Part 21
São o bom cheiro de Christo diante de Deus, nos que se salvam. 2 Cor. ii, 15.
A multidão celeste attribue a salvação a Deus. Apoc. vii, 10; xix, 1.
§ BUSCA-SE EM VÃO:
Dos idolos. Isa. xlv, 20; Jer. ii, 28.
Das potestades mundanas. Jer. iii, 23.
Os que desprezam, recebem a retribuição merecida. Heb. ii, 3.
A salvação está longe dos impios. Ps. cxviii, 155; Isa. lix, 11.
§ ILLUSTRADA POR:
Um capacete. Isa. lix, 17; Ef. vi, 17.
Um escudo. 2 Reis, xxii, 36.
Uma alampada. Isa. lxii, 1.
Um calix. Ps. cxv, 13.
Um vestido. 2 Paral. vi, 41; Ps. cxxxi, 16; Isa. lxi, 10.
Uma fonte. Isa. xii, 3.
Fortaleza e muros. Isa. xxvi, 1; lx, 18.
Carroças. Hab. iii, 8.
Uma victoria. 1 Cor. xv, 57.
Typificada. Num. xxi, 4-9 com João, iii, 14, 15.
N.^O 266. SANCTIFICAÇÃO.
É separarmo-nos do mundo para o serviço de Deus. Ps. iv, 4; 2 Cor. 6, 17.
§ É EFFEITUADA:
Por Deus. Ezeq. xxxvii, 28; 1 Thes. v, 23; Jud. 1.
Por Christo. Heb. ii, 11; xiii, 12.
Pelo Espirito Santo. Rom. xv, 16; 1 Cor. vi, 11.
Em Christo. 1 Cor. i, 2.
Pela offrenda do Corpo de Christo. Heb. x, 10; xiii, 12.
Pela palavra de Deus. João, xvii, 17, 19; Ef. v, 26.
Christo foi-nos feito por Deus sanctificação. 1 Cor. i, 30.
Os justos foram eleitos para a salvação, mediante a sanctificação. 2 Thes. ii, 13; 1 Ped. i, 2.
Todos os justos estão em estado de sanctificação. Act. xx, 32; xxvi, 18; 1 Cor. vi, 11.
A Egreja foi feita gloriosa pela sanctificação. Ef. v, 26, 27.
§ DEVE LEVAR-NOS:
A abstenção do peccado. 1 Thes. iv, 3, 4.
Á bondade, justiça e verdade. Ef. v, 7-9.
Á vida eterna. Rom. vi, 22.
A oblação dos justos é acceita mediante a sanctificação. Rom. xv, 16.
Os justos sanctificados são uteis para o serviço de Deus. 2 Tim. ii, 21.
Deus quer a sanctificação de todos os justos. 1 Thes. iv, 3.
§ OS MINISTROS:
São sanctificados para o serviço de Deus. Jer. i, 5.
Devem pedir a santificação para o seu povo. 1 Thes. v, 23.
Devem exhortar o seu povo á sanctificação. 1 Thes. iv, 1, 3.
Só os sanctificados pódem herdar o reino do Céo. 1 Cor. vi, 9-11.
Typificada. Gen. ii, 3; Ex. xiii, 2; xix, 14; xl, 9-15; Lev. xxvii, 14-16.
N.^O 267. SANTIDADE.
É-nos ordenada. Lev. xi, 45; xx, 7; Ef. v, 8; Col. iii, 12; Rom. xii, 1.
§ CHRISTO:
Deseja-a para o seu povo. João, xvii, 17.
Opera-a no seu povo. Ef. v, 25-27.
Elle mesmo deu o exemplo. Heb. vii, 26; 1 Ped. ii, 21, 22.
O caracter de Christo é o padrão da santidade. Rom. viii, 29; 1 João, ii, 6; Filip. ii, 5.
O evangelho é o caminho. Isa. xxxv, 8.
É necessaria ao culto de Deus. Ps. xxiv, 3, 4.
Ninguem sem santidade entrará na presença de Deus. Ef. v, 5; Heb. xii, 14.
§ OS JUSTOS:
São predestinados para a santidade. Rom. viii, 29; Ef. i, 4.
São chamados á sanctificação. 1 Thes. iv, 7; 2 Tim. i, 9.
São vestidos do homem novo. Ef. iv, 24.
Possuem a santidade. 1 Cor. iii, 17; Heb. iii, 1.
Tem o seu fructo em sanctificação. Rom. vi, 22.
Devem seguir a santidade. Heb. xii, 14.
Devem servir a Deus em santidade. Luc. i, 74, 75.
