# Portugal e Ilhas Adjacentes: Exposição Ethnografica Portugueza

## Part 3

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1. Instrumentos, apparelhos empregados na lavra das pedreiras.

2. Modelos de fornos de cal.

3. Ferramentas de canteiro.

4. Ferramentas e apparelhos de pedreiro.

Alavanca. Andaime. Calabre. Camartello. Ciranda. Colhér. Escoda. Escopro. Guindaste. Maço. Marra. Mascoto. Mó. Moutão. Onivel (nivel). Picadeira. Picão. Picareta. Polé. Ponteiro. Prumo. Roldana. Trolha.

H. *Industrias caseiras.*

Nesta secção alargam-se os limites em que geralmente devemos conter-nos relativamente ao caracter popular e tradicional dos objectos expostos.

Constará a secção de productos das pequenas industrias puramente familiares, destinados ao uso e consumo proprio, ainda que representem typos de introducção recente, imitações d'objectos modernos e estrangeiros e sejam provenientes de familias não propriamente populares, isto é, que não vivam do trabalho manual. O fim que se tem em vista é conhecer as condições do trabalho manual nas familias portuguesas, consideradas no seu conjuncto, para se poder apreciar o valor economico e esthetico desse trabalho.

A secção faz naturalmente concorrencia a outras pela natureza dos productos, mas legitima-se pelo seu fim especial.

1. Productos destinados á alimentação (alguns exemplares): salchicharia, culinaria, confeitaria, padaria caseira.

2. Trabalhos de carpinteria e marceneria, serralheria, torno de madeira e de metaes, marfim, osso, marchetaria.

3. Pintura propriamente dita e pintura decorativa em barro, madeira, faiança, porcelana, vidro, coiro, seda, folhas. Mosaico, ladrilhagem. Desenho decorativo. Modelos e padrões para objectos diversos das industrias familiares. Gravura.

4. Esculptura propriamente dita; modelação. Moldagem, formação.

Esculptura decorativa em madeira, pedra, barro, cortiça, etc.

Bonecos de panno, etc. (bonifrateria).

Flores e fructos artificiaes de panno, papel, cera, lã, pennas, coiro, escamas, conchas, cortiça, pita, fructos naturaes, massa de pão, madeira (aparas, etc.), miolo de figueira, cascas d'alhos, casulo de bicho de seda, canutilho, borracha, etc.

5. Tecidos de linho, lã, algodão, etc., palma, palha, vime, crina, cabello, corda, cordel e mixtos. Peças de farrapos, tomentos, oirelo, panno torcido, trapos e malha de meia. Meia, liga, frioleiras, ponto-lavrado, crochet, rede-nó, franjas, obras diversas de malha, macramé, etc.

6. Bordados a oiro, a prata, a escomilha, a cabello, a fio de seda, a branco, a pó de lã, a froco, a matiz, a crochet, a relevo, a missanga, a escama, a applicação, a ponto de espinha, a ponto russo, a ponto de cadeia, a ponto alto, a ponto de crivo, a ponto de renda, a ponto de marca, a _chenille_, a canutilho, a codornilho, a fitilha, em cera, em cartão, em vidro, em estofo, em palma, etc.

Rendas de bilro, de applicação, de crochet, etc.

Fitas. Tapeçarias.

7. Costura e alfaiataria. Modelos, padrões, etc. Remendagens, franzidos. Vieses. Botões.

8. Cartonagens.

9. Diversos.

I. *Industrias de transporte.*

1. Por terra.

Typos profissionaes: carreiro, carroceiro, guia, boieiro, candieiro (na Madeira, guia da corsa ou corsão), liteireiro, moço de cadeirinha (no Porto comicamente, _burro sem rabo_), almocreve, recoveiro, carrejão, carregador, moço de fretes, etc.; cocheiro, conductor.

