Textos biblicos arranjados de maneira a que possam facilitar o processo de examinar as Escripturas Sagradas e achar de prompto qualquer texto

Part 8

Chapter 84,181 wordsPublic domain

O juizo do grande dia. Judas, 6.

Ha de ser administrado por Christo. João, v, 22, 27; Act. x, 42; Rom. xiv, 10; 2 Cor. v, 10.

Os justos n’aquelle dia hão de sentar-se com Christo. 1 Cor. vi, 2; Apoc. xx, 4.

Ha de effectuar-se quando Christo vier. Matt. xxv, 31; 2 Tim. iv, 1.

Os gentios serão julgados pela lei da consciencia. Rom. 12, 14, 15.

Os judeus pela lei de Moysés. Rom. ii, 12.

Os christãos pelo Evangelho. Thia. ii, 12.

§ HA DE ABRANGER:

Todas as nações. Matt. xxv, 32.

Todos os homens. Heb. ix, 27; xii, 23.

Pequenos e grandes. Apoc. xx, 12.

Justos e impios. Ecc. iii, 17.

Vivos e mortos. 2 Tim. iv, 1; Ped. 1 iv, 5.

Será todo elle justiça. Ps. xcvii, 9; Act. xvii, 31.

Os livros serão abertos n’aquelle dia. Dan. vii, 10.

§ SERÃO JULGADAS:

Todas as acções. Ecc. xi, 9; xii, 14; Apoc. xx, 13.

Palavras. Matt. xii, 36, 37; Jud. 15.

Pensamentos. Ecc. xii, 14; 1 Cor. iv, 5.

Ninguem só por si poderá subsistir n’elle. Ps. cxxix, 3; cxlii, 2; Rom. iii, 19.

Os justos subsistirão, mediante Christo. Rom. viii, 33, 34.

Christo ha de reconhecer os justos n’aquelle dia. Matt. xxv, 34-40; Apoc. iii, 5.

O amor perfeito dará animo. 1 João, iv, 17.

Os justos n’aquelle dia serão galardoados. 2 Tim. iv, 8; Apoc. xi, 18.

Mas os impios serão condemnados. Matt. vii, 22, 23; xxv, 41.

Ha de ser seguido pelo castigo final dos impios. Matt. xiii, 40-42; xxv, 46.

A palavra de Christo dará testemunho contra os impios. João, xii, 48.

§ A CERTEZA DE SERMOS JULGADOS É MOTIVO:

De arrependimento. Act. xvii, 30, 31.

De fé. Isa. xxviii, 16, 17.

De santidade. 2 Cor. v, 9, 10; 2 Ped. iii, 11, 14.

De oração e vigilancia. Marc. xiii, 33.

Ponde os impios sobre a sua guarda. Act. xxiv, 25; 2 Cor. v, 11.

Os impios temem-o. Act. xxiv, 25; Heb. x, 27.

O castigo será maior se se houver desprezado as vantagens. Matt. xi, 20-24; Luc. xi, 31, 32.

Os demonios serão condemnados. 2 Ped. ii, 4; Jud. 6.

N.^O 104. DILIGENCIA.

Christo deu-nos o exemplo. Marc. i, 35; Luc. ii, 49.

§ DEUS QUER QUE A EXERÇAMOS:

Procurando-o. 1 Paral. xxii, 19; Heb. xi, 6.

Obedecendo-lhe. Deut. vi, 17; xi, 13.

Escutando-a. Isa. lv, 2.

Esforçando-nos para attingir a perfeição. Filip. iii, 13, 14.

Cultivando as virtudes Christãs. 2 Ped. i, 5.

Guardando a nossa alma. Deut. iv, 9.

Guardando o nosso coração. Prov. iv, 23.

Em actos de amor do proximo. Heb. vi, 10-12.

Caminhando na trilha de toda a boa obra. 1 Tim. v, 10.

Resguardando-nos de impureza. Heb. xii, 15.

Procurando ser achado sem macula. 2 Ped. iii, 14.

Fazendo certa a nossa vocação e eleição. 2 Ped. i, 10.

Examinando a nossa consciencia. Ps. lxxvi, 7.

Na execução de negocios legaes. Prov. xxvii, 23; Ecc. ix, 10.

No ensino religioso. 2 Tim. iv, 2; Jud. 3.

No ensino das creanças. Deut. vi, 7; xi, 19.

No desempenho de funcções publicas. Deut. xix, 18.

Deve abundar nos justos. 2 Cor. viii, 7.

§ NO SERVIÇO DE DEUS:

Deve ser constante. Gal. vi, 9.

