Correspondência ativa de Euclides da Cunha em 1904
Chapter 3
De qualquer modo — que ele se reconstrua — permitindo-te deixar as damas para o jugo titânico dos homens.
Ainda não recebi o telegrama do Oliveira Lima.
Aí estive — sempre de relance, como verdadeiro meteoro, rápido e instantâneo — um clarão repentino entre a estação da Luz e a livraria do Melo Abreu. Voltei; e aqui estou arrumando a papelada — preparando-me para a romaria de 1500 léguas ao Purus. Quase escrevi Paris. Realmente penso que nenhum rastaquera arranja as valises para a patuscada reles dos boulevares com entusiasmo maior do que este meu entusiasmo no avançar para o deserto.
E lá alijaram o pobre do Neto! Não quis insistir mais com o Mesquita. Tu não calculas, porém, como a coisa me doeu!
Vocês foram injustos e iníquos…
Enfim — passou… À viva voz conversaremos ainda sobre isto.
Não serei nomeado, agora, para a Politécnica. Imagina que o substituto do Redondo é obrigado a ensinar Veterinária… Lá está no Regulamento. Eu li…
Singularíssimo e epigramático. Recusei: e foi uma solução belíssima.
Adeus; desejo sinceramente o teu pronto restabelecimento; quero que me abraces o Valdoro — e acredites sempre no Euclides da Cunha
22 de setembro de 1904
[Bilhete postal] D. Gabriela Sena Rua da Luz, nº 5 — Rio de Janeiro
Euclides da Cunha (Da Academia Brasileira) —
[Retrato]
Escrever num cartão-postal!… Aí está um repto que eu não aceito. Fujo. E creiam: não me adapto à moda para a qual me sinto tão inapto.
Tão plenamente inepto… Euclides da Cunha
28 de setembro de 1904 Meu ilustre confrade Domício da Gama
Desejo-lhe felicidades. Aqui cheguei, estive com o diretor da Secretaria do Exterior; e ainda sem saber qual a data provável da partida porque ele nada resolveu, além da consulta que fez ao ministro, relativamente aos detalhes para se organizar a Comissão. Tudo depende da resposta àquela consulta; e eu venho pedir-lhe que influa para que ela não se demore, de modo a não se afastar muito o dia da viagem. Ainda que tenha de demorar-me em Manaus, serei mais útil lá (onde poderei firmar os preliminares dos trabalhos), do que aqui, numa atitude meramente expectante.
Não escrevo diretamente sobre isto ao Exmo. sr. barão do Rio Branco para não o perturbar. Mas apelo para a sua intervenção valiosa; e graças a ela sei que me verei livre desta inatividade forçada.
Além disto, cada conferência com o venerando visconde de Cabo Frio, faz-me o efeito de uma ducha enregelada, desinfluindo-me, tais as complexas formalidades que aparecem ainda não cumpridas — e que vão da escolha do resto do pessoal à simples aquisição dos instrumentos astronômicos ou topográficos.
Daí esta resolução de escrever-lhe.
Se entender necessária aí a minha presença, queira dizer-me.
E creia na maior consideração do confrade am o . at o . e adm or . E. C.
Rio, 3 de outubro de 1904 Ilmo sr. Percegueiro do Amaral
Saúdo-o.
Apresentei hoje ao sr. visconde de Cabo Frio a seguinte lista dos funcionários que escolhi para a Comissão do Alto Purus:
Médico e farmacêutico — dr. Tomás Catunda, eng. auxiliar — 2º ten. da Armada Alfredo de Andrade Dodsworth, encarregado do material — C. R. Nunes Pereira.
Sem mais sou com a maior consideração.
