Part 11
[20] Há outros _critérios_ de classificação das _idades do crescimento_; por exemplo: o _critério psico-biológico da aparição dos interesses_; o _critério psicológico da adaptação sensorial_; o _critério didascálico_; etc.; etc. Cf. E. Claparède, _Ob. cit._; G. Stanley Hall, _Adolescence its psychology and its relations to physiology, anthropology, sociology, sex, crime, religion and education_, New-York, 1911.
[21] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O crescimento da criança portuguesa_, Coimbra, 1917.
[22] Cf. _Année psychologique_, 1911, pág. 48; Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychologique du jugement_, Paris, 1904, pág. 71 e segs.; Ch. Letourneau, _La psychologie ethnique_, Paris, pág. 25 e segs.; E. Apert, _Les maladies des enfants_, Paris, 1914.
[23] Cf. E. Cramaussel, _Le premier éveil intellectuel de l'enfant_, Paris, 1911.
[24] A _evolução dentária_ é um _fenómeno contínuo_, que tem a sua origem no segundo mês da _vida intra-uterina_, embora a _erupção dos dentes_ só principie, pelo sexto mês, depois do _nascimento_. Os primeiros dentes são os _incisivos inferiores medianos_; entre os oito e os dez meses, irrompem os _incisivos superiores medianos_; pelo décimo mês, os _incisivos superiores laterais_; do décimo até ao décimo segundo mês, os _incisivos inferiores laterais_. Depois do _primeiro ano_, aparece todo o _grupo dos oito incisivos_. Até aos quinze meses, saem os _quatro primeiros prè-molares_; pelos dois anos, os _quatro caninos_; pelos dois anos e meio, os _quatro últimos prè-molares_.
[25] Cf. Th. Ruyssen, _Ob. cit._; Ch. Letourneau, _La psychologie ethnique_, cit.
[26] Cf. B. Perez, _Les trois premières années de l'enfant_, Paris, 1911, pág. 289 e segs.
[27] Tôda a criança que, aos dezasseis mêses, _não andar_, deve ter-se por suspeita de _raquitismo_, ou de _afecções crónicas do sistema nervoso_. Cf. E. Apert. _Les maladies des enfants_, cit., pág. 16.
[28] Os _vinte dentes do leite_ começam a caír, pelos _sete anos_, sendo substituídos, sucessivamente, pela mesma ordem da sua aparição, por _dentes definitivos_. Os _incisivos medianos_ são substituídos, dos sete para os oito anos; os _laterais_, dos oito para os nove; os _primeiros prè-molares_, pelos dez anos; os _caninos_, pelos onze; os _segundos prè-molares_, dos doze para os treze anos. Ao mesmo tempo, completa-se o _sistema dentário_, pela erupção dos _grandes molares_, nos espaços ainda livres das maxilas: pelos seis anos, os _quatro primeiros grandes molares_; pelos doze anos, os _segundos grandes molares_; finalmente, pelos vinte anos, os _últimos grandes molares_ (_dentes do siso_). Cf. Apert., _Ob. cit._, pág. 14.
[29] G. Compayré, _L'adolescence_, Paris, 1909, pág. 187.
[30] _La Croissance pendant l'âge scolaire_, Paris, 1913, pág. 114.
[31] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_, Coimbra, 1917; e _apèndice_ ao presente livro.
[32] Cf. Dr. Alves dos Santos, _Ob. cit._, pág. 64, nota 3.^a
[33] Esta _escola_ tem uma _aula de educação dos sentidos_, e publica, actualmente, um _Boletim_, que é a continuação da _Revista de Pedagogia_ (_Educação_), da qual saíram doze números.
[34] Esta _Instituição_ publica _estudos_ e _trabalhos_ sobre as _crianças_, numa _Revista_ mensal, que tem por título «_A Tutoria_».
[35] Esta _Sociedade_ tem por órgão um _Boletim_ trimestral (_Revista de Educação Geral e Técnica_), onde são publicados os resultados das investigações, a que procede, sobre «_o desenvolvimento físico e, psíquico da criança_».
