# Noções elementares de archeologia

## Part 4

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+-----------------------------------+---------------------------------------+ | | | | *Nomes especificos* | *Caracteres* | | | | | | | | {conicos |Outeirinhos artificiaes de forma, e | |_Tumulos_ { |de dimensões differentes, compostos de | | {ovaes |pedra e de terra, com _dolmens_ no | | |centro. | | | | | {erguidas |De forma esguia. Firmadas verticalmente| | { |na terra como se fossem marcos. | |_Pedras_ { | | | {assentes |De forma indeterminada. Simplesmente | | { |collocadas sobre o solo sem estarem | | |cravadas no chão. | | | | |_Trilithos_ |Duas pedras verticaes sustendo outra | | |horisontalmente. | | { | | | {simples |Uma mesa de pedra collocada sobre | | { |pedras postas de cutello, em numero | | { |de 3, 4 ou 6. | |_Dolmens_ { | | | {compostos |Grande mesa de pedra composta de | | { |muitos pedaços, sendo, pelo menos, 6 o | | { |numero dos pontos de apoio. | | | | | |_Nota_. Os mais collossaes d'estes | | |dolmens formam galeria ficando abertos | | |n'uma das extremidades; costumam ser | | |designados de _avenidas cobertas_. | | | | | {simples |Um ou dois renques de pedras em linha | | { |recta. | |_Alinhamentos_ { | | | {compostos |Quatro, cinco e algumas vezes até onze | | { |ou doze renques de pedras formando | | { |avenidas parallelas. | | | | |_Pedras postas em grupo_ |Accumulação de pedras, sem ordem, | | |mais ou menos consideravel. | | | | | {simples |Composto d'um só renque de pedras | |_Circulos formados { |cravadas ou assentes. | |com pedras_ {compostos | | | { |Formados de muitos renques de pedras. | | | | |_Recintos cercados de terra, ou de |De diversas formas. | |pedras_. | | | | | | H { | | | A { Vestigios de casas |Logar de cabanas redondas, ovaes, | |L B { |algumas vezes rectangulares, indicadas | |O I { |por alicerces de pedra tosca sem | |G D T { |argamassa ou tão sómente pelo | |A E A { |abaixamento do solo. | |R Ç { | | |E Õ { Subterraneas |Galerias e casas cortadas na rocha. | |S E { |Excavações diversas. | | S { | | | | | | { { Punhaes e facas |Um pedaço de silex cortado de maneira | | { { |a apresentar uma folha aguda, com dois | | { { |gumes, e armado d'um cabo. | | { { |Folha de silex sem cabo. | | { { | | | { { { para frechas|Pequenos dardos, dos quaes o | | { { { |comprimento varia desde meia pollegada | | { E { _Pontas_ { |até duas | | { { { | | | I { M { {para rojões |Dardos quasi similhantes aos | | N { { { |precedentes, porem mais sobre o | | S { { { |comprido. | | T { { | | | R { P { Martellos |Peça quer redonda dos dois lados, quer | | U { E { |d'um lado sómente. | | M { D { | | | E { R { Pedras para fundas |Redondas ou ovoides, de 2 a 3 polegadas| | N { A { |de diametro. | | T { { | | | O { { Machados |Convexos para o centro, cortados em | | S { { |aresta viva nos bordos, acabando de um | | { { |lado em ponta romba, e de outro em | | { { |gume, o qual descreve uma porção de | | { { |ellipse. | | D { | | | I { { Machados |De formas diversas similhando-se mais | | V { { |ou menos a uma cunha. | | E { { | | | R { E { Fôrmas para machados |São duas peças symetricas, que depois | | S { M { |de reunidas a parte ôcca mostra o | | O { { |feitio do machado. | | S { { | | | { B { Espadas |Folhas direitas, chatas, de dois gumes,| | { R { |acabando em ponta. | | { O { | | | { N { Punhaes |Quasi similhante ás espadas na forma, | | { Z { |porém com menor comprimento. | | { E { | | | { { Cabeças de rojões |De forma lanceolada tendo um | | { { |engrossamento no meio. | | | | | { compostas de peças |Correntes metallicas.--Perolas de pedra| | { |de côr-alambre, formando rosario. | |_Torques_{ | | | { de uma só peça |Argolas metallicas mais ou menos | | { |grossas muitas vezes com | | { |lavrados.--Chapas do feitio de meia | | { |lua. | | | | |Ornamentos diversos |Em bronze e em ouro, com lavrados. | | | | |Louça de barro |Muito fragil, mal cozida, composta de | | |terra preta mal preparada e cheia de | | |pequeninos seixos. | | | | |Moedas |Em ouro, em prata e em bronze. | +-----------------------------------+---------------------------------------+

