Part 15
A quem os fazia. Matt. xvii, 20; xxi, 21; João, xiv, 12; Act. iii, 16; vi, 8.
E áquelles para quem eram feitos. Matt. ix, 28; xiii, 58; Marc. ix, 22-24; Act. xiv, 9.
Devem ser lembrados. 1 Paral. xvi, 12; Ps. civ, 5.
Devem ser contados ás gerações futuras. Ex. x, 2; Juiz. vi, 13.
Por si só não bastam para produzir conversão. Luc. xvi, 31.
§ OS IMPIOS:
Desejam presencial-os. Matt. xxvii, 42; Luc. xi, 29; Luc. xxiii, 8.
Reconheceram-os frequentemente. João, xi, 47; Act. iv, 16.
Não os consideram. Ps. cv, 7.
Não os conhecem. Marc. vi, 52.
Esquecem-se. 2 Esd. ix, 17; Ps. lxxvii, 1, 11.
Não se deixam convencer. Num. xiv, 22; João, xii, 37.
É crime regeitar a evidencia que elles offerecem. Matt. xi, 20-24; João, xv, 24.
N.^O 201. MILAGRES DE CRISTO.
Converteu a agua em vinho. João, ii, 6-10.
Curou o filho do Regulo. João, iv, 46-53.
Curou o criado do Centurião. Matt. viii, 5-13.
Evocou assombradora redada de peixes. Luc. v, 4-6; João, xxi, 6.
Expelliu demonios. Matt. viii, 28-32; ix, 32, 33; xv, 22-28; xvii, 14-18; Marc. i, 23-27.
Curou a sogra de Pedro. Matt. viii, 14, 15.
Alimpou leprosos. Matt. viii, 3; Luc. xvii, 14.
Curou o paralytico. Marc. ii, 3-12.
Sarou a mão resicada. Matt. xii, 10-13.
Sarou o homem entrevado. João, v, 5-9.
Resuscitou mortos. Matt. ix, 18, 19, 23-25; Luc vii, 12-15; João, xi, 11-44.
Curou um fluxo de sangue. Matt. ix, 20-22.
Deu vista a cégos. Matt. ix, 27-30; Marc. viii, 22-25; João, ix, 1-7.
Sanou o surdo-mudo. Marc. vii, 32-35.
Deu de comer a grande multidão de gente. Matt. xiv, 15-21; xv, 32-38.
Caminhou no mar. Matt. xiv, 25-27.
Fez a Pedro caminhar no mar. Matt. xiv, 29.
Calmou a tempestade. Matt. viii, 23-26; xiv, 32.
Fez chegar de repente a embarcação. João, vi, 21.
Fez apparecer o dinheiro do tributo. Matt. xvii, 26.
Curou a mulher possessa. Luc. xiii, 11-13.
Curou o hydropico. Luc. xiv, 2-4.
Seccou a figueira. Matt. xxi, 19.
Sarou Malco, servo do Summo Pontifice. Luc. xxii, 50, 51.
Fez milagres em presença dos mensageiros de João. Luc. vii, 21, 22.
Curou muitas e diversas molestias. Matt. iv, 23, 24; xiv, 14; xv, 30; Marc. i, 34; Luc. vi, 17-19.
Transfigurou-se. Matt. xvii, 1-8.
Resuscitou. Luc. xxiv, 6; João, x, 18.
Appareceu aos discipulos, estando as portas fechadas. João, xx, 19.
Subiu ao Céo. Act. i, 9.
N.^O 202. MILAGRES FEITOS POR SERVOS DE DEUS.
§ MOYSÉS E ARÃO:
A vara convertida em serpente. Ex. iv, 3; vii, 10.
A serpente transformada na vara. Ex. iv, 4.
A mão com lepra. Ex. iv, 6.
A mão sarada. Ex. iv, 7.
Agua convertida em sangue. Ex. iv, 9, 30.
Rio convertido em sangue. Ex. vii, 20.
As rãs cobrem a terra. Ex. viii, 6.
As rãs desapparecem. Ex. viii, 13.
O pó da terra convertido em mosquitos. Ex. viii, 17.
Vem as moscas. Ef. viii, 21-24.
As moscas desapparecem. Ex. viii, 31.
Os animaes são atacados de pestilencia. Ex. ix, 3-6.
Os homens são atacados de ulceras e tumores. Ex. ix, 10, 11.
Chuva de pedra e trovões são expedidos sobre a terra. Ex. ix, 23.
Chuva de pedra e trovões são retirados. Ex. ix, 33.
Inflicção de gafanhotos e vento abrazador. Ex. x, 13.
Termina esta inflicção. Ex. x, 19.