[36] Cf. Dr. Alves dos Santos, _Psicologia e Pedologia_ (relatório uma _missão de estudo_, no estrangeiro), Coímbra, 1913.
[37] Cf. V. Houssay, _La forme et la vie_, Paris, 1900.
[38] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_ (subsídios para a constituíção de uma pedologia nacional), Coímbra, 1917, pág. 63 e segs.
[39] Cf. Dr. Alves dos Santos, _Ob. cit._; P. Godin, _La croissance pendant l'âge scolaire_, Paris, 1913; E. Apert, _Maladies des enfants_, Paris, 1914; J. Comby, _Traité du rachitisme_, Paris, 1901; J. Philippe, _Les anomalies mentales chez les écoliers_, Paris, 1905.
[40] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_, cit., pág. 7 e segs.
[41] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_, Ob. cit., pág. 10 e segs.
[42] Cf. _Anuários_ do _Rial Colégio Militar_: anos de 1899-1900; 1900-1901; 1901-1902; 1902-1903; 1903-1904; 1904-1905.
[43] Cf. _La gymnastique médicale au collège de Campolide_, 1910.
[44] Cf. Memória do _Terceiro Congresso Pedagógico_, promovido pela _Liga Nacional de Instrução_, Lisboa, 1913, pág. 211 e segs.: _Contribuição ao estudo do crescimento da criança portuguesa_.
[45] Cf. Alfredo da Costa, _Quelques renseignements statistiques sur la maternité provisoire de Lisbonne_, Lisboa, 1906.
[46] Cf. _Relatórios dos serviços médicos e farmacêuticos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa_, anos económicos de 1907-1908 a 1912-1913, seis fascículos.
[47] Sobre as _medidas pedométricas_, a que se referem os n.^{os} 6, 7, 8, 9 e 10, cf. o nosso livro, cit. _O crescimento da criança portuguesa_.
[48] Cf. E. J. Marey, _La méthode graphique dans les sciences expérimentales_, Paris, 1885; E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et pédagogie expérimentale_, Genève, 1916.
[49] Cf. _Anthropométrie ou mésure des différentes facultés de l'homme_, Bruxelles, 1871.
[50] TAILLE MOYENNE DES PORTUGAIS CONTEMPORAINS, DISTRIBUÉS PAR PROVINCES
============================================================================== | TAILLE +-------------+----------------------------------------- Provinces | Hommes | Femmes (Caractères +======================================================= démonstratifs) | Moyenne | Basse | Moyenne | Haute | millimètres | | | ----------------------+-------------+-------------+-------------+------------- M = Minho | 1627.95 | | | TM = Trás-os-Montes | 1645.53 | Jusqu'à De Au D = Douro | 1652.64 | 1520 | 1521^{mm} | dessus de BA = Beira Alta | 1630.15 | jusqu'à 1621^{mm} BB = Beira Baixa | 1646.83 | | 1620 | E = Estremadura | 1634.55 | A = Alentejo | 1625.34 | | | Alg = Algarve | 1633.20 | IA = Ile des Açores } | | | } 1651.45 | IM = Ile de Madère } | | | | | 33.33% 54% 12.67% Moyenne générale | 1639 | --------------------------------------- Envergure générale | 1673 | 100.00 ==============================================================================
[51] Cf. Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychologique du jugement_, Paris, 1904, pág. 72.
[52] Cf. _Psychologie de l'enfant et pédagogie expérimentale_, cit., pág. 419.
[53] Cf. Dr. A. Aurélio da Costa Ferreira, _O peso do corpo da criança_ (lição de encerramento do curso de pedologia, na escola normal de Lisboa no ano lectivo de 1914-15) apud _Archivo de anatomia e anthropologia_, Lisboa, 1915, vol. 3.^o, n.^o 2.
[54] O _perímetro torácico_ ultrapassa, em média, a metade da _altura_, no _adulto_; e fica inferior a essa metade, na criança, cuja idade se ache compreendida entre os sete e os dezasseis anos.
[55] Cit. por Stanley Hall, _ob. cit._, vol. 1, pág. 99.
