Textos biblicos arranjados de maneira a que possam facilitar o processo de examinar as Escripturas Sagradas e achar de prompto qualquer texto

Part 23

Chapter 232,182 wordsPublic domain

Devemos resguardal-a. Matt. x, 23; Act. xxvii, 34.

Devemos sacrifical-a por Christo se necessario fôr. Matt. x, 39; Luc. xiv, 20; Act. xx, 24.

Devemos sacrifical-a pelo proximo se fôr necessario. Rom. xvi, 4; 1 João, iii, 16.

§ DEVEMOS SER GRATOS:

Pela sua preservação. Ps. cii, 4; Jon. ii, 6.

Pelo supprimento das nossas necessidades. Gen. xlviii, 15.

Os descontentes desprezam-se. Ecc. ii, 17.

O homem ignora o que lhe é conducente na vida. Ecc. vii, 1.

Não devemos cuidar demasiado da vida. Matt. vi, 25.

Não consiste na abundancia das coisas que possuimos. Luc. xii, 15.

§ TEM SIDO COMPARADA:

A uma aguia que se apressa á presa. Job, ix, 26.

A uma peregrinação. Gen. xlvii, 9.

A uma aranha. Ps. lxxxix, 9.

Á velocidade de um correio. Job, ix, 25.

A navios. Job, ix, 26.

A pura vaidade. Ps. xxxviii, 6.

A uma tenda de pastores que se enrola. Isa. xxxviii, 12.

A um sonho. Ps. lxxii, 20.

A uma vigia na noite. Ps. lxxxix, 20.

A um vapor. Thia. iv, 15.

A uma sombra. Ecc. vii, 1.

A um fio cortado por tecelão, Isa. xxxviii, 12.

A teia cortada pelo tecelão. Job, vii, 6.

Á flor que sae e é pisada. Job, xiv, 2.

Á herva. 1 Ped. i, 24.

Ás aguas que correm pela terra. 2 Reis, xiv, 14.

A um assopro. Job, vii, 7.

A sua pouca duração deve fazer-nos cuidar do nosso melhoramento espiritual. Deut. xxxii, 29; Ps. lxxxix, 12.

Algumas vezes é abbreviada por castigo. 1 Reis, ii, 32, 33; Job, xxxvi, 14.

Foi milagrosamente restaurada por Christo. Matt. ix, 18, 25; Luc. vii, 15, 22; João, xi, 43.

N.^O 290. VIDA ESPIRITUAL.

Deus é o seu Autor. Ps. xxxv, 9; Col. ii, 13.

Christo é o seu Autor. João, v, 21, 25; vi, 33, 51-53; xiv, 6; 1 João, iv, 9.

O Espirito Santo é o Autor. Ezeq. xxxvii, 14 com Rom. viii, 9-13.

A palavra do Senhor é o meio de a obtermos. Isa. lv, 3; 2 Cor. iii, 6; 1 Ped. iv, 6.

Está escondido com Christo em Deus. Col. iii, 3.

O temor de Deus é fonte de vida. Prov. xiv, 27; xix, 23.

A prudencia do espirito é a vida. Rom. xiv, 6.

§ É SUSTENTADA:

Por Christo. João, vi, 57; 1 Cor. x, 3, 4.

Pela fé. Gal. ii, 20.

Pela palavra de Deus. Deut. viii, 3 com Matt. iv, 4.

Pela oração. Ps. lxviii, 33.

Tem a sua origem no renascimento. João, iii, 3-8.

Tem a sua infancia. Luc. x, 21; 1 Cor. iii, 1, 2; 1 João, ii, 12.

Tem a sua adolescencia. 1 João, ii, 13, 14.

Tem a sua varonidade. Ef. iv, 13; 1 João, ii, 13, 14.

§ DESCRIPTA COMO:

Vida para Deus. Rom. vi, 11; Gal. ii, 19.

Novidade de vida. Rom. vi, 4.

Viver pelo Espirito. Gal. v, 25.

Renovada por Deus. Ps. lxxxiv, 6; Os. vi, 2.

Passamos da morte para a vida quando amamos os nossos irmãos. 1 João, iii, 14.

Todos os justos a tem. Ef. ii, 1, 5; Col. ii, 13.

Deve animar o culto dos justos. Rom. xii, 1; 1 Cor. xiv, 15.

Os justos dão louvores a Deus pelo dom. Ps. cxviii, 175.

Procuremos crescer em todas as coisas que são de Christo. Ef. iv, 15; 1 Ped. ii, 2.

Pedi augmento da vida espiritual. Ps. cxviii, 25; cxlii, 11.

Os impios são alienados da vida de Deus. Ef. iv, 18.