Não se exerce em vão. 1 Cor. xv, 58.

Preserva-nos do mal. Ex. xv, 26.

Leva-nos ao comprimento da nossa esperança. Heb. vi, 11.

Deus recompensa-a. Deut. xi, 14; Heb. xi, 6.

§ EM MATERIAS TEMPORAES LEVAM-NOS:

A mercês. Prov. xi, 27.

Á prosperidade. Prov. x, 4; xiii, 4.

A honras. Prov. xii, 24; xxii, 29.

Elucidado. Prov. vi, 6-8.

Exemplos: _Jacob_, Gen. xxxi, 40; _Ruth_, Ruth, ii, 17; _Ezequias_, 2 Paral. xxxi, 21; _Nehemias_, etc, 2 Esd. iv, 6; _Psalmista_, Ps. cxviii, 60; _Apostolos_, Act. v, 42; _Apollo_, Act. xviii, 25; _Tito_, 2 Cor. viii, 22; _Paulo_, 1 Thes. ii, 9; _Onesiforo_, 2 Tim. i, 16, 17.

N.^O 105. DISCIPLINA DA EGREJA.

Os ministros do culto estão autorisados a estabelecel-a. Matt. xvi, 19; xviii, 18.

§ CONSISTE EM:

Manter doutrina pura. 1 Tim. i, 3; Tit. i, 13.

Em regular os seus negocios. 1 Cor. xi, 34; Tit. i, 5.

Em reprehender os que erram. 1 Tim. v, 20; 2 Tim. iv, 2.

Em afastar de si peccadores pertinazes. 1 Cor. v, 3-5, 13; 1 Tim. i, 20.

Devemos sujeitar-nos a ella. Heb. xiii, 17.

É para edificação. 2 Cor. x, 8; xiii, 10.

Decoro e ordem são os seus objectos. 1 Cor. xiv, 40.

Exercitae-a com espirito de caridade. 2 Cor. ii, 6-8.

Prohibe que as mulheres préguem. 1 Cor. xiv, 34; 1 Tim. ii, 12.

N.^O 106. DIVERTIMENTOS E PRAZERES MUNDANOS.

São das obras da carne. Gal. v, 19, 21.

Transitorios. Job, xxi, 12, 13; Heb. xi, 25.

São vaidade. Ecc. ii, 11.

Suffocam a palavra de Deus no coração. Luc. viii, 14.

Faziam parte do culto idolatra. Ex. xxxii, 4, 6, 19; com 1 Cor. x, 7; Juizes, xvi, 23-25.

§ LEVAM-NOS:

Á Regeição de Deus. Job, xxi, 14, 15.

Á pobreza. Prov. xxi, 17.

Ao desprezo das obras e juizos de Deus. Isa. v, 12; Amos, vi, 1-6.

Terminam em desgostos. Prov. xiv, 13.

Podem acarrear maiores males. Job, i, 5; Matt. xiv, 6-8.

Os impios buscam n’elles a felicidade. Ecc. ii, 1, 8.

§ ENGOLFAR-SE N’ELLES:

É prova de loucura. Ecc. vii, 4.

É caracteristico dos impios. Isa. xlvii, 8; Ef. iv, 17, 19; 2 Tim. iii, 4; Tit. iii, 3; 1 Ped. iv, 3.

É prova de morte espiritual. 1 Tim. v, 6.

É abuso da riqueza. Thia. v, 1, 5.

É prudente o abster-se. Ecc. vii, 2, 3.

Os justos evitavam-os. 1 Ped. iv, 3.

O abster-se parece estranho aos impios. 1 Ped. iv, 4.

São denunciados por Deus. Isa. v, 11, 12.

O seu castigo. Ecc. xi, 9; 2 Ped. ii, 13.

Exemplo da renuncia: _Moysés_, Heb. xi, 25.

N.^O 107. DIVISÕES.

São prohibidas na Egreja. 1 Cor. i, 10.

Desapprovadas na Egreja. 1 Cor. i, 11-13; xi, 18.

Improprias da Egreja. 1 Cor. xii, 24, 25.

§ SÃO CONTRARIAS:

Á unidade de Christo. 1 Cor. i, 13; xii, 13.

Ao desejo de Christo. João, xvii, 21-23.

Á intenção de Christo. João, x, 16.

Ao espirito da Egreja primitiva. 1 Cor. xi, 16.

São prova de espirito carnal. 1 Cor. iii, 3.

Afastae-vos de quem as promove. Rom. xvi, 17.

O mal que d’ellas resulta. Matt. xii, 25.

