Musa Velha

Chapter 4

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Desde a remota edade á edade hodierna Descrença e Fé por esse mundo fóra vão em perpetua luta caminhando. Da Sciencia os cartapacios consultando em Deus não crê, não crê na vida eterna quem da eterna sciencia tudo ignora. Sei d'alguns que não crêem... porque é moda... por ser qualquer idea contrabando em casco avariado. Finalmente, crêr, ou não crêr, a certos pouco importa, por isso que incommoda andar com seus botões pensando a gente no fim que ha de levar depois de morta.

Eu á Sciencia estranho e bom jarreta, eu que penso em morrer, por ser um vivo que fecha a mala e puxa da gorgeta, encontro ás minhas maguas lenitivo crendo que ambas as coisas não são pêta. Tudo em roda de mim é o grande effeito d'uma causa maior, cuja existencia dois principios envolve fatalmente; amor e omnipotencia: poder que salva; amor sempre clemente.

Isto me fique ao menos! Hei mudado de pensar e sentir bastantes vezes. Só não pude sentir nem ter pensado ser o mundo um curral, e nós--as rezes.

_PEDINDO O INDULTO_

D'UM ALUMNO MILITAR

que em 1872 foi expulso do Lyceu de Lisboa por não haver restituido a outro alumno um livro que lhe pedira emprestado

Misericordia!... Um rapaz sem reflexão e sem tino, que é da milicia e inda traz reles buço de menino, brincando pede e sonega um mau livro a um mau collega. O facto é grave! A moral traja luto!... Esta noticia corre por maneira tal que até chegou á policia!

Desloca a pedra angular do social edificio!... Cheira a Communa!... Pelo ar, em busca d'um outro officio, paira e pia a disciplina!... Ai de nós! que é certa a ruina se um braço potente e audaz não suspende o cataclysmo!... Corte-se fundo o antraz! Dôa e pelle o sinapismo!

Assim se fez. Lá no ceu ha quem nos proteja ainda. A lei pune. O infame reu cae prostrado, e o p'rigo finda. Sabia a lei no monstro fere _Cartouche e Robert Macaire._ N'um golpe os reduz a pó! Da dupla calamidade, descascando um ovo só, livra e salva a humanidade!

Os relaxados sandeus dizem:--Não valia a pena.-- Mas é que a Lei, pygmeus, não raciocina, condemna. E raciocinasse!... O pepino não se torce em pequenino? Aprender nos livros quiz? Quiz illustrar a sua farda? Fique burro, que o paiz gosta que o sirvam d'albarda.

A vergonha, a nodoa, o que é? O que foi sempre. Esta é fina! Um pinguinho de rapé que se tira com benzina: um nada... que inhabilita: a letra fatal escripta com ferro em braza na mão! E n'este abysmo se lança sem piedade e sem razão uma inconsciente creança!...

Melhor livro alguem pilhou sem ninguem lhe gritar:--Larga!-- Lambeu; os beiços limpou; e poz-se de mão na ilharga! Não! que o melro d'alto canta! e quando ás vezes se espanta fazem-no Deus, tal crereis? Uno e bis trino,--isto é sério, pois sendo os ministros seis é só elle um ministerio!

O supplicante, senhor, cartista puro, em presença dos factos que vem de expôr, pede o indulto e a recompensa que o pobre rapaz merece. É fundada a sua prece em ser a Lei coisa igual: e, sendo, já me contento, se não póde ser mar'chal façam-no ao menos sargento.

_PROCESSO_

1875

_LIBELLO_

_Le cynisme de l'apostasie._ (Berryer).