A vida de deleites não é a vida espiritual. 1 Tim. v, 6.

Os hypocritas pensam que vivem mas estão mortos. Jud. 12; Apoc. iii, 1.

Illustrativo. Ezeq. xxxvii. 9, 10; Luc. xv, 24.

N.^O 291. VIDA ETERNA.

Tal é Christo. 1 João, i, 2; v, 20.

Foi revelada por Christo. João, vi, 68; 2 Tim. i, 10.

Consiste em conhecer a Deus e a Christo. João, xvii, 3.

§ É DADA:

Por Deus. Ps. cxxxii, 3; Rom. vi, 23.

Por Christo. João, vi, 27; x, 28.

Em Christo. 1 João, v, 11.

Mediante Christo. Rom. v, 21; vi, 23.

A todos os que se dedicam a Christo. João, xvii, 2.

Aos que crêem em Deus. João, v, 24.

Aos que crêem em Christo. João, iii, 15, 16; vi, 40, 47.

Aos que aborrecem a vida por amor de Christo. João, xii, 25.

Aos que oram para que se lhes conceda. Ps. xx, 5.

Está revelada nas Escripturas. João. v, 39.

§ RESULTA:

De bebermos a agua da vida. João, iv, 14.

De comer o pão que desceu do céo. João, vi, 50-58.

De comermos da arvore da vida. Apoc. ii, 7.

Os que são predestinados para a vida eterna crêem no Evangelho. Act. xiii, 48.

§ OS JUSTOS:

Tem a promessa da vida. 1 Tim. iv, 8; 2 Tim. i, 1; Tit. i, 2; 1 João, ii, 25.

Tem a esperança. Tit. i, 2; iii, 7.

Estão certos d’ella. 2 Cor. v. 1; 1 João, v, 13.

Hão de segal-a mediante o Espirito Santo. Gal. vi, 8.

Hão de herdal-a. Matt. xix, 29.

Esperam a misericordia para a vida eterna. Jud. 21.

Devem haver-se com valor no santo combate. Tim. vi, 12, 19.

Nunca jámais hão de perecer. João, x, 28, 29.

Levantar-se-hão do pó para a vida perduravel. Dan. xii, 2; João, v, 29.

Irão para a vida eterna. Matt. xxv, 46.

Reinarão em vida até ao fim dos seculos. Dan. vii, 18; Rom. v, 17.

Os homens esperam herdal-a por suas obras. Marc. x, 17.

Só por obras não a podemos herdar. Rom. ii, 7 com Rom. iii, 10-19.

§ OS IMPIOS:

Não a tem. 1 João, iii, 15.

Julgam-se indignos de ter. Act. xiii, 46.

Devemos procural-a. João, vi, 27.

N.^O 292. VIGILANCIA.

Christo deu-nos o exemplo. Matt. xxvi, 38, 40; Luc. vi, 12.

É-nos mandada. Marc. xiii, 37; Apoc. iii, 2.

Exhortações. 1 Thes. v, 6; 1 Ped. iv, 7.

Deus requer que os seus ministros sejam vigilantes. Ezeq. iii, 17 com Isa. lxii, 6; Marc. xiii, 34.

Recommenda-se-lhes que vigiem. Act. xx, 31; 2 Tim. iv, 5.

Os ministros fieis velam. Heb. xiii, 17.

A vigilancia é prova da fidelidade dos ministros. Matt. xxiv, 45, 46; Luc. xii, 41-44.

§ DEVE SER ACOMPANHADA:

De oração. Luc. xxi, 36; Ef. vi, 18.

De acção de graças. Col. iv, 2.

De firmeza na fé. 1 Cor. xvi, 13.

De circumspecção. Marc. xiii, 33.

De sobriedade. 1 Thes. v, 6; 1 Ped. iv, 7.

Deve ser exercida todos os dias. Prov. viii, 34.

Em todas as coisas. 2 Tim. iv, 5.

Os justos oram para que a faculdade de velar lhes seja concedida. Ps. cxl, 3.

§ ESTIMULOS:

Esperar que Deus nos dirija. Hab. ii, 1.

A incerteza com respeito ao tempo da vinda de Christo. Matt. xxiv, 42; xxv, 13; Marc. xiii, 35, 36.

Os assaltos incessantes do demonio. 1 Ped. v, 8.

O estarmos sujeitos ao perigo da tentação. Matt. xxvi, 41.

Bemaventurados os que vigiam. Luc. xii, 37; Apoc. xvi, 15.

Os ministros desleaes não velam. Isa. lvi, 10.

Os impios em vez de velarem dormem. 1 Thes. v, 7.

