Educação nova: As bases

Part 12

Chapter 121,326 wordsPublic domain

[168] Cf. P. Hachet-Souplet, _De l'animal à l'enfant_, Paris, 1913; Th. Ribot, _L'hérédité psychologique_, Paris, 1910.

[169] Cf. para conhecimento dessas _classificações_, Dr. E. Claparède, _ob. cit._, págs. 462 e segs.; Queyrat, _Les jeux de l'enfant_, Paris, 1905.

[170] Cf. António Alfredo Alves, _Jogos infantis_, apud _Revista de educação_, Lisboa, julho de 1912; F. Adolfo Coelho, _Jogos e rimas infantis_, Pòrto; Augusto Pires de Lima, _Jogos e canções infantis_, Pòrto, 1916.

[171] Pertencem a Mosso estas palavras concludentes: «Até há pouco tempo, os educadores e os fisiologistas limitavam-se a dizer que a gimnástica alemã era inútil e perigosa; começa-se a dizer agora que essa gimnástica é prejudicial. Cf. _Éducation physique de la jeunesse_, Paris, 1895, pág. 256. E Cellérier acrescenta: «A gimnástica não passa de uma abstracção do jôgo; tiraram-lhe os atractivos dêste para lhe conservarem apenas o esfòrço e a fadiga, que importa». Cf. _Esquisse d'une science pédagogique_, Paris, 1910, págs. 192 e 193.

[172] O homem nasce, vive e morre, num _meio aéreo_; por isso, o _ciclo da vida_ compreende-se entre uma _inspiração inicial_ e uma _expiração final_. A vida é, portanto, uma _oxidação_, assegurada pelo jôgo elástico dos pulmões e do coração. Donde resulta que tôda a _gimnástica_ (para ser racional) deve facilitar aquele jôgo, isto é, _ser respiratória_. Cf. Dr. Tissié, _Précis de gymnástique rationelle_, Paris, 1900.

[173] Cf. Dr. Desfossés, _La gymnastique respiratoire chez les enfants_, Paris, 1900. Cf. Tambêm P. Barth, _Pedagogia e Didatica_, trad. ital., Turim, 1917, pág. 453 e segs.

[174] Cf. Dr. E. Toulouse, _Le Cerveau_, Paris, 1901; Th. Ribot, _Les maladies de la mémoire_, Paris, 1900; Ch. Richet, _Essai de psychologie générale_, Paris, 1912.

[175] Cf. Claude Bernard, _La science expérimentale_, Paris, 1878, págs. 367-403; K. Pearson, _La grammaire de la science_, trad. franç. do inglês, Paris, 1912, pág. 49 e segs.

[176] Cf. R. Turro, _La méthode objective_, apud _Revue philosophique_, n.^{os} 10 e 11, de out. e nov. de 1916.

[177] Cf. G. Bohn, _La nouvelle psychologie animale_, cit., pág. 17 e segs.

[178] Cf. Jacques Loeb, _Die Bedeutung der Tropismen für die Tierpsycholog._; E. Gley, _Études de psychologie physiol. et pathol._, Paris, 1903.

[179] Cf. Ch. Richet, _Dictionnaire de physiol._, pal. _cerveau_; W. James, _Principii dí psicologia_, trad. ital., Milão, 1909, pág. 10-91.

[180] Cf. James Sully, _Études sur l'enfance_, trad. franç., Paris, 1898; Ch. Letourneau, _La psychologie éthnique_, Paris, 1900.

[181] Cf. _Traité International de Psychologie Pathologique_, Paris, 1911-1912, T. I, cit.; P. Flechsig, _Études sur le cerveau_, trad. franç., Paris, 1898; J. P. Morat, _Traité de physiologie_ (Fonctions d'innervation), Paris, 1902; W. Bechterew, _La psychologie objective_, Paris, 1913; Meumann, _Experimentelle Pädagogik_, 1907; W. James, _Principii di psicologia_, cit.

[182] Cf. Ch. Letourneau, _La psychol. éthn._, cit.

[183] Cf. J. Deniker, _Les races et les peuples de la terre_, cit., pág. 119 e segs.

[184] Cf. _Traité Intern. de psychol. pathol._ T. I, cit., pág. 472.

[185] As _notações_ que o _diagrama_ (fig. n.^o 19) exprime, pertencem aos _cânones antropométricos_, expostos a páginas 85-104.

