Textos biblicos arranjados de maneira a que possam facilitar o processo de examinar as Escripturas Sagradas e achar de prompto qualquer texto

Part 21

Chapter 214,238 wordsPublic domain

São o bom cheiro de Christo diante de Deus, nos que se salvam. 2 Cor. ii, 15.

A multidão celeste attribue a salvação a Deus. Apoc. vii, 10; xix, 1.

§ BUSCA-SE EM VÃO:

Dos idolos. Isa. xlv, 20; Jer. ii, 28.

Das potestades mundanas. Jer. iii, 23.

Os que desprezam, recebem a retribuição merecida. Heb. ii, 3.

A salvação está longe dos impios. Ps. cxviii, 155; Isa. lix, 11.

§ ILLUSTRADA POR:

Um capacete. Isa. lix, 17; Ef. vi, 17.

Um escudo. 2 Reis, xxii, 36.

Uma alampada. Isa. lxii, 1.

Um calix. Ps. cxv, 13.

Um vestido. 2 Paral. vi, 41; Ps. cxxxi, 16; Isa. lxi, 10.

Uma fonte. Isa. xii, 3.

Fortaleza e muros. Isa. xxvi, 1; lx, 18.

Carroças. Hab. iii, 8.

Uma victoria. 1 Cor. xv, 57.

Typificada. Num. xxi, 4-9 com João, iii, 14, 15.

N.^O 266. SANCTIFICAÇÃO.

É separarmo-nos do mundo para o serviço de Deus. Ps. iv, 4; 2 Cor. 6, 17.

§ É EFFEITUADA:

Por Deus. Ezeq. xxxvii, 28; 1 Thes. v, 23; Jud. 1.

Por Christo. Heb. ii, 11; xiii, 12.

Pelo Espirito Santo. Rom. xv, 16; 1 Cor. vi, 11.

Em Christo. 1 Cor. i, 2.

Pela offrenda do Corpo de Christo. Heb. x, 10; xiii, 12.

Pela palavra de Deus. João, xvii, 17, 19; Ef. v, 26.

Christo foi-nos feito por Deus sanctificação. 1 Cor. i, 30.

Os justos foram eleitos para a salvação, mediante a sanctificação. 2 Thes. ii, 13; 1 Ped. i, 2.

Todos os justos estão em estado de sanctificação. Act. xx, 32; xxvi, 18; 1 Cor. vi, 11.

A Egreja foi feita gloriosa pela sanctificação. Ef. v, 26, 27.

§ DEVE LEVAR-NOS:

A abstenção do peccado. 1 Thes. iv, 3, 4.

Á bondade, justiça e verdade. Ef. v, 7-9.

Á vida eterna. Rom. vi, 22.

A oblação dos justos é acceita mediante a sanctificação. Rom. xv, 16.

Os justos sanctificados são uteis para o serviço de Deus. 2 Tim. ii, 21.

Deus quer a sanctificação de todos os justos. 1 Thes. iv, 3.

§ OS MINISTROS:

São sanctificados para o serviço de Deus. Jer. i, 5.

Devem pedir a santificação para o seu povo. 1 Thes. v, 23.

Devem exhortar o seu povo á sanctificação. 1 Thes. iv, 1, 3.

Só os sanctificados pódem herdar o reino do Céo. 1 Cor. vi, 9-11.

Typificada. Gen. ii, 3; Ex. xiii, 2; xix, 14; xl, 9-15; Lev. xxvii, 14-16.

N.^O 267. SANTIDADE.

É-nos ordenada. Lev. xi, 45; xx, 7; Ef. v, 8; Col. iii, 12; Rom. xii, 1.

§ CHRISTO:

Deseja-a para o seu povo. João, xvii, 17.

Opera-a no seu povo. Ef. v, 25-27.

Elle mesmo deu o exemplo. Heb. vii, 26; 1 Ped. ii, 21, 22.

O caracter de Christo é o padrão da santidade. Rom. viii, 29; 1 João, ii, 6; Filip. ii, 5.

O evangelho é o caminho. Isa. xxxv, 8.

É necessaria ao culto de Deus. Ps. xxiv, 3, 4.

Ninguem sem santidade entrará na presença de Deus. Ef. v, 5; Heb. xii, 14.

§ OS JUSTOS:

São predestinados para a santidade. Rom. viii, 29; Ef. i, 4.

São chamados á sanctificação. 1 Thes. iv, 7; 2 Tim. i, 9.

São vestidos do homem novo. Ef. iv, 24.

Possuem a santidade. 1 Cor. iii, 17; Heb. iii, 1.

Tem o seu fructo em sanctificação. Rom. vi, 22.