[56] Cf. Pierre Mendousse, _L'âme de l'adolescent_, Paris, 1911; A. Marro, _La puberté chez l'homme et chez la femme_, Paris, 1901.
[57] Cf. P. Godin, _La croissance pendant l'âge scolaire_, cit.; E. Apert, _Les enfants retardataires_, Paris, 1902.
[58] Cf. Dr. E. Apert, _Les enfants retardataires_, Paris, 1902, páginas 10 e segs., donde se extraíu esta fotogravura.
[59] Cf. Pierre Mendousse, _L'âme de l'adolescent_, cit., P. Godin, _ob. cit._, Stanley Hall, _ob. cit._
[60] Cf. _Étude sur les rapports anthropométriques en général et sur les principales proportions du corps_ (_Mém. de la Soc. d'Anthrop. de Paris_, 1902, vol. II, 3.^a série, fasc. 3.^o).
[61] Cf. _Der Körper des Kindes_, Stuttgart, 1909.
[62] Segundo Deniker, a _puberdade_ faz a sua aparição, nos _países quentes_, entre os onze e os catorze anos; nos _países frios_, entre os quinze e os dezoito; e nos _países temperados_, entre os treze e os dezasseis; acrescentando, porêm, que é mistér contar com as _influências étnicas_, _género de vida_, _regime alimentar_, etc. Cf. _Les races et les peuples de la terre_, pág. 132.
[63] P. e A. exprimem a _eclosão pilar_ do _púbis_ e das _axilas_. A _mudança da voz_ e, no sexo feminino, o _fluxo menstrual_ tambêm são características da _puberdade_. Os expoentes referem-se à _quantidade_.
[64] Confrontem-se os _dados antropométricos_ inscritos na figura n.^o 12, com as _tabelas_ que exprimem as médias de quatro mil _mensurações_ feitas por Variot e Chaumet, em escolas e creches da cidade de Paris. Cf, págs. 54 e 58 dêste _trabalho_.
[65] Aida nasceu em 14 de dezembro de 1903. Estatura do pai, 1,474; da mãe, 1,579. Doenças: 1) _sarampo_ (aos 2-1/2 anos); 2) _coqueluche_ (aos 3 anos); 3) _bronquite aguda_ (aos 3-1/2 anos); 4) _enterites freqùentes_ (dos 6 até aos 11 anos); 5) _variola benigna_ (aos 8 anos); 6) _trasorelho_ (aos 8 anos); 7) _escarlatina_ (aos 11-1/2 anos). Duas _quedas_, aos 5 anos. Como o _gráfico_ indica, o _crescimento, em altura_, a partir dos seis anos, _diminue de intensidade_, para não _recrudescer_, senão, pelo aparecimento da _puberdade_.
Aos onze anos (dezembro de 1914), _desenvolvimento dos seios_, e P.^1. Em 10 de março de 1915, _primeiras regras_, e P.^2. Em setembro, do mesmo ano, P.^3 A.^1.
[66] Na organização dos _cânones antropométricos_, temos de acumular esta lacuna, considerando, provisòriamente, _valores estrangeiros_, que serão substituídos por _valores nacionais_, quando os houver apurados.
[67] Cf. Prof. Alfredo da Costa, _Quelques renseignements_, etc., cit., pág. 96, donde são extraídos os _elementos_ desta _tabela_.
[68] _O F_ designa o _diâmetro occipito-frontal_ (ântero-posterior máximo, da _glabela_ à _parte posterior occipital_).
_B P_ significa o _diâmetro bi-parietal_ (a maior distância que separa transversalmente as duas _bossas parietais_).
_S O F_ representa a _circunferência do crânio_, à altura das _bossas frontais_.
[69] Cf. _ob. cit._, pág. 95.
[70] Cf. Mies, _Le poids du cerveau des nouveau-nés_, apud _Revue d'anthropologie_, 1889. Dr. G. Paul-Boncour, _Anthropologie anatomique_, § 3.^o. _Volume et capacité du crâne_. _Indice cubique_, pág. 261 e segs.