[186] Cf. J. Deniker, _Ob. cit._, pág. 123; _Traité intern. de psych. pathol._, cit. T. I, págs. 297--314; H. Höffding, _Esquisse d'une psychologie fondée sur l'expérience_, Paris, 1909, págs. 39-94; 118-122; W. James, _Ob. cit._; Preyer, _L'âme de l'enfant_, págs. 298-304.

[187] Os _elementos_ que consideramos para a _concepção_ desta _curva_, assim como os da _curva da consciência_ (fig. n.^o 22) são hauridos dos _testemunhos dos psicólogos e dos fisiologistas_, dispersos pelos _livros de sciência_, e tambêm da _observação e da experiência pessoal_. A _forma gráfica dessa concepção_ é absolutamente original.

[188] Cf. o pref. do T. II do _Traité international de psychologie pathologique_, cit.

[189] Cf. Ch. Feré, _Sensation et mouvement_, Paris, 1900, pág. 94 e segs.

[190] Cf. B. Perez, _Les trois premières années de l'enfant_, Paris, 1911, com pref. de James Sully; págs. 1-9.

[191] Cf. páginas 18 e segs. Cf. Preyer, _L'âme de l'enfant_, trad. franç. cit; B. Perez, _Les trois premières années de l'enfant_, Paris, 1911; A criança, quando _nasce_, exerce duas espécies de _actividades_ (ambas inconscientes): 1) _reacções_, consecutivas a _excitações_ (reflexas); 2) _actos hereditários_, necessários à manutenção da vida (instintos). Os _centros nervosos_ dêstes _movimentos_ encontram-se no _eixo cinzento_ (medula) e nos _centros sub-corticais_.

[192] A _linguagem_ é função do _sistema nervoso_. Depois dos _centros nervosos hereditários_, e dos _centros corticais sensoriais_, o primeiro _centro_ que se organiza é o da _linguagem falada_; mas esta só existirá verdadeiramente, quando existir uma perfeita _imagem cerebral_, isto é, uma _idea_ ou um _símbolo_, de que seja expressão.

Aos _sons inarticulados_ do _recêm-nascido_ (puras _reflexas_ do _sistema nervoso_), segue-se a _linguagem imitativa_ e _balbuciada_ do _infante_; depois a _palavra rudimentar_ da criança que atinge o fim do _primeiro ano_; e só, por último, é que surge a _linguagem propriamente dita_, isto é, a _linguagem, como expressão do pensamento_. Cf. Dr. Alves dos Santos, _Elementos de Filosofia scientífica_, 2.^a ed., Lisboa, 1918, pág. 221 e segs.; _Revue Philosophique_, Jan. de 1918, fasc. n.^o 1.

[193] Pertencem à _adolescência_ e ao _período peri-pubertário_, como características, que lhes são _específicas_:

1) _espírito combativo_ e _audaz_;

2) _optimismo_; _ingenuidade_; _consciência do próprio valor_;

3) _coragem_; _luta contra o mêdo_;

4) _egotismo_ ou _egocentrismo_ (expansão da _personalidade_; _amor de si_);

5) _sociabilidade_;

6) _instabilidade_ (mental e moral);

7) _superactividade e dinamogenia dos sentimentos_; _etc._, _etc._

Cf. Pierre Mendousse, _L'âme de l'adolescent_, Paris, 1911; G. Compayré, _L'adolescence_, Paris, 1909.

[194] A êste _paralelismo_ chama A. Marie: _lei da simultaneidade e da correlação necessária entre a energia nervosa e a actividade mental_.

[195] _Meios de fortuna_ ou _recursos materiais dos pais ou tutores_.

[196] _Conduta_ (normal ou anormal) _da família_.

[197] _Profissão dos progenitores ou tutores._

[198] _Oficial, particular ou doméstico._

[199] _Fisiológicos e patológicos._

[200] _Dentição, marcha, fala_ (épocas em que se produziram).

[201] _Acidentes_ (doenças, quedas, traumatismos, assimetrias).

[202] Bom, mau, péssimo; grande, pequeno, médio; nutrido, magro, esquelético; esbelto, atarracado.

[203] Estado da _pele_; sua coloração e dos _cabelos_.

[204] «Crescimento» (normal ou anormal) do _sistema ósseo_.

[205] Estado da _bôca_ e dos _dentes_.