Devem offerecer os seus membros para sanctificação. Rom. vi, 13, 19.
Devem offerecer os seus corpos em santidade a Deus. Rom. xii, 1.
Devem ser santos em todas as acções. 1 Ped. i, 15; 2 Ped. iii, 11.
Devem continuar em santidade. Luc. i, 75.
Devem aperfeiçoar-se na sanctificação. 2 Cor. vii, 1.
Hão de ser apresentados a Deus em santidade. Col. i, 22; 1 Thes. iii, 13.
Hão de continuar em santidade para sempre. Apoc. xxii, 11.
As anciãs devem mostrar santidade na sua conducta. Tit. ii, 3.
A salvação é promettida á mulher que permanecer em santidade. 1 Tim. ii, 15.
É promettida á Egreja. Isa. xxxv, 8; Ab. 17; Zac. xiv, 20, 21.
Convém á Egreja. Ps. xcii, 5.
A Egreja deve adorar o Senhor em santidade. 1 Paral. xvi, 29; 1 Tim. ii, 8.
A palavra de Deus é o meio de produzir. João, xvii, 17; 2 Tim. iii, 16, 17.
§ É O RESULTADO:
Da manifestação da graça de Deus. Tit. ii, 3, 11, 12.
Da sujeição a Deus. Rom. vi, 22.
De sermos guardados do mal por elle. João, xvii, 15.
Da união com Christo. João, xv, 4, 5; xvii, 9.
É necessaria para a oração. 1 Tim. ii, 8.
§ OS MINISTROS DA EGREJA:
Devem possuil-a. Tit. i, 8.
Devem evitar tudo o que possa manchar o nome de Deus. Lev. xxi, 6; Isa. lii, 11.
Devem ser modelos de santidade. 1 Tim. iv, 12.
Devem exhortar o seu povo a seguir a santidade. Heb. xii, 14; 1 Ped. i, 14-16.
§ ESTIMULOS:
A gloria de Deus. João, xv, 8; Filip. i, 11.
O amor de Christo. 2 Cor. v, 14, 15.
As mercês de Deus. Rom. xii, 1, 2.
A dissolução de todas as coisas. 2 Ped. iii, 11.
Os castigos são mandados para sanctificação dos justos. Heb. xii, 10; Thia. i, 2, 3.
A santidade deve afastar-nos dos impios. Num. xvi, 21, 26; 2 Cor. vi, 17, 18.
Os impios carecem-a. 1 Tim. i, 9; 2 Tim. iii, 2.
Exemplificação: _David_, Ps. lxxxv, 2; _Israel_, Jer. ii, 3; _João Baptista_, Marc. vi, 20; _Os Prophetas_, Luc. i, 70; _Paulo_, 1 Thes. ii, 10; _As mulheres dos patriarchas_, 1 Ped. iii, 5.
N.^O 268. SEGURANÇA OU CERTEZA.
É produzida pela fé. Ef. iii, 12; 2 Tim. i, 12; Heb. x, 22.
É confirmada pela esperança. Heb. vi, 11, 19.
Pelo amor ao proximo. 1 João, iii, 14, 19; iv, 18.
É effeito da justiça. Isa. xxxii, 17.
É abundante para os que entendem o Evangelho. Col. ii, 2; 1 Thes. i, 5.
§ OS JUSTOS ESTÃO SEGUROS:
Da sua eleição. Ps. iv, 4; 1 Thes. i, 4.
Da sua redempção. Job, xix, 25.
Da sua adopção. Rom. viii, 16; 1 João, iii, 2.
Da sua salvação. Isa. xii, 2.
Da vida eterna. 1 João, v, 13.
Do amor inalienavel de Deus. Rom. viii, 38, 39.
Da união com Deus e com Christo. 1 Cor. vi, 15; 2 Cor. xiii, 5; Ef. v, 30; 1 João, ii, 5; iv, 13.
Da paz com Deus mediante Christo. Rom. v, 1.
De serem preservados. Ps. iii, 6, 8; xxvi, 3-5; xlv, 2-4.
De serem os seus rogos escutados. 1 João, iii, 22; v, 14, 15.
De lhes ser continuada a graça. Filip. i, 6.
Do conforto em afflicção. Ps. lxxii, 26; Luc. iv, 18, 19; 2 Cor. iv, 8-10, 16-18.
De animo na hora da morte. Ps. xxii, 4.
De uma resurreição gloriosa. Job, xix, 26; Ps. xvi, 15; Filip. iii, 21; 1 João, iii, 2.
De um reino. Heb. xii, 28; Apoc. v, 10.
De uma corôa. 2 Tim. iv, 7, 8; Thia. i, 12.
