Part 10
As lavagens da bôca com líquidos antisépticos inofensivos e um bom pó ou pasta dentifrícia são muito eficazes para completar a higiene dentária e bocal. Os dentifrícios que são cáusticos para a mucosa, ou que descalcificam os dentes, devem ser rejeitados. O sabão é um bom dentifrício.
VIII
Faze inspeccionar os dentes, uma ou duas vezes por ano, por um dentista, a fim de que êle descubra os focos mórbidos e os faça desaparecer, antes que sejam muito extensos.
IX
O tártaro (pedra) deve ser extraído, de tempos a tempos.
X
Os dentes e as raízes que não possam ser conservados e tratados, devem ser extraídos, sejam dolorosos ou não.
INSTRUÇÕES SOBRE PEDOMETRIA
_Condições gerais_:--As modificações morfológicas, fisiológicas e psíquicas, produzidas pelos exercícios de educação física (exercícios neuro-musculares e de adaptação aos meios) podem ser medidas ou apreciadas e formarem dois grupos principais: somático e físico-psíquico.
As mensurações constituem o processo mais racional de verificar os efeitos dos exercícios, se nelas se observarem as indicações seguintes:
O observador possuìrá a técnica de medir e conhecerá a razão e o fim de cada medida. Tomará as medidas à mesma hora, de preferência de manhã, antes de qualquer exercício ou refeição e tanto quanto possível nas mesmas condições e em períodos bem determinados, ex.: em Outubro e Junho.
Estas medidas e observações serão apontadas em colunas individuais no livro das mensurações, donde se tirarão tôdas as notas para a organização das médias e dos índices de classificação individual somática e fisiológica.
Os alunos serão medidos e observados de torso nu e descalços e as alunas só com os fatos de gimnástica.
Para se assegurar bem da medida deverá esta repetir-se, acto contínuo, as vezes que forem necessárias.
_Nota_.--As mensurações obtidas gráficamente por bons instrumentos oferecem mais confiança.
TÉCNICA:
_Para medir a altura_:--O examinando colocar-se há na craveira na atitude de sentido.
_Para medir o pêso_:--Torna-se necessário uma balança decimal bem tarada e de fácil manejo. Os alunos serão pesados em ceroulas; as alunas com os seus fatos de gimnástica.
_Para medir a capacidade vital_:--É necessário utilizar um espirómetro, como o de Charles Verdin, colocá-lo a conveniente altura, usar duas tubuladuras de borracha com as competentes embocaduras de vidro para se poderem substituir a cada exame e desinfectar convenientemente.
_Modo de medir_:--O examinando, em face do aparelho, toma o tubo de vidro (embocadura) na bôca, depois de ter enchido quanto pode o pulmão, cerra os lábios sôbre o tubo para não perder ar e expira suavemente todo o ar que possa, o que será registado pelo espirómetro.
_Para medir a mobilização torácica_:--O examinando, de calcanhares juntos, mantêm os braços laterais e horizontais. Fazem-se 3 provas e tira-se a média.
_Diâmetros xifoìdianos_:--É necessário um compasso de espessura como o grande de _Collin_.
_Modo de medir_:
_Diâmetro transverso_:--Aplicam-se as pontas do compasso nos pontos mais laterais do tórax e no nível do ponto esterno-xifoìdiano; o examinando faz, então, a maior inspiração e logo a seguir a mais completa expiração e toma-se nota dos diâmetros máximo e mínimo.
_Diâmetro ântero-posterior_:--Aplica-se uma das pontas do compasso no ponto esterno-xifoìdiano e a outra na linha das apófises espinhosas e ao nível daquele ponto; no resto procede-se como no transverso.
_Perímetros xifoìdianos_:--Na falta dum instrumento que nos dê com precisão e facilidade gráficamente o perímetro torácico é mais prático usar, com o devido cuidado, a fita métrica inextensível.
_Modo de medir com a fita_:--Aplica-se esta horizontalmente ao nível do ponto esterno-xifoìdiano, o examinando faz a máxima inspiração e logo a seguir a máxima expiração e o observador toma nota dos perímetros máximo e mínimo.