Devem seguir a santidade. Heb. xii, 14.

Devem servir a Deus em santidade. Luc. i, 74, 75.

Devem offerecer os seus membros para sanctificação. Rom. vi, 13, 19.

Devem offerecer os seus corpos em santidade a Deus. Rom. xii, 1.

Devem ser santos em todas as acções. 1 Ped. i, 15; 2 Ped. iii, 11.

Devem continuar em santidade. Luc. i, 75.

Devem aperfeiçoar-se na sanctificação. 2 Cor. vii, 1.

Hão de ser apresentados a Deus em santidade. Col. i, 22; 1 Thes. iii, 13.

Hão de continuar em santidade para sempre. Apoc. xxii, 11.

As anciãs devem mostrar santidade na sua conducta. Tit. ii, 3.

A salvação é promettida á mulher que permanecer em santidade. 1 Tim. ii, 15.

É promettida á Egreja. Isa. xxxv, 8; Ab. 17; Zac. xiv, 20, 21.

Convém á Egreja. Ps. xcii, 5.

A Egreja deve adorar o Senhor em santidade. 1 Paral. xvi, 29; 1 Tim. ii, 8.

A palavra de Deus é o meio de produzir. João, xvii, 17; 2 Tim. iii, 16, 17.

§ É O RESULTADO:

Da manifestação da graça de Deus. Tit. ii, 3, 11, 12.

Da sujeição a Deus. Rom. vi, 22.

De sermos guardados do mal por elle. João, xvii, 15.

Da união com Christo. João, xv, 4, 5; xvii, 9.

É necessaria para a oração. 1 Tim. ii, 8.

§ OS MINISTROS DA EGREJA:

Devem possuil-a. Tit. i, 8.

Devem evitar tudo o que possa manchar o nome de Deus. Lev. xxi, 6; Isa. lii, 11.

Devem ser modelos de santidade. 1 Tim. iv, 12.

Devem exhortar o seu povo a seguir a santidade. Heb. xii, 14; 1 Ped. i, 14-16.

§ ESTIMULOS:

A gloria de Deus. João, xv, 8; Filip. i, 11.

O amor de Christo. 2 Cor. v, 14, 15.

As mercês de Deus. Rom. xii, 1, 2.

A dissolução de todas as coisas. 2 Ped. iii, 11.

Os castigos são mandados para sanctificação dos justos. Heb. xii, 10; Thia. i, 2, 3.

A santidade deve afastar-nos dos impios. Num. xvi, 21, 26; 2 Cor. vi, 17, 18.

Os impios carecem-a. 1 Tim. i, 9; 2 Tim. iii, 2.

Exemplificação: _David_, Ps. lxxxv, 2; _Israel_, Jer. ii, 3; _João Baptista_, Marc. vi, 20; _Os Prophetas_, Luc. i, 70; _Paulo_, 1 Thes. ii, 10; _As mulheres dos patriarchas_, 1 Ped. iii, 5.

N.^O 268. SEGURANÇA OU CERTEZA.

É produzida pela fé. Ef. iii, 12; 2 Tim. i, 12; Heb. x, 22.

É confirmada pela esperança. Heb. vi, 11, 19.

Pelo amor ao proximo. 1 João, iii, 14, 19; iv, 18.

É effeito da justiça. Isa. xxxii, 17.

É abundante para os que entendem o Evangelho. Col. ii, 2; 1 Thes. i, 5.

§ OS JUSTOS ESTÃO SEGUROS:

Da sua eleição. Ps. iv, 4; 1 Thes. i, 4.

Da sua redempção. Job, xix, 25.

Da sua adopção. Rom. viii, 16; 1 João, iii, 2.

Da sua salvação. Isa. xii, 2.

Da vida eterna. 1 João, v, 13.

Do amor inalienavel de Deus. Rom. viii, 38, 39.

Da união com Deus e com Christo. 1 Cor. vi, 15; 2 Cor. xiii, 5; Ef. v, 30; 1 João, ii, 5; iv, 13.

Da paz com Deus mediante Christo. Rom. v, 1.

De serem preservados. Ps. iii, 6, 8; xxvi, 3-5; xlv, 2-4.

De serem os seus rogos escutados. 1 João, iii, 22; v, 14, 15.

De lhes ser continuada a graça. Filip. i, 6.

Do conforto em afflicção. Ps. lxxii, 26; Luc. iv, 18, 19; 2 Cor. iv, 8-10, 16-18.

De animo na hora da morte. Ps. xxii, 4.

De uma resurreição gloriosa. Job, xix, 26; Ps. xvi, 15; Filip. iii, 21; 1 João, iii, 2.

