Introdução á archeologia da peninsula Iberica

Part 18

Chapter 183,318 wordsPublic domain

24--Cabo de osso da Casa da Moura. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 49

25--Puncção de osso de Almeria. Tamanho natural. (Gongora. _Antig. prehist. de Andalucia_. Fig. 61) 50

26--Puncção de osso da Fonte da Ruptura em Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 50

27 e 28--Furador de pelles (?) objectos de osso achados na Fonte da Ruptura em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt.) 51

29--Faca de osso de Albuñol. Tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_. Fig. 14) 51

30--Fragmento semicylindrico de osso, achado na anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 51

31--Machadinha (?) de schisto de Monte-Real, proximo de Leiria. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 52

32--Fragmento de uma machadinha (?) de schisto, achado na Cova da Estria. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 52

33--Baculo (?) de schisto da Sepultura de Martin Affonso, perto de Muge. Um terço do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 53

34--Machadinha de calcareo branco, achada na Cova da Estria. Tamanho natural. (Commissão geologica) 54

35--Fragmento cylindroide de calcareo branco da Cova da Estria. Metade do tamanho natural. (Commissão geologica) 55

36--Conta de calcareo da anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 56

37--Contas de schisto da anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt) 56

38--Fragmento de louça de Mont’Abrão, propriedade do sr. marquez de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 57

39--Fragmento de louça da Pena em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt) 57

40--Fragmento de louça da Fonte da Ruptura em Setubal. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 57

41--Fragmento de louça de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_, Fig. 51) 57

42--Diadema de ouro da caverna de Albuñol. Um quinto do tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_, Fig. 1) 58

43--Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um dezeseis avos do tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_, Fig 2) 59

44--Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um vinte avos do tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_. Fig. 7) 59

45--Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um nono do tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_. Fig. 1) 59

46--Bolsa de esparto de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora, _Antig. prehist. de Andalucia_. Fig. 20) 60

47--Concha vasada para servir de bracelete da Cueva de la Mujer. Metade do tamanho natural. (Mac-Pherson, 2.ª parte. Est. VIII, fig. 3) 61

48--Pedra balouçante de Boariza, na provincia de Santander. (_Sem. Pint. Esp. de 1857_, pag. 133) 79

49--Pedra balouçante de Abra, na provincia de Santander. (_Sem. Pint. Esp. de 1857_, pag. 249) 79

50 e 51--Dolmen da Lairinha a 3:500 metros ao norte de Arrayollos, districto de Evora, provincia do Alemtejo. (Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa) 81

52 e 53--Dolmen de Valle de Moura. (Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa) 82

54--Dolmen del Hoyon. (_Antig. prehist. de Andalucia_, pag. 83) 84

55--Dolmen de Ascensias. (_Antig. prehist. de Andalucia_, pag. 101) 85

56, 57, 58 e 59--Vista interior, vista exterior, vista lateral e planta do tumulo de Antequera. (_Sem. Pint. Esp. de 1857_) 86 88

60, 61 e 62--Alçado, secção e planta do dolmen interior do tumulo de Eguilaz na provincia de Alava. (_Sem. Pint. Esp. de 1857_, pag. 157) 92

63--Machado de cobre do Alemtejo. Metade do tamanho natural. (Collecção de archeologia do Instituto de Coimbra) 116

64--Machado de bronze do Alemtejo. Um terço do tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira) 116

65--Ponta de frecha de cobre da Casa da Moura, uma das cavernas de Cesareda. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 117

66--Facas de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura de Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 118

67--Serrote de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura. (Mus. da Esc. Polyt.) 118

68--Espada de cobre do Alemtejo. Um quarto do tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 120

69 e 70--Punhos de espadas de cobre do Alemtejo. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 120

71--Espada de bronze do Alemtejo. Dois nonos do tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira) 120

72--Punhal de bronze da Galiza. Tamanho natural. (_Mus. Esp. de antig._ tom. IV) 121

73--Punho de um punhal de ferro da Galiza. Tamanho natural. (_Mus. Esp. de antig._ tom. IV) 122

74 e 75--Idolo de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 123

76, 77 e 78--Idolos de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 124

79 e 80--Cabras de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 125

INDICE

PAG.