As trevas cobrem a terra. Ex. x, 22.
O Senhor fere os primogenitos do Egypto. Ex. xii, 29.
As aguas do mar Vermelho dividem-se. Ex. xiv, 21, 22.
Os egypcios são envoltos nas ondas. Ex. xiv, 26-28.
As aguas de Mara são adoçadas. Ex. xv, 25.
Sae agua da pedra de Horeb. Ex. xvii, 6.
Amalec é vencido. Ex. xvii, 11-13.
Destruição de Coré. Num. xvi, 28-32.
Copiosas aguas saem da pedra de Cades. Num. xx, 11.
Serpente de metal que curava. Num. xxi, 8, 9.
§ JOSUÉ:
Divide as aguas do Jordão. Jos. iii, 10-17.
As aguas voltam ao seu curso. Jos. iv, 18.
Tomada de Jericó. Jos. vi, 6-20.
O sol e a lua param. Jos. x, 12-14.
Destruição dos Madianitas. Juiz. vii, 16-22.
§ SANSÃO:
Despedaça um leão. Juiz. xiv, 6.
Mata os philisteos. Juiz. xiv, 19; xv, 15.
Leva comsigo as portas de Gaza. Juiz. xvi, 3.
Deita abaixo a casa de Dagon. Juiz. xvi, 30.
§ SAMUEL:
Chuva e trovoada na colheita. 1 Reis, xii, 18.
§ O PROPHETA DE JUDA:
Mirra-se a mão de Jeroboão. 3 Reis, xiii, 4.
O Altar divide-se. 3 Reis, xiii, 5.
A mão mirrada torna ao seu natural. 3 Reis, xiii, 6.
§ ELIAS:
Manda uma sêcca. 3 Reis, xvii, 1; Thia. v, 17.
A farinha e o azeite augmentam. 3 Reis, xvii, 14-16.
Restaura um menino á vida. 3 Reis, xvii, 22, 23.
O fogo do Senhor devora o holocausto. 3 Reis, xviii, 36, 38.
O fogo do Céo devora muitos homens. 4 Reis, i, 10-12.
A secca termina. 3 Reis, xviii, 41-45; Thia. v, 18.
Divide as aguas do Jordão. 4 Reis, ii, 8.
Um remoinho o leva ao Céo. 4 Reis, ii, 11.
§ ELYSEU:
Divide as aguas do Jordão. 4 Reis, ii, 14.
Sara as aguas. 4 Reis, ii, 21, 22.
Quarenta e dois meninos despedaçados por dois ursos. 4 Reis, ii, 24.
O azeite augmentado. 4 Reis, iv, 1-7.
Criança restaurada á vida. 4 Reis, iv, 32-35.
Cura de Naaman. 4 Reis, v, 10-14.
Giezi torna-se leproso. 4 Reis, v, 27.
O ferro sobe ao lume da agua. 4 Reis, vi, 6.
Os Syros são feridos de cegueira. 4 Reis, vi, 18.
Os Syros recobram a vista. 4 Reis, vi, 20.
Homem resuscitado. 4 Reis, xiii, 21.
§ ISAIAS:
Cura a Ezequias. Reis, xx, 7.
A sombra no mostrador do relogio retrocede. 4 Reis, xx, 11.
§ OS SETENTA DISCIPULOS:
Varios milagres. Luc. x, 9, 17.
§ OS APOSTOLOS ETC.:
Fizeram muitos milagres. Act. ii, 43; v, 12.
§ PEDRO:
Sanou um coxo. Act. iii, 7.
A morte de Ananias. Act. v, 5.
A morte de Safira. Act. v, 10.
Cura dos doentes. Act. v, 15, 16.
Cura do paralytico Eneas. Act. ix, 34.
Dorcas restaurada a vida. Act. ix, 40.
§ ESTEVÃO:
Faz grandes milagres. Act. vi, 8.
§ FILIPPE:
Varios milagres. Act. viii, 6, 7, 13.
§ PAULO:
Cega a Elymas. Act. xiii, 11.
Cura a um coxo. Act. xiv, 10.
Expulsa um espirito maligno. Act. xvi, 18.
Milagres especiaes. Act. xix, 11, 12.
Restaura Eutyco á vida. Act. xx, 10-12.
Torna innoffensiva a mordedura de uma cobra. Act. xxviii, 5.
Cura o pae de Publio. Act. xxviii, 8.
§ PAULO E BARNABÉ:
Varios milagres. Act. xiv, 3.
N.^O 203. MILAGRES OBRADOS PELOS AGENTES DO MAL.
Effeitos pelo poder de Satanaz. 2 Thes. ii, 9; Apoc. xvi, 14.