De um reino. Heb. xii, 28; Apoc. v, 10.

De uma corôa. 2 Tim. iv, 7, 8; Thia. i, 12.

Ponde o maior cuidado em a obter. 2 Ped. i, 10, 11.

Esforçae-vos para a conservar. Heb. iii, 14, 18.

Recuperamol-a mediante a esperança em Deus. Ps. xli, 12.

Exemplos: _David_, Ps. xxii, 4; lxxii, 24-26; _Paulo_, 2 Tim. i, 12; iv, 18.

N.^O 269. SEPTIMO DIA, (O) O DOMINGO.

Foi instituido por Deus. Gen. ii, 3.

Motivos para o instituir. Gen. ii, 2, 3; Ex. xx, 11.

O Septimo dia observado como o Sabbado do Senhor. Ex. xx, 9, 10, 11.

Foi feito para o homem. Marc. ii, 27.

§ DEUS:

Abençoou-o. Gen. ii, 3; Ex. xx, 11.

Sanctificou-o. Gen. ii, 3; Ex. xxxi, 15.

Bemdisse-o. Ex. xx, 11.

Mandou que fosse guardado. Lev. xix, iii, 30.

Mandou que fosse sanctificado. Ex. xx, 8.

Quer que celebrem a sua bondade, na observancia do Sabbado. Deu. v, 15.

Dá prova do seu favor prescrevendo a observancia do Sabbado. 2 Esd. ix, 14.

Mostra a sua bondade prescrevendo-a. Ex. xxiii, 12.

É signal do pacto. Ex. xxxi, 13, 17.

É typico do socego do Céo. Heb. iv, 4, 9.

§ CHRISTO:

É o Senhor do Sabbado. Marc. ii, 28.

Tinha por costume guardal-o. Luc. iv, 16.

Ensinava n’esse dia. Luc. iv, 31; vi, 6.

Os criados e o gado devem descançar no Domingo. Ex. xx, 10; Deut. v, 14.

Não se deve fazer trabalho algum no Domingo. Ex. xx, 10; Lev. xxiii, 3.

Não se deve fazer compras. 2 Esd. x, 31; xiii, 15-17.

Não se deve transportar cargas. 2 Esd. xiii, 19; Jer. xvii, 21.

Deve ser celebrado o serviço divino. Ezeq. xlvi, 3; Act. xvi, 13.

Devemos lêr as Escripturas. Act. xiii, 27; xv, 21.

Deve ser prégada a palavra de Deus. Act. xiii, 14, 15, 44; xvii, 2; xviii, 4.

É permittido o trabalho no serviço religioso. Num. xxviii, 9; Matt. xii, 5; João, vii, 23.

São permittidas obras de caridade. Matt. xii, 12; Luc. xiii, 16; João, ix, 14.

Pódem-se supprir as necessidades urgentes. Matt. xii, 1; Luc. xiii, 15; xiv, 1.

§ CHAMA-SE:

O Sabbado do Senhor. Ex. xx, 10; Lev. xxiii, 3; Deut. v, 14.

O Sabbado de descanço. Ex. xxxi, 15.

O descanço do Sabbado consagrado ao Senhor. Ex. xvi, 23.

O dia sancto do Senhor, Domingo. Isa. lviii, 13; Apoc. i, 10.

O primeiro dia da semana era guardado como Sabbado pela Egreja primitiva. João, xx, 26; Act. xx, 7; 1 Cor. xvi, 2.

§ OS JUSTOS:

Guardam-o. 2 Esd. xiii, 22.

Honram a Deus guardando-o. Isa. lviii, 13.

Regosijam-se n’elle. Ps. cxvii, 24; Isa. lviii, 13.

Protestam contra os que profanam o Sabbado. 2 Esd. xiii, 15, 20, 21.

Devemos guardal-o perpetuamente. Ex. xxxi, 17 com Matt. v, 17, 18.

Bemaventurado o que o honra. Isa. lviii, 13, 14.

Bemaventurado o que o guarda. Isa. lvi, 2, 6.

Arguições aos que o profanam. 2 Esd. xiii, 18; Jer. xvii, 27.

Castigo dos que o profanam. Ex. xxxi, 14, 15; Num. xv, 32-36.

§ OS IMPIOS:

Zombam d’esta lei. Lam. i, 7.

Polluem o Sabbado. Isa. lvi, 2; Ezeq. xx, 13, 16.

Profanam-o. 2 Esd. xiii, 17; Ezeq. xxii, 8.

O Sabbado enfastia-os. Amos, viii, 5.

Apartam os olhos do Sabbado do Senhor. Ezeq. xxii, 26.