Ponde o maior cuidado em a obter. 2 Ped. i, 10, 11.
Esforçae-vos para a conservar. Heb. iii, 14, 18.
Recuperamol-a mediante a esperança em Deus. Ps. xli, 12.
Exemplos: _David_, Ps. xxii, 4; lxxii, 24-26; _Paulo_, 2 Tim. i, 12; iv, 18.
N.^O 269. SEPTIMO DIA, (O) O DOMINGO.
Foi instituido por Deus. Gen. ii, 3.
Motivos para o instituir. Gen. ii, 2, 3; Ex. xx, 11.
O Septimo dia observado como o Sabbado do Senhor. Ex. xx, 9, 10, 11.
Foi feito para o homem. Marc. ii, 27.
§ DEUS:
Abençoou-o. Gen. ii, 3; Ex. xx, 11.
Sanctificou-o. Gen. ii, 3; Ex. xxxi, 15.
Bemdisse-o. Ex. xx, 11.
Mandou que fosse guardado. Lev. xix, iii, 30.
Mandou que fosse sanctificado. Ex. xx, 8.
Quer que celebrem a sua bondade, na observancia do Sabbado. Deu. v, 15.
Dá prova do seu favor prescrevendo a observancia do Sabbado. 2 Esd. ix, 14.
Mostra a sua bondade prescrevendo-a. Ex. xxiii, 12.
É signal do pacto. Ex. xxxi, 13, 17.
É typico do socego do Céo. Heb. iv, 4, 9.
§ CHRISTO:
É o Senhor do Sabbado. Marc. ii, 28.
Tinha por costume guardal-o. Luc. iv, 16.
Ensinava n’esse dia. Luc. iv, 31; vi, 6.
Os criados e o gado devem descançar no Domingo. Ex. xx, 10; Deut. v, 14.
Não se deve fazer trabalho algum no Domingo. Ex. xx, 10; Lev. xxiii, 3.
Não se deve fazer compras. 2 Esd. x, 31; xiii, 15-17.
Não se deve transportar cargas. 2 Esd. xiii, 19; Jer. xvii, 21.
Deve ser celebrado o serviço divino. Ezeq. xlvi, 3; Act. xvi, 13.
Devemos lêr as Escripturas. Act. xiii, 27; xv, 21.
Deve ser prégada a palavra de Deus. Act. xiii, 14, 15, 44; xvii, 2; xviii, 4.
É permittido o trabalho no serviço religioso. Num. xxviii, 9; Matt. xii, 5; João, vii, 23.
São permittidas obras de caridade. Matt. xii, 12; Luc. xiii, 16; João, ix, 14.
Pódem-se supprir as necessidades urgentes. Matt. xii, 1; Luc. xiii, 15; xiv, 1.
§ CHAMA-SE:
O Sabbado do Senhor. Ex. xx, 10; Lev. xxiii, 3; Deut. v, 14.
O Sabbado de descanço. Ex. xxxi, 15.
O descanço do Sabbado consagrado ao Senhor. Ex. xvi, 23.
O dia sancto do Senhor, Domingo. Isa. lviii, 13; Apoc. i, 10.
O primeiro dia da semana era guardado como Sabbado pela Egreja primitiva. João, xx, 26; Act. xx, 7; 1 Cor. xvi, 2.
§ OS JUSTOS:
Guardam-o. 2 Esd. xiii, 22.
Honram a Deus guardando-o. Isa. lviii, 13.
Regosijam-se n’elle. Ps. cxvii, 24; Isa. lviii, 13.
Protestam contra os que profanam o Sabbado. 2 Esd. xiii, 15, 20, 21.
Devemos guardal-o perpetuamente. Ex. xxxi, 17 com Matt. v, 17, 18.
Bemaventurado o que o honra. Isa. lviii, 13, 14.
Bemaventurado o que o guarda. Isa. lvi, 2, 6.
Arguições aos que o profanam. 2 Esd. xiii, 18; Jer. xvii, 27.
Castigo dos que o profanam. Ex. xxxi, 14, 15; Num. xv, 32-36.
§ OS IMPIOS:
Zombam d’esta lei. Lam. i, 7.
Polluem o Sabbado. Isa. lvi, 2; Ezeq. xx, 13, 16.
Profanam-o. 2 Esd. xiii, 17; Ezeq. xxii, 8.
O Sabbado enfastia-os. Amos, viii, 5.
Apartam os olhos do Sabbado do Senhor. Ezeq. xxii, 26.
Fazem a sua vontade n’aquelle santo dia. Isa. lviii, 13.