Meios de transporte: carro, carroça, carro de mão, carro-matto, galera (Extremadura), carrinha (Algarve), carreta, carroção, caleça, sege, coche, diligencia, liteira, cadeirinha. Zorra. Padiolas. Especiaes da ilha da Madeira: corsa, corsão, carro de monte, rede, palanquim, carro de campo.

Aduas (quadrilhas de carretas).

_Terminologia do carro ordinario de bois_:

Aguilhada. Apeiro. Arreata. Arrelhada. Brochas. Cabeçalha. Cadeias. Caibros. Cambão (savica). Canga. Canniços. Canzis (cangalhos, pinhocas, pinholas). Cavallete. Chavelha. Chazeiros. Corneira. Cubo. Eixo. Estadulho (fueiro, berjoeira). Gatos do eixo. Jugo. Leito (aberto, fechado). Meão. Molhelha. Ouca. Pampilho. Péga. Pernas. Piaços. Pirtiga, pirtigo. Porcimeira. Raios das rodas. Relhas. Rodeiros. Rodas. Sogas. Tamiça. Tamiceiras. Tiro. Varal. Xalmas (xaimas).

_Terminologia do carro alemtejano_:

Apeiro. Arrasta. Arreata. Barrigueiro. Burnil. Canga. Cangalho. Canniço. Chavelhão. Castellos. Espartões. Ponte. Suador. Taleira. Tendaes. Tiradeira. Toldo.

_Terminologia do carro rural da ilha de S. Miguel_:

O leito compõe-se de _mesa_ e _seve_ e é rodeado da _cadeia_ (atrás) e dos _sedeiros_ (aos lados); prolonga a sua parte central o _cabeçalho_. O jogo das rodas com o eixo é o _rodeiro_. Na roda ha tres partes, dois segmentos lateraes, _cãimbas_, a parte do meio, _meião_, as tres ligadas por duas _relhas_. As peças fixas no leito que assentam sobre o eixo e em que este volve são as _meias_; as peças lateraes dellas _cocões_. No _eixo_ distinguem-se a parte grossa central, _rolete_, as partes mais delgadas que entram nas meias, _cantadeiras_, e as _cabeças_, que entram no furo da roda chamado _alqueire_.

_Animaes de tiro e cavallaria_. Cavallos, muares, burros, bois. Representações graphicas dos typos mais frequentes.

_Cavallaria_. Sella, albarda, albardão, enxalmo, cilha, retranca, atafal, almatrixa, estribos (de metal, de pau), cabeção, cabeçada, freio barbicacho, redeas, cabresto. Alforges. Trajos para cavallaria.

2. Transporte por agua.

Embarcações, jangadas.

Por exemplo:

No Douro, barcos rabellos (com apégada, espadella).

No Mondego, barcos serranos.

No Tejo: barcos de Alcochete, Azambuja, Salvaterra, de conduzir farinha do sul, do pinho da Amora, do sal de Alcochete, de carregar sal.

Bote de catraiar do Seixal, de Lisboa, de Cacilhas; de passageiros do Barreiro, de Benavente, do Carregado; de carga da Amora, do rio de Coina, d'Aldeia-Gallega;

Canoa de Benavente para passageiros, de fretes da Trafaria;

Falua d'Aldeia-Gallega, de Santarem, de Vallada.

Fragata de carga, de barra-fóra.

Lancha de Salvaterra, de Santarem, do rio de Santarem, do rio da Cardiga.

Muleta de carregar de Alhandra.

Varino de carga, fragateiro de carga, de carga de agua acima, do rio de Santarem, da Alhandra.

Em diversos portos da costa maritima:

Barcos de carregar pedra, de Cascaes.

Cahique de carga, de S. Martinho.

Canoa de carregar; de Cezimbra.

Carregador de Cezimbra.

Fragata de carga, de S. Martinho.

Hiate da Figueira da Foz, de Peniche.

Poveiro de Ovar.

Rasca da Figueira, etc.

*Grupo VII*

Relações diversas dos individuos

1. Estatutos, compromissos, historia, estatistica de associações, companhas, confrarias, antigas corporações de officios.

