Leituras Populares

Part 2

Chapter 23,080 wordsPublic domain

Eis agora aqui um livro, que, em meio da geral fermentação de tumultuosas paixões e ambições immoderadas que agitam as nossas modernas sociedades; em meio d'este lamentavel estado de geral descontentamento e desgosto de que todos mais ou menos somos victimas; quando, segundo judiciosamente observa Aimé Martin, o artista descrê da arte, o padre de Deus, o mancebo do futuro, e até a mulher do amor, e nem um só tem o menor vislumbre de esperança na felicidade com que ainda póde topar no estado que lhe deparou a providencia; eis agora--digo eu--um livro que, em meio de tudo isto, nos promette essa almejada felicidade, que nos aponta o como a poderemos alcançar, que o prova--e o que mais é--não fala em referencia aos grandes, aos poderosos, aos que por si tem todos os dons da fortuna, mas ao pobre, ao desvalido, ao que chora e soffre em meio das trevas da ignorancia, da miseria, quasi, direi, da servidão.

É mister ser-se um grande poeta--poeta de muito crêr e muito esperar,--para poder lançar um olhar seguro por sobre todas essas populações miseraveis dos nossos campos--orphãs da moderna civilisação--palpar-lhes todas as feridas, ouvir-lhes todos os queixumes, conhecer todo o fundo de seus males, e vir depois ainda crente, mais crente talvez do que nunca, entoar um hymno de esperança e felicidade para esses que por cruel ironia só lhes respondem com lagrimas e gemidos.

II

É que o poeta recebeu de Deus o condão mago de ler na noite de arredado futuro; de vêr luz e muita luz aonde outros só vêem trevas; flores de amor e de vida, aonde para muitos só brotam os goivos do sepulchro.

Esse lê bem, que assim lê em lettras de ouro paginas de esperança e felicidade no grande livro dos destinos da humanidade.

Crê e espera--mas não lhe vem só do coração--de seu condão de poeta--essa crença e essa esperança.--Estudou, pensou, viu muito pelos olhos de sua intelligencia, e n'este estudo firmou elle em grande parte essa crença, que lhe dá a força de prometter ainda felicidade e muita felicidade para os campos, para os habitadores dos campos e para todos por via d'elles.

«Aconselhar a agricultura ao povo, diz o auctor, é aconselhar-lhe a propria felicidade».

Veremos se o alvitre é tão bom como se apregoa, se não cegou o poeta a propria inspiração.

III

Retemperados pelas aguas lustraes d'um novo Jordão, por esse baptismo de fogo e sangue, pelo qual á Providencia aprouve fazer-nos passar, como iniciação nos umbraes do templo da liberdade, que a custo iamos conquistando, de tal arte nos cegou a novidade da conquista, tão afanosos nos mostramos no empenho de a bem guardar, que de todo nos esquecemos de que não é ella o fim unico (como se já suppoz) dos humanos destinos, mas antes um como meio de alcançarmos outros progressos; um primeiro passo, d'entre os muitos que ainda temos a dar: uma mera iniciação para aquelles que assentam o seu campo nos ainda mui desertos arraiaes do futuro.

Argos vigilantes, perdemo-nos enlevados na contemplação do thesouro, que assim nos traz presa a vista e a alma, sem nos lembrarmos, que em volta a esse pomo d'ouro, que com tanto amor guardamos, outras e muito formosissimas flores se definham e morrem, sem que produzam fructo, á mingua talvez d'uma gotta d'agua, com que--a haver boa vontade--se lhes poderia dar vida ás raizes sequiosas.

A agricultura, com ser a mais esperançosa para bom fructo, de todas essas flôres, que vão murchando no pó ao minguar-lhes o alimento, é por ventura de todas ellas a que mais soffre, e a quem mais se recusa esse alento e essa protecção, de que por tantos titulos nos é credora.