Fazem a sua vontade n’aquelle santo dia. Isa. lviii, 13.

Fazem transportar cargas. 2 Esd. xiii, 15.

Trabalham. 2 Esd. xiii, 15.

Negoceiam. 2 Esd. x, 31; xiii, 15, 16.

Alguns pretendem respeital-o. Luc. xiii, 14; João, ix, 16.

O Senhor algumas vezes entrega-o ao esquecimento. Lam. ii, 6; Os. ii, 11.

Exemplos, dos que o honraram. _Moysés_, etc.; Num. xv, 32-34; _Nehemias_, 2 Esd. xiii, 15, 21; _As mulheres_, Luc. xxiii, 56; _Paulo_, Act. xiii, 14; _Os discipulos_, Act. xvi, 13; _João_, Apoc. i, 10.

Exemplos dos que o profanaram: _Os que foram apanhar o manná_. Ex. xvi, 27; _Os que enfeixavam lenha_, Num. xv, 32; _Os homens de Tyro_, 2 Esd. xiii, 16; _Os habitantes de Jerusalém_, Jer. xvii, 21-23.

N.^O 270. SERVOS.

Christo condescendeu a servir. Matt. xx, 28; Luc. xxii, 27; João, xiii, 5; Filip. ii, 7.

São inferiores a seus amos. Luc. xxii, 27.

Devem seguir o exemplo de Christo. 1 Ped. ii, 21.

§ DEVERES PARA COM SEUS AMOS:

Orar por elles. Gen. xxiv, 12.

Reverencial-os. Mal. i, 6; 1 Tim. vi, 1.

Estimal-os muito mais se forem fieis. 1 Tim. vi, 2.

Estar sujeitos a elles. 1 Ped. ii, 18.

Obedecer-lhes. Ef. vi, 5; Tit. ii, 9.

Attendel-os. Ps. cxxii, 2.

Agradar-lhes em tudo. Tit. ii, 9.

Evitar affligil-os. 2 Reis, xii, 18.

Preferir os seus interesses ao proprio conforto. Gen. xxiv, 33.

Bemdizer a Deus pelos beneficios conferidos aos amos. Gen. xxiv, 27, 48.

Ser-lhes fieis. Luc. xvi, 10-12; 1 Cor. iv, 2; Tit. ii, 10.

Ser-lhes proveitosos. Luc. xix, 15, 16, 18; Fil. 11.

Olhar pelo seu bem estar. 1 Reis, xxv, 14-17; 4 Reis, v, 2, 3.

Manejar os seus negocios com zelo. Gen. xxiv, 54-56.

Manejal-os com prudencia. Gen. xxiv, 34-49.

Dedicarem-se inteiramente a elles. 2 Esd. iv, 16, 23.

Serem cortezes para com os hospedes de seus amos. Gen. xliii, 23, 24.

Serem submissos, mesmo aos de dura condição. Gen. xvi, 6, 9; 1 Ped. ii, 18.

Não os contradizerem. Tit. ii, 9.

Não os servirem a olho como por agradarem a homens. Ef. vi, 6; Col. iii, 22.

Não os defraudarem. Tit. ii, 10.

Não se devem desgostar da sua vocação. 1 Cor. vii, 20, 21.

Devem compadecer-se dos seus companheiros. Matt. xviii, 33.

§ DEVEM SERVIR:

Pelo conhecimento do que devem a Deus. 1 Ped. ii, 19.

Pelo temor de Deus. Ef. vi, 5; Col. iii, 22.

Como serventes de Christo. Ef. vi, 5, 6.

Com boa vontade, como ao Senhor, e não como a homens. Ef. vi, 7; Col. iii, 23.

Como fazendo a vontade de Deus de todo o coração. Ef. vi, 6.

Com sinceridade de coração. Ef. vi, 5; Col. iii, 22.

De boa vontade. Ef. vi, 7.

Os que soffrem com paciencia são agradaveis a Deus. 1 Ped. ii, 19, 20.

§ OS BONS:

São servos de Christo. Col. iii, 24.

São irmãos muito amados no Senhor. Fil. 16.

São libertos do Senhor. 1 Cor. vii, 22.

São participantes dos privilegios do Evangelho. 1 Cor. xii, 13; Gal. iii, 28; Ef. vi, 8; Col. iii, 11.

São merecedores da confiança de seus amos. Gen. xxiv, 2, 4, 10; xxxix, 4.

São muitas vezes exaltados. Gen. xli, 40; Prov. xvii, 2.

São muitas vezes promovidos por seus amos. Gen. xxxix, 4, 5.