PROLOGO 1

CAPITULO I

ESTUDOS PREHISTORICOS

Os erros geocentrico e anthropocentrico e o progresso das sciencias.--Machados de pedra.--Opiniões dos antigos e do vulgo ácerca da sua origem.--Mercati entrevê a verdade.--Demonstrações de Jussieu e de Mahudel.--Opiniões de auctores hespanhoes e portuguezes.--Primeira definição das idades prehistoricas.--O homem fossil.--Schmerling.--Boucher de Perthes.--Os sabios francezes e inglezes.--Inversão das opiniões em França e Inglaterra.--Conferencia internacional.--Resultados definitivos.--Estudos prehistoricos em Hespanha e Portugal. 1

CAPITULO II

ANTIGUIDADE DO HOMEM

Constituição da crusta da terra.--Rochas sedimentares.--Serie geologica.--Rochas plutonicas.--Rochas metamorphicas.--Classificação dos terrenos estratificados.--Duração relativa d’estas formações.--Computo e provas da antiguidade do homem, deduzidas: 1.º da vegetação florestal da Dinamarca; 2.º dos sedimentos fluviaes; 3.º do desgaste das terras pelas aguas affluentes aos rios.--Antiguidade do homem na Peninsula.--Clima glaciario.--Fauna correlativa.--Effeitos da fusão dos gelos.--Hypothese de Adhémar ácerca da epoca glaciaria.--Epocas glaciaria e preglaciaria.--Diluvios periodicos.--Comparação de ambos os hemispherios.--Proporção das aguas e das terras.--Factos comprobativos.--Outras causas astronomicas.--Causas geographicas.--Gulf Stream.--Sahara. 11

CAPITULO III

ANTIQUIORA MONUMENTA

Classificação dos tempos prehistoricos.--Subdivisões da idade da pedra.--Silex e quartzites lascadas da Beira e da Extremadura, attribuidas ao homem terciario.--Julgamento d’estas provas no congresso de Bruxellas.--Provas indirectas do homem terciario, colligidas n’outros paizes.--Sua incerteza.--É maior ainda a das provas directas.--Primeiros vestigios do homem quaternario na Peninsula.--Estação de San Isidro.--Falta de vestigios da epoca mesolithica.--Bruteza do homem paleolithico.--Progresso na epoca neolithica.--Condições favoraveis d’esse periodo ao desenvolvimento da humanidade.--Primeiras exigencias do sentimento esthetico.--Origem das artes. 25

CAPITULO IV

PRIMICIAS DA ARTE

A estação de Argecilla e outras da Peninsula comparadas aos kiokkenmoddings.--Antiguidade d’estas estações prehistoricas.--Pontas de frecha e de lança, encontradas em Hespanha e Portugal.--Estações notaveis de Castella a Velha.--Facas de silex e seu fabríco.--Officinas em Portugal.--Machados.--Picaretas.--Instrumentos de osso.--Puncções.--Fragmentos lavrados.--Placas de schisto.--Outras insignias ou emblemas.--Contas de collares.--Ceramica.--Objectos achados na caverna de Albuñol.--Diadema de ouro.--Vestidos, gorros e bolsas de esparto.--Ornatos feitos de conchas e de dentes.--Bracelete de concha da CUEVA DE LA MUJER. 37