CAPITULO II

*Era gallo-romana*

Entreapparece-nos um dos mais amplos horisontes da historia dos povos occidentaes na conquista do imperador romano Cesar. Nos _Commentarios_ d'este grande general temos perfeita idéa do estado da Gallia na época da conquista; conhecem-se tanto os grandes factos que consumou, quanto se inferem as consequencias que d'elles advieram á civilisação.

Cesar encontrou a Gallia dividida em tres nações principaes: os Belgas, os Celtas e os Aquitanios.

O imperador Augusto, que pretendeu organisar o governo regular nos paizes conquistados, formou tres novas provincias d'essas tres regiões.

Segundo esta divisão, foram desannexados e encorporados na Aquitania 14 povos da Celtica; além de dois que passaram do Norte para a Belgica. Assim ficou modificado o territorio dos primitivos povos d'esta parte da Europa.

*Vias de communicação*

Começaremos a nossa revista dos monumentos da grande época romana, descrevendo as vias publicas ou as grandes estradas; tanto mais que foram as primeiras obras que o povo rei executou e de que nos deixou vestigios.

As cidades e as estancias eram accessiveis por meio de estradas solidas, ou calçadas. Nos intervallos que separavam estes estabelecimentos uns dos outros, é que principalmente se encontravam vestigios das vias romanas. Seguiam em geral linhas rectas, excepto quando obstaculos naturaes, como as montanhas, os barrancos profundos, as lagôas, se oppunham a isso, e prolongavam-se tanto quanto possivel nas planicies, afim de evitar os terrenos pantanosos.

Além das estradas principaes, que communicavam uma cidade com outra, havia os caminhos vicinaes, _viae vicinales_, que conduziam ás aldeias, e estabeleciam relações entre estas e as cidades. Não eram alinhados como as primeiras, nem feitos com egual esmero.

Nas estradas mais bem executadas, a primeira camada, ou a mais funda, compunha-se de pedras collocadas em raso, ás vezes assentes com argamassa, mas em geral postas simplesmente umas sobre as outras: era o que chamavam _statumen_. Em algumas vias, as pedras do _statumen_ eram postas de cutello e com inclinação, como explicaremos quando fallarmos das paredes construidas em espinha de peixe.

A largura ordinaria das vias romanas era de 15 a 20 pés. As bordas das partes alteadas não se conservam em muitas localidades; arruinaram-se por modo que não apresentam hoje sufficiente largura para um carro poder passar; e em certos pontos aproximam-se mais de um fôsso, que de uma estrada.

Os caminhos romanos atravessavam os rios sobre pontes, e vaus calçados. Em grande numero de localidades, encontram-se os alicerces das pontes, ou dos vaus, debaixo da agua, seguindo a directriz das antigas vias. Em certos casos o trilho era estabelecido sobre travessas de madeira.

_Columnas itinerarias_.--Os caminhos romanos eram divididos por marcos situados em espaços regulares, e com inscripções que indicavam o numero de leguas ou de milhas, comprehendido entre as diversas povoações.

As capitaes serviam de ponto central para marcar as distancias em todo o territorio.