São tratados com distincção. Gen. xxiv, 31; Prov. xxvii, 18.

Fazem que seus amos sejam abençoados. Gen. xxx, 27, 30; xxxix, 3.

Fazem respeitar a doutrina de Deus nosso Salvador. Tit. ii, 10.

Deus é com elles. Gen. xxxi, 42; xxxix, 21; Act. vii, 9, 10.

Deus prospera-os. Gen. xxxix, 3.

Deus protege-os. Gen. xxxi, 7.

Deus guia-os. Gen. xxiv, 7, 27.

Deus abençoa-os. Matt. xxiv, 46.

São chorados depois de mortos. Gen. xxxv, 8.

Hão de receber o seu galardão. Ef. vi, 8; Col. iii, 24.

Os bens do amo augmentam nas mãos do bom servo. Gen. xxx, 29, 30.

§ CARACTERISTICOS DOS MÁUS SERVOS:

Servem só na presença. Ef. vi, 6; Col. iii, 22.

Servem só para agradar aos homens. Ef. vi, 6; Col. iii, 22.

São enganadores. 2 Reis, xix, 26; Ps. c, 6, 7.

Contenciosos. Gen. xiii, 7; xxvi, 20.

Avaros. 4 Reis, v, 20.

Mentirosos. 4 Reis, v, 22, 25.

Fraudulentos. Tit. ii, 10.

Glotões, etc. Matt. xxiv, 49.

Desapiedados para com os seus eguaes. Matt. xviii, 30.

Não se deixam corrigir. Prov. xxix, 19.

Não fazem bom uso da autoridade quando esta lhes é concedida. Prov. xxx, 21, 22 com Isa. iii, 5.

Hão de ser castigados. Matt. xxiv, 50.

Exemplo dos bons: _Eliezer_, Gen. cap. 24; _Debora_, Gen. xxiv, 59 com xxxv, 8; _Jacob_, Gen. xxxi, 36-40; _José_, Gen. xxxix, 3; Act. vii, 10; _Os criados de Booz_, Ruth, ii, 4; _O escudeiro de Jonathas_, 1 Reis, xiv, 6, 7; _Os criados de David_, 2 Reis, xii, 18; _A rapariga captiva_, 4 Reis, 2-4; _Os servos de Naaman_, 4 Reis, v, 13; _Os servos de Centurião_, Matt. viii, 9; _Os criados de Cornelio_, Act. x, 7; _Onesimo depois da sua conversão_, Fil. 11.

Exemplos dos máus: _Os pastores de Abrahão e Lot_, Gen. xiii, 7; _Os servos de Abimelech_, Gen. xxi, 25; _Os criados de Absalão_, 2 Reis, xiii, 28, 29; xiv, 30; (_Os criados de Absalão obedeciam a um senhor máu; podem-se definir mais bem como máus homens do que como máus servos_), _Siba_, 2 Reis, xvi, 1-4; _Os servos de Semei_, 3 Reis, ii, 39; _Jeroboão_, 3 Reis, xi, 26; _Zambri_, 3 Reis, xvi, 9; _Giezi_, 4 Reis, v, 20; _Os servos de Amon_, 4 Reis, xxi, 23; _Os criados de Job_, Job, xix, 16; _Os criados do Summo Pontifice_, Marc. xiv, 65; _Onesimo antes da sua conversão_, Fil. 11.

N.^O 271. SIMPLICIDADE.

É o contrario da sabedoria carnal. 2 Cor. i, 12.

É necessaria. Matt. xviii, 2, 3.

§ DEVE SER MANIFESTADA:

Na prégação do Evangelho. 1 Thes. ii, 3-7.

Em actos de benevolencia. Rom. xii, 8.

Em toda a nossa conducta. 2 Cor. i, 12.

Com respeito ao nosso saber. 1 Cor. iii, 18.

Com respeito ao mal. Rom. xvi, 19.

Com respeito á malicia. 1 Cor. xiv, 20.

Exhortações. Rom. xvi, 19; 1 Ped. ii, 2.

§ OS QUE A POSSUEM:

Recebem de Deus a sabedoria. Matt. xi, 25.

Recebem-a mediante a palavra de Deus. Ps. xviii, 8; cxviii, 130.

O Senhor dá-lhes a sua herança. Ps. cxv, 6.

Ensina-lhe entendimento. Prov. i, 4.

Derivam beneficio da correcção do proximo. Prov. xix, 25; xxi, 11.

Guardae-vos de vos apartardes da sinceridade que ha em Christo. 2 Cor. xi, 3.

Illustração. Matt. vi, 22.