2. Estudos sobre o decoro, o porte pessoal, as fórmas de polidez e respeito entre o povo.

*Grupo VIII*

Jogos e bellas artes populares e infantis. A escripta.

1. Apparelhos e utensilios empregados nos jogos e dansas populares e infantis.

2. Descripção desses jogos e dansas, colleccionação de palavras ou versos nelles usados, musica correspondente.

Eis a lista dos jogos tradicionaes portugueses de que temos noticia:

A collinho. Advinha quem te deu. Agulhinhas. A-la-una. Alfinete. Alguergue (Arriós). Annel. Apanha-gallegos. Argolinha. Barbeiro. Barquinho (navio). Barra. Bicho. Bilharda. Bombarqueiro (Dom Barqueiro). Bola. Botão. Burraca. Busca-tres. Cá, cá. Cabra-cega. Caçador-viajante. Canastrinha. Cannas. Cantinhos. Carreira. Castellos. Castellos de Chuchurumel. Cavalheiritas. Chapas. Chica-la-fava. Chiclopé. Chinquilho. Ciranda. Conca. Correia. Corneta. Corriola. Covinha. Cucarne. Dados. Dedaes. Dedos (advinhar o numero). Dona Maria Alonsa. Eixo. Esconde, esconde. Escondidas. Espeta. Estopinhas. Eu te rogo, barqueiro. Farinha, farello. Fito. Florão. Gallinhas. Gallinha-cega. Ganiços (cucarne). Golfim e baleia. Gralhas. Grillo. Guardinvão. Homem. João da Cadeneta. La Condessa (Condessinha ou Embaixador). Inferno e paraiso. Laborinha. Laranjinha. Lencinho. Lobo. Luar. Malha. Malhão. Martim Garvato. Meadinha de oiro. Minha ponte derreada (Ponte). Moiro ou moiros. Monte. Mosquem-se. Mudos. Mulher. Mun-chica. Oca. Officios. Padre-cura (Abbade). Pampolinha (Argolinha). Paus mandados. Par ou per-não. Passaro voa. Passarinho a olhar (ou á orelha). Pé coxinho. Pedrinha na bôca. Pedrinhas. Pela. Penhor. Petisca. Papagaio. Patinhas (Pombinhos). Peloiros. Pião. Pino. Pintainho. Pitorra. Ponte. Porca. Punho-punhete. Pucarinha. Queimado. Quem-te-pesa. Rabia. Raminho. Raposa. Rapa. Roda-dos-altos-coices. Rosca. Rou-rou. Rua dos Salgados. Saca-la-mano. Sapatadinha. Sapato (Sapatinho). Sant'Anna ou Santa Batuta. Sardinha. Sarilho. Segredos. Semana. Serra-madeira. Sino (Vigenel). Sisudo. Talinhos. Topa. Vai-te a elle. Tão-badalão. Tocadilho. Toque-in-boque. Trabalhos. Traquinote. Trinca-cevada. Truques. Urso. Vassoirinha. Violar. Viuvinha. Xafarraz.

3. Photographias instantaneas representando as diversas phases dos jogos e dansas, os ranchos de romarias.

4. Pinturas, desenhos populares e infantis (ou suas reproducções) em papel, cartão, madeira, metal, nas paredes, armarios e outros moveis, em carros, barcos, bandeiras, oleados e retabulos.

5. Esculptura em barro, pedra, metal, madeira; figuras de trapos, etc.

6. Quaesquer construcções architectonicas que não entrem nos grupos III e IV ou sua representação graphica; p. ex., igrejas, capellas, ermidas, pontes e fontes rusticas.

7. Instrumentos musicos e especialmente: gaita de folle, tambores, tamboris, bombos, atabales, pandeiros (soalhas), adufes, ferrinhos, castanholas, sistros, marimbas, salteiros, berimbaus, sanfonas, guitarras, guitarreus, violas, bandurras, alaudes, machetes, cavaquinhos, rebecas, pifanos, flautas, gaitinhas, baixões, doçainas.

