Ribeiro de Vasconcelos.

Não quero eu dizer que esta _Grammática_ seja trabalho completo e impeccável: os grammáticos de profissão hão de discutir, e rejeitar talvez, um ou outro conceito, uma ou outra deducção. Mais philólogo que grammático, o autor devia têr-se visto enredado na trama subtil, e ás vezes traiçoeira, dos velhos casuístas; mas, no conjunto do seu trabalho, e nomeadamente na Phonética, e ainda na Morphologia, abre horizontes novos aos estudiosos, insiste no estudo e crítica dos phenómenos da linguagem, e corrige numerosos erros, até hoje correntes na escrita nacional.

Em Portugal pois, e cada uma sob o seu ponto de vista, a _Grammática_ de A. Epiphânio e a de Ribeiro de Vasconcelos, podem prestar ensinamentos mais valiosos do que os que por mim poderiam sêr communicados aos que de mim desejam lições de grammática.

Os meus leitores no Brasil, que não conheçam as alludidas _grammáticas_, lá têm ao seu alcance excellentes subsídios grammaticaes nos escritos de Júlio Ribeiro, Augusto Freire, João Ribeiro, Sotero dos Reis, Lameira de Andrade, Baptista Caetano, Pacheco da Silva e tantos outros.

Bem sei que as _Grammáticas_ e os tratadistas da linguagem não prevêem nem destrinçam todas as dúvidas que possam occorrer a estudiosos e, mais ainda, aos que, pouco lidos embora, não desejam errar. Sobretudo a syntaxe e as flexões dos verbos irregulares nunca hão de sêr isentas de travancas e dúvidas. Para taes casos, nada há melhor do que o exemplo e a leitura dos mestres que tal nome mereçam. E não será mister lê-los todos: quem dos antigos conhecer bem Thomé de Jesus, Luís de Sousa, Bernárdez e Vieira, e, dos modernos, Herculano, Latino e Castilho; quem, na expressão falada e escrita, se não afastar da prática dêlles, póde estar tranquillo, porque falará e escreverá português ás direitas, sem perigo dos fáceis e vulgares extravios de quem fala e escreve, mais do que lê onde deve lêr.

Para hypótheses insuladas ou fortuitas e para indicação prática dos precipícios que podem colher incautos, aí estão os volumes de _Lições Práticas da Língua Portuguesa_, escritas pelo autor dêste _Diccionário_, e cuja extracção em Portugal e no Brasil me convence de que essoutro trabalho meu não foi inopportuno e inútil.

_Lisbôa, 10 de Março de 1899_.

C. de F.

CHAVE DE SINAES E ABREVIATURAS

* O asterisco, anteposto a um vocábulo, designa que êste não estava ainda registado nos mais modernos, menos imperfeitos e menos incompletos diccionários da lingua portuguesa; e não digo _em todos os diccionários da lingua_, porque, tendo visto quantos estavam ao meu alcance, algum deixaria de vêr, antigo ou moderno, em que por acaso se encontraria um ou outro dos milhares de vocábulos que vão precedidos de asterisco.

Por exemplo: procurei em toda a parte o _Diccionário Português-Brasileiro_, impresso em Lisbôa, em 1795, e ninguém me deu notícia dêlle, á parte as referências que vi em Beaurepaire-Rohan e em Innocêncio da Silva.

Não podendo, pois, referir-me a _todos_, sem perigo de alguma inexactidão, embora mínima, tomei como base, para o registo de _vocábulos novos_, não só o menos imperfeito dos modernos diccionários, que é o _Contemporâneo_, mas ainda outro diccionário moderno que, não obstante os defeitos honestamente confessados pelo autor, tem mais numeroso vocabulário do que aquelle e é firmado por homem, que tem bom nome na esphera dos estudos linguísticos,--Adolpho Coelho.

Portanto, e rigorosamente, o asterisco significa que o respectivo vocábulo não se encontra nos dois alludidos diccionários, _pelo menos_.

Alguns há dêsses vocábulos, que, por terem derivação clara, não representam esfôrço de investigação e poderiam dispensar o asterisco, sem prejuizo sensível da elevada somma dos vocábulos que apparecem agora pela primeira vez num diccionário da lingua.