_Perímetro umbilical_:--Procede-se como no perímetro torácico.
_Nota_.--Os perímetros tomam-se só aos alunos.
_Para medir a fôrça de pressão e de tracção_:--Para a de pressão é necessário um dinamómetro como o de _Collin_; para a de tracção um dinamómetro como o de _Andrew_.
_Modos de medir_:--Na pressão toma-se o dinamómetro na concha da mão e cerra-se esta com a máxima fôrça, repete-se duas vezes e toma-se a prova maior; na tracção tomam-se os anéis das cadeias, um em cada mão, tiram-se para os lados, repete-se e toma-se a maior prova.
_Para se obter o ritmo respiratório_:--Na falta de um adequado pneumógrafo, o número e o ritmo podem obter-se pela palpação; o observador, colocado por detrás do examinando, aplica as mãos sôbre os seus ombros, estendendo os quatro dedos sôbre as clavículas e as primeiras costelas e os polegares estendidos para o dorso, ou em face do examinando, aplica-lhe as mãos nos lados do tórax e em presença de um relógio observa o ritmo e conta as respirações num minuto.
_Para tomar o ritmo cardíaco_:--Na falta dum esfigmógrafo de uso e de precisão, o professor, tomando o pulso, obterá o número, o ritmo, a forma e apreciará a pressão em repouso e depois dum escolhido exercício, ex.: uma pequena carreira.
_Para classificar os desvios ósseos da coluna vertebral_:--Na falta dum raquiógrafo conveniente, o professor pode chegar por uma observação inteligente: dos movimentos da coluna, da sua forma na atitude de sentido, das atitudes das espáduas e da cabeça, da forma torácica, etc., a conhecer os desvios.
_Do tórax_:--Na falta dum toracógrafo o observador pode usar o cirtómetro de chumbo ou ainda, o compasso de espessura tirando os diâmetros necessários para o que o examinando tomará a atitude de sentido com os braços laterais e horizontais.
IV
DECRETO N.^o 4:900
Sendo urgente codificar e regulamentar tôdas as disposições legais em vigor, relativas às Escolas Normais Superiores das Universidades de Coimbra e Lisboa;
Atendendo à autorização concedida pelo § único do artigo 42.^o do decreto com fôrça de lei n.^o 4:649, de 13 de Julho de 1918;
Usando da faculdade que me confere o n.^o 3.^o do artigo 47.^o da Constituição Política da República Portuguesa;
Hei por bem, sob proposta do Secretário de Estado da Instrução Pública, decretar o seguinte:
Artigo 1.^o É aprovado e mandado pôr em execução o Regulamento das Escolas Normais Superiores das Universidades de Coimbra e Lisboa, que faz parte integrante dêste decreto, e vai assinado pelo Secretário de Estado da Instrução Pública.
Art. 2.^o Ficam, pelo presente regulamento, codificadas tôdas as disposições legais em vigor, relativas às Escolas Normais Superiores, substituídos os decretos regulamentares n.^o 2:117, de 27 de Novembro de 1915, n.^o 2:509, de 14 de Julho de 1916, n.^o 2:646, de 26 de Setembro de 1916, n.^o 2:943, de 18 de Janeiro de 1917, n.^o 3:012, de 6 de Março de 1917, n.^o 3:097, de 18 de Abril de 1917, e n.^o 3:330, de 3 de Setembro de 1917, e regulamentados os decretos com fôrça de lei, de 21 de Maio de 1911 e n.^o 4:649, de 13 de Julho de 1918.
Art. 3.^o Fica revogada a legislação em contrário.
O Secretário de Estado da Instrução Pública o faça publicar. Paços do Govêrno da República, 5 de Outubro de 1918.--Sidónio Pais--_José Alfredo Mendes de Magalhães_.