§ COM O FIM DE:
Soster religiões falsas. Deu. xiii, 1, 2.
Por falsos Christos. Matt. xxiv, 24.
Por falsos prophetas. Matt. xxiv, 24; Apoc. xix, 20.
É signal de apostasia. 2 Thes. ii, 3, 9; Apoc. xiii, 13.
Não os devemos considerar. Deut. xiii, 3.
Illudem os impios. 2 Thes. ii, 10-12; Apoc. xiii, 14; xix, 20.
Exemplos: _Os magicos do Egypto_, Ex. vii, 11, 22; viii, 7; _A feiticeira de Endor_, 1 Reis, xxviii, 7-14; _Simão Mago_, Act. viii, 9-11.
N.^O 204. MINISTROS DA EGREJA.
São chamados por Deus ao ministerio. Ex. xxviii, 1 com Heb. v, 4.
Qualificados por Deus. Isa. vi, 5-7; 2 Cor. iii, 5, 6.
Commissionados por Christo. xxviii, 19.
Mandados pelo Espirito Santo. Act. xiii, 2, 4.
A sua autoridade vem de Deus. 2 Cor. x, 8; xiii, 10.
A sua auctoridade é para edificação. 2 Cor. x, 8; xiii, 10.
São escolhidos para o Evangelho. Rom. i, 1.
O Evangelho é-lhes confiado. 1 Thes. ii, 4.
§ SÃO DESIGNADOS COMO:
Embaixadores em nome de Christo. 2 Cor. v, 20.
Ministros de Christo. 1 Cor. iv, 1.
Dispenseiros dos mysterios de Deus. 1 Cor. iv, 1.
Defensores da fé. Filip. i, 7.
Servos do povo de Christo. 2 Cor. iv, 5.
Especialmente protegidos de Deus. 2 Cor. i, 10.
São necessarios. Matt. ix, 37, 38; Rom. x, 14.
São excellentes. Rom. x, 15.
Sem a graça de Deus trabalhariam em vão. 1 Cor. iii, 7; xv, 10.
São comparados a vasos de barro. 2 Cor. iv, 7.
§ DEVEM SER:
Puros. Isa. lii, 11; 1 Tim. iii, 9.
Santos. Ex. xxviii, 36; Lev. xxi, 6; Tit. i, 8.
Humildes. Act. xx, 19.
Pacientes. 2 Cor. vi, 4; 2 Tim. ii, 24.
Irreprehensiveis. 1 Tim. iii, 2; Tit. i, 7.
De boa vontade. Isa. vi, 8; 1 Ped. v, 2.
Desinteressados. 2 Cor. xii, 14; 1 Thes. ii, 6.
Imparciaes. 1 Tim. v, 21.
Soffridos. 1 Thes. ii, 7; 2 Tim. ii, 24.
Dedicados. Act. xx, 24; Filip. i, 20, 21.
Fortes pela graça. 2 Tim. ii, 1.
Abnegados. 1 Cor. ix, 27.
Sobrios, justos e moderados. Lev. x, 9; Tit. i, 8.
Hospitaleiros. 1 Tim. iii, 2; Tit. i, 8.
Aptos para ensinar. 1 Tim. iii, 2; 2 Tim. ii, 24.
Estudiosos e meditativos. 1 Tim. iv, 13, 15.
Vigilantes. 2 Tim. iv, 5.
Dados á oração. Ef. iii, 14; Filip. i, 4.
Bons paes de familia. 1 Tim. iii, 4, 12.
Affeiçoados ao seu povo. Filip. i, 7; 1 Thes. ii, 8, 11.
Exemplos do seu rebanho. Filip. iii, 17; 2 Thes. iii, 9; 1 Tim. iv, 12; 1 Ped. v, 3.
§ NÃO DEVEM SER:
Dominadores da Cleresia. 1 Ped. v, 3.
Avaros de lucro vergonhoso. Act. xx, 33; 1 Tim. iii, 3, 8; 1 Ped. v, 2.
Litigiosos. 1 Tim. iii, 3; Tit. i, 7.
Ardilosos. 2 Cor. iv, 2.
Amigos de agradar aos homens. Gal. i, 10; 1 Thes. ii, 4.
Facilmente desalentados. 2 Cor. iv, 8, 9; vi, 10.
Estorvados pelos cuidados da vida. Luc. ix, 60; 2 Tim. ii, 4.
Dados ao vinho. 1 Tim. iii, 3; Tit. i, 7.
Devem buscar a salvação do seu rebanho. 1 Cor. x, 33.
Não dar escandalo desnecessariamente. 1 Cor. x, 32, 33; 2 Cor. vi, 3.
