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[17] Nota do autor: «Non tibi, inquit illa (Beatriz) solum regni hwreditas obvenit, sed etiam matri, et propinquis, et omnibus denique, qui in te spem rerum suarum collocatum habent.» H. Osorii, _De Rebus Emmanuelis_, liber prim. Edit. 1791, pág. 36.
[18] Nota do autor: L. 1.0 dos Místicos. Na Torre do Tombo.
[19] Nota do autor: Salva, _Col. de doc. ineditos para a hist. de Hisp._, tomo VI. Carta de Cristóvão de Moura ao rei Filipe, em 9 de março 1579.
[20] Nota do autor: O cardeal Bembo, secretario de Leão X, fez dizer a este papa, quando anunciou aos príncipes cristãos a sua elevação ao pontificado, que ele tinha sido feito pontífice pelos decretos dos deuses imortais.
[21] Nota do autor: _Comentários_, parte XV, cap. L.
[22] Nota do autor: Em pouco estará restaurada esta galeria, graças ao atual proprietário, o Sr. conde de Mesquitela, D. Luís, que soube compreender o valor daquelas edificações.
[23] Nota do autor: Luiz Domnech, _Historia general del arte_, caderno.
[24] Nota do autor: Henry Havard, _La Céramique. L’histoire_, 22.
[25] Nota do autor: Von Albrecht Haupt, _Die Baukunst der Renaissance in Portugal_, 1890.
[26] Nota do autor: _Kunstgewerbeblatt._ Oktober 1893, Leipzig. Tradução do meu bom amigo Dr. Hugo Mastbaum. O ilustrado professor, Dr. Theodor Rogge, publicou em 1895 um outro artigo, _Keramik und Decoration in Portugal_, cuja tradução seguirá, em apêndice, nesta monografia.
[27] Nota do autor: _Al-makkari_, tomo I. Tradução inglesa de Gayangos e port. do meu amigo Oliveira Parreira.
[28] Nota do autor: D. Francisco Javier Simonet, professor de árabe em Granada, _Influencia del elemento indígena sobre la cultura de los mosos de Granada, 1894_. Neste folheto, o autor, um traga-mouros de primeira força, mata-se por mostrar que a raça arabe é incapaz de qualquer aperfeiçoamento; só lhe concede as qualidades guerreiras, e quer que estes dominadores da península ibérica nenhuma lição aqui dessem, mas que todo o esplendor da sua época se deva à influencia do elemento indígena.
[29] Nota do autor: Nota de Simonet: _Ibn-Said_, citado por Al-mahkari. Tomo 7, 124.
[30] Nota do autor: Nota de Simonet: «Nebriga traduce por pavimento o suelo de azulejos y Freund por suelo de mosaico».
[31] Nota do autor: _Oliveira, Grandezas de Lisboa_. Tratado XV, cap.
[32] Nota do autor: A propriedade de Nuno Martins é a quinta chamada ainda hoje da Palhavã; foi-lhe dada de emprazamento na era de César de 1451 (ano 1413) por Afonso Martins Palhavã e sua mulher Constança Atines, pelo foro animal de _duas mil libras dos reais de três libras e meia_. O Palhavã e mulher morreram sem herdeiros, o foro passou à coroa, e D. Duarte, em 11 de novembro de 1436, fez dele mercê ao dito Nuno Martins da Silveira, seu criado, do seu conselho e seu escrivão da puridade.
[33] Nota do autor: Sr. Visconde de Sanches de Baina, _Resumo histórico dos Albuquergues_, pág. 13.
[34] Nota do autor: Silva Túlio, _Archivo pittoresco_.
[35] Nota do autor: Afonso de Albuquerque, _Comentários_, part. IV, cap. XLV.
[36] Nota do autor: Gaspar Correia, _Lendas da Índia_, tom. iv, pág. 461.
[37] Nota do autor: São de notar estas circumstancias na morte de D. Manuel. Ironias do destino: Dia de abstinência de carne, número aziago para muitos; e da hora, que direi?!
[38] Nota do autor: Casa dos Bicos.
[39] Nota do autor: Gaspar Correia, _Lendas da Índia_, tom. IV, pág. 376.
