PT Poesia
Pranto de Maria Parda Porque vio as ruas de Lisboa com tão poucos ramos nas tavernas, e o vinho tão caro e ella não podia passar sem elle
Se o abrisseis depois d'este pregão, só de vós mesmos, vos podéreis queixar. Não é para vós que foi escripto. Quem o apresentasse, ou o permittisse, só esse seria o seu Invenenador