N.^O 108. DOUTRINAS DO EVANGELHO.

Vem de Deus. João, vii, 16; Act. xiii, 12.

Estão contidas nas escripturas. 2 Tim. iii, 16.

São segundo Deus. 1 Tim. vi, 3; Tit. i, 1.

Denunciam a immoralidade. 1 Tim. i, 9-11.

Levam a communhão com o Pae e com o Filho. 1 João, i, 3; 2 João, 9.

Levam á santidade. Rom. vi, 17-22; Tit. ii, 12.

Não lhes grangieis deshonra. 1 Tim. vi, 1; Tit. ii, 5.

§ OS MINISTROS DO EVANGELHO:

Devem ser creados com estas doutrinas. 1 Tim. iv, 6.

Devem applicar-se a ellas. 1 Tim. iv, 13, 16.

Seguil-os com sinceridade. 2 Cor. ii, 17; Tit. ii, 7.

Seguil-as resolutamente. 2 Tim. i, 13; Tit. i, 9.

Perseverar n’ellas. 1 Tim. iv, 16.

Devem fallar como convém. Tit. ii, 1.

Os justos obedecem do coração aquellas doutrinas. Rom. vi, 17.

Vivem n’ellas. Act. ii, 42.

Inteira fidelidade a ellas adorna-os. Tit. ii, 10.

A obediencia dos justos leva-os a terem melhor conhecimento d’ellas. João, vii, 17.

§ OS QUE SE OPPÕEM A ELLAS SÃO:

Soberbos. 1 Tim. vi, 3, 4.

Ignorantes. 1 Tim. vi, 4.

Tontos, etc. 1 Tim. vi, 4.

Não devem ser recebidos. 2 João, 10.

Devemos apartar-nos d’elles. Rom. xvi, 17.

Os impios detestam-as. 2 Tim. iv, 3.

N.^O 109. DOUTRINAS FALSAS.

Destructivas da fé. 2 Tim. ii, 18.

Odiosas a Deus. Apoc. ii, 14, 15.

Inuteis e vãs. Tit. iii, 9; Heb. xiii, 9.

§ DEVEM EVITAL-AS:

Os Ministros do Evangelho. 1 Tim. i, 4; vi, 20.

Os justos. Ef. iv, 14; Col. ii, 8.

Toda a gente. Jer. xxiii, 16; xxix, 8.

Os impios preferem-as. 2 Tim. iv, 3, 4.

São aptos a dar-lhes credito. 2 Thes. ii, 11.

§ OS MESTRES DE TAES DOUTRINAS:

Devem ser desattendidos. 2 João, 10.

Devemos fugir-lhes. Rom. xvi, 17, 18.

Desvirtuam a religião. 2 Ped. ii, 2.

Publicam doutrinas perversas. Act. xx, 30.

Attrahem muitos. 2 Ped. ii, 2.

Enganam muitos. Matt. xxiv, 5.

Hão de abundar nos ultimos dias. 1 Tim. iv, 1.

Pervertem o Evangelho de Christo. Gal. i, 6, 7.

Hão de ser desmascarados. 2 Tim. iii, 9.

§ SÃO DESCRIPTOS COMO:

Crueis. Act. xx, 29.

Enganadores. 2 Cor. xi, 13.

Avaros. Tit. i, 11; 2 Ped. ii, 3.

Impios. Jud. 4, 8.

Soberbos e ignorantes. 1 Tim. vi, 3, 4.

Corruptos reprobos. 2 Tim. iii, 8.

Julgai as doutrinas falsas pelas doutrinas das Escripturas. Isa. viii, 20; 1 João, iv, 1.

Malditos os que as ensinam. Gal. i, 8, 9.

Castigo dos que as ensinam. Miq. iii, 6, 7; 2 Ped. ii, 1, 3.

N.^O 110. EDIFICAÇÃO.

Definida. Ef. iv, 12-16.

§ É O OBJECTO:

Das obras do ministerio. Ef. iv, 11, 12.

Dos dons concedidos aos ministros da Egreja. 1 Cor. xvi, 3-5, 12.

Da auctoridade dos ministros. 2 Cor. x, 8; xiii, 10.

Da união da Egreja em Christo. Ef. iv, 16.

O Evangelho promove-a. Act. xx, 32.

O amor aos crentes promove-a. 1 Cor. viii, 1.

A exhortação. Jud. 20, 21.

A edificação mutua é-nos ordenada. Rom. xiv, 19; 1 Thes. v, 11.

Tudo se deve fazer para a conseguir. 2 Cor. xii, 19; Ef. iv, 29.