Vigiae a tempo. Matt. xxiv, 48-51; xxv, 5, 8, 12; Apoc. iii, 3.

Illustrado. Luc. xii, 35, 36.

Exemplos: _David_, Ps. ci, 8; _Anna_, Luc. ii, 37; _Paulo_, 2 Cor. xi, 27.

N.^O 293. VINGANÇA.

Nosso Senhor prohibia-a. Lev. xix, 18; Prov. xxiv, 17, 29; Matt. v, 39-41; Rom. xii, 17, 19; 1 Thes. v, 15; 1 Ped. iii, 9.

Christo nunca se vingou. Isa. liii, 7; 1 Ped. ii, 23.

Não consentiu a vingança em seus discipulos. Luc. ix, 54, 55.

É inconsistente com a vocação de Christão. Luc. ix, 55.

Procede de máus corações. Ezeq. xxv, 15.

§ EM VEZ DE NOS VINGARMOS DEVEMOS:

Confiar em Deus. Prov. xx, 22; Rom. xii, 16.

Manifestar amor. Lev. xix, 18; Luc. vi, 35.

Dar logar á ira. Rom. xii, 19.

Ser tolerantes. Matt. v, 38-41.

Abençoar os que nos offendem. Rom. xii, 14.

Conquistar com bondades a boa vontade do proximo. Prov. xxv, 21, 22 com Rom. xii, 20.

Tolher a outros que se vinguem. 1 Reis, xxiv, 10; xxv, 24-31; xxvi, 9.

Dar graças quando somos tolhidos de nos vingarmos. 1 Reis, xxv, 32, 33.

Os impios buscam a vingança. Jer. xx, 10.

Castigos. Ezeq. xxv, 15-17; Amos, i, 11, 12.

Exemplos: _Simeão e Levi_, Gen. xxxiv, 25; _Sansão_, Juiz, xv, 7, 8; xvi, 28-30; _Joab_, 2 Reis, iii, 27; _Absalão_, 2 Reis, xiii, 23-29; _Jezabel_, 3 Reis, xix, 2; _Acab_, 3 Reis, xxii, 26; _Aman_, Est. iii, 8-15; _Os Idumeus_, Ezeq. xxv, 12; _Os principes da Palestina_, Ezeq. xxv, 15; _Herodias_, Marc. vi, 19-24; _Thiago e João_, Luc. ix, 54; _Os principes dos Sacerdotes_, Act. v, 33; _Os Judeus_, Act. vii, 54, 59; xxiii, 12.

N.^O 294. VIUVAS.

Caracter da verdadeira. Luc. ii, 37; 1 Tim. v, 10.

§ DEUS:

Ouve os seus clamores. Ex. xxii, 23.

É seu juiz. Deut. x, 18; Ps. lxvii, 6.

Ampara-as. Ps. cxlv, 9.

Firma-lhes os termos. Prov. xv, 25.

É testemunha contra os que as defraudam. Mal. iii, 5.

Recommenda-se-lhes que esperem no Senhor. Jer. xlix, 11.

§ NÃO DEVEM SER:

Affligidas. Ex. xxii, 22.

Opprimidas. Jer. vii, 6; Zac. vii, 10.

Tratadas com violencia. Jer. xxii, 3.

Privadas do seu vestuario por penhor. Deut. xxiv, 17.

§ DEVEM SER:

Defendidas. Isa. i, 17.

Respeitadas, as que realmente são viuvas. 1 Tim. v, 3.

Ajudadas por seus filhos. 1 Tim. v. 4, 16.

Soccorridos pela Egreja. Act. vi, 1; 1 Tim. v, 9.

Visitadas nas suas afflicções. Thia. i, 27.

Participantes do que Deus nos dá. Deut. xiv, 29; xvi, 11, 14; xxiv, 19-21.

Ainda que pobres podem ser liberaes. Marc. xii, 42-43.

Quando moças devem evitar tentações. 1 Tim. v, 11-14.

§ OS JUSTOS:

Soccorrem-as. Act. ix, 39.

Consolam-lhes o coração. Job, xxix, 13.

Não lhes faltam á palavra. Job, xxxi, 16.

§ OS IMPIOS:

Não lhes fazem bem. Job, xxiv, 21.

Não as soccorrem. Job, xxii, 9.

Tomam-lhes os bens em penhor. Job, xxiv, 3.

A sua causa não tem accesso a elles. Isa. i, 23.

Vexam-as. Ezeq. xxii, 7.

Fazem d’ellas sua preza. Isa. x, 2; Matt. xxiii, 14.

Matam-as. Ps. xciii, 6.

