Noticias de Portugal

Part 43

Chapter 433,695 wordsPublic domain

_Abellà_ Cidade nella havia Escholas publicas de todas as Sciencias, e Artes. Discurso. 5. §. I p. 196.

_Abreus_ seu brazaõ 3. 14. 99.

_Aboim_ seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Abyas_ de Judà de idade de 18. annos deu batalha a Jeroboaõ Rey dos dez Tribus Disc. 8. p. 312.

_Abul_ seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Achioli_ seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Adail_ que officio he 2. 6. 42. Seu principio em Portugal. Ceremonias com que eraõ eleitos. _Ibidem._

_Rey D. Affonso Henriques_ fundou muitas Villas. 1.2.7. Armouse Cavalleiro a si mesmo 3. 28. 142.

_Rey D. Affonso III._ povoou muitas Villas. 1. 2. 7.

_Rey D. Affonso V._ passou a Africa com 220. vellas, e a Arzilla com 338. Disc. 2. §. 15. pag. 68.

_Rey D. Affonso_ de Congo fez hum Collegio de que sahiraõ Mestres que puzeraõ Escholas por todo o Reyno. 6. 5. 226.

_D. Affonso Cardeal_ seu Elogio. 8. 12. 263.

_Affonso Tello_, grandeza com que foy creado Conde por ElRey D. Pedro 3. 28. 142.

_Affonso de Albuquerque_ o que respondeu a ElRey D. Manoel sobre a defensa de Goa. 1. 3. 13.

_Affabilidade_ de Principes Disc. 8. p. 341.

_Africa_ descobrimento de sua Costa em que tempo. 1. 2. 7.

_Agoa_ de poços bebese em varias Cidades, e Villas de Portugal. 1. 5. 22.

_Aguia_s nos Escudos sua origem. 3. 4. 87. Que Familias as trazem nos Escudos. 3. 4. 88.

_Agomia_ seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Aguiar_ seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Alentejo_ porque naõ he taõ povoado como as demais Provincias do Reyno 1. 5. 21. Como se pòde povoar. _ibidem._ p. 24.

_Alarcaõ_ seu brazaõ. 3. 6. 93.

_Alabardeiros_ sua origem. 2. 4. 41.

_Alardo_ seu brazaõ. 3. 9. 96.

_Alas_ vanguarda, retaguarda, em que tempo se introduziraõ estes nomes em Portugal. 2. 8. 46. como se chamavaõ antigamente. _ibidem._

_Albornoz_ seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Alcaide Mòr_ que officio he. Sua origem. 2. 12. 59. Sua ethimologia 2. 12. 60.

_Albergaria_ seu brazaõ. 3. 6. 93.

_Alexandre Magno_ que estimava a Illiada de Homero Disc. 8. p. 411. amor que teve às letras p. 412. o que fazia quando se deitava na cama. p. 355. Sua fortaleza, pag. 359. Foy morto com peçonha, e porque. 360. Quam estimado, e honrado dos seus. 361.

_Albuquerque_ seu brazaõ. 3. 15. 102.

_Alexandre_ mandou crucificarem em hũ só dia 800. Judeos. Disc. 8. p. 325.

_Alcaçova_ seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Alma_ composta de proporçoens de Musica. Disc. 8. pag. 418.

_Alcaforado_ seu brazaõ. 3. 15. 102. _Alferes Mòr_ sua Dignidade, e origem, os que tem havido em Portugal, seu officio na guerra. 2. 4. 39.

_Aldana_, seu brazaõ. 3. 12. 98.

_Almocadem_, que officio era. 2. 6. 43. Ceremonias com que eraõ eleitos. ibid.

_Alfaro_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Almirante_, sua origem, e principio em Portugal. O primeiro que houve, ceremonias de sua eleiçaõ, sua jurisdicçaõ, seu salario. 2. 11. 63. e 64. os que tem havido em Portugal. _ibidem._

_Almas_, seu brazaõ. 3. 5. 89.

_Almada_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Almeida_, seu brazaõ. 3. 11. 97.

_Almeida_, seu brazaõ. 3. 6. 93.

_Alpoem_, seu brazaõ. 3. 9. 96.

_Altyo_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Alvarenga_, seu brazaõ. 3. 15. 103.