Devemos usar da abnegação para proveito de outros. 1 Cor. x, 23, 33.

A paz da Egreja favorece-a. Act. ix, 31.

Questões frivolas são-lhe desfavoraveis. 1 Tim. i, 4.

N.^O 111. EGOISMO.

É contrario á lei de Deus. Lev. xix, 18; Matt. xxii, 39; Thia. ii, 8.

O exemplo de Christo condemna-o. João, iv, 34; Rom. xv, 3; 2 Cor. viii, 9.

Deus detesta-o. Mal. i, 10.

§ EVIDENCIAMOL-O:

Amando-nos a nós mesmos. 2 Tim. iii, 2.

Comprazendo-nos a nós mesmos. Rom. xv, 1.

Buscando o que é de proveito a nós mesmos. 1 Cor. x, 33; Filip. ii, 21.

Buscando ganho. Isa. lvi, 11.

Ambicionando indevida precedencia. Matt. xx, 21.

Vivendo só para nós. 2 Cor. v, 15.

Descurando dos pobres. 1 João, iii, 17.

Servindo a Deus por interesse. Mal. 1, 10.

Cumprindo os seus deveres por interesse. Miq. iii, 11.

É incompativel com as sympathias do christão. 1 Cor. xiii, 5.

Inconsistente com a communicação dos santos. Rom. xii, 4, 5 com 1 Cor. xii, 12-27.

É especialmente inhibida aos justos. 1 Cor. x, 24; Filip. ii, 4.

O amor de Christo deve constranger-nos a evital-o. 2 Cor. v, 14, 15.

Os ministros da Egreja devem desconhecel-o. 1 Cor. ix, 19-23; x, 33.

Todos os homens peccam por egoistas. Ef. ii, 3; Filip. ii, 21.

Imputa-se injustamente aos justos. Job, i, 9-11.

Ha de ser caracteristico dos ultimos dias. 2 Tim. iii, 1, 2.

Exemplos: _Caim_, Gen. iv, 9; _Nabal_, 1 Reis, xxv, 3, 11; _Aman_, Est. vi, 6; _Sacerdotes_, Isa. lvi, 11; _Os judeus_, Zac. vii, 6; _Thiago e João_, Marc. x, 37; A _populaça_, João, vi, 26.

N.^O 112. EGREJA.

Pertence a Deus. 1 Tim. iii, 15.

É o corpo de Christo. Ef. i, 23; Col. i, 24.

Christo é a sua pedra angular. 1 Cor. iii, 11; Ef. ii, 20; 1 Ped. ii, 4, 6.

Christo é a sua cabeça. Ef. i, 22; v, 23.

É amada de Christo. Cant. dos Cant. Cor. vii, 10; Ef. v, 25.

Custou o sangue de Christo. Act. xx, 28; Ef. v, 25; Heb. ix, 12.

É sanctificada e lavada por Christo. 1 Cor. vi, 11; Ef. v, 26, 27.

Sujeita a Christo. Rom. vii, 4; Ef. v, 24.

É objecto da graça de Deus. Is. xxvii, 3; 2 Cor. viii, 1.

Exhibe a sabedoria de Deus. Ef. iii, 10.

Annuncia os louvores de Deus. Isa. lx, 6.

Deus defende-a. Ps. lxxxviii, 19; Isa. iv, 5; xlix, 25; Matt. xvi, 18.

Deus provê-a de ministros. Jer. iii, 15; Ef. iv, 11, 12.

Dá gloria a Deus. Ef. iii, 21.

É eleita. 1 Ped. v, 13.

É gloriosa. Ps. xliv, 14; Ef. v, 27.

Está vestida de justiça. Apoc. xix, 8.

O Senhor envia-lhe continuamente novos crentes. Act. ii, 47; v, 14, xi, 24.

A sua unidade. Rom. xii, 5; 1 Cor. x, 17; 1 Cor. xii, 12; Gal. iii, 28.

Os justos são baptisados para ella n’um mesmo Espirito. 1 Cor. xii, 13.

Os seus ministros são mandados governal-a. Act. xx, 28.

É edificada pela palavra. 1 Cor. xiv, 4, 13; Ef. iv, 15, 16.

Os impios perseguem-a. Act. viii, 1-3; 1 Thes. ii, 14, 15.

Não deve ser despresada. 1 Cor. xi, 22.

Quem a enxovalhar será castigado. 1 Cor. iii, 17.

Foi predicta a sua extensão. Isa. ii, 2; Ezeq. xvii, 22-24; Dan. ii, 34, 35; Hab. ii, 14.