[40] Nota do autor: Afonso de Albuquerque, _Comentários_. Gaspar Correia repreende a permuta dizendo: «Mas esta esmola dos meninos se perverteu, que seu filho, que ficou no reino, o quis antes para si, que não para os meninos, nem para outra nenhuma esmola.» _Lendas._ Ibid. O mesmo autor (pág. 472) diz que o sucessor de Albuquerque, o Grande, Lopo Soares pela sua má tença que tinha às coisas de Afonso de Albuquerque, quisera derrubar a capela, o que não fez executar pelo grande despêndio, no entanto, mandou tirar-lhe o sobrado; também ordenou que dali se tirassem os ossos do grande capitão, mas foi desobedecido, e, a pretexto de que as boticas prejudicavam a defesa da cidade, fê-las derrubar e mandou que se fizessem noutro lugar. Que aplicação aqui não tem a fábula do ledo decrépito!
[41] Nota do autor: D. Aleixo de Menezes, eremita de Santo Agostinho, capelão-mor em 1590, arcebispo de Goa, primaz do Oriente, em 1595, arcebispo de Braga, primaz das Espanhas em 1611.
[42] Nota do autor: Melchioris Phabi, _Decisiones_, tom. I.
[43] Nota do autor: Sousa, _História genealógica_, tom. V, pág. 312. Falcão, _Livro de toda a fazenda_, pág. 161.
[44] Nota do autor: Sousa, _História genealógica_, tom. XI, pág. 445.
[45] Nota do autor: É erro. A pintura era em tela, de que restam as réguas, que a pregavam, e representava Goa, Calecut, Malaca e Ormuz.
[46] Nota do autor: Teve o sobrenome Sebastião por haver nascido no dia 20 de janeiro, que a igreja de Roma dedica a S. Sebastião.
[47] Nota do autor: Pedro de Mendonça havia casado em primeiras núpcias com D.ᵃ Catarina de Menezes, e deste matrimónio era filho este Francisco de Mendonça, a que o documento se refere.
[48] Nota do autor: Cartório dos tabeliães de Azeitão, liv. 20.
[49] Nota do autor: _Monstruosidades do tempo e da fortuna_.
[50] Nota do autor: _Lendas da Índia_, pág. 457.
[51] Nota do autor: _Monstruosidades do tempo e da fortuna_, pág. 169.
[52] Nota do autor: D.ᵃ Maria Manuel era filha de D. João Manuel de Albuquerque, filho natural de D. Jorge Manuel, senhor do morgado.
[53] Nota do autor: Paulina, carta comunicatória de excomunhão, a quem não revelar o que sabe em alguma matéria, da qual só por esta via se pode ter notícia. Chama-se Paulina, porque o papa Paulo III foi o primeiro que as mandou publicar. Eram lidas na ocasião da missa.
[54] Nota do autor: _História genealógica_, pág. 441.
[55] Nota do autor: Pertencente aos Almadas Carvalhais, provedores da Casa da Índia.
[56] Nota do autor: O sobrenome era Josefa e não Teresa.
[57] Nota do autor: Reis 320004000.
[58] Nota do autor: Manuel Carvalho de Ataíde, pai do célebre marquês de Pombal, era casado com D.ᵃ Teresa Luísa de Mendonça, filha de João de Almada e Melo, alcaide-mor de Palmela, casado com D.ᵃ Maria de Mendonça, filha ilegítima de Francisco de Mendonça, alcaide-mor de Mourão, meio irmão de D.ᵃ Maria Josefa de Mendonça e Albuquerque, mãe de Luís Guedes de Miranda. Na procuração Manuel Carvalho chama tio a Luís Guedes.
[59] Nota do autor: Em 12 de maio de 1720 ainda Luís Guedes era vivo, pois o patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida, em visita à sua diocese, dispõe que ele, como administrador do morgado de Afonso de Albuquerque, proceda aos reparos de que necessita a igreja de S. Simão. Deve ter falecido neste ano ou princípios de 1721.
[60] Nota do autor: O papa Clemente XI concedeu a criação de duas sedes episcopais em Lisboa e, para as distinguir, chamou-lhes oriental e ocidental. D. João V continuou a extravagância, dividindo Lisboa em duas cidades do mesmo modo designadas por decreto de 9 de janeiro de 1717.
[61] Nota do autor: Sousa, em _História genealógica_, marca o nascimento de D. António no dia 3. A data que eu sigo é dos artigos do processo, que tenho à vista.
[62] Nota do autor: Sousa, em _História genealógica_, marca o nascimento de D. José a 22 de julho. Eu sigo a data dos artigos.
[63] Nota do autor: Esta casa ainda existe, na estrada da Luz, adiante do palácio e quinta das Laranjeiras, que foi do conde de Farrobo.
