Tres capitaes

Part 27

Chapter 272,801 wordsPublic domain

A vaccina é obrigatoria no primeiro anno do nascimento, ou installação, e de 10 em 10 annos. Os vaccinadores são medicos e praticantes, sob a direcção de um chefe. O Registro Civil remette uma lista dos recem-nascidos á Casa Central que intima os parentes. Ha um corpo de medicos para as visitas bi-semanaes aos prostibulos. O Laboratorio Bacteriologico, examinando chimicamente os productos organicos, remettidos dos consultorios medicos, seccionaes, e a qualidade das provisões destinadas aos hospitaes, presta relevantes serviços á salubridade e hygiene de Buenos-Aires.

Em 1906, dos 1:084:113 habitantes de Buenos-Aires, falleceram 17:916, na proporção de 16,52 por 1:000. D’esses, 1:662 nasceram mortos. 10:462 eram homens e 7:454 mulheres. No mesmo anno nasceram 36:009 pessôas, sendo 18:362 varões e 17:647 femeas. Nascimentos legitimos, 31:062, illegitimos, 4:947.

No Rio de Janeiro, no mesmo anno, morreram 13:957 dos 811:443 habitantes, ou sejam 17 por 1:000. A mortalidade infantil foi na proporção de 150 por mil adultos.

A assistencia publica, no Rio de janeiro, está a cargo da Directoria Geral de Hygiene, municipal, que tem postos medicos installados nas agencias da Prefeitura.

O serviço é feito, pouco mais ou menos, como em Buenos-Aires, se bem que mais embaraçado por attrictos entre as auctoridades federaes e municipaes. Devido a essa circumstancia e ao facto da hospitalisação, na capital argentina, ser mais aperfeiçoada e completa do que no Rio de Janeiro; á amenidade do clima, ao abundante material e numeroso pessoal para a limpeza publica e ao aperfeiçoado systema de esgotos e de abastecimento d’aguas, a proporção da mortalidade, em relação á população, é menor em Buenos-Aires do que no Rio de Janeiro, e as ruas da primeira capital são, geralmente, mais limpas do que as da segunda, não obstante o assombroso movimento d’aquellas.

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=Commercio e Industria=—Pelo recenseamento official, de 1906, havia, no Rio de Janeiro, 22:000 estabelecimentos commerciaes, em todos os generos, e 7:000 vendedores ambulantes. O maior numero de lojas era de mercearia. As fabricas, de todas as industrias, eram 250, avultando, pela quantidade, as de calçado. No mesmo anno, o commercio exterior do Brasil ascendeu á cifra de 400 mil contos, tres quartas partes pertencendo á actividade dos portos do Rio de Janeiro e de Santos. O movimento annual do porto do Rio é, na média, de 600 embarcações á véla, e de 2:400 a vapor, entradas e saídas, representando 3 milhões de toneladas.

A média da renda mensal da Alfandega do Rio de Janeiro, é de seis mil e quinhentos contos de réis e o de volumes transitados pelos seus armazens é, annualmente, de tres milhões e quinhentos mil.

A estatistica official de 1904, a ultima existente, dá 17:985 estabelecimentos commerciaes á cidade de Buenos-Aires, sendo 9:358 de generos alimenticios. O valor d’este commercio era representado por 520:706:300 pesos. O resumo das transacções effectuadas na Bolsa de Commercio da capital argentina, em 1907, foi de 90:712:47 pesos, a dinheiro, e de 5:247:513 pesos, a praso.

O movimento de entrada e saída de embarcações, no porto de Buenos-Aires, em 1906, foi de 29:178, com 13:335:737 toneladas.

A Alfandega rendeu, no mesmo periodo, 54:266:699 pesos, ou sejam cêrca de 80 mil contos em moeda brasileira, notando-se que as mercadorias exportadas, apenas pagam, na Republica Argentina, o imposto do sêllo. Só este imposto rendeu, n’aquelle anuo, para as mercadorias exportadas pelo porto de Buenos-Aires, 140:470 pesos. N’esta capital e seus suburbios trabalhavam, em 1904, 8:877 estabelecimentos fabris, que produziram, n’esse anno, 183 e meio milhões de pesos, em mercadorias, impulsionados pela força de 19:858 cavallos e com o capital de 60 milhões de pesos. Essas fabricas empregavam 68:512 operarios de ambos os sexos.