N.^O 113. EGREJA, A SUA EXCELLENCIA E GLORIA.

Deriva-se de Deus. Isa. xxviii, 5.

Deriva-se de Christo. Isa. lx, 1; Luc. ii, 32.

Resulta do favor de Deus. Isa. xliii, 4.

É o deleite de Deus. Ps. xliv, 12; Isa. lxii, 3-5.

É o deleite dos justos. Isa. lxvi, 11.

§ CONSISTE EM SER:

O santuario do culto de Deus. Ps. xcv, 6.

O templo de Deus. 1 Cor. iii, 16, 17; Ef. ii, 21-22.

O Corpo de Christo. Ef. i, 22, 23.

A esposa de Christo. Ps. xliv, 14, 15; Apoc. xix, 7, 8; xxi, 2.

Em estar estabelecida. Ps. xlvii, 9; Isa. xxxiii, 20.

Na sua eminente posição. Ps. xlvii, 3; Isa. ii, 2.

Nas graças do seu caracter. Cant. ii, 14.

Na perfeição da sua belleza. Ps. xlix, 2.

Na rectidão dos seus membros. Isa. lx, 21; Apoc. xix, 8.

Na sua força e defeza. Ps. xlvii, 13, 14.

Na sua santificação. Ef. v, 26, 27.

Augmentada pelo augmento dos seus membros. Isa. xlix, 18; lx, 4-14.

São abundantes. Isa. lxvi, 11.

O peccado obscurece-as. Lam. ii, 14, 15.

N.^O 114. ELEIÇÃO.

De Christo como Messias. Isa. xlii, 1; 1 Ped. ii, 6.

De anjos bons. 1 Tim. v, 21.

De Israel. Deut. vii, 6; Isa. xlv, 4.

Dos ministros do Evangelho. Luc. vi, 13; Act. ix, 15.

De egrejas. 1 Ped. v, 13.

§ A DE JUSTOS É:

De Deus. 1 Thes. i, 4; Tit. i, 1.

Por Christo. João, xiii, 18; xv, 16.

Em Christo. Ef. i, 4.

Individual. Matt. xx, 16 com João, vi, 44; Act xxii, 14; 2 João, i, 13.

Segundo os designios de Deus. Rom. ix, 11; Ef. i, 11.

Segundo a presciencia de Deus. Rom. viii, 29; 1 Ped. i, 2.

É eterna. Ef. i, 4.

Soberana. Rom. ix, 15, 16; 1 Cor. i, 27; Ef. i, 11.

Sem referencia a merito. Rom. ix, 11.

É feita pela graça. Rom. xi, 5.

É registrada no Céo. Luc. x, 20.

Para gloria de Deus. Ef. i, 6.

Mediante a fé. 2 Thes. ii, 13.

Mediante a santificação do Espirito. 1 Ped. i, 2.

Para adopção. Ef. i, 5.

Para salvação. 2 Thes. ii, 13.

Para nos conformarmos a Christo. Rom. viii, 29.

Para boas obras. Ef. ii, 10.

Para combates espirituaes. 2 Tim. ii, 4.

Para gloria eterna. Rom. ix, 23.

§ AFFIANÇA AOS JUSTOS:

Vocação effectiva. Rom. viii, 30.

Instrucção divina. João, xvii, 6.

Crença em Christo. Act. xiii, 48.

A estima de Deus. Rom. xi, 7.

Protecção. Mar. xiii, 20.

Desaffronta de injurias. Luc. xviii, 7.

O contribuir tudo para seu bem. Rom. viii, 28.

A bemaventurança. Ps. xxxii, 12; lxiv, 5.

A herança. Isa. lxv, 9; 1 Ped. i, 4, 5.

Deve levar-nos a cultivar virtudes. Col. iii, 12.

Deve testemunhal-a a nossa diligencia. 2 Ped. i, 10.

É affiançada aos justos. 1 Thes. i, 4.

Exemplos: _Isaac_, Gen. xxi, 12; _Abrahão_, 2 Esd. ix, 7; _Zerobabel_, Ag. ii, 23; _Os Apostolos_, João, xiii, 18; xv, 19; _Jacob_, Rom. ix, 12, 13; _Rufo_, Rom. xvi, 13; _Paulo_, Gal. i, 15.

N.^O 115. EMBRIAGUEZ.

Prohibida. Ef. v, 18.

Caução. Luc. xxi, 34.

É obra da carne. Gal. v, 21.

É aviltante. Isa. xxviii, 8.

Encendeia. Isa. v, 11.