Exemplos: _David_, Ps. cxxx, 1, 2; _Jeremias_, Jer. i, 6; _Os christãos Primitivos_, Act. ii, 46; iv, 32; _Paulo_, 2 Cor. i, 12.

N.^O 272. SINCERIDADE.

Em Christo nunca faltou. 1 Ped. ii, 22.

Os ministros da Egreja devem observal-a em todos os seus actos. Tit. ii, 7.

É contraria á sabedoria carnal. 2 Cor. i, 12.

§ DEVE CARACTERISAR:

O nosso amor para com Deus. 2 Cor. viii, 8, 24.

O nosso amor para com Christo. Ef. vi, 24.

O nosso serviço a Deus. Jos. xxiv, 14; João, iv, 23, 24.

O nosso amor do proximo. Rom. xii, 9; 1 Ped. i, 22; 1 João, iii, 18.

Toda a nossa conducta. 2 Cor. i, 12.

A prégação do Evangelho. 2 Cor. ii, 17; 1 Thes. ii, 3-5.

É o caracter distinctivo das doutrinas do Evangelho. 1 Ped. ii, 2.

N’algumas prégações falta. Filip. i, 16.

Nos impios falta. Ps. v, 10; liv, 22.

Exhortações. Ps. xxxiii, 14; 1 Cor. v, 8; 1 Ped. ii, 1.

Rogae que seja concedida ao proximo. Filip. i, 10.

Bemaventurado o homem que não conhece o dôlo. Ps. xxxi, 2.

Exemplos: _Os homens de Zabulon_, 1 Paral. xii, 33; _Ezequias_, Isa. xxxviii, 3; _Nathaniel_, João, i, 47; _Paulo_, 2 Cor. i, 12; _Timotheo_, 2 Tim. i, 5; _Loide e Eunice_, 2 Tim. i, 5; _Os remedios_, Apoc. xiv, 5.

N.^O 273. SOBERBA.

É peccado. Prov. xxi, 4.

Deus aborrece-a. Prov. vi, 16, 17; xvi, 5.

Christo aborrece-a. Prov. viii, 12, 13.

§ PROCEDE MUITAS VEZES:

De nos julgarmos melhores do que o proximo. Luc. xviii, 11, 12.

De palavras fastosas. Sof. iii, 11.

Do saber profano. 1 Cor. viii, 1.

Da falta de experiencia. 1 Tim. iii, 6.

De dureza. Lev. xxvi, 19.

Da posse do poder. Ezeq. xxx, 6.

Da posse de riquezas. 4 Reis, xx, 13.

É prohibida. 1 Reis, ii, 3; Rom. xii, 3, 16.

Pullue o homem. Marc. vii, 20, 22.

Endurece o coração. Dan. v, 20.

§ OS JUSTOS:

Não se ensoberbecem. Ps. cxxx, 1.

Não voltam os olhos para vaidades enganosas. Ps. xxxix, 5.

Lamentam-a no proximo. Jer. xiii, 17.

Aborrecem-a no proximo. Ps. c, 5.

Impede que busquemos a Deus. Ps. ix (2.^a parte), 4; Os. vii, 10.

Impede a acquisição do saber. Prov. xxvi, 12.

§ É CARACTERISTICO:

Do demonio. 1 Tim. iii, 6.

Do mundo. 1 João, ii, 16.

De falsos mestres. 1 Tim. vi, 3, 4.

Dos impios. Hab. ii, 4, 5; Rom. i, 30.

Vem do coração. Marc. vii, 21-23.

Domina os impios. Ps. lxxii, 6.

§ LEVA-NOS:

A desprezar a palavra de Deus e os seus ministros. Jer. xliii, 2.

Á perseguição. Ps. ix (2.^a parte) 2.

Á ira. Prov. xxi, 24.

A contendas. Prov. xiii, 10; xxviii, 25.

Á delusão. Jer. xlix, 16; Abd. 3.

Exhortação contra a soberba. Jer. xiii, 15.

§ TRAZ APOZ SI:

Ignominia. Prov. xxxix, 23; Isa. xxviii, 3.

Ruina. Prov. xvi, 18; xviii, 12.

Abundará nos ultimos dias. 2 Tim. iii, 2.

Ai dos soberbos. Isa. xxviii, 1, 3.

§ OS SOBERBOS:

Deus resiste-lhes. Thia. iv, 6.

São reduzidos a ignominia. Isa. xxiii, 9.

Retribuidos. Ps. xxx, 24.

Cobertos de confusão. Jer. xiii, 9.

Mortificados. Ex. xviii, 11; Isa. xiii, 11.

Abatidos. Ps. xvii, 28; Isa. ii, 12.

