Curso de Silvicultura

Chapter 30

Chapter 301,517 wordsPublic domain (Wikisource)

JOAQUIM PEDRO FRAGOSO DE SEQUEIRA. - Memoria sobre as azinheiras, sovereiras e carvalhos da provincia do Alemtejo, onde se trata da sua cultura, e dos melhoramentos, que no estado actual podem ter. (Memorias Economicas da Academia Real das Sciencias de Lisboa - tom. II. Lisboa, 1790).

D. CARLOS CASTEL. - Memoria premiada con el accessit por la Real academia de ciencias exactas, fisicas y naturales en el concurso publico para 1876. Madrid, 1879.

F. A. BROTERO. - Flora Lusitanica. Olisipone, 1804.

M. WILLKOMM et J. LANGE. - Prodromus florae Hispanicae. Stuttgartiae, 1880.

DR. E. WOLFF. - Étude de l'alimentation rationelle des animaux domestiques (traduit de l'Allemand par A. Damseaux, Bruxelles). Paris, 1876.

EUSEBIO F. FERREIRA NOBRE DE CARVALHO. - O passado, o presente e o futuro dos montados (these apresentada ao Instituto Geral de Agricultura). Lisboa, 1870.

417

J. DAVEAU. - Cistinées du Portugal (Extrait du «Boletim da Sociedade Broteriana», IV. Coimbra, 1886).

D. MAXIMO LAGUNA. - Flora Forestal Española (Primera parte e atlas). Madrid, 1883 ¹.

¹ Só tarde tivemos conhecimento d'este livro, depois de termos escripto o presente volume, e de estar quasi completo o segundo, por isso elle nos não prestou o auxilio que aliás nos teria prestado se mais cedo o tivessemos visto. Suppomos que é mais recente a sua publicação do que a data da impressão.

FIM DO TOMO PRIMEIRO

C. S. 27

INDICE DO TOMO I

-

PAG.

AO LEITOR.

INTRODUCÇÃO . . . I

Livro I. - ORGANISAÇÃO E MODO DE VIDA DAS PLANTAS LENHOSAS . . . 5

Plantas herbaceas e lenhosas . . . 5

Classificação dos vegetaes lenhosos segundo o seu porte . . . 6

Orgãos dos vegetaes lenhosos . . . 7

1.º - RAIZ . . . 8

Raiz normal e raizes adventicias . . . 9

Adaptação das ramificações da raiz . . . 10

A raiz como apparelho de nutrição . . . 10

A raiz como apparelho fixador . . . 12

Raizes adventicias e raizes latentes . . . 15

2.º - TRONCO . . . 16

Medulla e canal medullar . . . 16

Prosenchyma fibroso . . . 18

Vasos . . . 21

Parenchyma lenhoso . . . 22

Raios medullares . . . 23

Canaes resiniferos . . . 25

Classificação dos elementos anatomicos do lenho . . . 26

Cambium . . . 26

Tecidos internos da casca - liber e parenchyma cortical . . . 27

27*

420

PAG.

Epiderme . . . 29

Lenticulas, cortiça e rhytidoma . . . 31

Distincção entre a madeira do tronco e a da raiz . . . 38

Crescimento das plantas lenhosas em diametro . . . 38

Cerne ou duramen, e borne ou alburno . . . 47

Cicatrisação das feridas . . . 51

Composição chimica da madeira . . . 54

3.º - RAMIFICAÇÃO DO TRONCO . . . 60

Fórmas de ramificação . . . 60

Classificação dos ramos . . . 62

Botões normaes . . . 62

Crescimento das plantas lenhosas em altura . . . 69

Renovo antecipado . . . 75

Botões folhosos, floraes e mixtos . . . 75

Desenvolvimento anormal dos rebentos . . . 76

Botões adventicios e olhos dormentes . . . 77

Rebentação das touças . . . 79

Rebentos ladrões . . . 80

4.º - FOLHAS . . . 81

Peciolo . . . 83

Limbo . . . 85

Fórmas de folhas . . . 92

Polymorphismo das folhas na mesma especie, e no mesmo individuo . . . 98

Estipulas . . . 100

Crescimento das folhas . . . 102

Disposição das folhas sobre o eixo . . . 104

Duração e queda das folhas . . . 106

Coberto das arvores . . . 112

5.º - VIDA DAS PLANTAS LENHOSAS . . . 112

6.º - A FLOR E OS PHENOMENOS DA REPRODUCÇÃO . . . 126

Floração . . . 126

Partes componentes da flor . . . 130

Inflorescencia . . . 132

Calice . . . 137

Corolla . . . 139

Prefloração e estivação . . . 142

421

PAG.