_Alvelo_, seu brazaõ. 3. 10. 96.

_Alvernas_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Alvos_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Amarras_, as de Portugal melhores, que as de Flandes. 1. 4. 18.

_Amasias_, Rey de Judà desbaratado, e prezo por seus inimigos, e porque. Disc. 8. pag. 325.

_Amaral_, seu brazaõ. 3. 9. 96.

_Amasis_, fez huma ley em que obrigava a todos os seus que cada hum anno dessem conta de sua vida perante Juizes para isto deputados. Disc. 8. p. 340.

_Ambiçaõ_ de Herodes, qual. Disc. 8.

_Anadeis_, seu officio. 2. 5. 41. O primeiro que houve em Portugal. Que tempo duraraõ, _ibidem._

_Animaes_, nos Escudos sua origem. 3. 4. 87.

_Andaluzia_, povoada pelos Turdolos, ou Turdeletanos. 5. 2. 197.

_Angola_, em que tempo principiou a sua conquista. 6. 1. 218.

_D. Antão Martins de Chaves_ Cardeal, seu Elogio. 8. 8. 255.

_Antiocho_ Rey da Asia, destruição que fez em Jerusalem. Disc. 8. p. 317. O que disse em sua morte, _ibidem._

_Anibal Bentivoglio_, amor que a Patria lhe tinha. Disc. 8. pag. 324.

_Appellidos_ dos Nobres de Portugal. 3. 2. 84. Suas origens. Saõ os sinaes da descendencia das Familias, _ibidem._ ninguem pode tomar appellido da Familia alheya. 3. 2. 86.

_Aragaõ_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Aranha_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Araujo_, seu brazaõ. 3. 7. 94.

_Aragonezes_, com menos gente triunfaraõ do poder de Castella. 2. 9. 53.

_Arca_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Arco_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Arnào_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Armas de fogo_, as melhores saõ as que se fabricaõ em Portugal. 1. 4. 18.

_Armas_, seu exercicio virtudes que inclue 2. 1. 33.

_Armas_, quantia dellas que havia no tempo delRey D. Joaõ III. 2. 11. 57. naõ hiaõ para fóra do Reyno no tempo delRey D. Manoel. 2. 11. 57.

_Armas_, por descendencia, que Familias as trazem. 3. 15. 101.

_Armas_, tomadas por casos particulares. 3. 16. 104. porque Familias, _ibid._

_Armas_, sua nobreza naõ se regula pelas cores, ou materias de que se compoem. 3. 18. 116.

_Armador Mòr_, seu exercicio. 2. 2. 35. Seu officio, principio, e regimento. 2. 11. 58.

_Armada_, a primeira que sahio de Portugal. 2. 11. 63.

_Armada_ Ordinaria para defensa da Costa que havia antigamente em Portugal. 2. 15. 67. a com que ElRey D. Sebastiaõ passou a Africa foy a maior que se tem visto no Mar Occeano. 2. 15. 68. as de ElRey D. Manoel, e D. Joaõ III. para guarda da Costa. 2. 15. 70. as Estrangeiras quam prejudiciaes aos naturaes. Disc. 8. p. 364. e 365.

_Armazem_ de Armas que fez ElRey D. Manoel, e D. Joaõ III. 2. 11. 57.

_Arquitetura_, sua utilidade, Disc. 8. pag. 407.

_Artes_, sua multidaõ de quanto proveito he ao Reyno. 1. 4. 15. naõ pòdem florecer aonde naõ houver muita gente. 1. 1. 3. naõ se pòdem exercitar sem a milicia. 2. 1. 33.

_Arte Militar_, naõ se pòde alcançar sem exercicio. 8. 1. 239.

_Artaxerxes_, Rey da Persia, como premiou a Mardocheo, e porque. Disc. 8. p. 339.

_Arruelas_ nos Escudos, sua origem. 3. 11. 97. que Familias as uzaõ. _ibid._

_Artelharia_, sua invenção. 1. 1. 4.

_Arzila_, cercada pelo Rey de Fez. 2. 15. 69.

_Aspas_, que se trazem nos Escudos sua origem. 3. 7. 93. que Familias as uzaõ, _ibidem._

_Asclepiades_, Merliano, escreveo a navegaçaõ, e naufragios de Ulyses. 5. 2. 199.