8. Elementos populares de escripta; ideographia popular. Signaes lagareiros de Alcobaça, etc. Mnemonica graphica. Tatuagens. Escriptos, na graphia usual, de pessoas indoutas que apenas aprenderam a escrever. Estudos dos gestos populares.

9. Litteratura popular: poesia lyrica e epica, dramatica; contos, proverbios, enigmas. Litteratura de cordel. Almanachs e folhinhas populares.

*Grupo IX*

Fórmas sociaes e humanas

1. Estudos sobre a familia popular. O conceito dos laços sociaes, sentimento de communidade social e politica entre o povo.

2. Estudos sobre os sentimentos de humanidade, a amizade, a hospitalidade, a beneficencia, os conceitos e proceder com relação a outros povos e raças.

*Grupo X*

Fórmas da vida religiosa

1. Estudos sobre o conceito do sobrenatural, os vestigios das crenças mythicas, das praticas de origem pagã, da crença nos espiritos e apparições, das superstições que melhor caibam neste grupo, do conceito de Deus, dos anjos e dos santos, do diabo, do céu, do inferno, e em geral do modo como o povo comprehende o christianismo.

2. Collecções de orações e lendas religiosas populares.

3. Descripção de festas religiosas ou ligadas a solemnidades religiosas, procissões, romarias, arraiaes, cirios e representações graphicas das mesmas.

Lembram-se especialmente as seguintes festas: Natal, Anno Novo, Reis, Carnaval, Cinzas, Serração da Velha, Semana Santa e Paschoa (enterro do bacalhau, etc.), Primeiro de maio, Quinta-feira de Ascensão (festa da espiga, etc.), Pentecostes (Imperador do Espirito Santo), S. João (fogueiras, dansas, apanha da agua santa, do feto real, orvalhadas, passagem dos quebrados pela arvore fendida, etc.) S. Pedro, enterro das sestas (setembro), magusto (1 de novembro).

4. Objectos que se referem ás crenças permittidas pela igreja (originaes, modelos ou desenhos).

a) Oratorios, nichos para imagens de santos. Imagens de santos, de arte popular; registos. Andores.

b) Cruzes, crucifixos.

c) Reliquias de santos; ossos, unhas, e outras partes do corpo de um santo. Fragmentos das vestes de um santo ou objectos que se dizem ter sido do uso do santo. Fragmentos do santo lenho. Outras quaesquer reliquias. Bentinhos, escapularios.

d) Rosarios e coroas.

e) Objectos bentos (palmas, vélas, peças do vestuario, etc.). Pão bento de Santa Quiteria de Meca, etc.

f) Medidas (de fita) do corpo de um santo ou de Jesus Christo, ou de uma parte do corpo, como braço, perna, cintura, circumferencia da cabeça, pescoço.

g) Offerendas diversas (principalmente por promessas): animaes, plantas, fructos. Vélas da altura do corpo do offerente ou do tamanho de uma parte doente (braço, perna). Medidas de fita, cordões nas mesmas condições. Outras peças de oiro ou prata (corôas, broches, pulseiras, gargantilhas, anneis, etc.), vestes offerecidas a santos e santas. Objectos representando o doente por que se faz a promessa ou uma parte doente; corpos de cera (representando creanças, adultos ou animaes), mãos, pés, pernas, peitos, cabeças, olhos, pernas, etc., de cera ou de metal. Ex-votos (quadros representando um milagre, com ou sem inscripção). Fogaças, etc. Telhas furtadas (para S. Pedro), etc.