Maldito o que perverte a justiça da viuva. Deut. xxvii, 19.

Ai dos que as opprimem. Isa. x, 1, 2.

Abençoados os que as soccorrem. Deut. xiv, 29.

São typos de Sião em afflicção. Lam. 5, 3.

N.^O 295. VOCAÇÃO OU CHAMAMENTO DE DEUS.

Mediante Christo. Isa. lv, 5; Rom. i, 6.

Mediante o seu Espirito. Apoc. xxii, 17.

Mediante as suas obras. Ps. xviii, 2, 3; Rom. i, 20.

Mediante os ministros do seu culto. Jer. xxxv, 15; 2 Cor. v, 20.

Mediante o seu Evangelho. 2 Thes. ii, 14.

É chamamento das trévas á luz. 1 Ped. ii, 9.

É dirigido a todos. Isa. xlv, 22; Matt. xx, 16.

As mais das vezes regeitado. Prov. i, 24; Matt. xx, 16.

Os justos são predestinados para a vida perduravel. Ps. cix, 3; Act. ii, 47; xiii, 48; 1 Cor. i, 24.

§ PARA O HOMEM É:

Pela graça. Gal. i, 15; 2 Tim. i, 9.

Conforme ao decreto de Deus. Rom. viii, 28; ix, 11, 23, 24.

Soberana. Filip. iii, 14.

Santa. 2 Tim. i, 9.

Celestial. Heb. iii, 1.

Chama-os á companhia de Christo. 1 Cor. i, 9.

Á sanctidade. 1 Thes. iv, 7.

Á liberdade. Gal. v, 13.

Á paz. 1 Cor. vii, 15; Col. iii, 15.

Á gloria e á virtude. 2 Ped. i, 3.

Á gloria eterna de Christo. 2 Thes. ii, 14; 1 Ped. v, 10.

Á vida eterna. 1 Tim. vi, 12.

O Senhor justifica os que chama. Rom. viii, 30.

Andam como convém á vocação. Ef. iv, 1.

Bemaventurados os que são chamados. Apoc. xix, 9.

Devem louvar a Deus por serem chamados. 1 Ped. ii, 9.

Illustrativo. Prov. ix, 3, 4; Matt. xxiii, 3-9.

§ A REJEIÇÃO DO CHAMAMENTO ACARREIA:

O castigo de cegueira espiritual. Isa. vi, 9 com Act. xxviii, 24-27. Rom. xi, 8-10.

Delusão. Isa. lxvi, 4; 2 Thes. ii, 10, 11.

A privação dos meios da graça. Jer. xxvi, 4-6; Act. xiii, 46; xviii, 6; Apoc. ii, 5.

Castigos temporaes. Isa. xxviii, 12; Jer. vi, 16, 19; xxxv, 17; Zac. vii, 12-14.

Ser rejeitado por Deus. Prov. i, 24-32; Jer. vi, 19, 30.

Ser condemnado. João, xii, 48; Heb. ii, 1-3; xii, 25.

Ser destruido. Prov. xxix, 1; Matt. xxii, 3-7.

N.^O 296. ZELO.

Christo deu-nos o exemplo. Ps. lxviii, 10; João, ii, 17.

A tristeza segundo Deus produz o zelo. 2 Cor. vii, 10, 11.

O dos justos é ardente. Ps. cxviii, 139. Incita o proximo a fazer o bem. 2 Cor. ix, 2.

§ DEVE MANIFESTAR-SE:

Espiritualmente. Rom. xii. 11.

Praticando o bem. Gal. iv, 18; Tit. ii, 14.

Desejando a salvação do proximo. Act. xxvi, 29; Rom. x, 1.

Combatendo pela fé. Jud. 3.

Missionando. Rom. xv, 19, 23.

Para gloria de Deus. Num. xxv, 11, 13.

Para o bem alheio. Col. iv, 13.

Contra a idolatria. 3 Reis, xxiii, 4-14.

Algumas vezes é erroneo. 2 Reis, xxi, 2; Act. xxii, 3, 4; Filip. iii, 6.

Algumas vezes não é exercido segundo a sciencia. Rom, x, 2; Gal. i, 14; Act. xxi, 10.

Os malvados fingem algumas vezes serem zelozos. 4 Reis, x, 10; Matt. xxiii, 15.

Exhortacões: Rom. xii, 11; Apoc. iii, 19.

Zelo pio. Exemplificado. _Fineas_, Num. xxv, 11, 13; _Josias_, 4 Reis, xxiii, 19-25; _Apollo_, Act. xviii, 25; _Os Corinthios_, 1 Cor. xiv, 12; _Epafras_, Col. iv, 12, 13.

FIM