_Aia_, filho delRey Abyas porque venceo a Zarà Rey de Ethyopia. Disc. 8. pag. 317.

_Aspereza_, naõ hade ter o Principe que governa. Disc. 8. pag. 292.

_Astronomia_, de quanto proveito seja. Disc. 8. p. 407.

_Asturias_, seu brazão, 3. 13. 99.

_Assucar_, Mestres para a sua fabrica mandou vir de Sicilia o Infante D. Henrique. 1. 4. 19. He o mayor rendimento que tem a Coroa de Portugal, _ibidem._

_Ataide_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Atouguia_, seu brazão, 3. 6. 93.

_Atouguia_, seu brazão. 3. 12. 98.

_Athalia_, governou o Reyno de Judà com muita soberba, e crueldade. Disc. 8. pag. 304.

_Athila_, Rey dos Hunnos, sua crueldade. Disc. 8. p. 297. Mandou hum Exercito de Suevos, contra os Portugueses. Disc. 8. p. 307.

_Athenienses_, primeiros inventores do pão, e das leys. Disc. 8. p. 346.

_Augusto Cesar_, Emperador, amor que teve a seu povo. Disc. 8. p. 324. deixou tres livros feitos pela sua mão. 8. 340. O que fazia lendo algum livro latino. 8. 356. Obras grandes de sua prudencia, _ibidem_. mandou abrir a sepultura de Alexandre. 361. Para ser perfeito Principe não lhe faltava mais que o conhecimento do verdadeiro Deos. 8. 315. Em seu tempo encarnou o Divino Verbo. _ibidem_. Suas virtudes, _ibidem_. Sua prudencia. 8. 351.

_Avelar_, seu brazão. 3. 5. 89.

_Avreo_, seu brazão. 3. 4. 88.

_Avinhal_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Avareza_, causa de grandes males. Disc. 8. 370.

_Austria_, seu brazão. 3. 5. 89.

_Ayala_, seu brazão, 3. 4. 88.

_Azambuja_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Azumbuja_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Azeredo_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Azevedo_, seu brazão. 3. 4. 88.

_Azevedo_, seu brazão. 3. 7. 94.

_Azinhal_, seu brazão. 3. 14. 99.

B

_Bacco_, foy o primeiro que entrou em Hespanha, e Portugal com Exercitos. Disc. 8. p. 306.

_Bacelar_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Badajòs_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Bairros_, seu brazão., 3. 5. 90.

_Bandeira_, seu brazão. 3. 16. 104.

_Bandas_, que se trazem nos Escudos, sua origem. O que he. Que Familias as trazem. 3. 5. 89.

_Barras_, que se trazem nos Escudos, sua origem. O que he. Que Familias as trazem. 3. 5. 89.

_Barbança_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Barbato_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Barbedo_, seu brazão. 3. 10. 96.

_Barboza_, seu brazão. 3. 8. 95.

_Baraõ_, que dignidade he, sua origem, e officio. Os que tem havido em Portugal. 3. 26. 138. & seqq.

_Barboza_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Barbuda_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Barbudo_, seu brazão. 3. 15. 103.

_Barbudo_, seu brazão., 3. 10. 96.

_Bardes_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Barradas_, seu brazão. 3. 8. 95.

_Barrayola_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Barreira_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Barreto_, seu brazaõ. 3. 15. 103.

_Barriga_, seu brazão. 3. 13. 99.

_Barros_, seu brazaõ, 3. 5. 90.

_Barroso_, seu brazaõ. 3. 8. 95.

_Barroso_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Bayaõ_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Batalhas_, contra os Castelhanos vencidas pelos Portugueses. 2. 9. 51.

_Barbuda_, que dinheiro era. 4. 26. 172.

_Bemaventurança_, do homem qual he. Disc. 8. p. 330.

_Beja_, seu brazaõ. 3. 6. 93.

_Belchira_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Belliagua_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Bembo_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Benambia_, seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Beringes_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Bermudes_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Bessa_, seu brazão. 3. 9. 96.

_Betancor_, seu brazão. 3. 4. 88.

_Bispos_, que eraõ obrigados a ter armas mas em numero certo. 2. 11. 57.

_Bicudo_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Biscaya_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Bivar_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Biveiro_ seu brazão. 3. 14. 99.