Humilhados. Dan. iv, 37 com Matt. xxiii, 12.

Dissipados. Luc. i, 51.

Castigados. Sof. ii, 10, 11; Mal. iv, 1.

Exemplos: _Aquitofel_, 2 Reis, xvii, 23; _Ezequias_, 2 Paral. xxxii, 25; _Pharaó_, 2 Esd. ix, 10; _Aman_, Esth. iii, 5; _Moab_, Isa. xvi, 6; _Tyro_, Isa. xxiii, 9; _Israel_, Isa. xxviii, 1; Os. v, 5, 9; _Judá_, Jer. xiii, 9; _Babylonia_, Jer. l, 29, 32; _Assur_, Ezeq. xxxi, 3, 10; _Nabucodonosor_, Dan. iv, 30; v, 20; _Balthazar_, Dan. v, 22, 23; _Edom_, Abd. 3; _Os Escribas_, Marc. xii, 38, 39; _Herodes_, Act. xii, 21-23; _Os Laodiceanos_, Apoc. iii, 17.

N.^O 274. SOBRIEDADE.

É-nos ordenada. 1 Ped. i, 13; v, 8.

É o fim do Evangelho recommendal-a. Tit. ii, 11, 12.

Devemos observal-a com vigilancia. 1 Thes. v, 6.

Com préces. 1 Ped. iv, 7.

§ É INDISPENSAVEL:

Aos ministros da Egreja. 1 Tim. iii, 2, 3; Tit. i, 8.

As esposas dos ministros. 1 Tim. iii, 11.

A homens edosos. Tit. ii, 2.

A mancebos. Tit. ii, 6.

A mulheres moças. Tit. ii, 4.

A todos os justos. 1 Thes. v, 6, 8.

As mulheres devem observal-a no seu vestuario. 1 Tim. ii, 9.

Devemos ser sobrios no saber. Rom. xii, 3.

No nosso modo de viver. Tit. ii, 12.

Motivos para sermos sobrios. 1 Ped. iv, 7; v, 8.

N.^O 275. SOLLICITUDE EXCESSIVA.

É prohibida nos negocios da vida. Matt. vi, 25; Luc. xii, 22, 29; João, vi, 27.

A bondade de Deus deve conservar-nos do cuidado excessivo. Matt. vi, 26, 28, 30; Luc. xxii, 35.

As promessas de Deus, devem affastar-nos d’ella. Heb. xiii, 5.

A confiança em Deus deve livrar-nos. Jer. xvii, 7, 8; Dan. iii, 16.

Devemos pôr-nos nas mãos de Deus. Ps. xxxvi, 5; liv, 23; Prov. xvi, 3; 1 Ped. v, 7.

Faz o Evangelho infructuoso. Matt. xiii, 22; Luc. viii, 14; xiv, 18-20.

Não vos interneis nos cuidados da vida. 1 Cor. vii, 32; Filip. ix, 6.

Não ficam bem a quem se dedica ao serviço de Deus. 2 Tim. ii, 4.

São inuteis. Matt. vi, 27; Luc. xii, 25, 26.

São vaidade. Ps. xxxviii, 7; Ecc. iv, 8.

Admoestações contra esse erro. Luc. xxi, 34.

Muitas vezes servem de castigo para os máus. Ezeq. iv, 16; xii, 19.

Exemplos: _Martha_, Luc. x, 41; _As pessoas que se offereceram para seguir a Christo_. Luc. ix, 57, etc.

N.^O 276. TEMOR PIO.

Tem por objecto a Deus. Isa. viii, 13.

Deus é o seu autor. Jer. xxxii, 39, 40.

Examinando as Escripturas aprendese o que é o temor de Deus. Prov. ii, 3-5.

§ ESTÁ DESCRIPTO COMO:

Detestação do mal. Prov. viii, 13.

Sabedoria. Job, xxviii, 28; Ps. cx, 10.

Thesoiro dos justos. Prov. xv, 16; Isa. xxxiii, 6.

Fonte da vida. Prov. xiv, 27.

Sancto. Ps. xix, 10.

Filial e reverencial. Heb. xii, 9, 28.

É-nos ordenado. Deut. xiii, 4; Ps. xxi, 24; Ecc. xii, 13; 1 Ped. ii, 17.

§ ESTIMULOS:

A santidade de Deus. Apoc. xv, 4.

A grandeza de Deus. Deut x, 12, 17.

A bondade de Deus. 1 Reis, xii, 24.

A clemencia de Deus. Ps. cxxix, 4.

As maravilhosas obras de Deus. Jos. iv, 23, 24.

Os juizos de Deus. Apoc. xiv, 7.