V
Índice Analítico do 2.^o Volume desta Obra:
(NO PRELO)
*PEDOLOGIA PSÍQUICA*
(_A mentalidade da Criança_)
CAPÍTULO I
1) Órgãos dos sentidos: sensibilidade cutânea; sua discriminação. 2) Sensações tácteis, de pressão, térmicas, álgicas. 3) Sentido cinestésico e sentido estereognóstico. 4) A cinestesia. 5) Acuidade do tacto; sua medida. 6) Estesiometria. 7) Educação dos sentidos cutâneos.
CAPÍTULO II
1) A visão; anatomia e fisiologia do bolbo ocular; mecanismo da visão. 2) Emetropia, ametropia e hipermetropia. 3) Medida da acuidade visual. 4) Sentido cromático; suas anomalias. 5) Medida dêste sentido; tábuas pseudo-isocromáticas de Stilling.
CAPÍTULO III
1) A audição; mecanismo das sensações auditivas. 2) Medida da acuidade auditiva. 3) Sentido otolítico.
CAPÍTULO IV
1) Os sentidos químicos: olfacto e gôsto. 2) Morfologia e funcionamento dos respectivos órgãos. 3) Olfactometria e gustometria.
CAPÍTULO V
1) A atenção; suas espécies. 2) Patologia da atenção. 3) Medida da atenção. 4) Educabilidade da atenção.
CAPÍTULO VI
1) A memória; suas operações fundamentais. 2) Patologia da memória. 3) Análise qualitativa da memória: processos; experiências. 4) Análise quantitativa da memória. 5) Educação da memória.
CAPÍTULO VII
1) A inteligência; sua noção. 2) Nível intelectual e nível escolar. 3) Medida da inteligência: processos; escala métrica da inteligência. 4) Estudo scientífico do trabalho mental. 5) A fadiga física e a fadiga mental: sua medida.
CAPÍTULO VIII
1) Noção da personalidade. 2) O carácter; seus elementos constitutivos e manifestações. 3) Formação do carácter; princípios sobre que deve assentar. 4) Os estados mórbidos da personalidade: a mentira, a preguiça, a timidez, a cólera, as fobias das crianças. 5) Patologia da vontade. 6) Os vícios da educação tradicional. 7) Educação moral e cívica das crianças, segundo os princípios da pedagogia moderna. 8) A moral na escola.
VI
O estudo do «crescimento», no Colégio Moderno de Coimbra, pela aplicação do método auxanológico
O estudo do «crescimento», pelo _método auxanológico_, faz-se presentemente, sob a nossa direcção, em alunos internos do _Colégio Moderno_, de Coimbra.
As primeiras _mensurações_ foram realizadas, durante os meses de maio e junho, do ano de 1918.
Em maio e junho, dêste ano de 1919, ao prefazerem-se doze meses completos, continuou-se êste _serviço antropométrico_, que não pôde ser executado em novembro e dezembro (fim do 1.^o semestre), como convinha, mercê das _ocorrências políticas_, que perturbaram a _vida nacional_.
Foram _observados_ e _mensurados_ (e continuá-lo hão a ser) 115 alunos, de _idades_ que se acham compreendidas entre os dez e os dezoito anos.
As _medidas_ são tomadas, sempre, sobre o _corpo nu do aluno_; o _material pedométrico_ empregado é aquele que indicámos, a página 145 (_nota_); e a _técnica_ regula-se, pelas _instruções_ do D.^r Paulo Godin, publicadas, a página 243 e seguintes, do seu livro: «_La Croissance pendant l'âge scolaire_», Paris, 1913.
Alêm das _medidas segmentares_, relativas ao _crescimento físico_, colhemos, nas _observações_, todos os elementos necessários para o estudo da _puberdade_. E nem sómente nos preocupou a _pedometria somática_, mas tambêm iniciamos trabalhos, que aproveitem à _pedometria psíquica_, isto é, à _medida da acuidade sensorial_, e ao _exame psíquico, etológico e psiquiátrico_ dos alunos.
Nesta primeira exposição, limitar-nos hemos a divulgar os _resultados antropométricos_ obtidos, condensando-os, nos seguintes mapas: 1) das _projecções verticais_; 2) do _pêso_; 3) da _puberdade_.