[71] Cf. _Quelques considérations sur les dimensions de la tête du foetus à terme_, apud _Compte-rendu du Congrès intern. de méd._, Lisbonne, pág. 277 e segs.
[72] O _índice cefálico_ varia, durante a _infância_ e na _puerícia_: a sua _fixidez_ não se estabelece, senão a partir dos nove anos. «Ordináriamente, ao nascer, diz J. Deniker, as crianças parecem mais dolicocéfalas, do que os adultos da sua raça; mas, a partir do primeiro mês, a cabeça cresce mais de-pressa, em largura, do que em comprimento...». «As nossas investigações pessoais convencem de que a cabeça do infante aumenta, a princípio, em largura, para chegar, em seguida, gradualmente, à forma definitiva, que se estabelece, pelos dez, doze ou quinze anos, segundo as raças». _Races et peuples de la terre_, Paris, 1900, págs. 88 e 89.
[73] Cf. _Contribuição para o estudo da bacia na mulher portuguesa_, Pôrto, 1916, pág. 72 e segs.
[74] Cf. _Contribuição para o estudo da bacia_, etc., _cit._
[75] Cf. _Elementos elucidativos sôbre a relação dos índices cefálicos e da estatura com a capacidade craniana_, apud _O Instituto_, 1900, mês de setembro.
[76] Cf. _Crânios portugueses_, Coímbra, 1906.
[77] _Índices cefálicos dos portugueses_, Coímbra, 1898.
[78] _Estudo de antropometria portuguesa_, Lisboa, 1898.
[79] _Notas sôbre Portugal_, Lisboa, 1908, tomo I.
[80] Cf. Fonseca Cardoso, _ob. cit._, pág. 66. Cf. tambêm sobre êste assunto, Bento Carqueja, _O Povo Português_, págs. 47 e segs.
[81] Em França, H. Muffang, professor do liceu de Saint-Brieuc, procedeu, em vários estabelecimentos de ensino do seu país, a _investigações cefalométricas_, no intuito de verificar, se as _leis da antropo-sociologia_ são ou não aplicáveis a _determinados grupos de população_; e se existe alguma relação entre as _aptidões intelectuais das crianças e as suas dimensões cranianas, ou seu índice cefálico_. As conclusões que formulou são as seguintes: «Il semble qu'il existe une rélation entre les formes du crâne et certaines tendances, novatrices ou conservatrices, en matière d'enseignement, et une rélation entre les succés scolaires et les dimensions absolues du crâne. Une plus forte longueur cranienne semble coïncider soit avec plus d'énergie, soit avec plus d'aptitude intellectuele». Cf. _Études d'anthropo-sociologie_, Paris, 1897, págs. 2 e 3.
[82] Cf. _L'homme dans la nature_, Paris, 1891, pág. 149.
[83] Cf. G. de Lapouge, _Les lois de l'anthropo-sociologie_, apud _Revue Scientifique_, fasc. de outubro de 1897.
[84] Êste diâmetro é o _sacro-púbico_.
[85] Cf. H. Vierordt, _Anatomische, physiologische und physikalische Daten und Tabellen_, Iena, 1906.
[86] Alêm das _mensurações_, que temos indicado, existem outras, pertencentes à _Escola de alunos marinheiros do Norte_, sobre _perímetros do braço_, do _antebraço_, da _côxa_, da _perna_, do _pescôço_, da _bacia_; sobre a _distância inter-mamilar_, e outras; sobre a _capacidade vital_; _fôrça muscular_, etc.
[87] O _índice torácico_, que calculamos para cada _idade_, é o que exprime _a relação do diâmetro transverso máximo, multiplicado por 100, com o diâmetro ântero-posterior máximo_.
[88] Em _Campolide_, tambêm se empregava esta mesma _técnica_. No _livro das mensurações_, a oitava coluna tinha a seguinte rubrica:
«_Diâmetros xifoidianos_ (transversal e ântero-posterior) tomados durante a inspiração, a expiração e o tempo médio.»
[89] Cf. A. Soulié, _Précis d'anatomie topographique_, Paris, 1911, pág. 8-12; Godin, _ob. cit._, P. Topinard, _L'anthropologie_, págs. 311 e segs.