Estames . . . 142

Pistillo . . . 146

Concrescencia dos verticillos floraes entre si . . . 151

Pollinisação . . . 154

Especie, variedade e variação; generos e familias botanicas . . . 159

7.º - O FRUCTO, A SEMENTE E OS PHENOMENOS DA GERMINAÇÃO . . . 160

Fructificação . . . 160

Composição do pericarpo . . . 162

Fórmas de fructos . . . 165

Semente . . . 174

Germinação . . . 175

8.º - GALHAS . . . 180

Folhosas e resinosas . . . 182

Productos florestaes . . . 184

Auctores principalmente consultados n'este livro I . . . 186

Livro II. - CLIMATOLOGIA FLORESTAL . . . 189

1.º - INFLUENCIA DO CLIMA NA DISTRIBUIÇÃO DAS ESSENCIAS FLORESTAES . . . 189

Condições climatericas necessarias para a vida das arvores . . . 191

Variações climatericas produzidas pela latitude . . . 193

Causas que podem alterar as indicações climatericas deduzidas da latitude . . . 197

Regiões florestaes da Europa . . . 198

2.º - CLIMAS FLORESTAES DE PORTUGAL . . . 207

Região norte, ou dos carvalhos de folha caduca . . . 208

Limites da vegetação arborea impostos pela altitude . . . 213

Região sul, ou dos carvalhos de folha perenne . . . 215

3.º - INFLUENCIA DAS VARIAÇÕES LOCAES DO CLIMA NO MODO DE VIDA DE UMA MESMA ESPECIE LENHOSA . . . 219

Épocas das diversas phases da vegetação . . . 219

Porte e crescimento annual das arvores . . . 220

Acção do calor forte e do frio sobre as arvores . . . 221

Acção da luz . . . 225

Acção da agua . . . 225

422

PAG.

Acção do vento . . . 226

Influencia da exposição . . . 228

Influencia da altitude . . . 230

Paizes de planicie e paizes montanhosos . . . 232

4.º - INFLUENCIA DAS FLORESTAS SOBRE O CLIMA . . . 233

Influencia das florestas sobre a temperatura do ar . . . 235

Influencia das florestas sobre a temperatura do solo . . . 237

Influencia das florestas sobre a humidade absoluta do ar . . . 238

Influencia das florestas sobre a humidade relativa do ar e sobre as chuvas . . . 239

Influencia das florestas sobre a evaporação do solo . . . 241

Influencia das florestas sobre o vento e sobre a salubridade das povoações proximas . . . 242

Influencia do coberto das arvores sobre a vegetação inferior . . . 242

Auctores principalmente consultados n'este livro II . . . 245

Livro III. - AGROLOGIA FLORESTAL . . . 247

1.º - INFLUENCIA DO SOLO NA DISTRIBUIÇÃO DAS ESPECIES FLORESTAES . . . 247

Influencia do sal marinho . . . 248

Influencia da cal . . . 249

Influencia da humidade, fundura e fertilidade do solo . . . 254

2.º - OS TERRENOS DE PORTUGAL: SUA INFLUENCIA NA DISTRIBUIÇÃO DAS ESSENCIAS FLORESTAES . . . 259

3.º - AS DIVERSAS QUALIDADES DO SOLO E A SUA INFLUENCIA NAS QUALIDADES DOS LENHOS E NA VIDA DAS ARVORES . . . 263

4.º - A FOLHADA E A CAMADA HUMIFERA: SEU PAPEL NA VEGETAÇÃO DA FLORESTA . . . 265

O solo florestal: partes de que se compõe . . . 265

Composição da folhada . . . 268

Formação do humus . . . 276

5.º - ACÇÕES DAS FLORESTAS SOBRE O SOLO . . . 280

(A). - Influencia das florestas sobre as areias moveis da beiramar . . . 280

(B). - Influenciadas florestas na consolidação dos terrenos das montanhas, e na regularisação dos cursos de agua . . . 288

423

PAG.