IV

Mal de nós, que já nos ficam bem atraz esses tempos em que os grandes homens da maior nação se não envergonhavam de serem encontrados, em meio do rude trabalho das lides agricolas, por um povo inteiro, que tambem se não pejava de os ali vir procurar, para os exaltar aos mais altos cargos da republica; e em que esses heroes, lavradores, depondo a toga da dictadura, depois da patria salva, se sentiam orgulhosos e felizes em voltarem cobertos de louros para o trabalho de seus campos, que em meio haviam deixado!

Já vão longe esses tempos; e todavia a terra, a «Alma mater» dos antigos não cessa de nos abrir o seu seio carinhoso, de nos chamar, de nos sorrir, de nos convidar com todos os seus perfumes, com todas as suas verduras, com todos os seus matizes de mil flores.

Mãe extremosa não conhece filhos ingratos e inconstantes; a todos gerou e a todos há de involver. Se chora, encobre-nos os prantos; e, em dias de tribulação, lá a temos sempre, que nos estende os braços com affecto indizivel, que nos consola, nos acaricia e nos melhora, até que por fim, orgulhosos da propria grandeza, renegamos a mãe que nos deu o ser, e nos afastamos d'ella, com desprezo, como se não fosse a ella e só a ella, que toda essa grandeza se deve attribuir!...

V

Com effeito, só por ignorancia ou por desmedido ou mal fundado orgulho, se póde conceber tal desprezo e tal ingratidão.

A arte de domar a terra, para d'ella extrairmos aquillo de que mais carecemos na vida, não pode de certo ser apodada de rude, nem menos de desprezivel.

Tão velha como o homem, como as suas primeiras necessidades, é-lhe a sua antiguidade segura garantia de excellencia e de nobreza; desprezivel ninguem de boa fé lhe poderia chamar, sendo que todas as sciencias a veneram e cortejam, entre si disputando qual d'ellas lhe prestará maiores serviços.

As cidades, que assombram os campos com seus templos, columnas, praças, grandeza e luxo; os exercitos, que os assolam, impellidos pelo genio destruidor das batalhas; essas cidades ambulantes, que levam d'um mundo ao outro os productos de todos os climas: todas essas maravilhas de grandeza e intelligencia humana, tudo isto saiu dos campos, tudo isto por lá se creou; tudo isto ha de muitas veses, nas longas horas de atribulação e de angustia, lembrar-se com saudade da humilde mas pacifica choça, d'onde primeiro desabrochara á luz do sol; tudo isto ha de deixar de existir, de mover-se, de tumultuar, ha de esquecer por fim, que elles hão de continuar ainda, por muito tempo, depois do homem talvez, a vecejar, a florir, a fructificar, sempre bellos e sempre risonhos, agora e depois, como no primeiro dia da creação!

VI

A industria e o commercio, os dois mais poderosos e mais incansaveis agentes e creadores da riqueza das nações, lá tem nos campos alicerce, lá foram buscar á agricultura todas as forças com que operam, todas as galas de que se revestem.

O ferro, com que o homem fabricou novos orgãos, para ajudar os que a natureza lhe déra; o carvão, com o auxilio do qual centuplica as suas forças; lá lh'os tinha a terra guardados no seu seio, como mãe carinhosa: o linho, de que fabrica os vestidos que o revestem, tambem já lourejou pela encosta de suas collinas: o madeiro, que recurvado sulca as ondas em busca de novos mundos, tambem orgulhoso e gigante se ergueu outr'ora no meio de suas florestas: o grão, que o nutre; o fructo, que o delicia; o vinho, que lhe dá mais vida e alegria; tudo isto tambem por lá cresceu e medrou, tudo isto de lá saiu.

A sciencia, a mais nobre de todas as sciencias de Deus, porque é a sciencia do infinito--a astronomia--tambem lá vae nos campos buscar a sua origem: lá nasceu entre humildes pastores, lá se desenvolveu, até que o homem das cidades, orgulhoso já de sua grandeza, a veio usurpar aos que primeiro a descobriram, para, no remanso do gabinete, ou no terraço do observatorio lhe dar ainda maior desenvolvimento.