[90] _Proporções_ de Topinard.
[91] Os _valores métricos absolutos dos segmentos_ são referidos à _estatura_ (1^{m},66, no _homem_; 1^{m},54, na _mulher_).
[92] Do _Vértex_ ao _Queixo_.
[93] Do _Queixo_ à _Fúrcula esternal_.
[94] [95] e [96] Da _Fúrcula esternal_ à _base da Bacia_.
[97] (_Espádua_, _braço_ e _cotovêlo_) do _acrómion_ ao _cotovêlo_; (_antebraço_, _punho_ e _mão_) do _cotovêlo_ à _apófise estilóide_.
[98] (_Anca_, _côxa_ e _joelho_) da _base da bacia_ ao _centro do joelho_; (_Perna_ e _tornozêlo_) do _joelho_ ao _tornozêlo_; (Pé) do _tornozêlo_ ao solo.
[99] _Circunferência máxima_.
[100] Perímetro _xifoidiano_.
[101] [102] [103] [104]: Sobre estas _medidas_, cf. P. Godin, _ob. cit._, págs. 252 e 253.
[105] No plano compreendido entre o _ponto metópico_ e a _convexidade occipital_ (a parte mais saliente).
[106] Entre os _parietais, ubicumque inveniatur_, de modo a obter o máximo afastamento das pontas do _compasso_.
[107] Ao nível da extremidade inferior do esterno. É o diâmetro _esterno-vertebral_.
[108] Ao nível da 8.^a _costela_.
[109] _Sacro-púbico_.
[110] _Biilíaco_ (distância entre as cristas ilíacas).
[111] _Fórmula do índice pélvico_:
_Índice_= Diâmetro sacro-púbico da _Bacia_X100 / Distância entre as _cristas ilíacas_
[112] Cf. _L'homme dans la nature_, cit., pág. 126.
[113] O desenho destas figuras pertence ao sr. Eduardo Ferraz, que o executou, sob a nossa direcção.
[114] Cf. António Arroio, _O povo português_, apud _Notas sôbre Portugal_, t. II, págs. 73 e segs.; Marques Braga, _Ensaio sôbre a psicologia do povo português_, Coimbra, 1902.
[115] Cf. J. Augusto Coelho, _Evolução geral das sociedades ibéricas_, Lisboa, 1908, t. II.
[116] As _percentagens_ e os _valores métricos_ são referidos à _altura média do recêm-nascido_ (0^m,50).
[117] Quási a quarta parte da _altura_.
[118] Quási dois terços da _altura_.
[119] Braço, antebraço, mão.
[120] Côxa, perna, pé. Pouco mais de um têrço da _altura_.
[121] Êste _índice_ exprime a relação do _diâmetro transverso_, multiplicado por 100, com o _diâmetro ântero-posterior_.
[122] Êste 2.^o _índice_ exprime a relação do _perímetro torácico_, multiplicado por 100, com a _altura do corpo_.
[123] Ambos os _sexos_.
[124] Cf. Charlton Bastian, _Le cerveau organe de la pensée_, t. II, cap. 1.^o.
[125] Cf. Ch. Letourneau, _La psychologie ethniqne_, Paris, págs. 25 e segs.
[126] Cf. Bernard Perez, _Les trois premières années de l'enfant_, Paris, 1911, págs. 10 e segs.
[127] Cf. P. Hachet-Souplet, _De l'animal à l'enfant_, Paris, 1913, pág. 127 e segs.
[128] Cf. P. Hachet-Souplet, _ob. cit._, pág. 127.
[129] _Altura_ total do corpo: 83^{cm} (s. m.); 81^{cm} (s. fem.).
[130] J. J. Rousseau, _Émile, ou de l'éducation_, 4 vols., La Haye, 1762.
[131] Cf. Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychologique du jugement_, _cit._, págs. 67 e segs.
[132] Cf. P. Hachet-Souplet, _ob. cit._, págs. 70 e segs.
[133] Cf. Ed. Cramaussel, _Le premier éveil intellectuel de l'enfant_, Paris, 1911.