Cumprir com todos os deveres do evangelista. 2 Tim. iv, 5.
§ INCUMBE-LHES:
Prégar o Evangelho a todos. Marc. xvi, 15; 1 Cor. i, 17.
Apascentar a Egreja. Jer. iii, 15; João, xxi, 15-17; Act. xx, 28; 1 Ped. v, 2.
Edificar a Egreja. 2 Cor. xii, 19; Ef. iv, 12.
Velar pelas almas ao seu cuidado. Heb. xiii, 17.
Orar pelo seu povo. Joel, ii, 17; Col. i, 9.
Fortificar a fé do seu povo. Luc. xxii, 32; Act. xiv, 22.
Ensinar. 2 Tim. ii, 2.
Exhortar. Tit. i, 9; ii, 15.
Advertir carinhosamente. Act. xx, 31.
Reprehender. Tit. i, 13; ii, 15.
Consolar. 2 Cor. i, 4-6.
Convencer aos que contradizem. Tit. i, 9.
Militar boa milicia. 1 Tim. i, 18; 2 Tim. iv, 7.
Não se poupar. 2 Tim. ii, 3.
§ DEVEM PRÉGAR:
A Christo crucificado. Act. viii, 5, 35; 1 Cor. ii, 2.
Arrependimento e fé. Act. xx, 21.
Em conformidade com os oraculos de Deus. 1 Ped. iv, 11.
Em toda a parte. Marc. xvi, 20; Act. viii, 4.
Não com estylo pretencioso. 1 Cor. i, 17; ii, 1, 4.
Considerando-se como servos do Senhor. 2 Cor. iv, 5.
Sem impostura. 2 Cor. ii, 17; iv, 2; 1 Thes. ii, 3, 5.
Plenamente e sem reserva. Act. v, 20; xx, 20, 27; Rom. xv, 19.
Sem temor dos que matam o corpo. Isa. lviii, 1; Ezeq. ii. 6; Matt. x, 27, 28.
Com confiança. 2 Cor. iii, 12.
Com zelo. 1 Thes. ii, 8.
Com perseverança. Act vi, 4; 2 Tim. iv, 2.
Consistentemente. 2 Cor. i, 18,19.
Reflectidamente. 1 Tim. iv, 16.
De boa vontade e com caridade. Filip. i, 15-17.
Com lealdade. Ezeq. iii, 17, 18.
Sem remuneração, se fôr possivel. 1 Cor. ix, 18; 1 Thes. ii, 9.
Ai d’aquelles que não prégarem o Evangelho. 1 Cor. ix, 16.
§ QUANDO SÃO LEAES E SINCEROS:
Comportam-se em tudo como ministros do Senhor. 2 Cor. vi, 4.
Dão graças a Deus pelos dons outorgados ao seu povo. 1 Cor. i, 4; Filip. i, 3; 1 Thes. iii, 9.
Gloriam-se no seu povo. 2 Cor. vii, 4.
Regozijam-se da fê e santidade do seu povo. 1 Thes. ii, 19, 20; iii, 6-9.
Recommendam-se á consciencia dos homens. 2 Cor. iv, 2.
São recompensados. Matt. xxiv, 47; 1 Cor. iii, 14; ix, 17, 18; 1 Ped. v, 4.
§ OS INSINCEROS E FALSOS:
Descriptos. Isa. lvi, 10-12; Tit. i, 10, 11.
São traidores ao seu povo. João, x, 12.
São delusores. Jer. vi, 14; Matt. xv, 14.
São movidos pela avareza. Miq. iii, 11; 2 Ped. ii, 3.
Hão de ser castigados. Ezeq. xxxiii, 6-8; Matt. xxiv, 48-51.
§ É OBRIGAÇÃO DO POVO:
Consideral-os como mensageiros de Deus. 1 Cor. iv, 1; Gal. iv, 14.
Não os despresar. Luc. x, 16; 1 Tim. iv, 12.
Attender ás suas instrucções. Mal. ii, 7; Matt. xxiii, 3.
Seguir o seu exemplo. 1 Cor. xi, 1; Filip. iii, 17.
Imitar a fé. Heb. xiii, 7.
Tratal-os com honra. Filip. ii, 29; 1 Thes. v, 13; 1 Tim. v, 17.
Com affecto. 2 Cor. viii, 7; 1 Thes. iii, 6.
Orar por elles. Rom. xv, 30; 2 Cor. i, 11; Ef. vi, 19; Heb. xiii, 18.
Obedecer-lhes. 1 Cor. xvi, 16; Heb. xiii, 17.
Ser-lhes motivo de alegria. 2 Cor. i, 14; ii, 3.
Ajudal-os. Rom. xvi, 9; Filip. iv, 3.