Que graçolas são essas, senhor Palha? Que estulto riso sobre tudo espalha? Costuma attribuir-se a pouco siso O séstro folião do eterno riso. E cuidou tirar joias d'um thesouro? Cuidou ter dito bocadinhos d'ouro? Pilherias de matar, chistes d'arromba? Pois nunca embalde co'a razão se zomba, E com ella zombou no seu escripto. Uma coisa é _espirito_, outra _esprito_. Já vê que me refiro á carta-asneira Abrindo aos disparates a torneira Nas illustres columnas do _Illustrado_. Quanto fôra melhor estar calado! A defeza enterrou-lhe a protegida, Ha patronos assim; hoje é perdida A causa da Madama. Andou de leve Em tudo quanto disse, e nunca teve Hora mais infeliz. Veja: primeiro O seu grande argumento é--_dá dinheiro!_ Que miseria inaudita! D'esse modo Bota abaixo a moral do mundo todo. Ó venenos subtis, ó ferros finos. Quem maldirá a mão dos assassinos Se vós rendeis milhões? Ó lupanares Da vil prostituição, nos seus cantares Passou-vos Palha carta de limpeza. Lucraes muito por dia? Santa empreza. Não quer saber de mais; o merecimento Afére-o pelo ganho; isto é nojento. A moral, a virtude, que lhe importa? O caso está em quanto rende a porta, A corrupção geral é que o deleita Dês que possa ser fonte de receita. A arte mascarou-se em traficante, A arte é _chilrear_ e vêr sonante. E houve quem berrasse, e inda hoje berra, Contra o barbaro interesse da Inglaterra Envenenando a China? Que patetas! Não haviam mugir á vacca as tetas? Se vem sangue no tarro que tem isso? O sangue tambem faz bello chouriço. E fresquinha a _Madama_, e curto o fato? Diz elle que o reparo é caricato. Pois quanto mais a filha mostra a perna E a linguagem mais cheira a taberna Mais acode o concurso hoje em Lisboa Que até na _côrte_, em gripho, inda resôa A fama de Cascaes e os lindos _fados_ Que por lá se dançaram, e os trinados Da banza afidalgada; haja folgança Que n'este mundo ha só prazer e pança. Na insulsa peça o Palha chocarreiro Só dá voto de peso ao bilheteiro; Com este é tudo bom. Frivolidades. Phrases regateiraes, e necedades; A praça da Figueira, emfim, na scena. Sem um dito sequer que faça pena De não lembrar depois; eis o encanto Do Palha da Trindade; e faz-lhe espanto Que os da _Nação_ não saltem d'alegria, E ratos diz que são de _Sacristia_... Alto lá, senhor Palha, mais decencia. Não se emporcalhe assim _Vossa Excellencia_. Não bula na _Nação_, que o trouxe ao collo, Que passa por ingrato, além de tolo. Pois não andou por lá de noite e dia? Não foi rato tambem na sacristia? Então o dizer mal mui mal lhe fica; Embora n'outra parte arme a futrica. O bonito é caluda. Se hoje adora O que d'antes queimára, rôa agora Nas lonas do theatro, chupe azeite Dos candieiros da rampa, mas não deite Só por na corrupção viver contente Má fama da que fôra sua gente. Que mal lhe fez á bolsa, em que só pensa, A antiga tradição, a antiga crença? Desertou; e bem viu que foi tranquillo. Nenhum tiro se deu a perseguil-o. Nenhuma voz se ergueu bradando--raca--, Nem ninguem lhe puxou pela casaca. Virou-a como quiz; e nem as trovas D'aquelle _José Paes de Torres Novas_ Ninguem lhe recordou: assim, nem pio, Que mais calvo o farão, e inda faz frio. Se seu honrado pae resuscitasse Como o rubor lhe subiria á face Vendo o filho truão na patria cara Cuspir injurias, com facecia ignara; Vendo o filho nos tempos em que vamos Morder insano a procissão de Ramos! Que tem, que póde ter gambia obscena, Em anzol de patacos sobre a scena, Com pia procissão, qualquer que seja, Dês que tem por escudo a Santa Egreja? Como o tal velho Palha encresparia O sobr'olho a toda esta porcaria? Vêr seu filho gabando os assobios D'amoladinhos vãos e de vadios; Censurar a gravata séria e lisa; O _pé fresco_ exaltar; gente em camisa; Ser-lhe, emfim, tudo antigo de quizilia E comicos só ter como familia!... Ó manes venerandos e _embécados_ Dos Desembargadores, sois trocados Na voz do filho e neto, em sêde d'ouro. Por titeres do palco! Forte estouro Levava o tal amigo se surgia Toda a Palha anciã, se não morria De vergonha outra vez, que é coisa dura Ver por nossos mordida a sepultura! Mas basta, senhor Palha, e se inda a fome Lhe exige mais roer, roa em seu nome.