[64] Nota do autor: D. Luís da Costa foi coronel de cavalaria nas guerras da restauração de 1640, com reputação de soldado valente, e comendador da ordem de Cristo. Ibidem.
[65] Nota do autor: Moreri. Dicionário. 2.º Suplemento, pal. Costa.
[66] Nota do autor: Li nesta resposta do ministro do rei de Portugal uma passagem, de que não posso fugir à tentação de dar conta; por mostrar a rigidez deste personagem por tantos títulos célebre. A cúria, que desconhecia, ou fingia não conhecer o rei D. José e o seu primeiro ministro, o pacto feito entre estes dois homens e a escola política que seguiam, o juízo prudencial com que a natureza dotara o rei, a ilustração do conde de Oeiras, as sabidas qualidades do seu génio e o seu conhecimento dos ardis da diplomacia curial, usou nos breves _Suggestivos_, como lhes chamou Sebastião de Carvalho, de uma estudada linguagem, melíflua, aveludada e calculadamente sentida, repassada de dor de angústia e capaz de fanar aos ânimos desprevenidos. Nota do autor: No breve ao _seu caríssimo filho_ José I, pedia-lhe Clemente XIII que se lembrasse do tormento do _seu amantíssimo pai_ na hora final, de que estava próximo, se deixasse o mundo sem se haverem ambos consagrado, e da tranquillidade que lhe iria na alma ao morrer, se _pai_ e _filho_ se tivessem reconciliado. A intenção da cúria romana não escapou ao ministro do rei, que, numa ementa a esta passagem, escreveu: «_Tudo isto são palavras patéticas, que só servem para moverem dos púlpitos o povo ignorante._» A cúria, julgando também que a rainha e o infante D. Pedro, irmão do rei, podiam influenciar para o conseguimento dos pretendidos fins, fez expedir breves a estes dois personagens e, para lisonjear o conde de Oeiras, foi dada ordem ao núncio em Madrid para fazer chegar abertos à mão do conde todos os quatro breves expedidos de Roma, a fim de que ele fosse o primeiro a conhecer o seu conteúdo «_acciò ella (Ec.ᵃ) sia il primo d’ogni altro a saperne il contenuto._» O conde de Oeiras na sua resposta ao arcebispo de Niceia, depois dos cumprimentos da mais fina cortesia e de lhe falar da remessa da resposta do rei, cuja cópia lhe oferece, continua: «Ao mesmo tempo devo prevenir a v. ex.ᵃ que lhe não cause reparo a falta de outras respostas sobre alguma das mais cartas (refere-se aos breves para a rainha e infante) que acompanharam a de v. ex.ᵃ, porque S. M. as mandou ficar suspensas na secretaria de estado, em raspo de serem opostas à impreterivel forma do despacho do gabinete do mesmo senhor, segundo a qual os negócios das cortes são imediata e privativamente dirigidos à real pessoa de S. M. para os mandar tratar pelos ofícios dos ministros... sem que outras algumas pessoas... tenham neles a menor intervenção, como é pratica universal de todas as outras monarquias da Europa, onde se distingue o que é regularidade do que é sedição.»
[67] Nota do autor: Os azulejos de Córdova atribuem-se ao fim do século X. Nota da Red.
[68] Nota do autor: O respetivo trabalho intitulou-o _A Renascença italiana em Portugal_, e apareceu no _Jornal do Comércio_, Lisboa 1892. Nota de Th. Rog.
[69] Nota do autor: Em folha separada dá uma estampa do Douro. Nota de J. R.
[70] Nota do autor: O autor do presente escrito visitou a Bacalhôa e dali levou desenhos; nesta parte, porém, a memória, ou os apontamentos são-lhe infiéis; o azulejo verde é de uma galeria proxima. Este é amarelo, azul e verde em fundo branco. Nota de J. R.
[71] Nota do autor: O quarto dos duques de Aveiro no seu palácio de Azeitão tem uma faia em volta, de mais de 1 metro de altura, deste mesmo azulejo. Nota de J. R.
[72] Nota do autor: O ilustre professor alemão, que com tantos cuidados e verdadeiros conhecimentos explorou em Portugal este género de cerâmica e suas aplicações, guiado pelas aparências, julgou ver na Arrábida um túmulo no que é um templozinho esbelto, que sai com elegância de entre as frondosas matas da serra, apresentando ao sol para se mirar a sua espelhada cúpula. Foi fundado no meado do século XVII por D. António de Lencastre, da casa de Aveiro, e é da vocação do Bom Jesus. Nota de J. R.