I
+==================================================================+ | Projecções Verticais Sintéticas (médias) | +-------------+-------------+------------+------------+------------+ | | Número | Altura | Busto |B X 100 | |Idades (anos)|de indivíduos|(milímetros)|(milímetros)|-------[227]| | | | | | A | +-------------+-------------+------------+------------+------------+ | 10 | 9 | 1,273 | 0,680 | 53 | | 11 | 5 | 1,382 | 0,716 | 51 | | 12 | 7 | 1,412 | 0,724 | 51 | | 13 | 14 | *1,474* | 0,737 | 50 | | 14 | 32 | 1,496 | 0,765 | 51 | | 15 | 25 | *1,587* | 0,800 | 50 | | 16 | 15 | 1,614 | 0,810 | 50 | | 17 | 7 | 1,649 | 0,850 | 51 | | 18 | 1 | 1,635 | 0,844 | 51 | | Total.... | 115 | -- | -- | -- | +=============+=============+============+============+============+
Verifica-se, pela _leitura_ dêste primeiro _mapa_, que o «crescimento» dêstes alunos do _Colégio Moderno_ não se afasta sensivelmente dos _resultados gerais_, a que chegámos, em relação à _criança portuguesa_.
Assim, a _macrosquelia_ (característica da _adolescência_ e da _puberdade_) é evidente, do mesmo modo que tambêm é normal o _índice do tronco_, que, como se vê, oscila entre 50 e 53.
II
+======================================+ | | | Pêso (médias) | | | +-------------+------------+-----------+ | | Número de | | |Idades (anos)| indivíduos |Quilogramas| +-------------+------------+-----------+ | 10 | 9 | 26 | +-------------+------------+-----------+ | 11 | 5 | 33 | +-------------+------------+-----------+ | 12 | 7 | 34 | +-------------+------------+-----------+ | 13 | 14 | 38,5 | +-------------+------------+-----------+ | 14 | 32 | 40,5 | +-------------+------------+-----------+ | 15 | 25 | 42 | +-------------+------------+-----------+ | 16 | 15 | 43 | +-------------+------------+-----------+ | 17 | 7 | *54,5* | +-------------+------------+-----------+ | 18 | 1 | 52 | +-------------+------------+-----------+ | Total | 115 | -- | +=============+============+===========+
E, quanto a _crises_ do «crescimento», a conformidade com a _curva_, que traçámos[228] é absoluta: veja-se como o _ritmo_, em geral, se mantêm, e como o _paralelismo das acelerações e das acalmias_ (relativas) se acusa, em todo o percurso da _escala_.
Sobre _pêso_, apenas há a observar que, de conformidade com as conclusões a que se tem chegado, a _marcha_ do «_crescimento_» é regular; e que tambêm de harmonia com a _curva_ do _gráfico_ respectivo[229], a _fisionomia_ desta é análoga.
Segue-se o _mapa da puberdade_, cuja _leitura_ será, de grande interêsse e importância, para todos quantos se interessem pelos estudos de pedologia, entre nós.
+=======================================================+ | Puberdade (sinais físicos) | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | Idades | Número de|P^{1, 2, 3 | P^3 A^1 | P^5 A^5 | | (anos) |indivíduos| ou 4}[230]| [231] | [232] | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 10 | 9 | 0 | 0 | 0 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 11 | 5 | 0 | 0 | 0 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 12 | 7 | 1 | 0 | 0 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 13 | 14 | 5 | 1 | 0 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 14 | 32 | *12* | 3 | 2 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 15 | 25 | 5 | *13* | 4 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 16 | 15 | 5 | 4 | 5 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 17 | 7 | 0 | 1 | *6* | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | 18 | 1 | 0 | 0 | 1 | +--------+----------+-----------+-----------+-----------+ | Total | 115 | -- | -- | -- | +========+==========+===========+===========+============+
Verifica-se, em presença dêste _mapa_ que, sem dúvida por influência do _internato_, a _puberdade_, entre os alunos do _Colégio Moderno_, manifesta-se, um pouco tardiamente, em relação a perto de 50% dêstes alunos.