A geometria--por ventura mãe da astronomia, tambem nos campos tem seu berço.

Todas as artes lá vão buscar as materias com que operam, muitas tambem as suas melhores inspirações.

VII

Como essas cidras maravilhosas da fabula, que, rudes na fórma e ingratas ao paladar, em si continham porém tanta formusura, tanta materia de bem para o mortal feliz a quem dado fosse o abril-as, como ellas é tambem rude e aspera a agricultura na fórma e pouco promettedora de prodigios.

Mas para quem bem a essencia lhe fôr especular, para quem, com entranhavel amor, a cultivar, para quem, com mãos prodigas, lhe souber dar afagos e carinhos, para esse, similhante á cidra fabulosa, tem ella um seio rico de muito affecto, de muita materia de felicidade e belleza, para esse, será ella sempre a amante extremosa, a mãe procreadora de prodigios sem conta.

Qual há, porem, vara magica de fada, que--trocando-a--a chame á vida, a faça abrir ao sorriso e ao amor, lhe dê que do seio amigo brotem todas essas flôres de ventura, que lhe sabemos e ella nos promette, mas que sem estranho auxilio não podem desabrochar nem medrar?

Eis ahi o problema: mas eis tambem no livro a resolução, a vara de mago condão, a panacêa universal para os males, sob que geme esta boa terra de Portugal.

VIII

É a associação mãe de taes prodigios, de tantos beneficios, fonte perenne e inesgotavel, que apregoar-lhe valor e necessidade, além de desnecessario, fôra loucura quasi rematada.

Com effeito, hoje, á luz do seculo XIX, quando é orgulho e timbre de toda a sciencia o prescrutar bem fundo a alma, a intelligencia e o corpo humano, procurando ahi todas as leis da sua natureza, para n'ellas--e só n'ellas--se estribarem theorias e instituições, hoje desatino seria buscar ainda provas para aquillo, que d'ellas menos carece, sendo que a sociabilidade é, de todas as leis naturaes, aquella que mais exuberantemente demonstram as theorias da sciencia, e a mais que todas inexoravel e severa logica dos factos.

A muitas d'estas leis póde desobedecer o homem, contra outras se póde totalmente revoltar, mas contra esta, por sem duvida o tenho, seria tal attentado, que assento jámais poderá realisar-se.

Subtrahi os homens--um só momento que seja--ao seu influxo benefico, e para logo os vereis amesquinhar-se, quando não desapparecer da face da terra.

Condição primaria de sua existencia e progresso, ha de com elle mais e mais desenvolver-se, que não há ahi decreto de rei da terra--fôra elle Cesar ou Napoleão--que ouse derogar o decreto do Eterno!...

IX

É pois a associação o cumprimento d'uma lei natural.

Na progressiva evolução d'essa lei e a par d'ella, vejo eu caminhar a humanidade; desinvolver-se, se se ella cumpre; estacar, se pára; definhar, se esmorece; seguindo-a sempre e resentindo-se de suas menores alterações.

E é de razão, porque, a ser o fim do homem na terra o desenvolvimento de suas faculdades, que outra há mais nobre e importante; que mais influa nos seus destinos que esta lei da sociabilidade?

Por ella se póde aferir o grau de civilisação d'este ou d'est'outro povo porque ahi onde mais o homem se estreitar com o homem, aonde mais de um irmão ajudar o outro irmão, ahi tambem mais o espirito tenderá a elevar-se--e de feito se há-de elevar--elevação que toda se desata em muita sciencia, muito bem e muita ventura.

Reconhecidos estes principios, reconhecidos--quasi direi--demasiadamente, houve quem d'elles se possuisse a ponto de n'elles querer buscar todo um systema de organisacão social.