_Os marcos milliares_ tinham 5 a 6 pés de altura; eram de fórma cylindrica; chamavam-se milliares, _milliaria_, ou simplesmente _lapidas_.

D'aqui provem as phrases tão frequentes nos auctores antigos, _ad primum_, _secundum_, _tertium lapidem_, a primeira, a segunda e a terceira pedra, ou só _ad primum_, _secundum_, _tertium_, etc. ficando subentendido _lapidem_ ou _milliarium_.

A segunda camada, chamada _ruderatio_, era formada de pedras britadas de dimensão menor que as anteriores.

A terceira camada, _nucleus_, compunha-se, ora de cal misturada com fragmentos de telha pisados, ora de areia misturada com argila.

[Figura 26: Columna milliar que existe em França]

Seixos inteiros, apertados uns contra os outros, ou postos simplesmente em leito de areia grossa, _glarea_, formavam a quarta e ultima camada, chamada _summa crusta_.

Era excepcionalmente nas cidades, aldeias ou nos paizes pantanosos, que formavam a _summa crusta_ com calçada de pedras cubicas ou polygonaes irregulares.

Em geral, serviam-se para estes trabalhos dos materiaes que encontravam na localidade, ou a pequena distancia; sómente os mandavam buscar mais longe quando eram de má qualidade no terreno das obras.

Em muitas partes, as vias antigas foram alteadas do solo, e um _agger_ servia de base á calçada. Estes _caminhos alteados_ conservam ainda o seu nivel superior em espaços muito extensos, e são faceis de reconhecer.

As estradas antigas eram tambem cavadas, como se as preparassem para o leito de um rio. As excavações em algumas partes podiam ser consequencia do uso prolongado de viandantes e vechiculos; porém, em outras, foi visivelmente praticado com o fim de tornar mais suaves as subidas muito ingremes.

[Figura 27: Torre de Pirelonge]

O uso das columnas milliares data do anno 183 antes da era christã. Foi determinado em lei proposta por C.S. Graccho, e depois ampliada ás provincias do imperio.

As inscripções collocadas n'estas columnas foram primitivamente laconicas; indicavam apenas o numero de milhas comprehendidas de uma a outra localidade. Augusto foi o primeiro que mandou gravar os seus nomes e qualificações nos marcos levantados por sua ordem, e os successores seguiram-lhe o exemplo.

_Pyramides_.--As vias romanas não eram sómente guarnecidas pelas columnas itinerarias; aos seus lados viam-se tambem torres massiças, ou pyramides, ora circulares, ora quadradas.[10]

Consideravam-se essas pyramides como tumulos; mas a maior parte parecia terem sido levantadas para ornar os caminhos, ou antes dedicadas a Mercurio, como deus protector das estradas, das artes, e do commercio. Em algumas d'ellas abriam especies de nichos que deviam receber a estatua de Deus.

Formavam-se taes construcções de bases quadradas de alvenaria, que sustentavam uma serie de grandes pedras de cantaria; o remate apresentava a configuração conica, tendo a superficie coberta de entalhos sobrepostos, representando folhas de arvores em camadas. A torre de Pirelonge, em França, de 74 pés de altura, é um especimen d'este genero.

_Mansão_.--Encontravam-se nas estradas mansões, ou pousadas, mais especialmente destinadas para o serviço dos correios, e para os que viajavam com auctorisação do imperador. Eram administradas por uns funccionarios chamados _mancipes_, cathegoria pouco mais ou menos egual á dos nossos directores do correio. Os logares das mudas de menor importancia e situadas com pequenos intervallos, chamavam-se _mutações_. Denominavam-se emfim _diversoria_ as casas construidas ao longo das estradas, quer pertencessem a proprietarios que hospedavam ahi os seus amigos, quer recebessem viajantes como os nossos hospedeiros.

As principaes estradas romanas tinham a classificação de _publicas_ ou _militares_, _consulares_ ou _pretorianas_, e os caminhos menos frequentados designavam-se com os nomes de _particulares_, _agrarios_ ou _vicinaes_.