CAPITULO V

AS CAVERNAS

Os troglodytas.--As cavernas imitadas nas mais antigas das construcções.--Seu estudo recente.--Bocas das cavernas.--Vãos interiores.--Como se formariam?--Analogias das cavernas com os veios metallicos.--Causas capazes de formar as cavernas.--Depositos.--Cavernas ossiferas.--Procedencia das ossadas.--Ossos humanos e vestigios da industria primitiva.--Caverna de Cavillon.--Cavernas da Sierra Cebollera, Gibraltar, Parpalló, Alhama de Granada e Albuñol.--Cavernas da Cesareda.--Se a anthropophagia sería um costume geral dos homens prehistoricos?--Razões em contrario. 63

CAPITULO VI

OS MEGALITHOS

Os megalithos.--Menhires.--Fins para que serviriam.--Alguns symbolisavam a Divindade.--Alinhamentos e cromlechs.--Pedras balouçantes.--Algumas serviriam de altares.--Dolmens.--Differenças entre os de Portugal, Andaluzia e Galiza.--Distribuição geographica d’estes monumentos na Peninsula.--Tumulos.--Differem essencialmente dos dolmens.--Serviram de sepulturas.--Lei da distribuição geographica dos tumulos.--Cueva de Mengal.--Cueva de la Pastora.--Lei da antinomia dos monumentos megalithicos e cyclopeos.--Tumulos da província de Alava.--Castros da Galiza e de Traz-os-Montes.--Cava de Viriato em Vizeu. 75

CAPITULO VII

PROBLEMAS

Dificuldade de interpretar os vestigios das construcções prehistoricas.--Hypotheses de Bonstetten e de Bertrand ácerca dos dolmens.--Factos em contrario.--Leis da distribuição geographica dos dolmens.--Os dolmens e as construcções pelasgicas.--Têem a mesma antiguidade.--Objectos achados nos dolmens de Hespanha e de Portugal.--Insignias de schisto.--Sua ornamentação similhante á de objectos prehistoricos da Scandinavia.--Para que seriam os dolmens?--Porque não ha vestigios de cinzel na maior parte dos da epoca do bronze?--Antiguidade da epoca do bronze e do periodo da pedra polida em que principiaram a erigir os dolmens.--Foram introduzidos por um povo navegador.--A navegação já era praticada no Atlantico durante a epoca da pedra polida.--A civilisação dos dolmens e a civilisação pelasgica.--Signaes esculpidos em dolmens e em rochas.--Duas epocas da civilisação dos dolmens. 95

CAPITULO VIII

IDADE DOS METAES

Porque não admittem a maior parte dos archeologos uma epoca do cobre?--Hypotheses para explicar a raridade dos objectos de cobre.--Abundancia d’estes objectos na Peninsula.--Haveria na peninsula Iberica uma epoca do cobre?--Coincidiriam essa epoca e a da pedra polida?--Substituiria a do bronze? Objectos de cobre e de bronze, achados em Portugal.--Machados, ponta de frecha, faca e serrote, espadas.--Punhaes de bronze e de ferro da Galiza.--Brevidade dos punhos.--Lendas dos pygmeus.--Idolos e cabras de bronze.--Os primeiros dos exploradores do cobre na Peninsula foram anteriores aos phenicios.--Provas da fundição do bronze na Hespanha, ilhas Baleares e da Sardenha.--Classificação dos jazigos de bronze.--Fundições e thesouros.--Casta asiatica de fundidores nos tempos antigos e modernos.--Os ciganos. 111

CAPITULO IX

ORIGENS ETHNICAS

Os finnicos e os vasconços.--Os seus idiomas agglutinativos.--Origem turania dos finnicos.--Será commum aos vasconços?--Provas deduzidas da philologia e da anthropologia.--Hypothese de Retzius e sua classificação das raças humanas.--Refuta-se esta hypothese.--Opiniões dos philologos ácerca da linguagem vasconça.--Os mais antigos dos craneos da Peninsula e da Europa.--Craneos fosseis de Néanderthal e de Gibraltar.--Outros do Cabeço da Arruda, Cesareda e Cueva de la Mujer.--Maxillas.--Raça de Cro-Magnon.--Sua distribuição geographica.--Povoaria a peninsula Iberica?--Será representada ainda hoje pelos beréberes?--Factos comprobativos.--Necessidade de novas observações.--Os beréberes e os antigos egypcios.--Povos mediterraneos.--Sua civilisação ha tres mil annos.--Extender-se-hia á Peninsula?--Conclusões. 129