Desvairou-os o amor d'um principio, o conhecimento d'uma lei natural, por ventura a ignorancia de muitas outras; e, encarando o homem por lado restricto, quizeram o desenvolvimento d'uma faculdade á custa das outras todas.

Não quer isto porém a harmonia, essa outra lei de Deus, que tem de presidir--como revelando-a--a toda a creação.

É mister que a todas as faculdades seja dado um maximo desenvolvimento; mas é mister tambem que cada uma, ao alargar a sua esphera, não vá calcar outras, a quem egual direito assiste...

X

Por que é lei da natureza humana a liberdade, porque deve o homem responder por suas acções, não quer a boa justiça, não quer a boa rasão, que á força--que não com a arma da persuação--se lhe imponha o cumprimento d'uma obrigação qualquer, fôra ella tão santa, tão prescripta por Deus, tão filha da natureza do mesmo homem como esta da sociabilidade.

Assim, é com a liberdade e só pela liberdade, que tem de effectuar-se este grande pensamento da associação, este grande abraço que obedecendo ás leis do proprio ser, tem de--no futuro--dar homens e povos, estreitando cada vez mais os laços que os unem, e centuplicando forças, sympathias e vida.

Problema longo tempo agitado, dá-lhe hoje a sciencia cabal resolução. Desde que esta, despresando theorias incertas e imaginosas, foi buscar como base de seu estudo, para ahi fazer alicerce seguro, aos principios que tinha de formular, a natureza do ser, a quem todos tinham de ser applicados; desde essa occasião ganha estava a causa da liberdade.

Podem offerecer-se-lhe mil estorvos, levantar-se contra ella as maiores tormentas, que ella, atravez de tudo, lá ha-de ir sempre seguindo seu caminho, ganhando o terreno palmo a palmo sobre os seus adversarios, e libertando o homem cada vez mais do jugo da miseria, da escravidão e do embrutecimento.

XI

Associação e Liberdade: são estas as duas ideias salvadoras--e só ellas--que, uma pela outra completando-se, podem levar a bom fim as nossas modernas sociedades.

Associação livre--eis o que em nome da sciencia podemos affoutos responder a esses nobres, mas desvairados, sonhadores de utopias, que na fé de uma imaginosa organisação social, toda artificio humano, que não segundo as leis do natural organismo, e em nome das santas esperanças e fraternaes aspirações, que em abundancia lhes enchem as almas generosas, nos promettem, há meio seculo, o progresso da perfeita felicidade--porventura mais do que ao homem é dado esperar na terra.

XII

A sciencia toma o facto, especula-lhe a essencia e natureza, observa-lhe as relações, e de tudo deduz as leis que lhe presidem. Póde desempedidamente apresental-as á luz do dia, e para o futuro concluir affoutamente do passado; póde e deve-o, que outra não é sua missão.

Mas o que muita vez o frio calculo e analyse reflectida deixam por mesquinho ou vulgar, sem d'ahi tirarem materia para considerações, toma-o para si o coração sensivel do poeta; pela imaginação o nobilita e engrandece, na mente lhe fórma a robusta estatura; até que apparece em fim gigante de crescidas forças, esse que ainda há pouco, de mesquinho e pigmeu, nem sequer attrahia as vistas do investigador curioso.

É assim que a imaginação e a analyse, a sciencia e a inspiração, uma pela outra se completam, trabalhando cada qual na esphera que por natureza lhe compete, e para fim commum--a _Verdade_, concorrendo uma e outra na medida de suas forças e aptidões.

São (ou antes deverem ser) duas irmãs queridas e extremosas, em obra commum, empregando desvellos e cuidados; nunca, como até hoje, rivaes, que por um mesmo amor, e em nome da mesma causa, se detestam e guerreiam.

XIII

É d'estes dous elementos--sciencia e inspiração--que brotam as nobres ideias e grandes verdades, que por vezes têm mudado a face de uma civilisação, quando, em vez de uma á outra se mostrarem hostis para fim commum se têm dado mãos amigas.