Am o ., cr do ., at o . e obr do . Euclides da Cunha
Rio, 3 de outubro de 1904 Plínio
Não estranhes o meu silêncio. Desde que cheguei tenho andado numa faina verdadeiramente desorientada, entre homens e coisas inteiramente novas — de sorte que, embora não tenha esquecido os bons companheiros daí — tenho sido forçado a involuntário silêncio. Nem sei quando partirei. Calcula a minha impaciência — obrigado a invernar neste Rio de Janeiro canicular, e a atenuar minha ânsia de partir, nas mil tortuosidades de um formalismo para mim de todo desconhecido. Uma tortura… Manda-me notícias tuas e de todos. Diga ao Valdoro que não perderei a primeira hora de folga para escrever-lhe, calmamente, e sem as precipitações de um bilhete. Quero também que faças com que mandem o Estado e o Comércio para a rua Laranjeiras 76, onde é a minha residência. Hei de escrever para ambos. Mas creio que só poderei fazê-lo a bordo. Aqui, em terra, neste tumulto em que ando, é impossível.
Abrace por mim o Mesquita, Luiz Carneiro, Queiroz (como vai a Arcádia?) ao Melo Abreu e ao Barjona.
Creia sempre na estima sincera do Euclides
==[Rio de Janeiro], 4 de outubro de 1904 Arnaldo
Há motivos que tornam muito duvidosa a tua nomeação e, em primeiro lugar, está a própria circunstância de ter eu sugerido o pensamento da tua ida. Quando o fiz (ainda em Guarujá) estava muito longe de avaliar a malignidade da região. Conheço-a agora. Em conversa, ontem, com o dr. Cruls, soube, por exemplo, que da comissão por ele dirigida ninguém absolutamente escapou à malária ou ao beribéri; alguns morreram e outros (entre os quais o próprio dr. Cruls) ainda agora sofrem as consequências da viagem. Ora, isto me aterra ― não por mim, já meio cansado desta vida, mas por ti que vais nela estrear, e pelo tio José, e afinal por todos, que nunca, que nunca me desculparão no caso de um desastre. E.
Rio, 10 de outubro de 1904 Meu Pai
Ontem foi escolhido o coronel Belarmino para comissário do Juruá e chefe da Comissão; de sorte que talvez não se demore muito a nossa partida — embora haja ainda muito que fazer. Foi útil toda esta demora. Como o sr. sabe julguei que a casa da minha sogra era o ponto melhor onde deixar a minha família — e, neste propósito, acarretando com todas as despesas, aluguei nova casa na rua das Laranjeiras, 76. Mas vejo que é impossível continuar a aliança que planeei. Não por mim, mas pela desarmonia insanável entre a Saninha e os irmãos. Não perderei tempo ao relatar-lhe incidentes lamentáveis. Basta dizer-lhe que as pequenas contrariedades explodiram ontem, na minha ausência — tendo um dos filhos da d. Túlia (casado, e que aqui está com a mulher na mais absoluta ociosidade) entendeu dizer a Saninha todos os impropérios que lhe vieram à boca. Ao chegar soube do fato e tive a felicidade de conter-me. Mas não posso continuar aqui. Estou verdadeiramente assombrado diante do quadro desta família. A minha sogra é profundamente infeliz com os filhos. Preciso afastar-me desde já de tudo isto. Mas não tenho outra porta onde bater, além da tua. Peço-lhe que agasalhe a minha família — e que me salve de uma situação bem infeliz para a qual não contribui senão em virtude da minha boa fé e da minha crença no coração humano.
Se o sr. me repelir — o que absolutamente não creio — serei obrigado a renunciar à comissão e como não poderei ficar aqui nem voltar para S. Paulo — estarei irremediavelmente perdido.
Creia, meu pai, que não tenho outra saída. Peço o seu auxílio. A Saninha está mudada; tem sofrido muito; acaba de passar por amargos desapontamentos; tem pelo sr. verdadeira estima; pode ser quase uma filha e afinal, e à parte defeitos de caráter que já estão dimin 1 litro de água numa panela e deixar ferver por alguns minutos. A seguir, tapar a panela e esperar amornar, beber o chá várias vezes ao diminuídos, é digna da estima pela sua generosidade e pelo coração.