Idéas geraes . . . 288

As montanhas de Portugal e os seus cursos de agua . . . 293

Influencia dos arvoredos sobre as montanhas . . . 296

(C). - Influencia das florestas na formação dos solos agricolas, no seu enxugo e fertilidade . . . 301

Auctores principalmente consultados n'este livro III . . . 304

Livro IV. - ESSENCIAS FLORESTAES . . . 307

1.º - ESSENCIAS PRINCIPALMENTE IMPORTANTES NA ARBORISAÇÃO FLORESTAL DO PAIZ . . . 307

O pinheiro bravo . . . 308

O pinheiro manso ou pinheiro negro . . . 315

Os sobreiros . . . 319

A azinheira . . . 326

O carvalho portuguez e o carvalho cerquinho . . . 332

O carvalho roble, carvalho commum ou alvarinho . . . 336

O carvalho negral ou carvalho pardo da Beira . . . 340

O castanheiro . . . 343

A alfarrobeira . . . 349

2.º - ESSENCIAS MENOS IMPORTANTES NA ARBORISAÇÃO FLORESTAL: ARBUSTOS DAS MATAS, DAS CHARNECAS E DAS AREIAS MARITIMAS . . . 355

O ulmeiro, nigrilho ou mosqueiro . . . 355

O freixo . . . 358

Os choupos, alemos ou fayas . . . 361

Os salgueiros e vimeiros . . . 366

O vidoeiro . . . 371

O amieiro . . . 374

Os zimbros . . . 376

O teixo . . . 378

O zambujo ou zambujeiro . . . 378

O lodão bastardo ou agreira . . . 379

Os bordos . . . 380

O azevinho ou pica-folha . . . 381

O medronheiro ou ervodo . . . 381

O carrasqueiro ou carrasco . . . 382

O samoco ou faya das ilhas . . . 382

A carvalhiça ou carvalho anão . . . 383

424

PAG.

O folhado . . . 383

A murta . . . 383

O azereiro . . . 384

A cerejeira ou cerdeira . . . 384

O abrunheiro ou ameixoeira brava . . . 385

O azereiro dos damnados . . . 385

O mostageiro, a tramazeira e a sorveira . . . 385

A aroeira . . . 386

A cornalheira ou terebintho . . . 387

O sumagre . . . 387

O sabugueiro . . . 387

A pereira brava ou pereiro . . . 388

A maceira brava . . . 388

Os pirliteiros . . . 388

Os adernos . . . 389

O lentisco bastardo . . . 389

O alfenheiro . . . 389

O sanguinho legitimo . . . 389

O sanguinho de agua ou amieiro negro . . . 389

O sanguinho das sebes . . . 390

O tamujo . . . 390

A avelleira . . . 391

O loendro ou sevadilha . . . 391

O anagyris fedegosa . . . 391

A palmeira anã ou das vassouras . . . 391

O arando . . . 392

A urze das vassouras . . . 392

A urze ou torga ordinaria . . . 392

As estevas . . . 392

O trovisco . . . 393

A hera . . . 393

As silvas . . . 394

As roseiras bravas . . . 394

As urzes . . . 395

A urze branca ou arborea . . . 395

O buxo . . . 395

A casia branca de Virgilio . . . 395

425

PAG.

As carquejas, tojos, piornos e giestas . . . 395

O espinheiro alvar bastardo . . . 397

A tamargueira . . . 397

A camarinheira . . . 397

A madorneira e a losna menor . . . 398

A cornicabra . . . 398

A salgadeira, o valverde dos sapaes, etc. . . . 398

3.º - ESSENCIAS EXOTICAS JÁ UM POUCO INTRODUZIDAS . . . 399

O pinheiro d'Alepo . . . 399

O cypreste, o cedro bastardo e o cedro do Bussaco . . . 402

O eucalypto . . . 404

Os platanos . . . 410

A acacia bastarda . . . 412

Auctores principalmente consultados n'este livro IV . . . 415

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C. S. 28

ERRATAS

Nota. - Apenas vão notados os erros d'onde resulta alteração no sentido do texto. Para as simples trocas de lettras, constituindo erros typographicos, que escaparam na revisão, pede-se a benevolencia do leitor.

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Pag. 80 - linh. 21 - onde se lê - os rebentos produzidos pelos botões adventicios -leia-se -os rebentos produzidos pelos botões adventicios e olhos dormentes.

Pag. 114 - linh. 12 - onde se lê - na parte inferior das nervuras - leia-se - na parte superior das nervuras.

Pag. 134 - A fig. 68 deve representar-se invertida.

Pag. 142 - linh. 26 - onde se lê - a androcea - leia-se - o androceo.

Pag. 192 - linh. 12 - onde se lê - sudoeste - leia-se - sueste.

Pag. 203 - linh. 32 - onde se lê - sudeste - leia-se - sueste.

Pag. 232 - linh. 2 - onde se lê - por cento - leia-se - por 100 de folhas.

Pag. 353 - linh. 25 - onde se lê - 24,996 - leia-se - 24,966.