Fazem transportar cargas. 2 Esd. xiii, 15.
Trabalham. 2 Esd. xiii, 15.
Negoceiam. 2 Esd. x, 31; xiii, 15, 16.
Alguns pretendem respeital-o. Luc. xiii, 14; João, ix, 16.
O Senhor algumas vezes entrega-o ao esquecimento. Lam. ii, 6; Os. ii, 11.
Exemplos, dos que o honraram. _Moysés_, etc.; Num. xv, 32-34; _Nehemias_, 2 Esd. xiii, 15, 21; _As mulheres_, Luc. xxiii, 56; _Paulo_, Act. xiii, 14; _Os discipulos_, Act. xvi, 13; _João_, Apoc. i, 10.
Exemplos dos que o profanaram: _Os que foram apanhar o manná_. Ex. xvi, 27; _Os que enfeixavam lenha_, Num. xv, 32; _Os homens de Tyro_, 2 Esd. xiii, 16; _Os habitantes de Jerusalém_, Jer. xvii, 21-23.
N.^O 270. SERVOS.
Christo condescendeu a servir. Matt. xx, 28; Luc. xxii, 27; João, xiii, 5; Filip. ii, 7.
São inferiores a seus amos. Luc. xxii, 27.
Devem seguir o exemplo de Christo. 1 Ped. ii, 21.
§ DEVERES PARA COM SEUS AMOS:
Orar por elles. Gen. xxiv, 12.
Reverencial-os. Mal. i, 6; 1 Tim. vi, 1.
Estimal-os muito mais se forem fieis. 1 Tim. vi, 2.
Estar sujeitos a elles. 1 Ped. ii, 18.
Obedecer-lhes. Ef. vi, 5; Tit. ii, 9.
Attendel-os. Ps. cxxii, 2.
Agradar-lhes em tudo. Tit. ii, 9.
Evitar affligil-os. 2 Reis, xii, 18.
Preferir os seus interesses ao proprio conforto. Gen. xxiv, 33.
Bemdizer a Deus pelos beneficios conferidos aos amos. Gen. xxiv, 27, 48.
Ser-lhes fieis. Luc. xvi, 10-12; 1 Cor. iv, 2; Tit. ii, 10.
Ser-lhes proveitosos. Luc. xix, 15, 16, 18; Fil. 11.
Olhar pelo seu bem estar. 1 Reis, xxv, 14-17; 4 Reis, v, 2, 3.
Manejar os seus negocios com zelo. Gen. xxiv, 54-56.
Manejal-os com prudencia. Gen. xxiv, 34-49.
Dedicarem-se inteiramente a elles. 2 Esd. iv, 16, 23.
Serem cortezes para com os hospedes de seus amos. Gen. xliii, 23, 24.
Serem submissos, mesmo aos de dura condição. Gen. xvi, 6, 9; 1 Ped. ii, 18.
Não os contradizerem. Tit. ii, 9.
Não os servirem a olho como por agradarem a homens. Ef. vi, 6; Col. iii, 22.
Não os defraudarem. Tit. ii, 10.
Não se devem desgostar da sua vocação. 1 Cor. vii, 20, 21.
Devem compadecer-se dos seus companheiros. Matt. xviii, 33.
§ DEVEM SERVIR:
Pelo conhecimento do que devem a Deus. 1 Ped. ii, 19.
Pelo temor de Deus. Ef. vi, 5; Col. iii, 22.
Como serventes de Christo. Ef. vi, 5, 6.
Com boa vontade, como ao Senhor, e não como a homens. Ef. vi, 7; Col. iii, 23.
Como fazendo a vontade de Deus de todo o coração. Ef. vi, 6.
Com sinceridade de coração. Ef. vi, 5; Col. iii, 22.
De boa vontade. Ef. vi, 7.
Os que soffrem com paciencia são agradaveis a Deus. 1 Ped. ii, 19, 20.
§ OS BONS:
São servos de Christo. Col. iii, 24.
São irmãos muito amados no Senhor. Fil. 16.
São libertos do Senhor. 1 Cor. vii, 22.
São participantes dos privilegios do Evangelho. 1 Cor. xii, 13; Gal. iii, 28; Ef. vi, 8; Col. iii, 11.
São merecedores da confiança de seus amos. Gen. xxiv, 2, 4, 10; xxxix, 4.
São muitas vezes exaltados. Gen. xli, 40; Prov. xvii, 2.
São muitas vezes promovidos por seus amos. Gen. xxxix, 4, 5.
São tratados com distincção. Gen. xxiv, 31; Prov. xxvii, 18.