CAPITULO X

ORIGENS ETHNICAS (Continuação)

Se os vasconços descenderão dos beréberes.--Insufficiencia das provas allegadas.--Hypotheses da unidade e da pluralidade iberica.--Razões favoraveis a esta ultima.--A philologia e a historia.--A Iberia do Caucaso comparada com a peninsula Iberica.--Os iberos e os povos com quem estavam relacionados.--Difficuldade de determinar os antigos povos peninsulares.--Asserções vagas dos auctores.--Necessidade de resolver o problema por methodos novos.--Até que ponto as invasões historicas esclarecem as prehistoricas.--O Mediterraneo e o Atlantico, vias principaes por onde vieram as civilisações á Peninsula.--Relacionam-se estas vias com as duas correntes das emigrações asiaticas.--A distribuição geographica dos dolmens peninsulares caracterisa uma das civilisações, vindas pelo Atlantico.--Os monumentos pelasgicos caracterisam outra, vinda pelo Mediterraneo.--Antinomia d’estas duas civilisações.--Outras antinomias entre o occidente e o oriente já nos tempos historicos.--As mais antigas das minas de cobre.--Analogias entre os povos antigos da Iberia e os da America.--A civilisação da epoca do cobre.--Os ciganos e os antigos fundidores do cobre e do bronze. 143