Efectivamente, antes dos catorze anos, em trinta e cinco alunos, apenas sete, de mais de doze anos, apresentam vestígios dos _sinais físicos_, característicos da _puberdade_.
Aos catorze anos, de trinta e dois alunos, só dezassete entram na _fase pubertária_; e torna-se necessário ultrapassar essa _idade_, para que todos se submetam à eficiência da _lei_.
Importa, porêm, notar que, dentre aqueles, em quem o «crescimento» se afirma normal, a _puberdade_ aparece, de facto, pelos catorze anos, de conformidade com o que se acha estabelecido, em relação à _criança portuguesa_; instala-se, aos quinze; e encerra-se, pelos dezassete anos.
ÍNDICE
Páginas
Nota Preambular 7
_Introdução_
I--A criança; sua concepção bio-psíquica e social 11
II--Sciências da criança: Pedologia, Psico-pedagogia, Pedagogia experimental; outros ramos da Pedagogia 14
III--A vida da criança; fases que atravessa, durante o «crescimento», ou idades da evolução do organismo humano 18
IV--Elementos e subsídios, de que podemos dispor, para a constituição de uma Pedologia nacional 25
V--Bibliografia portuguesa de assuntos relativos à psicologia e à pedologia 29
PEDOLOGIA SOMÁTICA
O CORPO DA CRIANÇA
Capítulo I--Fases da vida dos organismos. «Crescimento»; suas espécies, e modos de o estudar. Leis do «crescimento», e factores que o modificam 35
Capítulo II--«Crescimento» absoluto; sua determinação, em relação à criança portuguesa; tabelas de médias, e respectivas curvas. O ritmo do «crescimento», em Portugal 39
Capítulo III--Insuficiência do estudo do «crescimento» absoluto, para a solução de todos os problemas antropométricos. «Crescimento» relativo ou segmentar; sua determinação, tanto sintética, como analítica, pelo confronto dos respectivos elementos 59
Capítulo IV--Medidas segmentares, para avaliação do «crescimento» relativo, ou das proporções do corpo, nas idades de evolução. Cânones antropométricos da criança portuguesa 69
Capítulo V--Processo bio-químico do «crescimento»: osteogénese 105
Capítulo VI--Fórmulas antropométricas do «crescimento» normal, nas idades de evolução. Anomalias do «crescimento»; sua determinação, pelo processo antropométrico 110
Capítulo VII--Doenças das crianças, nas idades de evolução. A mortalidade infantil, em Portugal. «Crescimento» desequilibrado; suas consequências 116
Capítulo VIII--Higiene do «crescimento»; exercícios físicos: jogos e gimnástica 120
Capítulo IX--Evolução geral da mentalidade; fases desta evolução e leis que a regulam. Os factores bio-psíquicos do «crescimento» 125
APÊNDICES
Páginas
I
Elementos para a organização de uma _caderneta pedológica_, destinada a sistematizar o estudo do «crescimento» 141
II
A _criança portuguesa_ (sumário da tese apresentada, discutida e integralmente adoptada pelo I _Congresso nacional de educação física_, realizado em Lisboa, em 1916) 151
III
Programas de Pedologia, e de higiene escolar; prescrições de higiene dentária; e instruções sôbre pedometria, constantes do decreto, n.^o 2.213, publicado no «Diário do Govêrno» n.^o 24 de 10 de Fevereiro de 1916, que aprovou o regulamento e programas para execução da lei n.^o 233 de 7 de Julho de 1914 sôbre o ensino normal primário 157
IV
Decreto n.^o 4.900, que reformou as escolas normais superiores 165
V
Índice analítico do 2.^o volume desta obra 166
VI
O estudo do «crescimento», no Colégio Moderno, de Coimbra, pela aplicação do método auxanológico 168
Livrarias Aillaud e Bertrand
LISBOA--73, Rua Garrett, 75
ANTOLOGIA PORTUGUESA
Cada volume brochado .............. 1$20 » » encadernado ........... 1$60
A série da ANTOLOGIA PORTUGUESA, que virá a constar de uns trinta volumes, pelo menos, não será apresentada ao público com numeração editorial. Cada possuidor a ordenará como entenda, ou cronológicamente, ou por poetas e prosadores, segundo o seu critério e vontade.