Fazem que seus amos sejam abençoados. Gen. xxx, 27, 30; xxxix, 3.
Fazem respeitar a doutrina de Deus nosso Salvador. Tit. ii, 10.
Deus é com elles. Gen. xxxi, 42; xxxix, 21; Act. vii, 9, 10.
Deus prospera-os. Gen. xxxix, 3.
Deus protege-os. Gen. xxxi, 7.
Deus guia-os. Gen. xxiv, 7, 27.
Deus abençoa-os. Matt. xxiv, 46.
São chorados depois de mortos. Gen. xxxv, 8.
Hão de receber o seu galardão. Ef. vi, 8; Col. iii, 24.
Os bens do amo augmentam nas mãos do bom servo. Gen. xxx, 29, 30.
§ CARACTERISTICOS DOS MÁUS SERVOS:
Servem só na presença. Ef. vi, 6; Col. iii, 22.
Servem só para agradar aos homens. Ef. vi, 6; Col. iii, 22.
São enganadores. 2 Reis, xix, 26; Ps. c, 6, 7.
Contenciosos. Gen. xiii, 7; xxvi, 20.
Avaros. 4 Reis, v, 20.
Mentirosos. 4 Reis, v, 22, 25.
Fraudulentos. Tit. ii, 10.
Glotões, etc. Matt. xxiv, 49.
Desapiedados para com os seus eguaes. Matt. xviii, 30.
Não se deixam corrigir. Prov. xxix, 19.
Não fazem bom uso da autoridade quando esta lhes é concedida. Prov. xxx, 21, 22 com Isa. iii, 5.
Hão de ser castigados. Matt. xxiv, 50.
Exemplo dos bons: _Eliezer_, Gen. cap. 24; _Debora_, Gen. xxiv, 59 com xxxv, 8; _Jacob_, Gen. xxxi, 36-40; _José_, Gen. xxxix, 3; Act. vii, 10; _Os criados de Booz_, Ruth, ii, 4; _O escudeiro de Jonathas_, 1 Reis, xiv, 6, 7; _Os criados de David_, 2 Reis, xii, 18; _A rapariga captiva_, 4 Reis, 2-4; _Os servos de Naaman_, 4 Reis, v, 13; _Os servos de Centurião_, Matt. viii, 9; _Os criados de Cornelio_, Act. x, 7; _Onesimo depois da sua conversão_, Fil. 11.
Exemplos dos máus: _Os pastores de Abrahão e Lot_, Gen. xiii, 7; _Os servos de Abimelech_, Gen. xxi, 25; _Os criados de Absalão_, 2 Reis, xiii, 28, 29; xiv, 30; (_Os criados de Absalão obedeciam a um senhor máu; podem-se definir mais bem como máus homens do que como máus servos_), _Siba_, 2 Reis, xvi, 1-4; _Os servos de Semei_, 3 Reis, ii, 39; _Jeroboão_, 3 Reis, xi, 26; _Zambri_, 3 Reis, xvi, 9; _Giezi_, 4 Reis, v, 20; _Os servos de Amon_, 4 Reis, xxi, 23; _Os criados de Job_, Job, xix, 16; _Os criados do Summo Pontifice_, Marc. xiv, 65; _Onesimo antes da sua conversão_, Fil. 11.
N.^O 271. SIMPLICIDADE.
É o contrario da sabedoria carnal. 2 Cor. i, 12.
É necessaria. Matt. xviii, 2, 3.
§ DEVE SER MANIFESTADA:
Na prégação do Evangelho. 1 Thes. ii, 3-7.
Em actos de benevolencia. Rom. xii, 8.
Em toda a nossa conducta. 2 Cor. i, 12.
Com respeito ao nosso saber. 1 Cor. iii, 18.
Com respeito ao mal. Rom. xvi, 19.
Com respeito á malicia. 1 Cor. xiv, 20.
Exhortações. Rom. xvi, 19; 1 Ped. ii, 2.
§ OS QUE A POSSUEM:
Recebem de Deus a sabedoria. Matt. xi, 25.
Recebem-a mediante a palavra de Deus. Ps. xviii, 8; cxviii, 130.
O Senhor dá-lhes a sua herança. Ps. cxv, 6.
Ensina-lhe entendimento. Prov. i, 4.
Derivam beneficio da correcção do proximo. Prov. xix, 25; xxi, 11.
Guardae-vos de vos apartardes da sinceridade que ha em Christo. 2 Cor. xi, 3.
Illustração. Matt. vi, 22.
Exemplos: _David_, Ps. cxxx, 1, 2; _Jeremias_, Jer. i, 6; _Os christãos Primitivos_, Act. ii, 46; iv, 32; _Paulo_, 2 Cor. i, 12.