NOTAS. 157

INDICE DOS AUCTORES

Abbot, 17

Adhémar, 19, 22

Æliano, 63

Agassiz, 130

Aldrovando, 3

Alix, 135

Almeida (P. Theodoro d’), 4, 162

Amador de los Rios, 10, 79, 92

Anatole Roujou, 140

Appiano, 146

Arbois de Jubainville (d’), 144

Ardison (Rafael Mitjana y), 87

Argote (Jeronymo Contador d’), 158

Assas (D. Manuel d’), 76, 87

Austen, 7

Avieno, 147, 148

Baillarger, 8

Barnard-Davis, 133

Benavides, 10

Bennet-Dowler, 17

Berardo (Antonio d’Oliveira), 93

Bertillon, 8

Bertrand, 90, 134, 160

Beuter, 3

Blumenbach, 130

Bluteau (D. Raphael), 4

Bonaparte (Luciano), 130

Bonstetten, 96

Boucher de Perthes, 7

Boué, 6

Bourgeois, 8, 14, 28, 31

Breuner (conde), 6

Brito (Bernardo de), 158

Broca, 8, 98, 135, 139, 143

Brome, 69

Buckland, 6, 67

Burmeister, 67

Burnouf, 127

Busk, 69, 133, 139

Buteux, 8

Caldas (J. J. da Silva Pereira), 81

Capellini, 31

Carpenter, 17

Carrick Moore, 23

Castelnau, 8

Castro (João Baptista de), 4

Catullo, 148

Cenaculo (D. Manuel do), 5, 119, 162

Chantre, 127

Charancey, 130

Charnok, 144

Christol, 6

Cocchi, 134

Copernico, 1

Costa (F. A. Pereira da), 9, 38, 76, 81, 82, 83, 85, 91, 101, 135

Crahay, 6

Cristy et Lartet, 53

Croll, 22

Cuvier, 2, 5, 8, 130

Darwin, 135

Daubrée, 8

Delafosse, 8

Delannay, 14, 31

Delgado (J. F. Nery), 9, 28, 60, 70, 71, 72, 117

Desnoyers, 15, 29

Desor, 31, 98, 125

Dickeson, 17

Diodoro Siculo, 162

Dupont, 25, 72

Dyonisio de Halicarnaso, 147

Eccard, 5

Edwards (Alphonse), 8

Edwards (Milne), 9, 19

Ephoro, 147

Escher, 31

Eschylo, 147

Esper, 6

Estaço (Gaspar), 158

Estevam de Byzancio, 148

Evans, 7

Faidherbe, 140

Falconer, 7, 8, 69, 136, 139

Faudel, 134

Fernandez Duro, 142

Fernandez Guerra, 10

Fitz, 134

Flower, 7

Forel, 17

Forskey, 17

Fraas, 31

Franks, 28

Frére, 6

Fuhlrott, 133

Fuschini, 161

Galileu, 1

Garay, 10

Gaudry, 8

Geikie, 18

Gesner, 3

Gilliéron, 16

Godwin, 7

Goguet, 5

Gongora (D. Manuel de), 10, 51, 58, 83, 101, 107, 137

Grapaldo, 162

Gratiolet, 133

Guerreiro (Fr. Affonso da Madre de Deus), 161

Hækel, 14

Hælder, 137

Hamy, 14, 28, 30, 137

Hébert, 8

Hecateu de Mileto, 131, 147

Herodoto, 128, 131, 149, 150

Herschel, 23

Hopkins, 23

Horner, 16

Hovelacque, 132

Humboldt (Guilherme de), 144

Humphreys, 17

Huxley, 133

Issel, 31

Jagor, 10

Joly, 7

Judice, 10

Jussieu, 4

La Bêche, 17

Lafuente, 145

Lagneau, 8

Lancisi, 3

Lartet, 10, 69

Lenormant, 113, 157

Livingstone, 31

Lubbock, 16, 18, 23, 23, 27, 30, 40, 44, 56, 60, 103, 106, 109, 112

Luchaire, 144

Lucrecio, 3

Lyell, 6, 8, 18, 22, 23, 30, 133, 150, 151

Macedo (D. Antonio de Souza), 4

Mac-Pherson, 60, 70

Mahudel, 4

Marbodeo, 3

Marinho d’Azevedo (Luiz), 4

Marin y Mendoza, 5, 162

Mario Nigro, 4

Masdeu, 147

Maule, 160

Max-Muller, 132

Mercati, 3

Mimaut, 152

Mithridates, 146

Moisés, 104

Morlot, 16

Mortillet, 25, 28, 98

Morton, 130

Mylne, 7

Neves e Carvalho (J. da C.), 93

Nilsson, 54, 107, 113, 126

Pereira (Gabriel), 10, 83, 116, 161

Philisto de Syracusa, 147

Pina (Martinho de Mendonça de), 5, 75, 83

Plinio, 2

Pouchet, 8

Prado (D. Cassiano de), 9

Prestwich, 7

Pruner-Bey, 132, 133, 136

Quatrefages, 8, 17, 31, 73, 98, 134, 137, 139, 144, 151