Nas porfiosas luctas politicas do seculo, em que--mais ou menos--todos temos sido actores ou espectadores, se encontra clara prova e exemplo manifesto da proposição que aventamos.

Por longo tempo trabalharam em bandos oppostos e á sombra de vario pendão os modernos representantes d'esses bons principios, uns e outros promettendo-nos felicidade, mas cada qual em nome de mui diferente divindade; até que, passados que foram os tempos de mais escandecida lucta e acalorada discussão, a mesma força da verdade os trouxe a si; e a commum e amigavel união lhes soube chamar os animos discordes.

Ambos em parte transviados, a ambos comtudo assistiam tambem em parte principios de verdade. Inimigos, seriam sempre viajantes perdidos em densas trevas, cada vez a se affastarem mais das veredas trilhadas; reconciliados, um ao outro se guiam e ajudam, com as luzes e forças proprias, em nome d'uma longa amizade no futuro, postas em commum.

E de feito, não é hoje que, no meio d'essa pleiade illustre de generosos espiritos, que anhelando anciosos por um melhor futuro, trabalham afanosos para alivio e engrandecimento dos que choram; não é hoje que entre elles se encontrarão rivalidades d'eschola, mas indignas d'homens, ao bem dos homens votados.

São hoje irmãos. Os erros de cada qual, ao despirem-se dos velhos rancores, sacrificaram-nos no altar da nova alliança; e d'entre as cinzas impuras, que o vento dispersa ao longe, sahiu--nova Phenix--a flôr immarcessivel da verdade eterna.

XIV

Associação e Liberdade dissera eu serem essas duas ideias aonde se depara mais verdade e que, ambas fundidas em factos, podem dar fructo mais sasonado e proveitoso; o leito por onde placida póde correr, demandando seu termo, a torrente--ora revolta e turbada por mil encontrados elementos que ahi se revolvem e guerreiam--da vida das modernas sociedades.

E como não seria assim, se ramos frondosos de arvore, que no coração do homem tem fundas as raizes--a propria natureza, têm por fim, entrelaçando-se estreitamente e em mutuo amplexo apertando-se, ampararem-se e defenderem-se uns a outos, porque assim reciprocamente se protejam no crescer e no fructificar? Se são ara sacro-santa aonde os animos discordes em busca da verdade--mas que d'alma a buscam, tem de vir pactuar a alliança, queimando ahi, em holocausto incruento, o fel de paixões ruins e desamoraveis ¿como poderão ellas, por estranho desapego e ingratidão mentir ao que, em nome de futuro melhor, nos promettem, e a que, na fé d'esse almejado futuro prestamos crença e esperança illimitadas?

Não podem. Quanto á intelligencia e coração do homem se revela uma verdade, tam rica de evidencia, tam promettedora de consolações, não póde «_Aquelle_» que ao espirito a revelara deixal-a sem que pela revelação dos factos receba confirmação e com ella foros de inconfutavel.

Uma ideia assim nunca mente.

XV

Descendo das subidas regiões da abstracção ao campo mais arido e abrolhoso--mas porventura mais util, das realidades, da theoria aos factos; o livro, cujo bom espirito por todos quiseramos diffundido, como vaso de balsamo suave, que a todos vae ungindo e perfumando, apontando alvitres, que d'estes bons principios descendem testemunhando não escasso cabedal de saber,--testifica tambem aquilatado amor pela sciencia e pelos homens; que em muito conta o amor e o enthusiasmo para o descobrimento da verdade.

De tantos e tão bons alvidramentos, quantos o livro encerra, um há que, como base de systema, os resume em si, d'onde todos descendem, ponto culminante, centro em volta do qual, satelites a lhe reflectirem o brilho, volteiam todos os outros, compartilhando com elle a verdade e prestimo com que é dotado.

É este o projecto das «Associações Agricolas».

Fim