[134] _Altura_ total do corpo: 114^{cm},5 (s. m.); 106^{cm} (s. fem.).
[135] Cf. M.^{me} Necker de Saussure, _L'éducation progressive_, L. II, cap. IV; Fr. Queyrat, _La logique chez l'enfant_, Paris, 1907; B. Perez, _L'enfant de trois a sept ans_, Paris, 1907.
[136] Cf. _Le développement mental chez l'enfant et dans la race_, trad. fr., págs. 15 e 16.
[137] Cf. E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et pedagogie expérimentale_, Paris, 1916, págs. 515 e segs.
[138] _Altura_ total do corpo: 154^{cm},8 (s. m.); 152^{cm} (s. fem.)
[139] Cf. _L'âme de l'adolescent_, _cit._, pág. 21.
[140] Cf. _Adolescence_, _etc._, _cit._, t. II, págs. 75 e segs.
[141] «_L'adolescence_ est l'âge de la _puberté_, l'âge où la sexualité s'établit définitivement, où le garçon devient homme, où la fille devient femme. Et personne ne saurait contester que la puberté marque une étape importante et décisive dans le cours de la vie humaine». Cf. G. Compayré, _L'adolescence_, Paris, 1909, pág. 5.
[142] Cf. J. Laumonier, _La physiologie générale_ cit.
[143] Cf. Paul-Boncour, _Anthropologie anatomique_, cit., pág. 56 e segs.
[144] Cf. Topinard, _L'anthropologie_, cit.; Quételet, _Anthropométrie_, Paris, 1871; Paul-Boncour, _Ob. cit._, pág. 60.
[145] Cf. J. Deniker, _Les races et les peuples de la terre_, Paris, 1900.
[146] Lannois depois de explicar essa _transformação_, pelo estudo das _modificações estruturais_ que a _lâmina cartilaginosa_ sofre, a partir do seu centro para o _ôsso diafisiário_, desde o _tecido hialino típico_, até à _zona osteóide ou de ossificação_, escreve: «assim se forma o tecido ósseo, primitivamente esponjoso, que se juxtapõe e assimila ao do corpo e da extremidade dos ossos. O modo de ossificação indicado é activo e contínuo, prosseguindo, durante a infância, e exagerando-se na adolescência, muitas vezes, por forma brusca, determinando um crescimento mais ou menos rápido; que, todavia, definitivamente se extingue, dos vinte aos vinte e cinco anos. Se, então, examinarmos a região que corresponde à faixa cartilagínea juxta-epifisiária, nenhuns vestígios encontraremos dela: a cartilagem substituíu o ôsso, sendo completa a fusão da epífise com a diáfise». Cf. _Études biologiques sur les géants_, cit., págs. 333, 334 e 335.
[147] Cf. _L'Anthropologie_, cit., pág. 143; cf. mais: Papillaut, _L'homme moyen à Paris_, apud _Bull. et Mém. de la Soc. d'Anthrop._, 1902; P. E. Launois, _Causes et consèquences de la prolongation de l'ossification des cartilages de conjugaison_, apud _Compt. rendus de l'association des anatomistes_, Liège, 1903; Alexis Julien, _Loi de l'apparition du premier point épiphysaire des os longs_, 1892.
[148] Cf. Dr. G. Paul-Boncour, _Anthropologie anatomique_, cit, pág. 117 e seg.
[149] Cf. Alves dos Santos, _O Crescimento da Criança portuguesa_, cit., pág. 78-80 e 90; 71-77.
[150] As _notações_ que apresentamos, representativas aliás de grande número de _mensurações_, divergem muito do _índice torácico_ de Weisgerber, pelo que respeita ao _adulto_, pois que o fixa em 118. Cf. P. Topinard, _L'homme dans la nature_, cit., pág. 260.
[151] Cf. Dr. L. Manouvrier, _Étude sur les rapports anthropométriques en général et sur les principales proportions du corps_, apud _Mém. de la Soc. anthr._, Paris, 1902, T. II.