*Architectura*

Os romanos imitavam na sua architectura os Etruscos e os Gregos, porém foram menos cuidadosos na pureza das formas, do que no aspecto grandioso; e preferiram á formosura monumental o effeito da apparencia e da utilidade; portanto, procuravam sempre adpotar um systema que lhes desse logar a utilisar nas obras publicas o trabalho dos soldados, e dos escravos, dirigidos sómente por limitado numero de architectos ou engenheiros. Comprehendiam que era poderoso meio de dominação dotar o paiz vencido com os monumentos que não possuissem, introduzir em toda a parte a civilisação, transmittindo aos subordinados as vantagens, as instituições e os estabelecimentos uteis, dos quaes estavam até então privados.

[Figura 28: Pequeno aparelho, e de espinha como está construido o monumento romano de Theséo]

Em logar, pois, de empregar, como os Gregos, materiaes de extraordinaria dimensão, e por consequencia difficies de se ajustarem, preferiam, salvo em casos excepcionaes, pôr em obra materiaes de pequena dimensão, alvenaria, tijolos reunidos entre si por abundante argamassa.

Um grande facto architectonico, como foi a adopção da abobada cylindrica composta de peças em forma de cunhas, fez com que pudessem afastar-se do systema da edificação grega, no qual dominavam as architraves e os apoios verticaes. Com a abobada e as arcadas de volta perfeita, de que os romanos tiravam tão vantajoso resultado, effectuaram-se notaveis construcções, que não se deveram nunca ao genio dos gregos.

_Pequeno apparelho_.--As paredes de pequeno apparelho, o modo de construir mais habitualmente empregado, tem as faces formadas de pedras symetricas, quasi quadradas, e cuja face não tem mais de 3 a 4 pollegadas e raras vezes de 5 a 6. O centro da parede mostra um massiço de alvenaria irregular feito com pedra miuda imbebido de cimento.

Notam-se em varias construcções, de pequeno apparelho, zonas horisontaes e continuas de grandes tijolos, destinados a sustentar o nivel das pedras pequenas do refôrço da alvenaria. Estas zonas compôem-se geralmente de dois ou tres, e tambem de cinco, seis ou sete fileiras de tijolos separados por camadas de cimento, cuja espessura é quasi egual á dos tijolos.

Os romanos dispozeram tambem as pedras com o feitio de folhas de fetos, ou em espinhas, como se vê na gravura da pagina anterior.

A argamassa era sempre applicada com grande espessura entre as pedras e nenhuma das quaes estava em contacto immediato, mas de certo modo imbebidas no cimento.

As dimensões dos tijolos variavam muito para poder indicar-se absolutamente a mais usual; comtudo era entre 14 a 15 pollegadas de comprimento por 8 a 10 de largura; mas havia maiores, e até alguns mui pequenos.

_Apparelho reticular_.--Os architectos romanos empregavam egualmente a _obra articulada_, ou alvenaria em forma de malhas, differente do pequeno apparelho ordinario, por que as pedras do revestimento eram cortadas com esmero, de tamanhos eguaes, e collocadas de modo que as juntas apresentavam linhas diagonaes, simelhando uma rede. Este genero de reforço de alvenaria empregavam-no geralmente como ornamento, pois não se encontra applicado exclusivamente, mas quasi sempre combinado e intercalado com o pequeno apparelho.

[Figura 29]

As paredes do grande apparelho encontram-se nos mais importantes e grandiosos edificios, como os templos, os arcos de triumpho, os theatros, etc.

_Argamassa e cimento_.--As argamassas dos romanos compunham-se de cal viva e de areia, e frequentemente de tijolo pizado, em proporções variaveis, e que seria difficil determinar. A presença do tijolo pisado distingue-se de quasi todas as que depois foram empregadas. Todavia encontram-se tambem argamassas romanas que não contem nenhuma parcella de tijolo, assim como não apresenta nenhum caracter particular.