Conclúe-se que não obstante haver menor numero de casas de negocio em Buenos-Aires, o commercio é aqui mais importante do que no Rio de Janeiro, sendo maior o movimento do porto e o rendimento da Alfandega. Quanto á industria, é enorme a superioridade da capital argentina.

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=Intellectualidade=—Sob este ponto de vista nós reivindicamos a prioridade para os brasileiros, em geral, e especialmente para os fluminenses. Não que os argentinos, e d’elles os bonaerenses, não sejam, em grande numero, illustrados, intelligentes e talentosos; porém a sua actividade intellectual perde-se, um pouco, no assombroso movimento da sua grandiosa capital. Aqui a vida intensa de trabalho e de prazer prejudica as manifestações subtis do espirito como as sublimes e empolgantes producções do cerebro. As condições climatericas tambem influem, e consideravelmente, na expansão intellectual dos cariocas, mais intensiva e brilhante, se bem que, em geral, o espirito dos fluminenses não seja mais cultivado do que o dos seus visinhos.

Não está nas proporções d’esta resenha synthetica balancear o movimento litterario e scientifico de uma e outra capital, nem encontramos estatisticas publicadas a esse respeito; mas não é difficil, acompanhando a vitalidade intellectual das duas metropoles, e attendendo á differença de população, verificar que no Rio de Janeiro produz-se mais e melhor em prosa e verso. E visto que da imprensa nos occupamos em capítulos especiaes, a ella particularmente nos referimos aqui.

Nenhum dos jornaes do Rio de Janeiro possúe installações comparaveis ás de _La Prensa_, de Buenos-Aires; mas a verdade é que, sob o ponto de vista intellectual, que é o que nos occupa, o _Jornal do Commercio_, _O Paiz_, o _Jornal do Brasil_, a _Gazeta de Noticias_, e ainda outros orgãos da imprensa fluminense, que estão magnificamente installados em palacios proprios são, pelo menos, tão bem redigidos como os seus numerosos e brilhantes collegas do jornalismo bonaerense. Não repetiremos a citação de nomes mas curvamo-nos, reverentes, perante a pleiade de homens de lettras, que no Rio de Janeiro sublima a instituição da imprensa e a intellectualidade brasileira aos páramos onde gravitam as mais refulgentes constellações do pensamento humano.

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=Municipalismo=—A instituição municipal foi transplantada, das metropoles, para as colonias sul-americanas. A principio, o _Ajuntamiento_, ou _Cabildo_, e o Senado da Camara, tivéram grande importancia e até decidida preponderancia politica e administrativa, como se viu em Buenos-Aires, com a revolução de Mayo, que occasionou a independencia nacional e em varios periodos da historia fluminense. Por vezes, porém, o poder central, em um e outro paiz, absorveu as attribuições dos municipios, indo até ao ponto de supprimir, por completo, as administrações municipaes.

Actualmente, em Buenos-Aires, a municipalidade é, como no Rio de Janeiro, dividida em poder deliberativo e executivo, mas tanto a collectividade que representa o primeiro, e que é composta de 22 cidadãos, com o titulo de Commissão Deliberante, como o Intendente Municipal, que tem a seu cargo o Departamento Executivo, são de nomeação do Presidente da Republica. Não existe, portanto, em Buenos-Aires, o municipalismo electivo, instituição popular que é uma garantia das liberdades publicas e dos direitos individuaes.

No Rio de janeiro, ha o Conselho Deliberativo, que é o poder legislativo municipal, de eleição popular e composto de dez membros. O poder executivo municipal é exercido pelo Prefeito, nomeado por decreto do Presidente da Republica. O Prefeito governa a cidade de accôrdo com as leis votadas pelo Conselho Deliberativo, sobre o qual o poder central não exerce tutela alguma.

Quanto á divisão dos serviços administrativos, é feita, no Rio de Janeiro, por 25 districtos, representados por agentes e pessoal subalterno, e em Buenos-Aires por 23 repartições do Departamento Executivo e por 3 secções municipaes de suburbios.