[152] Cf. Dr. E. Apert, _Les enfants retardataires_, Paris, 1902; J. Comby, _Traité du rachitisme_, Paris, 1901.
[153] Cf. E. Regis, _Précis de psychiatrie_, Paris, 1914; Baréty, _De l'infantilisme, du sénilisme, du féminisme, du masculisme et du facies scrofuleux_, _Nice médical_, 1876.
[154] Cf. L. Testut, _Traité d'anatomie humaine_, Paris, 1911, T. III, 6.^a ed., págs. 762 e segs.
[155] Cf. _La physiologie générale_, cit., págs. 424-426.
J. Héricourt atribue tambêm à insuficiência funcional da _glândula tiroide_ outros acidentes e perturbações, que pertencem ao _reumatismo crónico_: dôres nervosas e musculares, retracções aponevróticas, cefalalgias, moléstias de pele, etc.
Cf. _L'hygiène moderne_, Paris, 1907, pág. 12.
[156] O sr. Dr. A. Aurélio da Costa Ferreíra, num artigo publicado na _Medicina Moderna_ (fevereiro de 1917) atribue a _gaguez_ a excessos de secreção da _glândula tiroide_. Cf. _Anuário da Casa-Pia_, 1916-1917, pág. 544-546; cf. tambêm do mesmo autor, _Dois sphygmogramas de gagos_, Lisboa, 1918.
Sobre as relações do _corpo tiroide_ com as perturbações da _ossificação_, cf. C. Denis, _De l'influence de la glande thyròide sur le développement du squelette_, Lyon, 1896; Boullenger, _De l'action de la glande thyròide sur la croissance_, Paris, 1896; Rogowitch, _Effets de l'ablation du corps thyròide_, apud _Arch. de Physiol._, nov. de 1888; Gley, _Sur les fonctions du corps thyròide_, apud _Arch. de physiol. norm. et pathol._, Paris, 1892; P. E. Launois, _Études biologiques sur les géants_, cit., págs. 340 e segs.; _Iunta para ampliacion de estudios_... _Anales_, T. XVII, _memoria 3.^a, Investigaciones acerca de la inervación del páncreas como glándula de secreción interna_, por José Maria de Corral, Madrid, 1918.
[157] Cf. E. Apert, _Maladies des enfants_, cit., M. Springer, _Études sur la croissance et son rôle en pathologie_, Paris, 1890; J. Comby, _Traité des maladies de l'enfance_, Paris, 1899; _Maladies de croissance_, apud _Arch. de Médéc._, 1890.
[158] Cf. Dr. Álvaro F. de Novais e Sousa, _Assistência e Maternidade_, Coímbra, 1915; Sobral Cid, _Mortalité infantile en Portugal--XV Congrès International de Médicine_, Lisboa, 1906.
[159] Cf. _Boletim mensal de estatística demográfico-sanitária_, Lisboa, Impr. Nacional.
[160] Cf. _Anuário estatístico de Portugal_ (vol.^{es} de 1903 a 1916), Lisboa, Impr. Nac.
[161] Cf. Dr. Novaís e Sousa, _ob. cit._, págs. 5 e segs.
[162] Êste _gráfico_ foi-nos amavelmente cedido pelo snr. Dr. Novais e Sousa, que o publicou, pela primeira vez, na _Assistência e Maternidade_, cit.
[163] Cf. Pierre Mendousse, _L'âme de l'adolescent_, cit.
[164] Cf. Paul Godin, _ob. cit._, pág. 143 e segs.
[165] Cf. Paul Godin, _ob. cit._, pág. 152 e segs.
[166] Cf. Dr. E. Claparède, _Psychologie de l'enfant_, etc., cit., pág. 429 e segs.; Fréd. Queyrat, _Les jeux des enfants_, Paris, 2.^a ed., 1908; Dr. Alves dos Santos, _O ensino primário em Portugal_, cit.; Stanley Hall, _Adolescence_, etc., cit.; Colozza, _Psychol. und Pädagogik des Kinderspiels_, Altenburg, 1900.
[167] Cf. J. Wilbois, _Les nouvelles méthodes de l'éducation_, Paris, 1914.