Mantel-os. 2 Paral. xxxi, 4; 1 Cor. ix, 7-11; Gal. vi, 6.
Orar pelo seu augmento. Matt. ix, 38.
Exemplos dos _sinceros_: _Os onze apostolos_, Matt. xxviii, 16-19; _Os setenta e dois_, Luc. x, 1, 17; _Matthias_, Act. i, 26; _Filippe_, Act. viii, 5; _Barnabé_, Act. xi, 23; _Simão_, etc. Act. xiii, 1; _Paulo_, Act. xxviii, 31; _Tyquico_, Ef. vi, 21; _Timotheo_, Filip. ii, 22; _Epafrodito_, Filip. ii, 25; _Arquippo_, Col. iv, 17; _Tito_, Tit. i, 5.
N.^O 205. MISERICORDIA.
Segundo o exemplo de Deus. Luc. vi, 36.
É-nos inculcada. 4 Reis, vi, 21-23; Os. xii, 6; Rom. xii, 20, 21; Col. iii, 12.
Deve ser gravada no coração. Prov. iii, 3.
Deve ser caracteristico dos justos. Ps. xxxvi, 26; Isa. lvii, 1.
§ DEVEMOS EXERCEL-A:
Com alegria. Rom. xii, 8.
Para com os proximos. Zac. vii, 9.
Para com os que estão em trabalhos. Luc. x, 37.
Para com os pobres. Prov. xiv, 31; Dan. iv, 27.
Para com os reincidentes. Luc. xv, 18-20; 2 Cor. ii, 6-8.
Para com os animaes. Prov. xii, 10.
Dá firmeza ao throno dos Reis. Prov. xx, 28.
É beneficial a quem a exerce. Prov. xi, 17.
Bemaventurado o que a pratica. Prov. xiv, 21; Matt. v, 7.
Os hypocritas não a praticam. Matt. xxiii, 23.
Denunciações contra aquelles que a não praticam. Os. iv, 1, 3; Matt. xviii, 23-35; Thia. ii, 13.
N.^O 206. MISSIONARIOS, TODO O CHRISTÃO DEVE OBRAR COMO SE FOSSE.
Segundo o exemplo de Christo. Act. x, 38.
Não só homens, mas tambem mulheres e crianças. Ps. viii, 3; Prov. xxxi, 26; Matt. xxi, 15, 16; Filip. iv, 3; 1 Tim. v, 10; Tit. ii, 3-5; 1 Ped. iii, 1.
O zelo dos idolatras deve incital-os. Jer. vii, 18.
O zelo dos hypocritas deve incital-os. Matt. xxiii, 15.
É um dever indispensavel. Juiz. v, 23; Luc. xix, 40.
O motivo porque cabe este dever a todos. 2 Cor. v, 14, 15.
Por fracos que sejam. 1 Cor. i, 27.
Em virtude da sua vocação de santos. Ex. xix, 6; 1 Ped. ii, 9.
Como fieis dispenseiros. 1 Ped. iv, 10, 11.
Na mocidade. Ps. lxx, 17; cxlviii, 12, 13.
Na velhice. Deut. xxxii, 7; Ps. lxx, 18.
Nas suas familias. Deut. vi, 7; Ps. lxxvii, 5-8; Isa. xxxviii, 19; 1 Cor. vii, 16.
Nas suas relações com o mundo. Matt. v, 16; Filip. ii, 15, 16; 1 Ped. ii, 12.
Entregando-se primeiro a si mesmos a Deus. 2 Cor. viii, 5.
Declarando o que Deus lhe tem feito a elles. Ps. lxv, 16, cxv, 16-19.
Aborrecendo a vida por amor de Christo. Luc. xiv, 26.
Confessando a Christo abertamente. Matt. x, 32.
Seguindo a Christo. Luc. xiv, 27; xviii, 22.
Preferindo Christo aos parentes. Luc. xiv, 26; 1 Cor. ii, 2.
Soffrendo alegremente por amor de Christo. Heb. x, 34.
Abandonando tudo por Christo. Luc. v, 11.
Dando um santo exemplo. Matt. v, 16; Filip. ii, 15; 1 Thes. i, 7.
Tendo boa conducta. 1 Ped. ii, 12.
Tendo valor santo. Ps. cxviii, 46.
Dedicando-se ao serviço de Deus. Jos. xxiv, 15; Ps. xxvi, 4.
Dedicando a Deus todos os seus bens. 1 Paral. xxix, 2, 3, 14, 16; Ecc. xi, 1; Matt. vi, 19, 20; Marc. xii, 44; Luc. xii, 33; xviii, 22, 28; Act. ii, 45; iv, 32-34.