_Bondade_, differença que vay dos bons aos màos. Disc. 8. p. 375.

_Botero_, que reparou nos Portugueses. 6. 5. 229.

_Borges_, seu brazão. 3. 12. 98.

_Borreco_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Botado_, seu brazão. 3. 4. 88.

_Botelho_, seu brazão. 3. 5. 9O.

_Botilher_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Botto_, seu brazão. 3. 13. 99.

_Bovadilha_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Brazoens_, de armas, que estão pintados na Salla dos Paços de Cintra, e de que Familias. 3. 18. 111.

_Bracamonte_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Brandaõ_, de Inglaterra, seu brasaõ. 3. 4. 83.

_Brandaõ_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Britto_, seu brazão. 3. 4. 88.

_Broncilde_, Rainha de França sua crueldade. Disc. 8. p. 304.

_Bulhoens_, seu brazaõ. 3. 6. 93.

_Buzio_, seu brazão. 3. 5. 90.

C

_Cabras_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Cabo Verde_, em que tempo se descobrio, que terras possuem nelle os Portugueses, (propagação) da Fè naquelles Estados, 6. 1. 217.

_Cacena_, seu brazaõ. 3. 9. 96.

_Cacheu_, seus portos saõ muy frequentados de todos os Navios de Europa. 6. 5. 227.

_Caça_, seu exercicio louvavel aos Principes, e grandes Senhores. Disc. 8. pag. 354. Devem usar delle com temperança, ibidem.

_Caceres_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Çacoto_, seu brazão. 3. 10. 96.

_Caldeiras_, se conservaõ no Convento da batalha, e Alcobaça as com que no campo de Aljubarrota, se fazia o comer dos Soldados. 3. 20. 122.

_Calvarios_, que moeda era, e o seu valor. 4. 32. 180.

_Caligula_, Emperador, sua desenvoltura. Disc. 8. p. 378.

_Calças_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Caldeira_, seu brazão. 3. 14. 99.

_Calheiro_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Calvo_, seu brazaõ. 3. 5. 93.

_Cambyses_, o que fez a hum Juiz. Disc. 8. p. 292.

_Cão_, seu brazaõ. 3. 16. 102.

_Camello_, seu brazaõ. 3. 10. 96.

_Camello_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Camera_, seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Caminha_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Camões_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Campo_, seu brasaõ. 3. 4. 88.

_Canto_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Çapata_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Capitão Mor do mar_, sua origem, sua jurisdicçaõ, os que houve em Portugal. 2. 14. 65. e 66.

_Capua_, destruida pelos Romanos. Discurso 8. pag. 364.

_Cardozo_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Carneiro_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Carrasco_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Carregueiro_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Carrilho_, seu brazaõ. 3. 12. 98.

_Carvalhaes_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Carvalhosa_, seu brazaõ. 3. 13. 98.

_Carvalho_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Carvoeiro_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Cardeaes Portugueses_, de p. 247 atè pag. 286.

_Cardeal S. Damaso_, de quem foy filho, onde nasceo. 8.1.247. Onde està enterrado. Varias opinioens sobre a sua Patria. Por quem foy eleito Cardeal. Em que anno sobio ao Pontificado. Suas acçoens. p. 248 e 249.

_Cardeal D. Payo Galvaõ_, em que tempo floreceo. 8. 2. 249. De quem foy filho. De que Ordem foy. Por quem foy creado Cardeal do titulo de Santa Maria _in Septifolio_. Em que tempo. He eleito Cardeal do titulo de Santa Cecilia. Em que tempo. He eleito Cardeal Albanense. Em que tempo. He mandado Legado Apostolico com a Cruzada à Conquista da Terra Santa. Por quem. Em que tempo. He mandado Legado ao Emperador Federico II. pag. 250.

_Cardeal D. Joaõ Froes_, sua Patria, seus Pays. De que Ordem foy. Sendo Bispo Sabinense consagrou a Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Em que tempo. 8. 3. 250.