Mas as derivações, não fui eu que as fiz; o diccionarista não fórma a linguagem, não cria nem deriva palavras: regista as que se lhe deparam na linguagem escrita ou falada, salvo o direito da annotação ou glosa, e nada mais. E tanto trabalho me custou a colheita dos simples derivados _aferimento_, _andaimada_, _bicharrão_, _claustrar_, _carmiadeira_, etc., como o neologismo _desenfrechar_ de Ortigão, ou o _manticostumes_ de Filinto, ou o _carapetento_ e os _pincéus_ de Gil Vicente, ou o _armistrondo_ de Coelho Neto.

Depois, nem todos os derivados são da mesma simplicidade. Derivados, mas arrojados e pinturescos, são os advérbios _lucreciamente_, _pulpitamente_, etc., e ninguém pretenderá que, por serem derivados, dispensem o asterisco, não obstante sêr eu quem os trouxe para a lexicographia.

Não se póde dizer o mesmo de deminutivos e aumentativos communs: não há vantagem em registar _camisinha_, _coelhinho_, _justíssimo_, _feissimo_, etc., quando êstes graus não correspondam a accepções especiaes; nem, dado que se registassem, seria louvável a indicação de colheita nova, embora diversamente o hajam pensado e praticado outros.

Não succede o mesmo com os graus que têm formação irregular, inusitada ou accepção especial, como _machão_, _canzarrão_, _mansarrão_, _reizete_, _homúnculo_, _humillimo_, _orelhissimo_, _mansuetissimo_, etc. Por isso, se eu encontro em Filinto o derivado _malíssimo_, que nunca entrára em diccionários, ninguém porá em dúvida o direito de registar, _como novo_, êsse excellente derivado.

Quem consulta um diccionário conhece geralmente a formação regular dos aumentativos, deminutivos e superlativos, para que se avolume o vocabulário com o registo dêlles. Está neste caso a fórma pronominal dos verbos, quando o significado dessa fórma não diverge do da fórma transitiva. Também não há clara vantagem na indicação do valor substantivo dos infinitivos, visto que tal valor lhes é inherente.

Mas o asterisco, no presente diccionário, tem ainda outra significação: designa também que a accepção dos respectivos vocábulos, precedida por êlle, era desconhecida nos diccionários a que acima me referi; e, nestas circunstâncias, há milhares e milhares de accepções, disseminadas em o _Novo Diccionário_.

Assim, o vocábulo _agulha_ apresenta 6 accepções novas: _chocho_ 5; _verde_ 5; _natureza_ 5; _frade_ 4; _lavadeira_ 4; _zaburro_ 4; _casqueiro_ 4; _silva_ 4; _rabicho_ 4; _urubu_ 4; _missa_ 7, etc., etc.

} Quere dizer que o vocábulo respectivo é estrangeiro, mas usado em português por necessidade ou por moda, e que se deve sublinhar quando se escreve, para que se lhe accentue o cunho estrangeiro.

< Aponta a fórma intermédia ou a transição de uma palavra, raíz ou thema para outra palavra que, modificando-se, procedeu daquella.

+ Indíca a addição de uma palavra, ou de um elemento de palavras compostas a outro elemento ou a outra palavra.

= Indíca que a palavra, seguida dêsse sinal, corresponde, em radical e significação, á palavra que se pospõe ao mesmo sinal; e indíca equivalência de fórma ou de sentido.

... Mostra que as palavras, que seguem ou precedem êste sinal, fazem parte de trecho ou phrase que se não reproduz integralmente.