Conversando piamente. Ps. xxxvi, 30 com Prov. x, 31; xv, 7; Ef. iv, 29; Col. iv, 6.
Falando de Deus e das suas obras. Ps. lxx, 24; lxxvi, 13; cxviii, 27; cxliv, 11, 12.
Glorificando a Deus. Isa. xliii, 21.
Convidando outros a abraçarem o Evangelho. Ps. xxxiii, 9; Isa. ii, 3; João, i, 46; iv, 29.
Buscando a edificação do proximo. Rom. xiv, 19; xv, 2; 1 Thes. v, 11.
Admoestando. 1 Thes. v, 14; 2 Thes. iii, 15.
Reprehendendo. Lev. xix, 17; Ef. v, 11.
Ensinando e exhortando. Ps. xxxiii, 12; l, 15; Col. iii, 16; Heb. iii, 13; x, 25.
Intercedendo. Col. iv, 3; Heb. xiii, 18; Thia. v, 16.
Auxiliando os ministros da Egreja na sua obra. Rom. xvi, 3, 9; 2 Cor. xi, 9; Filip. iv, 14-16; 3 João, 6.
Dando a razão da sua fé. Ex. xii, 26, 27; Deut. vi, 20, 21; 1 Ped. iii, 15.
Animando os fracos. Isa. xxxv, 3, 4; Rom. xiv, 1; xv, 1; 1 Thes. v, 14.
Visitando e soccorrendo os pobres e enfermos, etc. Lev. xxv, 35; Ps. cxi, 9 com 2 Cor. ix, 9; Matt. xxv, 36; Act. xx, 35; Thia. i, 27.
De bom grado. Ex. xxxv, 29; 1 Paral. xxix, 9, 14.
Com liberalidade superabundante. Ex. xxxvi, 5-7; 2 Cor. viii, 3.
Beneficios que pódem advir de missionar. Prov. xi, 25, 30; 1 Cor. i, 27; Thia. v, 19, 20.
Bemaventurado o que faz. Dan. xii, 3.
Illustração. Matt. xxv, 14; Luc. xix, 13, etc. etc.
Exemplos: _Anna_, 1 Reis, ii, 1-10. _A rapariga captiva_, 4 Reis, v, 3; _Os chefes das familias de Juda_, etc. 1 Esd. i, 5; _Sidrach_, etc. Dan. iii, 16-18; _O vexado do demonio_. Marc. v, 20; _Os pastores_, Luc. ii, 17; _Anna_, Luc. ii, 38; _Joanna_, etc. Luc. viii, 3; _O leproso_, Luc. xvii, 15; _Os discipulos_, Luc. xix, 37, 38; _O Centurião_, Luc. xxiii, 47; _André_, João, i, 41, 42; _Filippe_, João, i, 46; _A mulher de Samaria_, João, iv, 29; _Barnabé_, Act. iv, 36, 37; _Os fieis perseguidos_, Act. viii, 4; xi, 19, 20; _Apollo_, Act. xviii, 25; _Aquila_, etc. Act. xviii, 26; _Varios individuos_, Rom. cap. 16; _Onesiforo_, 2 Tim. i, 16; _Filemon_, Fil. 1-6.
N.^O 207. MISSÕES DESEMPENHADAS PELOS MINISTROS DA EGREJA.
Foram ordenadas aos apostolos. Matt. xxviii, 19; Marc. xvi, 15.
Autorisadas por predicções ácerca dos Gentios, etc. Isa. xlii, 10-12; lxvi, 19.
São acordes com os fins de Deus. Luc. xxiv, 46, 47; Gal. i, 15, 16; Col. i, 25-27.
Dirigidas pelo Espirito Santo. Act. xiii, 2.
São necessarias. Luc. x, 2; Rom. x, 14, 15.
O Espirito Santo chama-nos a ellas. Act. xiii, 2.
Christo deu-nos o exemplo. Matt. iv, 17, 23; xi, 1; Marc. i, 38, 39; Luc. viii, 1.
Christo mandou os seus discipulos missionar. Marc. iii, 14; vi, 7; Luc. x, 1-11.
Obrigações a cumprir. Act. iv, 19, 20; Rom. i, 13-15; 1 Cor. ix, 16.
Excellencia da missão. Isa. lii, 7 com Rom. x, 15.
Os interesses mundanos não devem servir de obstaculo. Luc. ix, 59-62.
Deus qualifica-nos para a obra. Ex. iii, 11, 18; iv, 11, 12, 15; Isa. vi, 5-9.
Fortalece-nos. Jer. i, 7-9.
Ha erro e perigo em fugir a ella. Jon. i, 3, 4.