Faz o coração pesado. Luc. xxi, 34.

Faz-nos perder o sentido. Oseas, iv, 11.

§ LEVA-NOS:

Á pobreza. Prov. xxi, 17; xxiii, 21.

A rixas. Prov. xxiii, 29, 30.

A desgraças e dissabores. Prov. xxiii, 29, 30.

A erros. Isa. 28, 7.

A menospreciar as obras de Deus. Isa. v, 12.

A mofar. Os. vii, 5.

A deshonestidades e dissoluções. Rom. xiii, 13.

Os impios são addictos a beber. Dan. v, 1-4.

Os falsos mestres tambem o são muitas vezes. Isa. lvi, 12.

É insensatez entregar-se ao vinho. Prov. xx, 1.

Devemos evitar os insóbrios. Prov. xxiii, 20; 1 Cor. v, 11.

§ DENUNCIAÇÃO CONTRA:

Os insóbrios. Isa. v, 11, 12; xxviii, 1-3.

Contra os que incitam á insobriedade. Hab. ii, 15.

A embriaguez exclue-nos do Céo. 1 Cor. vi, 10; Gal. v, 21.

Castigos. Deut. xxi, 20, 21; Joel, i, 5, 6; Amos, vi, 6, 7; Matt. xxiv, 49-51.

Exemplos: _Noé_, Gen. ix, 21; _Nabal_, 1 Reis, xxv, 36; _Urias_, 2 Reis, xi, 13; _Ela_, 3 Reis, xvi, 9, 10; _Benadad_, 3 Reis, xx, 16; _Balthazar_, Dan. v, 4; _Os Corinthios_, 1 Cor. xi, 21.

N.^O 116. ENFERMIDADES.

São mandadas por Deus. Deut. xxviii, 59-61; xxxii, 39; 2 Reis, xii, 15; Act. xii, 23.

Algumas vezes é permittido ao demonio o infligil-as. Job. ii, 6, 7; Luc. ix, 39; xiii, 16.

Muitas vezes são acarreadas pela intemperança. Os. vii, 5.

Muitas vezes são castigos do peccado. Lev. xxvi, 14-16; 2 Paral. xxi, 12-15; 1 Cor. xi, 30.

São um dos quatro terriveis castigos mandados contra um povo culpado. Ezeq. xiv, 19-21.

§ DEUS:

Promette curar. Ex. xxiii, 25; 4 Reis, xx, 5.

Cura. Deut. xxxii, 39; Ps. cii, 3; Isa. xxxviii, 5, 9.

Mostra assim a sua misericordia. Filip. ii, 27.

Mostra assim o seu poder. Luc. v, 17.

Mostra assim o seu amor. Isa. xxxviii, 17.

Muitas vezes mostra aos peccadores nas enfermidades a sua graça. Job, xxxiii, 19-24; Ps. cvi, 17-21.

Permitte que os justos sejam provados pelas dôres. Job, ii, 5, 6.

Mas dá-lhes força. Ps. xl, 4.

Consola-os. Ps. xl, 4.

Escuta as orações dos que soffrem. Ps. xxix, 3; cvi, 18-20.

Garante os justos em tempos de enfermidades. Ps. xc, 3-7.

Abandona os impios a ellas. Jer. xxxiv, 17.

Persegue-os com ellas. Jer. xxix, 18.

É licito curar no Setimo dia. Luc. xiii, 14-16.

Christo compadeceu-se dos enfermos. Isa. liii, 4 com Matt. viii, 16, 17.

§ CHRISTO CUROU:

Estando presente. Mar. i, 31; Matt. iv, 23.

Estando ausente. Matt. viii, 13.

Pela imposição das mãos. Marc. vi, 5; Luc. xiii, 13.

Pelo toque da mão. Matt. viii, 3.

Pelo contacto do seu vestido. Matt. xiv, 35, 36; Marc. v, 27-34.

Com uma palavra. Matt. viii, 8-13.

Christo quer que os que são sarados tenham fé. Matt. ix, 28, 29; Mar. v, 34; x, 52.

Muitas vezes são incuraveis por meios humanos. Deut. xxviii, 27; 2 Paral. xxi, 18.

Os apostolos estavam dotados da faculdade de sarar. Matt. x, 1; Mar. xvi, 18-20.

§ A FACULDADE DE SARAR:

Era um dos dons milagrosos da Egreja primitiva. 1 Cor. xii, 9-30; Thia. v, 14, 15.

§ OS JUSTOS:

Confessam que as enfermidades vem de Deus. Ps. xxx, 2-9; Isa. xxxviii, 12, 15.