_Cardeal João 20. dito 21._ Summo Pontifice. Sua Patria. Filho de quem. Foy chamado Pedro Peres. Foy Arcediago de Vermoim na Sè de Braga. Foy Prior de Guimaraens. Em que tempo He creado Bispo Cardeal. Por quem, e em que tempo. Foy companheiro de S. Boaventura. Teve mais companheiros, e quaes. Foy insigne na Mathematica, e Medicina. 8. 4. 251. He eleito Summo Pontifice, e em que tempo. Teve particular cuidado em prover os Beneficios da Igreja. Intentou recuperar a Terra Santa. Em que tempo morreo. Onde està sepultado. Que tempo viveo. Obras que compoz. 8. 4. 252.

_Cardeal D. Martinho_, sua Patria. Em que tempo foy creado Cardeal. E por quem. Sua morte. 8. 5. 252.

_Cardeal D. Joaõ Affonso de Azambuja_, de quem foy filho. 8. 6. 252. Foy Conego de Evora. Foy Prior da Igreja de Monsaõ, e de Alcaçova. He mandado a Roma. Foy Bispo do Algarve, do Porto e de Coimbra, Arcebispo de Lisboa. He creado Cardeal, e por quem. Fundaçoens que fez em Lisboa, Sua morte. 8. 6. 253.

_Cardeal D. Pedro da Fonseca_, de quem foy filho. Foy Bispo do Porto. He creado Cardeal, e por quem. Em que tempo. Desobedeceo ao Concilio de Pisa. Foy deposto pelo Concilio de Constancia. He confirmado na Dignidade por Martinho III. Em que tempo. He mandado por Legado a Constantinopla. Sua morte. 8. 7. 254.

_Cardeal D. Antaõ Martins de Chaves_, em que tempo foy eleito Bispo do Porto. Concilios que em seu tempo se fizeraõ em Portugal. He mandado ao Concilio de Basilea. He creado Cardeal em que tempo. Suas acçoens em Roma. Sua morte. 8. 8. 255.

_Cardeal D. Luiz de Amaral_, mandado por Embaixador ao Concilio de Basilèa. Em que tempo. Reputaçaõ, que teve entre aquelles Prelados. He mandado Emperador a Grécia. E tambem ao Emperador de Alemanha. He creado Cardeal, em que tempo. Sua morte. 8. 9. 257.

_Cardeal D. Gemes_, de quem foy filho, He creado Cardeal. Por quem, e em que tempo. He louvado de Eneas Sylvio. Sua morte. 8. 10. 258. e 259.

_Cardeal D. George da Costa_, sua Patria. Em que tempo floreceo. Foy Lente em Santo Eloy. He mandado a Roma a varios negocios, sendo Deaõ de Lisboa. He mandado Embaixador a Castetella. He creado Cardeal. Por quem, e em que tempo. Retira-se occultamente para Roma; e porque. Recebe o Arcebispado de Braga. Foy Cardeal de varios titulos. Renuncia o Arcebispado de Lisboa em D. Martinho seu irmaõ. Sua empreza. Sua morte. 8. 11. de p. 259. atè p. 263.

_Cardeal D. Affonso_, filho delRey D. Manoel. Foy creado Cardeal do titulo de Santa Luzia, em que tempo. Teve outros varios titulos. Empregos que teve. Sua morte. 8. 12. 263.

_Cardeal D. Miguel da Sylva_, de quem foy filho, estudou em Pariz. Parte para Roma, em que tempo. Dahi passa a Veneza, e para que fim. Torna para Portugal. Exercita varios empregos. Torna para Roma, e dahi para Portugal segunda vez. Pertende o Summo Pontifice crealo Cardeal, ElRey D. Joaō III. o naõ consente. Torna para Roma occultamente. Insta ElRey com elle que torne para o Reyno, e elle desobedece. He desnaturalizado por esta desobediencia. Publica-se a sua creaçaõ. Foy Legado de Ravena, teve votos para sobir à Cadeira Pontifical. Sua morte. 8. 13. 264. usque 266.

_Cardeal D. Henrique_, filho delRey D. Manoel. Primeiro emprego que teve. Foy Arcebispo de Braga, e Bispo de Evora. He creado Cardeal. Foy legado a Latere neste Reyno, e Inquisidor Mòr. Erigio as Casas do Santo Officio de Lisboa, Evora, Coimbra, e Goa; reformou varias Religioens. Sua morte. 8. 14. 266.