Para bem a desempenhar é necessario ser cordato e humilde. Matt. x, 16.
Estae promptos para vos dedicardes a ella. Isa. vi, 8.
Ajudae aquelles que se dedicam. Rom. xvi, 1, 2; 2 Cor. xi, 9; 3 João, 5-8.
Os collaboradores devem estar em harmonia. Gal. ii, 9.
§ O SEU BOM EXITO:
Deve ser objecto das nossas supplicas. Ef. vi, 18, 19; Col. iv, 3.
Motivo de alegria. Act. xv, 3.
Motivo de louvor. Act. xi, 18; xxi, 19, 20.
A esphera da obra não tem limites. Isa. xi, 9; Marc. xvi, 15; Apoc. xiv, 6.
Devemos aproveitar todas as opportunidades favoraveis á obra. 1 Cor. xvi, 9.
Exemplos: _Os levitas_, 2 Paral. xvii, 8, 9; _Jonas_, Jon. iii, 2; _Os setenta e dois_, Luc. x, 1, 17; _Os apostolos_, Marc. vi, 12; Act. xiii, 2-5; _Filippe_, Act. viii, 5; _Paulo_, etc. Act. xiii, 2-4; _Silas_, Act. xv, 40, 41; _Timotheo_, Act. xvi, 3; _Noé_, 2 Ped. ii, 5.
N.^O 208. MORTE ESPIRITUAL.
Tal é o estarmos alienados de Deus. Ef. iv, 18.
A prudencia da carne. Rom. viii, 6.
Andarmos em delictos e peccados. Ef. ii, 1; Col. ii, 13.
A ignorancia espiritual. Isa. ix, 2; Matt. iv, 16; Luc. i, 79; Ef. iv, 18.
A incredulidade. João, iii, 36; 1 João, v, 12.
O viver em deleites. 1 Tim. v, 6.
A hypocrisia. Apoc. iii, 1, 2.
É consequencia da queda. Rom. v, 15.
É por natureza o estado da humanidade. Rom. vi, 13; viii, 6.
Os seus fructos são obras mortas. Heb. vi, 1; ix, 14.
Somos chamados d’entre os mortos. Ef. v, 14.
Somos remidos por Christo. João, v, 24, 25; Ef. ii, 5; 1 João, v, 12.
Os justos são resuscitados. Rom. vi, 13.
O amor ao proximo é prova de estar resuscitado. 1 João, iii, 14.
Illustrado. Ezeq. xxxvii, 2, 3; Luc. xv, 24.
N.^O 209. MORTE NATURAL.
Acarreado por Adão. Gen. iii, 19; 1 Cor. xv, 21, 22.
É consequencia do peccado. Gen. ii, 17; Rom. v, 12.
É sorte de todos. Ecc. viii, 8; Heb. ix, 27.
É ordenada por Deus. Deut. xxxii, 39; Job, xiv, 5.
Põe termo a todos os projectos humanos. Ecc. ix, 10.
Priva-nos das nossas possessões terrestres. Job, i, 21; 1 Tim. vi, 7.
Nivella todas as condições. Job, iii, 17-19.
Christo triumphou d’ella. Rom, vi, 9; Apoc. i, 18.
Christo aboliu-a. 2 Tim. i, 10.
Christo ha de finalmente destruil-a. Os. xiii, 14; 1 Cor. xv, 26.
Christo livra-nos do medo da morte. Heb. ii, 15.
Considerae-a como proxima. Job, xiv, 1, 2; Ps. xxxviii, 5, 6; lxxxix, 9; 1 Ped. i, 24.
Preparae-vos para ella. 4 Reis, xx, 1.
Orae para que estejaes preparado. Ps. xxxviii, 5, 14; lxxxix, 12.
Esperando-a devemos obrar com presteza. Ecc. ix, 10; João, ix, 4.
Escapando-lhe por algum tempo, devemos redobrar a nossa devoção. Ps. lv, 12, 13; cxvii, 17; Isa. xxxviii, 18, 20.
Henoch e Elias foram isentos. Gen. v, 24 com Heb. xi, 5; 4 Reis, ii, 11.
Ha de haver resurreição para todos. Act. xxiv, 15.
No céo ninguem está sujeito a ella. Luc. xx, 36; Apoc. xxi, 4.
A mudança operada pela conversão illustrada por ella. Rom. vi, 2; Col. ii, 20.
§ ESTÁ DESIGNADA:
Como um somno. Deut. xxxi, 16; João, xi, 11.
Como a demolição da nossa morada terrestre. 2 Cor. v, 1.
Como o deixarmos o nosso tabernaculo. 2 Ped. i, 14.