* * * * *
_Volumes no prélo e prestes a saír:_
*Manoel Bernardes*, 2 volumes. *Alexandre Herculano*, 2 volumes. *Frei Luís de Sousa*, 2 volumes. *Guerra Junqueiro*, 1 volume.
_Em preparação:_
*Camões lírico, Antonio Vieira Fernão Lopes, Eça de Queiroz, Bocage, Lucena, Damião de Góis, Castilho, Antéro de Figueiredo, Sá de Miranda, João de Barros, Camilo, Os Cancioneiros, Fernão Mendes Pinto, Gil Vicente, Garrett, Garcia de Rezende, etc., etc.*
*Notas:*
[1] Cf. o _índice analítico_, no fim dêste livro.
[2] Cf. Ch. Richet, _Essai de psychologie générale_, Paris, 1912; G. Bohn, _La nouvelle psychologie animale_, Paris, 1911; P. H. Souplet, _De l'animal à l'enfant_, Paris, 1913.
[3] Cf. John Dewey, _L'école et l'enfant_, Paris, 1913.
[4] Cf. Dewey, _Interpretation of the savage mind, apud Psychol. Review_, 1902, pág. 217 e segs.
[5] Cf. Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychólogique du jugement_, Paris, 1904.
[6] Cf. G. Persigout, _Essais de Pédologie générale_, Paris, 1909.
[7] E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et Pédagogie expérimentale_, Paris, 1916.
[8] Cf. Preyer, _Physiologie de l'embryon_, Paris, 1885; Ch. Letourneau, _La Biologie_ (origine et lois de la vie), Paris, 1912; A. Soulié, _Précis d'anatomie topographique_, Paris, 1911.
[9] Cf. E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et Pédagogie expérimentale_, Paris, 1916.
[10] Cf. Pérez, _La psychologie de l'enfant_, Paris, 1878; Preyer, _L'âme de l'enfant_, Paris, 1881.
[11] Cf. _The psychology of child development_, Chicago, 1903.
[12] Para o estudo de todos êstes _problemas_, cf. E. Roehrich, _Philosophie de l'éducation_ (essai de pédagogie générale), obra premiada pelo _Instituto de França_, Paris, 1910; L. Cellerier, _Esquisse d'une science pédagogique_, Paris, 1910; J. Dubois, _Le problème pédagogique_, Paris, 1911; L. Dugas, _Le problème de l'éducation_, Paris, 1911; J. de la Vaissière, _Psychol. Pédag._, Paris, 1916.
[13] Cf. Paul Barth, _Principi di Pedagogia e didattica_, trad. ital., Milão, 1917.
[14] Cf. J. Carré et Roger Liquier, _Traité de Pédagogie scolaire_, Paris, 1905.
[15] Cf. E. Brouard, _Inspection des écoles primaires_, Paris, 1887.
[16] Cf. E. Claparède, _Ob. cit._; G. Persigout, _Ob. cit._; E. Blum, _La pedologie_, apud _L'année psychologique_, 5.^o Vol., Paris, 1899.
[17] A criança _pensa_ e _age_, segundo _leis diferentes_, à medida que _evoluciona_ da _infância_ à _puerícia_ e daí à _puberdade_. Cf. Dr. Alves dos Santos, _O Ensino primário em Portugal_ (nas suas relações com a história geral da Nação), Pôrto, 1913, pág. 201.
[18] Cf. J. M. Baldwin, _El desenvolvimiento mental en el niño y en la raza_, trad. esp. , Barcelona, 1910; J. Wilbois, _Les nouvelles méthodes d'éducation_, Paris, 1914; P. Hachet-Souplet, _De l'animal à l'enfant_, Paris, 1913.
[19] Cf. Th. Ribot, _L'hérédité psychologique_, Paris, 1910; Davidson, _The recapitulation theory and human infancy_, New-York, 1914; Jacques Loeb, _Fisiologia comparata del cervello e psicologia comparata_, trad. ital., Milão, 1908.