O orçamento municipal bonaerense, para 1908, foi de 27:445:405 pesos, receita, e 23:669:143 pesos, despesa.

A receita da municipalidade do Rio de janeiro, foi orçada no mesmo anno em 26:427:215$000.

Quanto á despesa, nem é conhecida ainda a dos ultimos annos, em consequencia das obras extraordinarias com a transformação da cidade, colossal tarefa que é o maior titulo de gloria da municipalidade fluminense e do ex-prefeito Pereira Passos.

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=Viação Urbana=—O Districto Federal é servido pelas seguintes linhas ferreas, que o atravessam em direcção aos Estados do Rio de Janeiro, S. Paulo e Minas Geraes:

_E. F. Central do Brasil_, a principal de toda a Republica, com um movimento de passageiros, só no 1.º trimestre de 1908 e na area suburbana da capital, de 5:011:359.

_Leopoldina Railway Company_, que parte da estação suburbana de S. Francisco Xavier, atravessa a zona federal de Irajá, e vae a Petropolis.

_E. F. do Rio do Ouro_, que partindo da Ponta do Cajú termina no rio S. Pedro, serra do Tinguá, depois de um percurso de 60 kilometros.

Dentro do perimetro da cidade do Rio de Janeiro, são as seguintes as empresas de viação:

_Companhia Ferro Carril do Jardim Botanico_, a mais poderosa empresa de viação urbana fluminense, 79:000 metros de linhas, bitola de 1ᵐ,44, transporte annual, na média, de 22 milhões de passageiros; tracção electrica.

_Companhia Ferro Carril Villa Izabel._—Percurso total de 49:000 metros, bitola de 1ᵐ,44, tracção electrica.

_Companhia Ferro Carril de S. Christovão._—65:435 metros de rede geral, bitola de 1ᵐ,35, tracção animal.

_Companhia Carris Urbanos._—70 kilometros de extensão geral de linhas, bitola de 0ᵐ,80, tracção animal, transporte annual, na média, de 34 milhões de passageiros.

_Companhia Ferro Carril Carioca._—Tracção electrica, extensão total de 12 kilometros, transporte médio, annual, de 1:200:000 passageiros.

_Estrada de Ferro do Corcovado._—3:790 metros de extensão e tracção a vapor.

Ha tambem as linhas maritimas da bahia, em numero de 4, que communicam a cidade com a visinha Nictheroy, Mauá-Petropolis, Maruhy-Friburgo e Piedade-Theresopolis.

As dez companhias de _tramways_ electricos de Buenos-Aires (ha tambem duas, como no Rio de Janeiro, que ainda empregam a tracção animal) transportaram, em 1907, 200:700:247 passageiros, cuja importancia de passagens foi de 20:436:090 pesos.

Estas empresas teem o percurso total de 358 kilometros, no perimetro civico da capital argentina. São cinco as linhas ferreas que communicam Buenos-Aires com o interior da Republica, e que só para a area suburbana da capital, transportaram, em 1907, 15:135:230 passageiros e 3:726:714 toneladas de mercadorias.

Resumindo:

Rio de Janeiro—5 companhias de viação urbana, a tracção electrica e animal, com o percurso de 276 kilometros e o transporte annual, médio, de 92:000:000 de passageiros.

Buenos-Aires—10 companhias de viação urbana, a tracção electrica e animal, com o percurso total de 358 kilometros e o transporte annual, médio, de 200:700:247 passageiros.

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=Movimento civico=—Sob este ponto de vista Rio de Janeiro não póde competir com Buenos-Aires, não só pela differença de população, mas tambem, e principalmente, pela importancia commercial e industrial da metropole argentina, pelo seu feitio internacional e caracteristicamente europeu, e emfim, pela intensa vida que agita, povôa e anima quasi todas as arterias publicas da capital platense e que no Rio de Janeiro, só se nota nos bairros commerciaes.