(_A Nação_).

_CONTRARIEDADE_

_.......... e nunca teve Hora mais infeliz....._

(V. Exc.ª mesmo).

Cantor das duzias, teu rosto porque é que encobres assim? Quem és tu? Es Arlequim? Es o Furioso de Ariosto? Es o Roberto Pimpim?

És um anão Torquemada com pretensões a Vestal, fructo da copla carnal do author da _Besta esfolada_ e do esfolado animal?...

Não és coisa alguma d'estas? Então, ó santinho, o que és? Pedes p'r'a missa das dez, ou tocas órgão nas festas e dás aos folles co'os pés?

Pela linguagem rasteira comtigo decerto dou. Se pae não és, és avô da que chamas regateira, da propria filha da Angot.

E a neta engeitas?... e á neta condemnas a phrase chã? Que cheira mal a hortelã dizêl-o póde, pateta, a vil cebola albarrã?

É franca? P'ra sempre o seja. Vale mais ter esse dom que ser beato e maçon e berrar que é contra a Egreja _colhér e trolha!..._ Chiton!

Mostra uma perna? Essa é boa! Olhem lá co'o que elle vem! Mostrou uma? Pois tambem você percorre Lisboa mostrando as quatro que tem.

Ó sociedade corrupta!... Ó moralista infeliz!... que viste a perna da actriz e em vez de beber cicuta vaes beber... ao chafariz!

Eu sei que o mundo é doente. Tem um scirro que o corroe. Além d'isso ao fraco heroe doe-lhe inda a raiz do dente que foi arrancar a Alcoy.

Ao mais pequeno symptoma que indique augmento do mal recresce a faina geral. Com papas lhe acode Roma na região temporal;

Dá-lhe sangrias Castella; põe-lhe um cauterio o allemão, emquanto mata o capão e ferve á pressa a panella a Italia no seu vulcão.

Em França a magna assemblea revôlta, ignara, loquaz, discute se é agua raz ou se é forca a panacea n'este momento efficaz.

Seguindo o fraterno impulso, o frio, sizudo inglez chega-se ao leito do endez e diz, tomando-lhe o pulso: _Inda não vae d'esta vez._

E o pai da magra Siberia, o grande doutor Moscow, da casa de Deus avô brama:--_Pois se a coisa é séria, ó rapazinhos, lá vou._

Mas tu co'os teus alfarrabios e com teu surriso alvar é vêr, apalpar, e... obrar. Podera! Que valem sabios onde apparece o alveitar?...

Assim, receitas á antiga: «Dois grãos de moral... de Adão, que andou nú e foi burlão. Com elles faça uma figa, raspe, e metta de infusão.

«Deite depois disciplinas com ponta de pita e nó. Misture São Pedro em pó, e co'as minhas proprias clinas fomente o enfermo sem dó.

«Note bem. Rigor na dieta de acepipes liberaes. Não cheirar sequer jornaes. Se a cura for incompleta dê-lhe mais... e mais... e mais!»

O mau, o peior, o diabo, ó cego Miramolim, é que essa droga ruim por um triz que já deu cabo do mundo vezes sem fim.

Não faças mais medicina que o tempo gastas em vão; e, se és tolo ou charlatão, grunhe contra a tua sina, mas contra mim, isso não.

Porque andei lá na botica de _avantal_ e braços nús, porque os xaropes compuz, mais e mais se justifica meu tédio pelo alcaçuz.