_Ordens_.--chama-se _Ordem_ a combinação de diversas partes salientes dispostas, com proporções fixas, para compôr um conjuncto regular e harmonico de ornamentação das fachadas dos edificios importantes.

Divide-se uma ordem de architectura em tres partes, ou membros, que são pedestal--columna--e um entablamento. Cada membro divide-se em tres partes d'este modo:

{ Base. Primeiro membro ou pedestal { Soco. { Cornija.

{ Base. Segundo membro ou columna { Fuste. { Capitel.

{ Architrave. Terceiro membro ou entablamento { Friso. { Cornija.

Os romanos empregavam cinco ordens:

A Toscana. A Dorica. A Jonica. A Corinthia. A Composita.

A Dorica, a Jonica e a Corinthia, eram de origem grega.

A Toscana e a Composita nasceram na Italia.

É por isso que se designam algumas vezes as tres primeiras sob a denominação _ordens gregas_, e as duas outras sob a de _ordem latina_.

Nas ordens Toscana, Dorica, Jonica e Corinthia, a columna tem proporções differentes; as da Corinthia e Composita são eguaes.

Eis o quadro d'estas proporções conforme o architecto Vignola, que é o auctor mais seguido pela simplicidade das subdivisões:

A altura da { Toscana, de 7 vezes. } Do diametro columna vem a { Dorica, de 8 idem. } inferior, isto é ser para a { Jonica, de 9 idem. } a grossura tomada ordem: { Corinthia, de 10 idem. } no fuste junto da { Composita, de 10 idem. } base.

Portanto, as quatro primeiras ordens differem nas proporções; a da quinta ordem são eguaes ás da quarta. Os pedestaes e os entablamentos differem tambem nas quatro primeiras ordens.

Em geral, o pedestal tem o _terço_ da altura da columna, e o entablamento a _quarta_ parte, conforme o auctor citado.

O modulo é medida convencional que serve de escala para desenhar as ordens; é sempre a metade do diametro inferior do fuste da columna, o qual se divide em 12 partes para as tres primeiras ordens, e em 18 partes para as duas ultimas.

{ A menos elevada e a mais simples das cinco Toscana { ordens. { Cornija sem modilhões, nem denticulos.

{ Modilhões, denticulos ou mutulos na cornija, { triglyphos no friso, gottas na architrave. Dorica { Capitel da mesma forma que o da Toscana, porém { um pouco mais ornado, caneluras ou estrias { no fuste.

{ Capitel com volutas, cornija ornada de Jonica { denticulos. { Architrave dividida em três platebandas ou faixas.

[Figura 30: Fachada d'um templo Dorico]

[Figura 31: Dorico]

[Figura 32: Jonico]

[Figura 33: Corinthio]

{ Capitel ornado de dois renques de folhas de { acantho e dezeseis volutas.--Dois renques de Corinthia { denticulos e um de modilhões na cornija.--Architrave { dividida em tres platebandas ou faixas { por baguetas ornadas de molduras.

{ Capitel imitando o das Ordens Corinthia e Composita { Jonica.--Cornija com denticulos.--Duas platebandas { ou faixas na architrave.

[Figura 34: Portico da Ordem Toscana]

As columnas não são sempre applicadas para decoração dos edificios; substituem-se ás vezes por pilastras, que, sem ter o aspecto gracioso das columnas, produzem não obstante um effeito agradavel á vista. As _pilastras_ tem em geral pouca saliencia, não excedendo a mais da metade da largura; e não se lhes diminue o diametro da parte superior do fuste, como acontece ás columnas.

Eis a disposição de um _portico_ da ordem Toscana: quando se collocam muitas ordens de columnas ou pilastras em um edificio, é preciso que as Ordens mais delicadas fiquem sobrepostas ás mais solidas: portanto, não se collocam nunca as columnas Toscanas sobre as columnas Jonicas, e se o architecto empregar a Jonica, ou a Corinthia, seguirá a regra de sobrepôr a segunda á primeira.