Rada y Delgado, 10

Retzius, 130

Ribeiro (Carlos), 9, 10, 14, 27, 28, 31, 32

Riddle, 17

Rivière, 68

Rougé (vicomte de), 141

Rougemont, 76, 80, 99, 103, 109, 113, 146, 152, 161

Royer, (M.ᵐᵉ Clemence), 72

Saint-Aymour, 56

Saint-Hilaire, 8

Sallustio, 142

Sarmento (Francisco Martins), 10, 158

Schaaffausen, 133

Schliemann, 105, 152

Schmerling, 6

Scylax, 148

Seneca, 148

Sivelo, 76, 83

Solino, 4

Spring, 135

Steenstrup, 16, 39

Steur, 131, 141

Stone, 23

Strabão, 4, 147, 156, 161

Tacito, 148

Thucydides, 131, 147

Topinard, 139, 144

Torrubia, 4

Tournar, 6

Tubino (D. Francisco Maria), 4, 10, 27, 73, 87, 89, 90, 113, 139, 144, 152

Van-Eys, 144

Verneuil, 8, 10

Vilanova (D. Juan), 10, 25, 37, 42, 44, 48, 69, 70, 92, 113

Villa-amil y Castro, 10, 86, 117, 119

Virchow, 131, 137

Viterbo (Fr. Joaquim de Santa Roza), 93

Vogt, 98, 133

Wetzstein, 31

Whitney, 31, 132

Worsaæ, 39

Zaborowski, 18

INDICE DAS MATERIAS

Abbeville (Exploração de Boucher de Perthes em), 7

---- Conferencia em, 9

---- Maxilla de, 137

Abra (Pedra balouçante de), 79, 81, 85

Alava (Tumulo de), 85

Albuñol (Caverna de), 51, 57, 60, 70, 100

Alemtejo (Dolmens do), 83, 85, 161

---- (Percutor do), 45

---- (Machado de feldspath do), 46

---- (Machados de cobre e de bronze do), 116

---- (Espadas de cobre e de bronze do), 120

---- (Idolos de bronze do), 123 a 125

Alizadores, 34

Alluvio (Terreno), 13

Ancora (Dolmen de), 83

Andaluzia (Dolmens da), 83, 87

André Nunes (Dolmens de), 161

Animaes antediluvianos, 6

Anneis de conchas, 61

Anta (Ácerca da palavra), 159

Antas, vej. Dolmens.

Antequera (Tumulo de), 87

Anthropophagia, 71

Arabes, 150, 153

Archeolithica (Epoca), 25

Arevacos, 145

Argecilla (Estação prehistorica de), 37, 42, 61

Argelia (Monumentos de Tutmes III na), 141

Argon (caverna de), 67

Arizala (Tumulo de), 85

Arno (Valle de), 29, 30

Arrechinaga (S. Miguel de), 92

Aryos, vej. Iranios.

Ascensias (Dolmen de), 84, 85

Astures, 145

Atlantida de Platão, 145

Ausetanos, 145

Autrigones, 145

Baculo de schisto, 53

Baleares (Habitantes das), 156

---- (Monumentos das), vej. Magalia, Naveta, Talayot.

Banwel (Caverna de), 66

Barbaros, 150, 153

Barcarena (Pontas de frecha de), 44

Bargusios, 145

Bastitanios, 145

Bastões de commando, 54

Beja (Espadas de cobre ou de bronze de), 5

Bellas (Anta de), 41, 51, 52

Beréberes, 139, 150

Berones, 145

Betylas, 2, 157

Biban-el-Moluk (Tumulos reaes de), 140, 141

Boariza (Pedra balouçante de), 79, 85

Bocas das cavernas, 64

Boi primitivo, 69

Bolsa de esparto, 60

Braceletes de conchas, 61

Brachycephalas (Raças), 131, 137, 143

Brux (Craneo de), 69

Bulimus, 60

Cabeço da Arruda (Estação prehistorica do), 38, 42, 135

Caberg (Estação prehistorica de), 6

Cabo de osso, 48

Cabras de bronze, 123

Cambrico (Terreno), 14

Canstadt (Raça de), 134

Cantanhede (Machados de pedra de), 47

Carbonifero (Terreno), 13

Cardium, 60

Cariñena de Aragão, 4

Caristios, 145

Carnac (Alinhamento de), 78

Carpetanos, 145

Casa da Moura (uma das cavernas de Cesareda), 41, 48, 71, 136

Castella a Velha (Estação prehistorica de), 42

Castello de Paiva (Menhir de), 76

Castilleja de Guzman, vej. Cueva de la Pastora.