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=Movimento associativo=—Pelo recenseamento official de 1904, era o seguinte o movimento associativo de Buenos-Aires:

Caracter da Associação Numero Socios

Recreativas 52 5:664 Beneficentes 23 19:485 De Soccorros Mutuos 97 66:693 Litterarias e scientificas 25 5:622 Socialistas 28 27:600 Maçonicas 3 209 De Sport 15 18:382 Circulos de operarios 6 4:414 Protecção aos animaes 1 500 Politicas 2 719 Protecção á infancia 5 2:749 Diversas 36 15:941 --- ------- 293 168:008

No Rio de Janeiro, funccionavam na mesma epocha 181 associações beneficentes, contra 120 em Buenos-Aires, em um total de 300 collectividades sociaes, contra 293 bonaerenses. A superioridade da capital fluminense ainda é maior sob o ponto de vista associativo, considerando-se a differença de população, 900:000 habitantes para 1:200:000.

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=Alimentação Publica=—No matadouro de Santa Cruz, que abastece a capital do Brasil, houve o seguinte movimento em Abril, Maio e Junho de 1908:

Bois abatidos 29:441 » regeitados 219 » » em pé 24 Vitellas abatidas 634 » regeitadas 1½ Carneiros abatidos 4:300 » regeitados 20 » » em pé 11 Suinos abatidos 5:106 » regeitados 183¼ » » em pé 2 ------- 39:941¾

Foram mais receitados 1:292 figados, 103 linguas e 2:522 fressuras.

Tomando-se por base esta estatistica official, verifica-se que o consumo animal de animaes é, no Rio de Janeiro, de cêrca de 160:000.

No matadouro de Liniers, em Buenos-Aires, a média annual da matança é de 382:000 bois, 108:000 vitellos, 585:000 carneiros, e 55:000 porcos, numeros de assombrosa prioridade, mesmo considerando-se os 300:000 habitantes que a capital argentina tem a maior que a brasileira. As condições climatericas e o bem estar da população contribúem, consideravelmente, para explicar, até certo ponto, a enorme diferença na alimentação publica das duas capitães, differença que se nota, proporcionalmente, em todos os generos de consumo.

Importa-nos, todavia, saber, não só a quantidade, mas tambem a qualidade dos generos consumidos em uma e outra capital, isto é, a fórma porque é feita a inspecção e fiscalisação dos mesmos pelas auctoridades sanitarias. Tanto o matadouro de Santa Cruz, como o de Liniers, são municipaes, dependem da Directoria Geral de Hygiene e Assistencia Publica, sendo em ambos o serviço de inspecção feito por veterenarios, que examinam os animaes antes do sacrificio, condemnando os infeccionados, e procedendo egualmente para com a carne dos animaes mortos, que verificam deteriorada.

Ao passo que no gabinete de Microscopia, annexo ao matadouro de Santa Cruz, apenas foram feitos, em 1908, 800 exames de fiscalisação, o Laboratório Municipal de Buenos-Aires, já em 1906 effectuou 65:774 exames, só em generos destinados á alimentação da cidade.

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=Natureza=—É este o ponto final do parallelo e a apotheose da capital do Brasil. Possivel e até provavel é que o auctor tenha errado na apreciação e conclusão de varios dos assumptos desenvolvidos no livro, e em especial n’este capitulo; a sua consciencia, porém, tranquillisa-o quanto a ter agido com imparcialidade e justiça.

Mas se teve de capitular perante a evidencia de provas que affirmam a prioridade da metropole argentina, o seu orgulho nativo é compensado pela natural sublimidade do paraiso fluminense, que paira acima de todas as capitães do universo, como entre as nuvens gravita o condôr dos Andes, a disputar aos mundos da immensidade um atomo d’esse espaço, infinito como a ideia de Deus.

E assim como aquelle gigante alado fende o ether e mantem-se na atmosphera, impulsionado e equilibrado pelas forças que haure da excelsa natureza, o Brasil e a sua esplendorosa capital ascendem á brilhante orbita das constellações internacionaes, ao halito pujante do trabalho e do patriotismo, aureolados pela gloria irradiante da paz, da civilisação e do amôr.