_Cardeal D. Verissimo de Lancastro_, de quem foy filho. Em que tempo nasceo. Empregos que teve. He creado Cardeal, e por quem, e em que tempo. Sua affabilidade, amor grande que teve às letras. Sua morte. Exequias que se lhe fizeraõ nella. 8. 15. 267. & vers.

_Cardeal Luiz de Sousa_, de quem foy filho. Em que tempo partio para Roma. Sentimento que teve na morte do Principe D. Theodosio. He eleito Deaõ da Sè do Porto. Torna para Portugal, Empregos que teve. He creado Cardeal. Por quem, e em que tempo. Sua morte. 8. 16. de 26. ate p. 272.

_Cardeal Nuno da Cunha de Ataide_, de quem he filho. Quando nasceo. Empregos que tem occupado. Os que exercita. Em que tempo foy creado Cardeal; acçoens que obrou em Roma. 8. 17. 273.

_Cardeal D. Jozè Pereira de Lacerda_, de quem foy filho. Sua patria. Empregos que occupou. Em que tempo foy creado Cardeal, e por quem. Ordenou que o dia de Santa Barbara se guardasse na Cidade de Faro. Acçoens que obrou em Roma. Sua morte. 8. 18. 275. até 277.

_Cardeal D. Joaõ da Motta, e Sylva_, Empregos que tem occupado. Em que tempo foy creado Cardeal. 8. 19. 277.

_Cardeal D. Thomàs de Almeida_, de quem he filho. Empregos que tem occupado. He nomeado Bispo de Lamego. O que obrou neste Bispado. He creado Bispo do Porto. Acçoens que obrou neste Bispado. He creado Patriarca primeiro de Lisboa. Obras que fez no sitio de Rilhafolles. Funda o Convento de N. Senhora dos Remedios em Campolide. Manda fazer Constituiçoens. E tambem para as Religiosas Descalças de N. Senhora da Conceiçaõ da Luz. Reedifica a Quinta de Santo Antonio do Tojal. He creado Cardeal. 8. 20. de p. 278. até p. 286.

_Carlos Magno_, Principe sem igual. O que mereceo por suas grandes virtudes, Disc. 8. p. 316.

_Castanheda_, seu brazão. 3. 5. 90.

_Castel branco_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Castilho_, seu brazão. 3. 13. 98.

_Castro_, seu brazaõ. 3. 11. 95.

_Castella_, tem agora menos gente, que antigamente. 2. 9. 49.

_Castellos_, nos Escudos, sua origem. Que Familias os trazem. 3. 13. 98.

_Cayado_, seu brazão. 3. 4. 88.

_Cazal_, seu brazão. 3. 12. 98.

_Caza_, da Moeda em Portugal em que partes tem tido assento. A primeira que houve. Seu governo. 4. 22. 168.

_Cavalaria_, a de Portugal de grande nome na Europa. 2. 10. 56. No tempo delRey D. Manoel excedia o numero de 8U000. cavallos. 2. 7. 45. Sua Dignidade. 3. 28. 141.

_Cavalleiros_, Ceremonias com que eraõ armados antigamente. 3. 28. 143. ainda hoje se uzaõ nos Cavalleiros das Ordens Militares. Que idade se requer para esta Dignidade. He necessario que o Padrinho seja armado Cavalleiro. _ibidem_. Quando começou esta Dignidade em Portugal, _ibidem_. Os das Ordens Militares obrigados a ter armas, e cavallos para a defensa do Reyno contra infieis. 2. 17. 80.

_Cavalleiro bom_, qual he. Disc. 8. p. 358.

_Cataõ_, o que sentia a respeito da peregrinaçaõ, 8. 1. 245.

_Cataõ Uticense_, perfeiçaõ de sua vida. Disc. 8. p. 291.

_Cayo Valerio_, emendando-se dos vicios foy muito amado do povo. Disc. 8. p. 312.

_Celeme_, seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Cerqueira_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Cerveira_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Cesar_, seu brazaõ. 3. 16. 106.

_Cera_, de donde vem com mais abundancia. 1. 5. 22.

_Cetro_, o que significa, e seu principio 2. 1. 33.

_Ceita_, cercada pelos Mouros de Granada. 2. 15. 68.

_Chacina_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Chanoca_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Chaves_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_China_, muito abundante de todos os mantimentos, 1. 1. 2.