[206] Determinação da _capacidade vital_ (quantidade de ar que podem conter os _pulmões_ dilatados): 3 a 4,^{m3} no adulto, normal. _Freqùência de respiração_: a) no _adulto_, normal, 14 a 18 _respirações_, por minuto; b) no _recêm-nascido_, 50; c) nas _idades_ intermediárias, entre 15 e 45, caminhando para êsses extremos, consoante a _criança_, pela sua idade, se aproxima ou afasta da _recêm-nascença_. Cada _respiração_ compreende uma _inspiração_ e uma _expiração_. A _capacidade vital_ mede-se com o _espirómetro_.

[207] O estado da _circulação sanguínea_ pode apreciar-se, por meio do _cardiógrafo_ (que mede ou regista as _pulsações do coração_), do _pneumógrafo_ (que avalia a _amplitude torácica_), e do _esfigmógrafo_ (que mede as _pulsações da artéria radial_ (pulso). Segundo Mathias Duval, o número médio de _pulsações_, por minuto (medidas com o auxílio dum _relógio_, _de segundos_), em regra, é: à _nascença_, 160 a 180; 2) no _fim do primeiro ano_, 100 a 115; 3) na _puerícia_ (pelos 7 anos), 90 a 100; 4) no _período peri-pubertário_, de 80 a 90; 5) na _idade adulta_, 70 a 75.

[208] Desenvolvimento dos _órgãos genitais_; e sinais da _puberdade_.

[209] Desenvolvimento da _musculatura_.

[210] _Tonus_ ou _capacidade de reacção_.

[211] Defeitos de _construção orgânica_.

[212] _Modificações_ sobrevindas, durante o «crescimento».

[213] _Fôrça muscular_ (das mãos, dos rins, etc.), medida pelos _dinamómetros_.

[214] _Fadiga física_ e _fadiga mental_; sua medida, por _processos directos_ e _indirectos_.

[215] _Observação geral_: Tòdas as _medidas_ são tomadas sôbre a _criança nua_. O _material pedométrico_ é o _auxanómetro de Paul Godin_: dois _compassos de espessura_ (um, mais pequeno, para _medidas cranianas_; outro, maior, para os _diâmetros torácicos_); uma _fita métrica inextensível_, para as _circunferências_; e uma _balança de precisão_, para as _pesagens_.

O _perímetro torácico_ mede-se à altura da extremidade inferior do _esterno_, na sua articulação com o _apêndice xifóide_.

O _diâmetro vertical do crânio_ toma-se, desde o _vértex_ ao _anti-tragus_.

O _diâmetro vertical do tronco_ mede-se, desde a _fúrcula esternal_ até ao _grande-trocânter_.

Antebraço (máximo) representa a _grossura muscular_; (mínimo) representa a _grossura óssea_ (pulso).

[216] E (estatura) B (busto).

[217] C (cérebro) V (vísceras).

[218] O (ossatura).

[219] S (superfície do corpo) E (estatura) D (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio) d (diâmetro bi-acromial).

[220] _Eclosão pilar do púbis_. Primeiros sinais da _Puberdade_.

[221] _Instalação da Puberdade_. P (púbis) A (axilas).

[222] Encerramento do _período pubertário_.

[223] D. tr. (diâmetro transverso do crânio) D. ant. p. m. (diâmetro ântero-posterior máximo do crânio).

[224] D. transv. (diâmetro transverso do tórax) D. ant. post. (diâmetro ântero-posterior do tórax).

[225] D. s. p. b. (diâmetro sacro-púbico da bacia) Dist. cr. ilíacas (distância entre as _cristas ilíacas_).

[226] É a _fórmula de Pignet_.--C. R. (coeficiente de robustez física) E (estatura) P (pêso) Per. T. (perímetro torácio) insp. (inspiração) exp. (expiração).

[227] _Índice do tronco_.

[228] Cf. pág. 48.

[229] Cf. pág. 53.

[230] Aparição da _Puberdade_.

[231] Instalação da _Puberdade_.

[232] Encerramento da _Puberdade_.

Lista de erros corrigidos

Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:

+----------+-------------------------+---------------------------+ | | Original | Correcção | +----------+-------------------------+---------------------------+ |#pág. 59 | semgentares | segmentares | |#pág. 113 | «_crescimento anormal_, | «_crescimento anormal_,» | +----------+-------------------------+---------------------------+

No quadro 5, na linha 13 da última coluna, o número surge sumido na obra original.

Sendo esse número resultado da média de valores apresentados anteriormente, conclui que esse seja "133".

End of Project Gutenberg's Educação nova, by Augusto Joaquim Alves dos Santos