N.^O 272. SINCERIDADE.
Em Christo nunca faltou. 1 Ped. ii, 22.
Os ministros da Egreja devem observal-a em todos os seus actos. Tit. ii, 7.
É contraria á sabedoria carnal. 2 Cor. i, 12.
§ DEVE CARACTERISAR:
O nosso amor para com Deus. 2 Cor. viii, 8, 24.
O nosso amor para com Christo. Ef. vi, 24.
O nosso serviço a Deus. Jos. xxiv, 14; João, iv, 23, 24.
O nosso amor do proximo. Rom. xii, 9; 1 Ped. i, 22; 1 João, iii, 18.
Toda a nossa conducta. 2 Cor. i, 12.
A prégação do Evangelho. 2 Cor. ii, 17; 1 Thes. ii, 3-5.
É o caracter distinctivo das doutrinas do Evangelho. 1 Ped. ii, 2.
N’algumas prégações falta. Filip. i, 16.
Nos impios falta. Ps. v, 10; liv, 22.
Exhortações. Ps. xxxiii, 14; 1 Cor. v, 8; 1 Ped. ii, 1.
Rogae que seja concedida ao proximo. Filip. i, 10.
Bemaventurado o homem que não conhece o dôlo. Ps. xxxi, 2.
Exemplos: _Os homens de Zabulon_, 1 Paral. xii, 33; _Ezequias_, Isa. xxxviii, 3; _Nathaniel_, João, i, 47; _Paulo_, 2 Cor. i, 12; _Timotheo_, 2 Tim. i, 5; _Loide e Eunice_, 2 Tim. i, 5; _Os remedios_, Apoc. xiv, 5.
N.^O 273. SOBERBA.
É peccado. Prov. xxi, 4.
Deus aborrece-a. Prov. vi, 16, 17; xvi, 5.
Christo aborrece-a. Prov. viii, 12, 13.
§ PROCEDE MUITAS VEZES:
De nos julgarmos melhores do que o proximo. Luc. xviii, 11, 12.
De palavras fastosas. Sof. iii, 11.
Do saber profano. 1 Cor. viii, 1.
Da falta de experiencia. 1 Tim. iii, 6.
De dureza. Lev. xxvi, 19.
Da posse do poder. Ezeq. xxx, 6.
Da posse de riquezas. 4 Reis, xx, 13.
É prohibida. 1 Reis, ii, 3; Rom. xii, 3, 16.
Pullue o homem. Marc. vii, 20, 22.
Endurece o coração. Dan. v, 20.
§ OS JUSTOS:
Não se ensoberbecem. Ps. cxxx, 1.
Não voltam os olhos para vaidades enganosas. Ps. xxxix, 5.
Lamentam-a no proximo. Jer. xiii, 17.
Aborrecem-a no proximo. Ps. c, 5.
Impede que busquemos a Deus. Ps. ix (2.^a parte), 4; Os. vii, 10.
Impede a acquisição do saber. Prov. xxvi, 12.
§ É CARACTERISTICO:
Do demonio. 1 Tim. iii, 6.
Do mundo. 1 João, ii, 16.
De falsos mestres. 1 Tim. vi, 3, 4.
Dos impios. Hab. ii, 4, 5; Rom. i, 30.
Vem do coração. Marc. vii, 21-23.
Domina os impios. Ps. lxxii, 6.
§ LEVA-NOS:
A desprezar a palavra de Deus e os seus ministros. Jer. xliii, 2.
Á perseguição. Ps. ix (2.^a parte) 2.
Á ira. Prov. xxi, 24.
A contendas. Prov. xiii, 10; xxviii, 25.
Á delusão. Jer. xlix, 16; Abd. 3.
Exhortação contra a soberba. Jer. xiii, 15.
§ TRAZ APOZ SI:
Ignominia. Prov. xxxix, 23; Isa. xxviii, 3.
Ruina. Prov. xvi, 18; xviii, 12.
Abundará nos ultimos dias. 2 Tim. iii, 2.
Ai dos soberbos. Isa. xxviii, 1, 3.
§ OS SOBERBOS:
Deus resiste-lhes. Thia. iv, 6.
São reduzidos a ignominia. Isa. xxiii, 9.
Retribuidos. Ps. xxx, 24.
Cobertos de confusão. Jer. xiii, 9.
Mortificados. Ex. xviii, 11; Isa. xiii, 11.
Abatidos. Ps. xvii, 28; Isa. ii, 12.
Humilhados. Dan. iv, 37 com Matt. xxiii, 12.