* * * * *

_Abrev._ quere dizer abreviatura. a. C. " " antes do Chrísto. _Açor._ " " termo açoreano. _Adj._ " " adjectivo. _Adj. f._ " " adjectivo feminino. _Adv._ " " adverbio. _Afr._ " " africano. _Agr._ " " termo de Agricultura. al. " " alemão. alat. " " alatinado. alt. al. " " alto alemão. alter. " " alteração. _Anat._ " " termo de Anatomia. _Angl._ " " Anglicismo. angl. sax. " " anglo saxão. _Ant._ " " termo antigo. ant. alt. al. " " antigo alto alemão. _Anthrop._ " " Anthropologia. apher. " " aphérese. ár. " " árabe. _Arith._ " " termo de Arithmética. art. def. " " artigo definido. _Artilh._ " " termo de Artilharia. as. " " termo asiático. Arm. " " termo de Armaria. Astrol. " " termo de Astrologia. aum. " " aumentativo. Bacter. " " termo de Bacteriologia. berb. " " berbere. Bibl. Nac. " " Bibliotheca Nacional. Biol. " " termo de Biologia. b. lat. " " baixo latim. borg. " " borgonhês. _Bot._ " " termo de Botânica. _Bras._ " " termo brasileiro. bret. " " bretão. _Burl._ " " termo burlesco. _Caboverd._ " " termo caboverdeano. car. " " caraíba. _Carp._ " " termo de Carpintaria. carth. " " carthaginês. cast. " " castelhano. celt. " " céltico. Cf. " " confira. chancell. " " chancellaria. _Chapel._ " " termo de Chapelaria. chil. " " chileno. chin. " " chinês. _Chul._ " " termo chulo. _Chron._ " " termo de Chronologia. _Cir_. " " termo de Cirurgia. cit. " " citado. comp. " " comparativo. conc. " " concani. cong. " " conguês. conj. " " conjuncção. _Constr._ " " termo de construcção. contr. " " contracção. corr. " " corruptela. Cp. " " compare. Cutel. " " termo de Cutelaria. Cyn. " " termo de Cynegética. def. " " defectivo. defin. " " definido. dem. " " deminutivo. demonstr. " " demonstrativo. der. " " derivado; derivação. des. " " desusado. deprec. " " depreciativo. diccion. " " diccionário; diccionarista, din. " " dinamarquês. doc. " " documento. eccles. " " ecclesiastico. _Econ. polít._ " " termo de Economia Política. ed. " " edição. egýp. " " egýpcio. _Enol._ " " termo de Enologia. _Entom._ " " termo de Entomologia. _Equit._ " " termo de Equitação. escand. " " escandinavo. escoc. " " escocês. _Escol._ " " termo escolar. _Espir._ " " termo de espiritismo. etym. " " etymologia. _ex._ " " exemplo. ext. " " em sentido extensivo. _Extrem._ " " extremenho. euphon. " " euphonia; euphónico. f. " " substantivo feminino. f. _ou_ fol. " " fôlha. fam. " " família; termo ou expressão familiar. fem. " " flexão feminina. fig. " " em sentido figurado. _Fin._ " " termo de Finanças. flam. " " flamengo. flex. " " flexão. fr. " " francês. freq. " " verbo frequentativo. _Gal._ " " gallicismo. _Gall._ " " gallego. gên. " " gênero. Geneal. " " termo de Genealogia. Geod. " " termo de Geodesia. _Geogr._ " " termo de Geographia. _Geol._ " " termo de Geologia. _Geom._ " " termo de Geometria. germ. " " germânico. _Gír._ " " termo de gíria. _Glot._ " " termo de Glóttica. got. " " gótico. gr. " " grego. _Gram._ " " termo de Grammática. guar. " " guarani. hebr. " " hebreu. _Heráld._ " " termo de Heráldica. hind. " " hindustani. _Hist. Nat._ " " termo de Hist. Natural. holl. " " hollandês. hung. " " húngaro. hybr. " " hýbrido. Hydrogr. " " termo de Hydrographia. hyp. " " hypothético. _Icht._ " " termo de Ichthyologia. id. " " idem. imper. " " imperativo. impess. " " impessoal. impropr. " " em sentido impróprio. inch. " " verbo inchoativo. ind. " " termo indiano. inf. " " termo infantil. infl. " " influência. ingl. " " inglês. interj. " " interjeição. interrog. " " interrogação. iron. " " ironia. it. " " italiano. Ital. " " italianismo. jap. " " japonês. jav. " " javanês. _Jur._ " " termo de Jurisprudência. kilogr. " " kilogramma. lat. " " latim. lat. barb. " " latim bárbaro. lat. bot. " " latim botânico. lisb. " " lisboêta. Lit. " " Literatura. loc. " " locução. loc. adv. " " locução adverbial. loc. conj. " " locução conjunccional. loc. prep. " " locução prepositiva. loc. pron. " " locução pronominal. lund. " " lundês. m. " " substantivo masculino. _Mad._ " " termo da ilha da Madeira. mal. " " malaio. malab. " " malabárico. _Marcen._ " " termo de Marcenaria. _Marn._ " " termo de marnotos. _Mathem._ " " termo de Mathemática. _Med._ " " termo do Medicina. med. lat. " " médio latim metath. " " metáthese. mex. " " mexicano. _Mil._ " " termo militar. _Miner._ " " termo de Mineralogia. mod. " " moderno. ms. " " manuscrito. _Mús._ " " termo de Música. myth. " " mythológico. n. " " nome. N. " " Norte. _Náut._ " " termo de Náutica. neerl. " " neerlandês. neol. " " neologismo. nord. " " nórdico. norm. " " normando. n. p. " " nome próprio. num. " " numeral. obsol. " " obsoleto. onom. " " onomatopeia; onomatopaico. _Ópt._ " " termo de Óptica. or. " " origem. _Ornit._ " " Ornithologia. orthogr. " " orthographia. p. " " página. part. " " particípio. part. irr. " " particípio irregular. _Pathol._ " " termo de Pathologia. pers. " " persa. peruv. " " peruviano. _Pesc._ " " termo de Pescaria. pess. " " pessôa (verbal). _Pharm._ " " termo de Pharmacia. _Philol._ " " termo de Philologia. _Phot._ " " termo de Photographia. _Phýs._ " " termo de Phýsica. _Physiol._ " " termo de Physiologia. _Pint._ " " termo de Pintura. pl. " " plural. pleb. " " plebeísmo. poet. " " termo poético. pol. " " polaco. pop. " " termo popular. port. " " português. pov. " " povoação. pref. " " prefixo. prep. " " preposição. pron. " " pronome. pron. ind. " " pronome indefinido. prop. " " próprio. prov. " " provincianismo. _Prov. alent._ " " provincianismo alentejano. _Prov. alg._ " " provincianismo algarvio. _Prov. beir._ " " provincianismo beirão. _Prov. dur._ " " provincianismo duriense. _Prov. extr._ " " provincianismo extremenho. _Prov. minh._ " " provincianismo minhoto. _Prov. trasm._ " " provincianismo trasmontano. provn. " " provençal. p. us. " " pouco usado. qual. " " qualificativo. quimb. " " quimbundo. rad. " " radical. refl. " " reflexo. restrict. " " em sentido restricto. rev. " " revista. S. " " Sul. _Sal._ " " termo de salinas. séc. " " século. seg. " " seguinte; seguido. sent. " " sentido. _Serr._ " " termo de Serralharia. sign. " " significação sing. " " singular. subst. " " substantivo. suf. " " suffixo. suf. v. " " suffixo verbal. sup. " " superlativo. _Supplem._ " " _Supplemento_. syr. " " syríaco. t. " " termo. _Taur._ " " termo da Tauromaquia. _Terat._ " " termo de Teratologia. _Theol._ " " termo de Theologia. thibet. " " thibetano. _Topogr._ " " termo de Topographia. turc. " " turco. unif. " " unifórme. us. " " usado. V. " " Veja. v. " " verbo. vasc. " " vasconço. vb. " " _verbò_. _veloc._ " " termo de velocipedia. _ven._ " " termo venatório. verb. " " verbal. vers. " " versificação. _Veter._ " " termo de Veterinária. v. g. " " _verbi-gratia_. v. i. " " verbo intransitivo. _vin._ " " termo de vinificação. _Vit._ " " termo de Vinicultura. v.^o " " _versò_. voc. " " vocábulo. _v. p._ ou _v. pron._ " " verbo pronominal. vulg. " " vulgar. v. t. " " verbo transitivo. zend. " " zenda. _Zool._ " " termo de Zoologia.

A

*A.*, _abrev._ De _autor_.

*A. C.*, _abrev._ (que acompanha certas datas, significando: _antes de Christo_)