Soffrem com resignação. Job, ii, 10.

Lamentam orando. Isa. xxxviii, 14.

Pedem allivio. Isa. xxxviii, 2, 3.

Imputam a Deus as melhoras. Isa. xxxviii, 20.

Dão louvores pelas melhoras. Ps. cii, 1-3; Isa. xxxviii, 19; Luc. xvii, 15.

Fazem acção de graças pelas melhoras. Isa. xxxviii, 20; Act. iii, 8.

Compadecem-se dos enfermos. Ps. xxxiv, 13.

Visitam os enfermos. Matt. xxv, 36.

Visitar os enfermos é prova de pertencer a Christo. Matt. xxv, 34, 36, 40.

Orae pelos enfermos. Act. xxviii, 8; Thia. v, 14, 15.

Os enfermos devem pedir o auxilio de Deus. 2 Paral. xvi, 12.

§ OS IMPIOS:

Soffrem muito por causa de enfermidades. Ecc. v, 17.

Abandonam os enfermos. 1 Reis, xxx, 13.

Não os visitam. Matt. xxv, 43.

Mostram assim que não pertencem a Christo. Matt. xxv, 43, 45.

Illustrantes de peccado. Lev. xiii, 45, 46; Isa. i, 5; Jer. viii, 22; Matt. ix, 12.

N.^O 117. EQUIDADE.

Está ordenada. Deut. xvi, 20; Isa. lvi, 1.

Christo deu-nos o exemplo. Ps. xcvii, 9; Isa. xi, 4; Jer. xxiii, 5.

É indispensavel aos que governam. 2 Reis, xxiii, 3; Ezeq. xlv, 9.

§ DEVE SER EXERCIDA:

Nos julgamentos. Deut. xvi, 18; Jer. xxi, 12.

Em compras e vendas. Lev. xix, 36; Deut. xxv, 15.

Para com os pobres. Prov. xxix, 14; xxxi, 9.

Para com orphãos e viuvas. Isa. i, 17.

Para com criados. Col. iv, 1.

Impede-a o aceitar donativos. Ex. xxiii, 8.

§ DEUS:

Exige-a. Miq. vi, 8.

É-lhe altamente agradavel. Prov. xxi, 3.

Deleita-o. Prov. xi, 1.

Dá sabedoria para a exercermos. 3 Reis, iii, 11, 12; Prov. ii, 6, 9.

A falta d’ella desagrada-lhe. Ecc. v, 8.

Traz após si a recompensa. Jer. xxii, 15.

§ OS JUSTOS:

Devem occupar-se do que constitue a equidade. Filip. iv, 8.

Ser instruidos n’ella. Prov. i, 3.

Pedir sabedoria para a praticar. 3 Reis, iii, 9.

Pratical-a sempre. Ps. cxviii, 121; Ezeq. xviii, 8, 9.

Achar na pratica a sua alegria. Prov. xxi, 15.

Ensinar outros a pratical-a. Gen. xviii, 19.

Promessas ao que anda em equidade. Isa. xxxiii, 15, 16; Jer. vii, 5, 7.

§ OS IMPIOS:

Zombam da equidade. Prov. xix, 28.

Aborrecem-a. Miq. iii, 9.

Não a invocam. Isa. lix, 4.

Rechaçam-a. Isa. lix, 14.

Passam-a por alto. Luc. xi, 42.

Zombam dos que a exercem. Job, xii, 4; Amos, v, 12.

Exemplos: _Moysés_, Num. xvi, 15; _Samuel_, 1 Reis, xii, 4; _David_, 2 Reis, viii, 15; _Salamão_, 3 Reis, iii; 16-27; _Josias_, Jer. xxii, 15; _José_, Luc. xxiii, 50, 51. _Os Apostolos_, 1 Thes. ii, 10. (Vid. Deus, a sua Equidade.)

N.^O 118. ESCANDALO.

São inevitaveis as occasiões. Matt. xviii, 7.

Mas são prohibidas. 1 Cor. x, 32; 2 Cor. vi, 3.

A perseguição suscita-o nos que são meros professores. Matt. xiii, 21; xxiv, 10; xxvi, 31.

§ ESCANDALISA OS IMPIOS:

A humilde condição de Christo. Isa. liii, 1-3; Matt. xiii, 54-57.

Christo como pedra angular. Isa. viii, 14 com Rom. ix, 33; 1 Ped. ii, 8.

Christo como pão da vida. João, vi, 58-61.

Christo crucificado. 1 Cor. i, 23; Gal. v, 11.

A justiça da fé. Rom. ix, 32.