Concluindo:

Situação geographica e topographica Rio de Janeiro Clima Buenos-Aires Aspecto geral Buenos-Aires Monumentos religiosos Rio de Janeiro Monumentos profanos Buenos-Aires População Buenos-Aires Area civica Rio de Janeiro Museus Rio de Janeiro Bibliothecas Rio de Janeiro Logradouros publicos Buenos-Aires Arte Rio de Janeiro Esthetica Buenos-Aires Historia Rio de Janeiro Assistencia publica Buenos-Aires Beneficencia particular Rio de Janeiro Theatros Buenos-Aires Instrucção publica Buenos-Aires Salubridade e hygiene Buenos-Aires Commercio e Industria Buenos-Aires Intellectualidade Rio de Janeiro Municipalismo Rio de Janeiro Viação Urbana Buenos-Aires Movimento civico Buenos-Aires Movimento associativo Rio de Janeiro Alimentação publica Buenos-Aires Natureza Rio de Janeiro -------------- ------------ 12 15

INDICE GERAL

Pag.

Razão de Ser 5

Rio de Janeiro

Domingo de Ramos 13

Situação e Aspecto Geral 19

Historia 27

Phases Fluminenses 39

Monumentos 45

Egrejas 61

Museus 69

Bibliothecas 77

Jardins e Parques 81

Theatros 91

Cemiterios 95

Curiosidades 99

Estabelecimentos Scientificos 117

Da Carioca ao Somaré 125

Assistencia Publica 129

Beneficencia Particular 145

Batalha de Confetti 193

Instrucção Publica 197

Corcovado 205

Governo Municipal 209

Copacabana, Leme e Ipanema 213

Salubridade 217

Viação Urbana 223

Imprensa 229

Commercio o Industria 233

Porto do Rio de Janeiro 237

Recenseamento 241

Segurança Publica 249

Nictheroy 257

Petropolis 259

Apreciação Geral 263

Montevideu

Situação e Aspecto Geral 273

Historia 279

Assistencia Publica 283

Egrejas 291

Beneficencia Particular 295

Edificios Publicos 297

Universidade 301

Museus 305

Bibliothecas 309

Commercio 311

Parques 315

Theatros 319

Curiosidades 321

Apreciação 327

Buenos-Aires

Situação e Aspecto Geral 335

Historia 343

Monumentos 357

Assistencia Publica 371

Beneficencia Particular 397

Salubridade e Hygiene 403

Instrucção Publica 419

Museus 441

Bibliothecas 447

Arte 451

Egrejas 453

Commercio e Industria 457

Jardins e Parques 475

Theatros 481

Curiosidades 487

Alimentação Publica 495

Municipalidade 499

Imprensa 521

Viação Urbana 527

Movimento Associativo 531

Parallelo 535

Obras do mesmo auctor

_=Preceitos e Devaneios=_—1 vol. broch. 400 réis

_=Chronica Planetaria=_ (Viagem á volta do mundo) Itinerario:—Portugal, Hespanha, França, Italia, Austria, Estados Balkanicos, Turquia, Grecia, Egypto, India, China, Japão, Canadá, Estados Unidos, Brasil, Ilha da Madeira e Lisbôa. Descripção completa dos Logares Santos. 1 volume brochado 600 réis. 1 volume encadernado 800 »

_=Aspectos Europeus=_—Descripção das seguintes cidades: Madrid, Toledo, Saragoça, San Sebastian, Biarritz, Bordeaux, Paris, Lyon, Turim, Bologna, Florença, Roma, Napoles, Pisa, Milão, Lucerne, Berne, Genebra, Zurich, Constança, Munich, Dresde, Berlim, Hamburgo, Bremen, Salzburgo, Vienna, Varsovia, Moscow, S. Petersburgo, Stockolmo, Upsal, Gefle, Ostersund, Drontheim, Christiania, Goteborg, Copenhague, Odense, Amsterdam, Haya, Rotterdam, Anvers, Bruxellas, Gand, Liége e Namur. 1 volume brochado, 600 réis. 1 volume encadernado 800 »

_=Cidades de Portugal=_—Descripção minuciosa das 29 cidades do continente de Portugal. Obra illustrada com 28 brazões de armas. 1 volume brochado, 500 réis. 1 volume encadernado 700 »

_=Suprema Dôr=_—Um volume brochado, 400 réis. 1 volume encadernado 500 »