E se a _Nação_ me deu mama, se ao collo trazer-me quiz, porque estranhas se lhe eu fiz no regaço e p'ra tal ama o que faz todo o petiz?!

Sob a campa que os encerra deixa tranquillos os meus. Não chames, rei dos pygmeus, para as contendas da terra aquelles que estão com Deus.

Do seu tempo honradamente seguiram costume e lei. Com ser do meu provarei que amo a patria, a minha gente, e o seu exemplo imitei.

E se algum, velha maluca, surgisse da eterna paz, de provar-me era incapaz, que os olhos estão na nuca; que o _direito_ é andar p'ra traz.

_SENTENÇA_

Estes autos correndo folha a folha, d'elles fica provado á saciedade que tem bolha a _Nação_, e que tem bolha o Palha da Trindade. Marfára-se o jornal só porque em scena mostrára certa artista uma das pernas gordas, e essa--obscena. O Palha redarguiu: que era uma pena e, mais, uma injustiça tratar como se fôra de corista a perna d'uma actriz--das de mão cheia; --que a perna era a cubiça do velho jornalista; --que o ferro d'elle, o ferro... era que a meia cobrisse aquella gambia tão roliça; por fim--que era um sacrista... insulto enorme a quem ajuda á missa!

Ás partes deu-se vista da perna questionada. Era postiça.

Recalcitra a _Nação_, accesa em febre: --que fôra burla torpe, e facto novo em terra portugueza, dar-se ao povo um gato em vez de lebre. --Que falsa ou verdadeira a perna fosse, de rama d'algodão, ou simples cana, sempre era perna, e _gratis_ dava um dôce a quem de lhe morder não désse a gana. D'ahi a grave offensa á pureza moral da raça humana; a indignação immensa d'uma sã consciencia ultramontana! --Que o Palha tambem fôra antigamente irmão na sacristia levantando a ração, conforme a havia, e sempre com bom dente. --Que lá n'um bello dia fugira como um burro cacilheiro sem lhe gritarem: _Chó!..._ Que santa gente!

Que o réles emprezario, tendo o fito nas cruzes do dinheiro, trazia todo inteiro, aos pinchos, dentro em si, um vil cabrito: a fórma d'animal mais predilecta do Belzebuth maldito quando a noss'alma empanzinar projecta. --Que os paes, avós, emfim toda a Palhada que jaz na cova, qual vivera, honrada, por causa da tal perna ficára condemnada d'uma eterna vergonha á dôr eterna. O réo contesta, e diz: --Que era verdade haver por lá andado; mas n'uma tal edade que não chegára nunca a ser ferrado. --Que o tinham n'um cerrado onde brotava apenas a Saudade; constante era a estiagem; o ceu caliginoso; de lagrimas sómente a beberagem; por festa o cardo; espinhos só por goso. --Que tiritando ali, aguado o pêllo, extincto o movimento, transportado se vira n'um momento ás pávidas mansões do eterno gêlo. --Que, lá muito de longe, a Liberdade lhe fez então negaças.

«Tens frio?... Vem. Aqueço. A escuridade é de razão deixal-a á sepultura, veu das caveiras, manto das carcassas! Chama-te a luz! a luz que vem da altura dos iriados ceus!... Surge!... Caminha!... Quanto mais caminhar a humanidade do espirito de Deus mais se avisinha.»

Apoz da seducçáo d'aquelle canto, ouvindo aquelles hymnos, homem por elles feito, erguida a fronte, partira ancioso em busca do horisonte onde, envolvida em nimbos purpurinos, c'roada d'amaranto, a deusa refulgia. Partira. Fôra. E não se arrependia.

Conspurcal-a pretendem? Na passagem cospem-lhe insultos? Baixam-lhe a pagode o templo augusto? Arrastam-na á voragem? Ella é pura sempre; é sempre forte! Póde velar seu rosto; só não póde, sem que renasça, captival-a a morte!