_Chinas_, naõ admitiaõ Estrangeiros no seu Reyno. 8. 1. 245.

_Chindasvindo Rey_, que moedas bateo em Hespanha. 4. 14. 158.

_Cio_, seu brazaõ. 3. 5. 89.

_Cirne_, seu brazaõ. 3. 14. 99.

_Cidades_, quantas ha no Reyno de Flandes. 1. 2. 6.

_Cifras dos appellidos_, que Familias as trazem. 3. 14. 99.

_Ciro Rey_, sua liberalidade. Disc. 8. pag. 331.

_Clemencia_, foy a mayor virtude que teve Julio Cesar, e Octaviano. Disc. 8. p. 340.

_Coelho_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Coelho_, seu brazaõ. 3. 16. 106.

_Cogominho_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Conestagio_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Contreiras_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Cordeiro_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Cordovil_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Coronel_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Correa_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Correa_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Correlhas_, seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Corte Real_, seu brazaõ. 3. 16. 104.

_Costa_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Cota_, seu brazaõ. 3. 14. 100.

_Cotifer_, seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Cotrim_, seu brazaõ. 3. 5. 90.

_Covas_, seu brazaõ. 3. 4. 88.

_Couro_, seu brazaõ. 3. 14. 10.

_Coutinho_, seu brazaõ. 3. 10. 96.

_Couto_, seu brazaõ. 3. 13. 99.

_Colonias_, ou lugares de Alentejo seus fundadores. 1. 5. 21.

_Condestable_, sua Dignidade, e origem 2. 2. 36. Os que tem havido em Portugal. 2. 2. 38.

_Coudel Mòr_, que officio he, e sua Dignidade. 2. 5. 41.

_Condes_, sua origem, e antiguidade. 2. 2. 36. Os que largaraõ este titulo pelo de Duque. 3. 23. 128.

_Conde_, que palavra he, sua Ethimologia, sua origem, antiguidade, e preeminencia em Portugal. He grande sua Dignidade. Os primeiros que houve em Portugal. 3. 25. 133. & seqq. O de Barcelos, grandeza com que recebeo este titulo, delRey D. Pedro. 3. 28. 142.

_Consulado_, seu principio, e para que era applicado o seu rendimento. 2. 15. 70.

_Congo_, neste Estado se fez a segunda missaõ dos Portugueses, e que pessoas foraõ a ella., 6. 1. 217.

_Conselheiros_, bons, e verdadeiros, quam necessarios ao bom Principe., Disc. 8. 349. & 350. & 353. naõ devem ser de pouca idade., 8. 350. Devem ser scientes em todas as materias., 352. Quaes saõ os fieis, e prudentes., _ibidem_.

_Comendas_, quantas ha em Portugal., 2. 17. 80.

_Comarca_, que palavra he, de donde se deriva., 3. 24. 131.

_Cobiça_ dos Contratadores, e navegantes tem sido a causa de grandes naufragios no mar., 7. 1. 233.

_Collegio_, da Companhia de Coimbra com que intento o fundou ElRey D. Joaõ III., 6. 1. 217.

_Costumes_, mais antigos que as leys., Disc. 8. 295.

_Correyos_, quem primeiro os ordenou., Disc. 8. 356.

_Cretenses_, que praga rogavaõ a seus inimigos., Disc. 8. p. 338.

_Cruzes_, floreteadas, da Cruzada, e de S. Jorge, que se trazem nos Escudos, sua origem., 3. 6. 90. Em que tempo se começaraõ a uzar em Portugal., _ibidem_. O primeiro que a uzou nos Escudos., _ibidem_. p. 91.

_Cruz_, foy a primeira insignia, que tiveraõ os Reys de Aragaõ., _ibidem_.

_Cruz_, della tiveraõ principio as Armas de Portugal., _ibidem_.

_Cruz de S. Jorge_, que Familias as trazem nos Escudos., 3. 6. 93.

_Cruz da Cruzada_, que Familias a trazem nos Escudos., _ibidem_.

_Cruzes floreteadas_, que Familias as trazem nos Escudos., 3. 6. 93.

_Cunha_, seu brazaõ., 3. 14. 100.

_Cuniga_, seu brazaõ., 3. 5. 90.

D