Como a reclamação da alma por Deus. Luc. xii, 20.
Como o tomarmos o caminho do qual se não regressa. Job, xvi, 23.
Como o irmos ajuntar-nos á nossa gente. Gen. xlix, 32.
Como não louvando o Senhor. Ps. cxiii (2.^a parte) 17.
Como rendendo o espirito. Act. v, 10.
Como o tornarmo-nos em terra. Gen. iii, 19; Ps. ciii, 29.
Como flôr que sae e é pisada. Job, xiv, 2.
Como sombra fugitiva. Job, xiv, 2.
Como desprendimento da carne. Filip. i, 23.
N.^O 210. MORTE ETERNA.
É a consequencia necessaria do peccado. Rom. vi, 16, 21; viii, 13; Thia. i, 15.
É o estipendio do peccado. Rom. vi, 23.
A sorte dos impios. Matt. xxv, 41, 46; Rom. i, 32.
O caminho está descripto. Ps. ix (1.^a parte) 18; Matt. vii, 13.
A justiça propria leva-nos á morte eterna. Prov. xiv, 12.
Só Deus a póde infligir. Matt. x, 28; Thia. iv, 12.
§ ESTÁ EXPLICADA COMO:
Perdição ante a face do Senhor. 2 Thes. i, 9.
Sociedade com o demonio, etc. Matt. xxv, 41.
Um tanque de fogo. Apoc. xix, 20; xxi, 8.
Um bicho que os róe e nunca morre. Marc. ix, 45.
Trevas exteriores. Matt. xxv, 30.
Escuridão de trevas. 2 Ped. ii, 17.
Indignação e ira, etc. Rom. ii, 8, 9.
§ É CHAMADA:
Destruição. Rom. ix, 22; 2 Thes. i, 9.
Perdição. 2 Ped. ii, 12.
Ira vindoura. 1 Thes. i, 10.
Segunda morte. Apoc. ii, 11.
Resurreição para a condemnação. João, v, 29.
Resurreição para opprobrio, etc. Dan. xii, 2.
Condemnação ao inferno. Matt. xxiii, 33.
Supplicio eterno. Matt. xxv, 46.
Ha de ser infligido por Christo. Matt. xxv, 31, 41; 2 Thes. i, 7, 8.
Christo é o unico remedio. João, iii, 16; viii, 51; Act. iv, 12.
Os justos serão illesos. Apoc. ii, 11; xx, 6.
Diligenciae preservar os proximos. Thia. v, 20.
Illustrada. Luc. xvi, 23-26.
N.^O 211. MORTE DOS JUSTOS.
É dormir em Christo. 1 Cor. xv, 18; 1 Thes. iv, 14.
É abençoada. Apoc. xiv, 13.
É lucro. Filip. i, 21.
§ ABUNDA:
Em fé. Heb. xi, 13.
Em paz. Isa. lvii, 2.
Em esperança. Prov. xiv, 32.
Algumas vezes é desejada. Luc. ii, 29.
Esperada. Job, xiv, 14.
Recebida com resignação. Gen. l, 24; Jos. xxiii, 14; 3 Reis, ii, 2.
Recebida sem medo. 1 Cor. xv, 55.
É preciosa aos olhos do Senhor. Ps. cxv (2.^a parte) 15.
Deus preserva os justos para ella. 1 Ped. i, 5.
Deus está com elles na hora do passamento. Ps. xxii, 4.
Leva-os para que não sintam os males vindoiros. 4 Reis, xxii, 20; Isa. lvii, 1.
§ CONDUZ:
A repouso. Job, iii, 17; 2 Thes. i, 7.
A confôrto. Luc. xvi, 25.
Á presença de Christo. 2 Cor. v, 8; Filip. i, 23.
A uma corôa de justiça. 2 Tim. iv, 8.
A uma corôa da vida. Apoc. ii, 10.
A uma resurreição jubilosa. Isa. xxvi, 19; Dan. xii, 2.
O impio não a considera. Isa. lvii; 1.
Consolação, para os sobreviventes. 1 Thes. iv, 12-17.
Os impios desejam que a sua morte seja como a dos justos. Num. xxiii, 10.
Elucidação. Luc. xvi, 22.
Exemplos: _Abrahão_, Gen. xxv, 8; _Isaac_, Gen. xxxv, 29; _Jacob_, Gen. xlix, 33; _Arão_, Num. xx, 28; _Moysés_, Deut. xxxiv, 5; _Josué_, Jos. xxiv, 29; _Elyseu_, 4 Reis, xiii, 14, 20; _O bom ladrão_, Luc. xxiii, 43; _Dorcas_, Act. ix,37.
N.^O 212. MORTE DOS IMPIOS.