Eu previa estas coisas — e, prevendo-as, antes de vir para cá consultei a Adélia e o Otaviano sobre a ida dela, com o filhinho menor, para a companhia deles; mas compreendi que não desejariam isto. Diante desta desventura, porém, não creio que ainda me repilam — sobretudo porque eu mereço ser muito mais feliz.
Espero ansiosamente uma resposta sua. Peço-lhe que não me abandone neste transe. Como o sr. vê nenhuma culpa tenho nestas coisas, sou estranho a estes sucessos — o que é mais um motivo para que não me desampare.
Abençoe ao seu filho e am o . Euclides
Endereço — ainda rua das Laranjeiras 76
[S.l.], 19 de outubro de 1904 Arnaldo
Recebi a tua carta onde se reflete a tua louvável disposição para o trabalho, mesmo à custa dos maiores riscos. Diante dela perdi os últimos temores que me tolhiam e creio que ainda há tempo para incluir-te na Comissão. Não te afirmo isto de modo positivo, porque nada se pode afirmar neste tumulto de candidatos.
O que te peço é que não recuses de modo algum, depois de nomeado, porque isto causará muita perturbação e contratempos.
Assim, ficamos entendidos: desde que surja a oportunidade, que aguardo e julgo inevitável, indicarei o teu nome, bem convencido de que aceitarás o cargo. E.
Rio, 22 de outubro de 1904 Meu caro Plínio Barreto
Aqui recebi a tua culinária — justíssima e enérgica — e ao mesmo passo que te vi cheio de razões para fazê-la, vi-me cheio de motivos absolutórios. É que não podes imaginar os contratempos em que me acho envolvido. Há mais de um mês que me agito e trabalho — de graça — num país em que se inventam os empregos para a vadiagem remunerada.
Felizmente está próximo um desenlace: deve votar-se hoje o decantado crédito para a expedição. Graças aos deuses! Enfim — creio que faltam bem poucos dias para que se torne efetiva essa minha trágica candidatura ao impaludismo, ao beribéri, à filária, e, talvez, à morte.
E dizem que não há mais sonhadores!
Conheces acaso algum da minha têmpera? Já lucrei com tudo isto: a maior intimidade com o Rio Branco é uma coisa enobrecedora. Ali está um espírito encantador e forte, que nem toda a gente compreende. Digo-te isto porque são expansões confiadas a um amigo. Em público não se pode elogiar ninguém neste país.
Antes que me esqueça: mudei outra vez de casa. Um varioloso nas vizinhanças espalhou o terror no meu pequeno lar. Estou agora na rua do senador Francisco Otaviano, nº 91 (Cosme Velho) — no mesmo bairro das Laranjeiras. Quer isto dizer que terás nova maçada de alterar os endereços do Comércio e do Estado. Desculpa-me tanta maçada. Dou-te também procuração plena para abraçares a todos os bons companheiros das duas redações — pedindo a todos desculpas pelo meu silêncio. Só escreverei depois de partir. Neste tumulto não há burilar-se uma frase, nem o mais ligeiro período. Além disto o Observatório Astronômico, onde atravesso os dias, absorve-me muito tempo.
E o Valdoro? Zangado ainda? Dẽ-lhe, em troca, dois abraços.
Escrevi ao Mesquita. Não me respondeu. Velho e magnífico costume.
Por que não vens até cá? Conversaríamos longamente e teria o prazer (doce pungir…) de dar-te o abraço da despedida o velho companheiro Euclides da Cunha
P. S. — O Manuelzinho às vezes recorda-se do admirador e amigo — Causaram bom efeito os artigos do Oliveira Lima?
Rio, 1 de dezembro de 1904 Meu caro am o . dr. Catunda
Felicidades. Hoje porém, finalmente!, feitas as nomeações. Assim a nossa partida não se demorará. Esteja, por isto, prevenido. Hei de telegrafar-lhe e escrever quando julgar necessária a sua vinda, para receber a ajuda de custo e preparar-se. Creio que este aviso não demorará pois a viagem está marcada para o dia 15, mais ou menos, deste.