É caracteristico dos justos. Mal. iii, 16.

Os justos devem alegrar-se no Senhor com tremor. Ps. ii, 11.

§ É NECESSARIO:

No culto do Senhor. Ps. v, 7; lxxxviii, 8.

No serviço de Deus. Ps. ii, 11; Heb. xii, 28.

Para evitar o peccado. Ex. xx, 20.

Para reger com justiça. 2 Reis, xxiii, 3.

Para administração imparcial da justiça. 2 Paral. xix, 6-9.

Para aperfeiçoarmos a nossa sanctificação. 2 Cor. vii, 1.

§ OS QUE O TEM:

Agradam ao Senhor. Ps. cxlvi, 11.

Deus compadece-se d’elles. Ps. cii, 13.

Aceita-os. Act. x, 35.

Concede-lhes mercê. Ps. cii, 11, 17; Luc. i, 50.

São abençoados. Ps. cxi, 1; cxiv, 13.

Confiam em Deus. Ps. cxiv, 11; Prov. xiv, 26.

Desviam-se do mal. Prov. xvi, 6.

Discutem assumptos sanctos. Mal. iii, 16.

Não devem temer os homens. Isa. viii, 12, 13; Matt. x, 28.

Deus satisfaz-lhes os desejos. Ps. cxliv, 19.

Os seus dias são prolongados. Prov. x, 27.

§ É DO NOSSO DEVER:

Pedir que nos seja concedido. Ps. lxxxv, 11.

Manifestal-o nas nossas vocações. Col. iii, 22.

Responder com temor a todo aquelle que pedir razão da nossa esperança. 1 Ped. iii, 15, 16.

Mantel-o constantemente. Deut. xiv, 23; Jos. iv, 24; Prov. xxiii, 17.

Inculcal-o ao proximo. Ps. xxxiii, 12.

Vantagens que d’elle resultam. Prov. xv, 16; xix, 23; Ecc. viii, 12, 13.

Para os injustos não ha temor de Deus. Ps. xxxv, 2; Prov. i, 29; Jer. ii, 19; Rom. iii, 18.

Exemplos: _Abrahão_, Gen. xxii, 12. _José_, Gen. xxxix, 9; xlii, 18. _Abdias_, 3 Reis, xviii, 12. _Nehemias_, 2 Esd. v, 15. _Job_, Job, i, 1, 8. _Os christãos primitivos_, Act. ix, 31. _Cornelio_, Act. x, 2. _Noé_, Heb. xi, 7.

N.^O 277. TEMOR IMPIO.

É caracteristico dos máus. Apoc. xxi, 8.

§ ESTÁ DESCRIPTO COMO:

Temor do poder de idolos. 4 Reis, xvii, 38.

Dos homens. 1 Reis, xv, 24; João, ix, 22.

Dos castigos do Senhor. Isa. ii, 19; Luc. xxi, 26; Apoc. vi, 16, 17.

De castigos futuros. Heb. x, 27.

Excessivo. Ex. xv, 16; Job, xv, 21, 24.

Consumidos. Ps. lxxii, 19.

A consciencia do mal produz este temor. Gen. iii, 8, 10; Ps. lii, 6; Prov. xxviii, 1.

Apossa-se dos impios. Job, xv, 24; xviii, 11.

Surprehende o hypocrita. Isa. xxxiii, 14, 18.

É dado em castigo aos peccadores. Lev. xxvi, 16, 17; Deut. xxviii, 65-67; Jer. xlix, 5.

Ha de realisar-se o seu temor. Prov. i, 27; x, 24.

Deus então zombará d’elles. Prov. i, 26.

Algumas vezes os justos são tentados a sentil-o. Ps. liv, 6.

Os que escutam o Senhor descançam sem temor. Prov. i, 33; Isa. xiv, 3.

A confiança em Deus é preservativo contra elle. Ps. xxvi, 1.

Exhortações. Isa. viii, 12; João, xiv, 27.

Exemplos: _Adão_, Gen. iii, 10. _Caim_, Gen. iv, 14. _Os Madianitas_, Juiz. vii, 21, 22. _Os Philisteos_, 1 Reis, xiv, 15. _Saul_, 1 Reis, xxviii, 5, 20. _Os convidados de Adonias_, 3 Reis, i, 49. _Aman_, Est. vii, 6. _Accaz_, Isa. vii, 2. _Balthazar_, Dan. v, 6. _Pilatos_, João, xix, 8. _Felix_, Act. xxiv, 25.

N.^O 278. TENTAÇÃO.

Deus não póde tentar para o mal. Thia. i, 13.

§ PROCEDE:

Da concupiscencia. Thia. i, 14.