E disse mais. E disse d'esta sorte: --Que mesmo ao Santo Padre, e mais é santo, não faz o dinheirinho um mau cabello... nem, em nome de Pedro, recebêl-o. Para engeital-o, em menospreço tel-o, nas mãos como José largar-lhe o manto, um pobre peccador e Belisario, seria necessario que fosse um dromedario; que fosse um gran camêlo!

--Que exhibir uma perna no theatro não era nada comparado ás quatro sobre as quaes a _Nação_ a qualquer hora vae, cabisbaixa, manquejando legoas por esse paiz fóra.

--Que em seu rancor profundo, sendo christã, não dera ao menos tregoas áquelles que dormiam descançados nas sombras do outro mundo!... Coitados!... Sim; coitados! Empenharam-se juntos na batalha em pró do mesmo rei. Nos mesmos fossos o mesmo pó morderam. Na mortalha nem isso lhes valeu! Ai! pobres ossos!

Ouvidos por tal fórma ambos os lados; e --Sendo mais que certo que a folha authora, os olhos pondo em Christo, por um cantinho d'elles já tem visto pernas no palco, e pernas mais ao perto, sem que torça o nariz ou mostre nojo; --Não podendo a Moral chegar tão longe que exija a cada canto um Varatojo, nem de cada mortal engendre um monge dormindo sobre o tojo; e Visto que a _Nação_ no seu ataque foi rude, e foi cruel, e deu motivo do Palha ao fogo vivo que a poz, no ardor do saque, pouco mais, pouco menos, como um crivo;

--Sendo que o Palha, embora na defeza, faltou ás leis da guerra contundindo a _Nação_ prostrada em terra; inutil, bestial, impia fereza, inda em cima aggravada na certeza de estar sovando um martyr; Attendendo a ter o mesmo reu a consciencia do mal que procedia quando, esquecendo a antiga convivencia por futil ninharia, em vez de lhe deitar logo um remendo se poz a esg'ravatar na porcaria; Manda a Justiça, a cega, a que é machucha, a pomba immaculada, a fossil que nem chucha nem consente sequer em ser chuchada; ordena a incorruptivel,--Deus lhes valha!... que vejam bruxa os dois! Veja uma bruxa a bruxa da _Nação_! Veja outra o Palha.

Assim, condemno os dois da vida airada.

Em castigo ao jornal seja o Libello, n'um livro, publicado. E que o releia, (pequena penitencia ao grande excesso!) quem á bilis soez abriu a veia. Saibam-lhe a fel, e trinque-os sempre á ceia, os fructos do seu odio! Dal-o ao prelo, dar-se a si mesmo em elzevir impresso, jungidos ambos, presos n'um só elo, do Palha a pena seja, e o seu flagello!

Na mesma falta incursos, e n'outra falta ainda, a de recursos, paguem os dois as custas do processo.

_INDICE_

Dona Morte

Por fim

Carta ao Conde d'Almedina, Inspector da Academia Real de Bellas-Artes, que no estrangeiro sollicitou uma commenda para o author

Requerimento

Prefacio d'um livro inedito

Mal por mal

A uma creatura

Além da campa

A Julio Cesar Machado, que em folhetim do _Diario de Noticias_ dirigira ao author phrases benevolas

Dies iræ

O meu tinteiro

A Venus nova

O lobo e o cão

Deus e o Amor

Enteada

N'um album

Raphaela

As minhas memorias

Estrella cadente

Ao actor João Anastacio Rosa que, na sua officina de sapateiro, mandára fazer para uso do author umas botas impermeaveis

Ás rãs pedindo rei

Onze de Novembro

Assim é que eu gósto d'ella!

Em Cintra

Pedindo o indulto d'um alumno militar que em 1872 foi expulso do Lyceu de Lisboa por não haver restituido a outro alumno um livro que lhe pedira emprestado

Processo (1875)

Libello

Contrariedade

Sentença