Recomenda-me a todos os seus; abrace os amigos, mande-me notícias do Vicente, e creia sempre em quem é seu, muito cordialmente, Euclides da Cunha
Rio, 10 de dezembro de 1904
[cartão pessoal] Porchat
Envio-te o meu abraço de despedida. Sigo no dia 13 para Manaus de onde abalarei para as nascentes do Purus. Não te escrevi nos últimos tempos por ter de atender a toda ordem de trabalhos — e este cartão mesmo faço-o a correr, entre as atrapalhações dos últimos aprestos para a partida. Melhor: não agravarei as minhas saudades numa longa carta a um verdadeiro amigo.
A minha família fica residindo aqui, à rua Cosme Velho 91 (Laranjeiras). Escreva-me para Manaus. Endereço:
[...] Chefe da Comissão de Reconhecimento do Alto Purus Manaus.
E até breve, meu bom amigo. Dentro de uns dez meses te apertará num longo abraço o teu Euclides
Rio, 11 de dezembro de 1904
[cartão pessoal] Escobar
Recebi a tua carta no meio dos precipitados aprestos para a partida. Mal posso respondê-la.
Adeus. Até a volta. Escreva-me para Manaus onde nos demoraremos uns 20 dias para regularizar os cronômetros. Endereço: [...] Chefe da Comissão de Reconhecimento do Alto Purus-Manaus. Estado do Amazonas.
Levo uma enorme boa vontade e disposição franca para os máximos sacrifícios.
De lá te escreverei. Muitas recomendações e saudades aos amigos daí.
Recomendações aos teus. E um abraço, um grande abraço de despedida do Euclides
[Rio, dezembro de 1904] [A Plínio Barreto]
Plínio, adeus! Sigo no dia 13 (dia 13, terça-feira!) para a Amazônia — mais um longo capítulo nesta minha vida trabalhosa. Não preciso dizer-te que me acompanham as imagens sagradas dos meus amigos, e entre elas a tua. Propositadamente te escrevo num cartão, de abalada, como quem foge: fora intolerável alongar pelas quatro páginas de uma carta a saudade irremediável. Adeus, recomendações a todos. Creia sempre no Euclides
E. T.: Manda-me notícias tuas. Endereço: [...] Chefe da Comissão de Reconhecimento do Alto Purus-Manaus. — Mesmo depois de partir desta última cidade, servirá aquela indicação.
Rio, dezembro de 1904
Ao presidente da Academia Brasileira de Letras
Exmo. sr. presidente da Academia Brasileira de Letras, / Impossibilitado de tomar posse, em sessão solene, do meu lugar nessa Academia, pelos motivos que V. Exa. conhece, faço-o, de acordo com o artigo 22 do Regimento Interno, por meio deste ofício.
Apresentando a V. Exa. os protestos da minha mais elevada consideração, subscrevo-me,
Confrade at o . obrsup>do . e admsup>or . Euclides da Cunha
Rio de Janeiro, 14 de dezembro de 1904 Graça Aranha
Conto com a tua presença na terça-feira à noite, na Academia. Preciso mostrar outra carta do Assis Brasil, que requer resolução urgente.
Recado do confrade am o . e adm or . Euclides da Cunha
Recife, 19 de dezembro de 1904
[cartão postal] (Pernambuco — Ponte Buarque de Macedo) [A Machado de Assis]
Saudades e lembranças — Sigo hoje Paraíba. E. Cunha
Recife, 19 de dezembro de 1904
[Bilhete postal] Exmo. sr. dr. Rodrigo Otávio Rua da Quitanda, 47 — Rio de Janeiro
Anverso: Pernambuco. Vista geral do bairro do Recife (foto) Reverso: Boa viagem até aqui. Saudades… Lembranças aos teus. Euclides
Recife, 19 de dezembro de 1904
[Bilhete postal] Exmo. sr. dr. Henrique Coelho Secretaria da Justiça — São Paulo
Anverso: Beberibe. Arrebalde do Recife (foto) Reverso: Saudades… Euclides
Fortaleza, 22 de dezembro de 1904
[Bilhete postal] Exmo. sr. dr. Rodrigo Otávio Rua da Quitanda 47 — Rio de Janeiro
[verso] Estação Central — E. F. Central Minha jangada de vela Que vento queres levar — De dia vento de terra — De noite vento de mar!