A necessidade de pureza interna. Matt. xv, 11, 12.

Bemaventurados aquelles que não acham escandalo em Christo. Matt. xi, 6.

Os justos devem precaver-se. João, xvi, 1.

§ OS JUSTOS:

Não devem conhecer tal erro. Filip. i, 10.

Nem ser causa d’elle. Ps. lxxii, 15; Rom. xiv, 13; 1 Cor. viii, 9.

Não devem macular a sua consciencia. Act. xxiv, 16.

Devem desfazer-se de tudo o que lhes possa causar escandalo. Matt. v, 29, 30; Marc. ix, 43-47.

E não deixarem que a sua liberdade o motive d’outros. 1 Cor. viii, 9.

Preferir a abnegação a suscital-o n’outros. Rom. xiv, 21; 1 Cor. viii, 13.

Evitar aquelles que o suscitam. Rom. xvi, 17.

Reprehender aquelles que o motivam. Ex. xxxii, 21; 1 Reis, ii, 24.

§ IMCUMBE AOS MINISTROS:

Não o motivarem. 2 Cor. vi, 3.

Remover o que póde occasionar. Isa. lvii, 14.

Todas as coisas que o causam serão removidas do reino de Christo. Matt. xiii, 41.

Denunciações contra os que o motivam. Matt. xviii, 7; Marc. ix, 42.

Castigo dos que o occasionam. Ezeq. xliv, 12; Mal. ii, 8, 9; Matt. xviii, 6, 7.

Exemplos: _Arão_, Ex. xxxii, 2-6. _Balaão_, etc. Num. xxxi, 16 com Apoc. ii, 14; _Gedeão_, Juiz. viii, 27; _Os filhos de Heli_, 1 Reis, ii, 12-17; _Jeroboão_, 3 Reis, xii, 26-30; _O velho propheta_, 3 Reis, xiii, 18-26; _Os sacerdotes_, Mal. ii, 8; _Pedro_, Matt. xvi, 23.

N.^O 119. ESCARNECIMENTO E ZOMBARIA.

Os soffrimentos de Christo pelo escarnecimento foram predictos. Ps. xxi, 7-9; Isa. liii, 3; Luc. xviii, 32.

Christo foi escarnecido. Matt. ix, 24; xxvii, 29.

§ OS JUSTOS SÃO ESCARNECIDOS:

Por serem segundo o Espirito. Gen. xxi, 9 com Gal. iv, 29.

Por serem rectos. Job, xii, 4.

Por causa da sua fé. Heb. xi, 36.

Pela sua lealdade em declararem a palavra de Deus. Jer. xx, 7, 8.

Por causa do seu zelo pela casa de Deus. 2 Esd. ii, 19.

§ OS IMPIOS ESCARNECEM:

A segunda vinda de Christo. 2 Ped. iii, 3, 4.

Os dons do Espirito. Act. ii, 13.

As ameaças de Deus. Isa. v, 19; Jer. xvii, 15.

Os ministros de Deus. 2 Paral. xxxvi, 16.

Os estatutos de Deus. Lam. i, 7.

Os justos. Ps. cxxii, 4; Lam. iii, 14, 63.

A resurreição dos mortos. Act. xvii, 32.

Toda a admoestação seria. 2 Paral. xxx, 6-10.

Os idolatras são mofadores. Isa. lvii, 3-6.

Os bebados são mofadores. Ps. lxviii, 13; Os. vii, 5.

§ OS QUE GOSTAM DE ZOMBARIA:

Deleitam-se n’ella. Prov. i, 22.

São rixosos. Prov. xxii, 10.

São despresados de Deus. Prov. iii, 34.

São aborrecidos dos homens. Prov. xxiv, 9.

Os justos evitam-os. Ps. i, 1; Jer. xv, 17.

Vivem engolfados nos seus prazeres. 2 Ped. iii, 3.

São soberbos e altivos. Prov. xxi, 24.

Não querem ouvir reprehensão. Prov. xiii, 1.

Não gostam de quem os reprehende. Prov. ix, 8.

Não se apropinquam dos sabios. Prov. xv, 12.

Fazem que outros incorram risco. Prov. xxix, 8.

Elles mesmos hão de ser escarnecidos. Ezeq. xxiii, 32.

Ha de ser caracteristico dos ultimos dias. 2 Ped. iii, 3; Jud. 18.

Ameaça-os a desgraça. Isa. v, 18, 19.

Castigos. 2 Paral. xxxvi, 17; Prov. xix, 29; Isa. xxix, 20; Lam. iii, 64-66.