Dissipados. Luc. i, 51.
Castigados. Sof. ii, 10, 11; Mal. iv, 1.
Exemplos: _Aquitofel_, 2 Reis, xvii, 23; _Ezequias_, 2 Paral. xxxii, 25; _Pharaó_, 2 Esd. ix, 10; _Aman_, Esth. iii, 5; _Moab_, Isa. xvi, 6; _Tyro_, Isa. xxiii, 9; _Israel_, Isa. xxviii, 1; Os. v, 5, 9; _Judá_, Jer. xiii, 9; _Babylonia_, Jer. l, 29, 32; _Assur_, Ezeq. xxxi, 3, 10; _Nabucodonosor_, Dan. iv, 30; v, 20; _Balthazar_, Dan. v, 22, 23; _Edom_, Abd. 3; _Os Escribas_, Marc. xii, 38, 39; _Herodes_, Act. xii, 21-23; _Os Laodiceanos_, Apoc. iii, 17.
N.^O 274. SOBRIEDADE.
É-nos ordenada. 1 Ped. i, 13; v, 8.
É o fim do Evangelho recommendal-a. Tit. ii, 11, 12.
Devemos observal-a com vigilancia. 1 Thes. v, 6.
Com préces. 1 Ped. iv, 7.
§ É INDISPENSAVEL:
Aos ministros da Egreja. 1 Tim. iii, 2, 3; Tit. i, 8.
As esposas dos ministros. 1 Tim. iii, 11.
A homens edosos. Tit. ii, 2.
A mancebos. Tit. ii, 6.
A mulheres moças. Tit. ii, 4.
A todos os justos. 1 Thes. v, 6, 8.
As mulheres devem observal-a no seu vestuario. 1 Tim. ii, 9.
Devemos ser sobrios no saber. Rom. xii, 3.
No nosso modo de viver. Tit. ii, 12.
Motivos para sermos sobrios. 1 Ped. iv, 7; v, 8.
N.^O 275. SOLLICITUDE EXCESSIVA.
É prohibida nos negocios da vida. Matt. vi, 25; Luc. xii, 22, 29; João, vi, 27.
A bondade de Deus deve conservar-nos do cuidado excessivo. Matt. vi, 26, 28, 30; Luc. xxii, 35.
As promessas de Deus, devem affastar-nos d’ella. Heb. xiii, 5.
A confiança em Deus deve livrar-nos. Jer. xvii, 7, 8; Dan. iii, 16.
Devemos pôr-nos nas mãos de Deus. Ps. xxxvi, 5; liv, 23; Prov. xvi, 3; 1 Ped. v, 7.
Faz o Evangelho infructuoso. Matt. xiii, 22; Luc. viii, 14; xiv, 18-20.
Não vos interneis nos cuidados da vida. 1 Cor. vii, 32; Filip. ix, 6.
Não ficam bem a quem se dedica ao serviço de Deus. 2 Tim. ii, 4.
São inuteis. Matt. vi, 27; Luc. xii, 25, 26.
São vaidade. Ps. xxxviii, 7; Ecc. iv, 8.
Admoestações contra esse erro. Luc. xxi, 34.
Muitas vezes servem de castigo para os máus. Ezeq. iv, 16; xii, 19.
Exemplos: _Martha_, Luc. x, 41; _As pessoas que se offereceram para seguir a Christo_. Luc. ix, 57, etc.
N.^O 276. TEMOR PIO.
Tem por objecto a Deus. Isa. viii, 13.
Deus é o seu autor. Jer. xxxii, 39, 40.
Examinando as Escripturas aprendese o que é o temor de Deus. Prov. ii, 3-5.
§ ESTÁ DESCRIPTO COMO:
Detestação do mal. Prov. viii, 13.
Sabedoria. Job, xxviii, 28; Ps. cx, 10.
Thesoiro dos justos. Prov. xv, 16; Isa. xxxiii, 6.
Fonte da vida. Prov. xiv, 27.
Sancto. Ps. xix, 10.
Filial e reverencial. Heb. xii, 9, 28.
É-nos ordenado. Deut. xiii, 4; Ps. xxi, 24; Ecc. xii, 13; 1 Ped. ii, 17.
§ ESTIMULOS:
A santidade de Deus. Apoc. xv, 4.
A grandeza de Deus. Deut x, 12, 17.
A bondade de Deus. 1 Reis, xii, 24.
A clemencia de Deus. Ps. cxxix, 4.
As maravilhosas obras de Deus. Jos. iv, 23, 24.
Os juizos de Deus. Apoc. xiv, 7.
É caracteristico dos justos. Mal. iii, 16.