Não resisto ao desejo de transmitir-te esta belíssima quadra, que neste momento ressoa ao meu lado, na boca de um rude filho deste Ceará admirável…
Felicidades. Lembranças a todos Euclides
Belém, 26 de dezembro de 1904
[Cartão de visita. Impresso: Euclides da Cunha] Am o . dr. Oliveira lima
Desejo-lhe muitas felicidades e a todos os seus.
Encontrando entre os números da Revista do Instituto daí, que me foram oferecidos, muitas duplicatas e conjeturando que possam pertencer-lhe, remeto-as hoje, registradas. Se entre os restantes números ainda existirem outras que sejam suas, queira dizer-me logo que as mandarei.
Até aqui continuamos com boa viagem. Seguiremos hoje mesmo para Manaus.
Muitas recomendações a todos: creia sempre no seu, muito cordialmente, Euclides da Cunha
Manaus, 30 de dezembro de 1904 Meu Pai
Muitas felicidades é o que lhe desejo e a todos.
Acabamos de chegar e como temo que o vapor volte amanhã muito escrevo esta ainda de bordo para não perder a oportunidade de mandar algumas notícias. Fizemos sempre boa viagem embora o meu estômago incorrigível me trouxesse num meio enjoo intolerável desde a partida do Rio! Foi bom. Preciso afeiçoar-me ao mal-estar. Considero estas coisas como um preparatório à minha empresa arrojada.
Em todos os pontos onde saltei fui gentilmente recebido graças à influência de seu grande neto ― os Sertões. Realmente nunca imaginei que ele fosse tão longe. No Pará tive uma lancha especial oferecida pelo senador Lemos e alguns rapazes de talento. Passei ali algumas horas inolvidáveis ― e nunca esquecerei a surpresa que me causou aquela cidade. Nunca S. Paulo e Rio terão as suas avenidas monumentais largas de 40 metros e sombreadas de filas sucessivas de árvores enormes. Não se imano resto do Brasil, o que é a cidade de Belém, com os seus edifícios desmesurados, as suas praças incomparáveis e com a sua gente de hábitos europeus, cavalheira e generosa. Foi a maior surpresa de toda a viagem. Na volta hei de demorar-me ali alguns dias.
Nada lhe direi sobre o Amazonas. Não teria tempo. Escrevo na atrapalhação do desembarque. Peço-lhe que me mande notícias suas.
Devemos permanecer aqui mais de um mês, porque os peruanos chegaram com as lanchas desarranjadas ― e mandaram-nas para Belém onde estão consertando-se e ainda não as vi. Direi depois sobre a impressão que me causaram estes desconhecidos com os quais terei de passar tantos dias na mais estreita intimidade.
Peço-lhe dizer ao Otaviano que lhe escreverei, infalivelmente, pelo primeiro vapor. Ele que me mande também noticias suas e de todos.
Mandei-lhes brevíssimas notícias de todos os pontos onde estivemos cartões-postais. Não sei se aí chegaram.
Felizmente reina boa harmonia entre todos os da minha comissão e entre esta e a do coronel Belarmino.
Apenas o Otávio andou querendo sair fora da trilha mas lá o coloquei de novo, severamente ― de modo que se corrigiu em tempo.
Estou animado. Avalio bem as minhas responsabilidades. Não vacilo. Hei de cumprir inflexivelmente o dever e tanto quanto possível corresponder à confiança com que me honraram.
Muitos e muitos abraços a todos.
Receba saudades do filho e amº. Euclides