5. Objectos que se referem ás festas tradicionaes, como:

a) Preparações culinarias e de confeitaria particulares ás festas do Natal aos Reis. Presepes. Cearas, cepo do Natal.

b) Pães de S. Gronçalo (10 de janeiro).

c) Pernas e braços doces para Santo Amaro (15 de janeiro).

d) Modelos de mascaras mais caracteristicas e tradicionaes e do cavalhinho fusco do Carnaval.

e) Modelo ou representação graphica do Morte-piela de Bragança, do anjo da Calhorra do Fundão (quarta feira de Cinza).

f) Bonecos de massa de S. Lazaro.

g) Amendoas, folares, ovos da Semana Santa e Paschoa. Modelos de Judas.

h) Modelos ou representação graphica de maios e maias. Ramos de maias (giestas).

i) Rolo de cera da festa do imperador do Espirito Santo. (Alemquer). Fofa (pãosinho do Espirito Santo, da ilha de S. Miguel).

j) Queijo da Ascensão.

k) Facho de lenha, ceira do azeite de S. João.

l) Offerendas particulares a S. Pedro.

6. Objectos empregados nos tres actos religiosos--baptismo, casamento, enterro.

a) Objectos de que se faz uso especial nos baptisados. Samagaio (pão do baptisado em Guimarães). Representações graphicas dos baptisados populares.

b) Modelos dos arcos (talanqueira T. M.) sob os quaes passam os noivos com os symbolos usados na occasião. Objectos que é costume atirar aos noivos. Representação graphica das festas dos casamentos populares.

c) Modelos de caixões de defuntos, tumbas, ataúdes, campas, objectos que se põem sobre a sepultura. Bandeira das almas. Alminhas. Representações graphicas de cerimonias e prestitos de enterros populares, de cemiterios ruraes. Modelos de cruzes que se põem em logares onde morreu alguem, fieis de Deus. Cruzeiros.

7. Amuletos.

*Grupo XI*

O saber popular

1. Estudos, notas sobre os conceitos do povo relativos á natureza, ao homem, á sociedade, ás causas ultimas; por exemplo, a explicação popular do movimento do mar pelo conceito de que elle é um _folego vivo_; o conceito da maldade ingenita da mulher expresso pela correlação de _mulher_, _mula_ e _muleta_; as innumeras sentenças em que se manifesta o pessimismo popular ácerca do mundo e em especial da politica.

2. Astronomia popular.

3. Terminologia topographica popular.

4. Vocabularios de nomes populares de mineraes, vegetaes e animaes, com a summula dos conhecimentos do povo a respeito dellas.

5. Medicina humana e veterinaria populares. Amostras de medicamentos, apparelhos, etc., empregados numa e noutra.

*Grupo XII*

Collecções--Diversos

1. Collecções comprehendendo objectos dos diversos grupos, os quaes, pela sua importancia ou por desejo expresso dos expositores, sejam apresentadas no seu conjuncto.

2. Obras collectivas sobre a vida do povo, as tradições populares.

3. Collecções de periodicos em que haja numerosos artigos sobre a vida do povo, como _O Panorama_, _O Archivo Pittoresco_, _O Occidente_.

4. Exposição de typos vivos populares. Vide pag. 11.

5. Diversos.

* * * * *

*Observação final*

Os elementos deste programma derivam principalmente do nosso estudo e observação propria; devemos tambem bastante á informação de algumas pessoas por nós consultadas e aos escriptos dos folkloristas e dialectologos portuguezes, ao livro de Ferreira Lapa sobre _Technologia rural_; ao do sr. Baldaque da Silva sobre o _Estado actual das pescas em Portugal_, fomos buscar a classificação dos apparelhos de pesca. Diversas publicações estrangeiras deram-nos importantes indicações.

Notas:

[1] As plantas de raizes bulbosas, tuberosas, os fructos carnudos podem conservar-se em frascos de alcool. As plantas de folhas não gordas e raizes não dilatadas conservam-se bem em frascos em que se metteu um bocado de esponja ou de algodão embebido em alcool e se fecharam hermeticamente.

[2] Seguimos a classificação do sr. Baldaque da Silva.

[3] Inedito, como outras particularidades que reunimos ácerca das pescarias.

End of Project Gutenberg's Portugal e Ilhas Adjacentes, by F. Adolfo Coelho