Castillo de Ibros em Jaen, 91

Castros ou croas, 92

Cava de Viriato, 93

Caverna de Albuñol, 51

---- de Argon, 67

---- de Banwel, 66

---- de Cavillon, 68

---- de Condeixa, 66

---- de Dijon, 149

---- da Dordonha, 68

---- de Gailenreuth, 67

---- de Kirkdale, 6

---- de Liége, 6

---- de Lozère, 7

---- de Muggendorf, 67

---- de Parpalló, 60, 70

---- de Pont-à-Lesse, 40

---- de Roca, 60

---- de Sierra Cebollera, 69

---- de Sundwig, 67

Caverna de Valencia, 70

Cavernas, 15, 63

---- comparadas aos veios metallicos, 65

---- exploradas por Schmerling, 6

---- de Hespanha, 66

---- Ossiferas, 66

---- (Depositos das), 66

Cavillon (Caverna de), 68

Cegonheira (Machado de pedra da), 47

Celtas, 153

Celtiberos, 145

Celticismo, 144

Ceramica, 57, 69, 70, 158

Ceraunias, 2, 157

Cervus elephas, 32

Cerretanos, 145

Cesareda (Cavernas de), 70, 117, 136, 149

Cetra, usado pelos libycos, iberos e bretões, 142

Ciganos, 128, 155

Cimeos, 145

Circumcisão, 2

Citania de Briteiros, 158

Classificação da idade de pedra, 26

---- das epocas prehistoricas das regiões occidentaes da Peninsula, segundo Tubino, 27

---- das pontas de frecha, 41

---- dos megalithos, 16

---- dos dolmens, 103

---- das invasões historicas da Peninsula, 150

Clima da epoca neolithica, 34

Cobre (civilisação do), 154

Collares de conchas, 61

Condeixa (Cavernas de), 66

Coniscos, 145

Constantina (Dolmens de), 83

Construcções cyclopeos, 99, 104, 142

Constructores dos dolmens, 153

---- dos monumentos cyclopeos, 153

Contador (?) de calcareo, 55

Contas de collar, 56

Contestanos, 145

Conus, 60

Conwal, 40

Corralejos, 91

Corujas, 67

Cosetanos, 145

Cova da Estria, 52, 53, 70

Craneos da Andaluzia, 137

---- de Brux, 69

---- de Cariñena de Aragão, 4

---- de Eguisheim, 69

---- de Engis, 6

---- de Forbes’Quarry em Gibraltar, 69, 73, 133, 136

---- de Néanderthal, 69, 133

---- de Zaraus, 137

Crato (Dolmen do), 83

Cretaceo (Terreno), 13

Cro-Magnon (Raça de), 137

---- (distribuição geographica da), 137

---- na Peninsula, 138, 143, 150

Cromlech, 76

Crusta da Terra, 11

Cueva de la mujer (Caverna da), 61, 70, 136, 149

Cueva de la pastora (Galeria da), 89, 99, 152

Cueva de los murcielagos, vej. Albuñol.

Cueva de Mengal, vej. Antequera.

Cunetos, 144

Cyclopeos (Monumentos), 152

Cyclostoma, 60

Danubio, vej. Rio.

Dentes por ornatos, 68

Depositos exteriores e interiores das cavernas, 66

Devonico (Terreno), 13

Devonshire, 40

Diadema de ouro, 58

Dijon (Estrada de ... a Auxonne), 61

---- (Caverna de), 149

Diluvio (Terreno), 13, 19

Dinamarca (Vegetação florestal da), 16

Diorite (Objectos de), 34, 48

Distribuição relativa das aguas e das terras, 21

Dolicocephalas (Raças), 131, 143

Dolmens (Distribuição geographica dos), 98, 160

---- na Peninsula, 151

---- do Alemtejo, 83, 161

---- não são monumentos celticos, 75

---- de Constantina, 83

---- da Lairinha, 81

---- de Valle de Moura, 82

---- do Crato, 83

---- da Andaluzia, 83

---- da Galiza, 83

---- da Estremadura hespanhola, 83

---- de Vauréal, 56

---- de Hoyon, 84

---- da Tisnada, 83

---- de Cangas de Onis, 106

---- do Pinheiro, 83

---- de Pavia, 82

---- do Outeiro das Vinhas, 82

---- da Ronda, 84

---- de Ascensias, 85