Os justos devem alegrar-se no Senhor com tremor. Ps. ii, 11.
§ É NECESSARIO:
No culto do Senhor. Ps. v, 7; lxxxviii, 8.
No serviço de Deus. Ps. ii, 11; Heb. xii, 28.
Para evitar o peccado. Ex. xx, 20.
Para reger com justiça. 2 Reis, xxiii, 3.
Para administração imparcial da justiça. 2 Paral. xix, 6-9.
Para aperfeiçoarmos a nossa sanctificação. 2 Cor. vii, 1.
§ OS QUE O TEM:
Agradam ao Senhor. Ps. cxlvi, 11.
Deus compadece-se d’elles. Ps. cii, 13.
Aceita-os. Act. x, 35.
Concede-lhes mercê. Ps. cii, 11, 17; Luc. i, 50.
São abençoados. Ps. cxi, 1; cxiv, 13.
Confiam em Deus. Ps. cxiv, 11; Prov. xiv, 26.
Desviam-se do mal. Prov. xvi, 6.
Discutem assumptos sanctos. Mal. iii, 16.
Não devem temer os homens. Isa. viii, 12, 13; Matt. x, 28.
Deus satisfaz-lhes os desejos. Ps. cxliv, 19.
Os seus dias são prolongados. Prov. x, 27.
§ É DO NOSSO DEVER:
Pedir que nos seja concedido. Ps. lxxxv, 11.
Manifestal-o nas nossas vocações. Col. iii, 22.
Responder com temor a todo aquelle que pedir razão da nossa esperança. 1 Ped. iii, 15, 16.
Mantel-o constantemente. Deut. xiv, 23; Jos. iv, 24; Prov. xxiii, 17.
Inculcal-o ao proximo. Ps. xxxiii, 12.
Vantagens que d’elle resultam. Prov. xv, 16; xix, 23; Ecc. viii, 12, 13.
Para os injustos não ha temor de Deus. Ps. xxxv, 2; Prov. i, 29; Jer. ii, 19; Rom. iii, 18.
Exemplos: _Abrahão_, Gen. xxii, 12. _José_, Gen. xxxix, 9; xlii, 18. _Abdias_, 3 Reis, xviii, 12. _Nehemias_, 2 Esd. v, 15. _Job_, Job, i, 1, 8. _Os christãos primitivos_, Act. ix, 31. _Cornelio_, Act. x, 2. _Noé_, Heb. xi, 7.
N.^O 277. TEMOR IMPIO.
É caracteristico dos máus. Apoc. xxi, 8.
§ ESTÁ DESCRIPTO COMO:
Temor do poder de idolos. 4 Reis, xvii, 38.
Dos homens. 1 Reis, xv, 24; João, ix, 22.
Dos castigos do Senhor. Isa. ii, 19; Luc. xxi, 26; Apoc. vi, 16, 17.
De castigos futuros. Heb. x, 27.
Excessivo. Ex. xv, 16; Job, xv, 21, 24.
Consumidos. Ps. lxxii, 19.
A consciencia do mal produz este temor. Gen. iii, 8, 10; Ps. lii, 6; Prov. xxviii, 1.
Apossa-se dos impios. Job, xv, 24; xviii, 11.
Surprehende o hypocrita. Isa. xxxiii, 14, 18.
É dado em castigo aos peccadores. Lev. xxvi, 16, 17; Deut. xxviii, 65-67; Jer. xlix, 5.
Ha de realisar-se o seu temor. Prov. i, 27; x, 24.
Deus então zombará d’elles. Prov. i, 26.
Algumas vezes os justos são tentados a sentil-o. Ps. liv, 6.
Os que escutam o Senhor descançam sem temor. Prov. i, 33; Isa. xiv, 3.
A confiança em Deus é preservativo contra elle. Ps. xxvi, 1.
Exhortações. Isa. viii, 12; João, xiv, 27.
Exemplos: _Adão_, Gen. iii, 10. _Caim_, Gen. iv, 14. _Os Madianitas_, Juiz. vii, 21, 22. _Os Philisteos_, 1 Reis, xiv, 15. _Saul_, 1 Reis, xxviii, 5, 20. _Os convidados de Adonias_, 3 Reis, i, 49. _Aman_, Est. vii, 6. _Accaz_, Isa. vii, 2. _Balthazar_, Dan. v, 6. _Pilatos_, João, xix, 8. _Felix_, Act. xxiv, 25.
N.^O 278. TENTAÇÃO.
Deus não póde tentar para o mal. Thia. i, 13.
§ PROCEDE:
Da concupiscencia. Thia. i, 14.