# Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo

## Part 8

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O homem que mais poderia coadjuvar o missionario em Àfrica seria o negociante.

Infelizmente o commercio sertanejo está em mãos de bem tristes apòstolos da civilisação.

Já falei dos Portuguezes, e com bem pesar meu tenho de metter estrangeiros em linha igual. Por um lado, a invasão do commercio pelos Àrabes de Zanzibar não dá em civilisação e cultura o que devia dar, porque a dissolução de costumes de taes gentes destroe tudo quanto o commercio adianta.

Por outro lado, os _traders_ (traficantes) Inglezes, creio que deixam muito a desejar em moralidade, segundo ouvi dizer a missionarios seus conterraneos. Esta questão, do commercio sertanejo como meio civilisador, é questão que me proponho a tratar um dia, e que não é cabida aqui, onde só por incidente falei de missões e commercio.

Volvendo a entrar em assumpto, dizia eu, que os paizes comprehendidos entre o Cuanza e o Zambeze estam em condições de receberem com mais facilidade do que os outros povos que conhêço em Àfrica, o impulso civilisador que a Europa hoje se empenha em imprimir aos esquècidos povos do grande continente.

Deixando estes paizes, dos quaes já falei detidamente nos anteriores capìtulos, vou entrar no Alto Zambeze.

Até ali era eu o primeiro explorador a pisar aquellas paragens, o primeiro a descrevel-as, o primeiro a apresentar uma carta geogràphica que as representasse; ali havia sido já precedido por outro, e por outro que se tornou tão distincto na obra da civilisação Africana, que ganhou um tùmulo em Westminster Abbey, e repousa hoje junto dos reis, dos grandes homens de Inglaterra. Vinte annos antes de mim, David Livingstone percorreu aquelle paiz.

N'esse tempo era elle governado por outra raça, e eu fui encontral-o em condições bem differentes.

As condições de geographia physica eram as mesmas; mas os geògraphos que seguirem outros, terám sempre rectificações a fazer, terám sempre alguma cousa a acrescentar.

Entre a carta de Livingstone e a minha ha differenças que já déram nas vistas a alguns geògraphos Europeos.

Que o vulto respeitavel do cèlebre explorador me perdôe se eu o contradizer em alguns pontos da sua geographia do Alto Zambeze. Era a sua primeira viagem, e o Missionario ousado estava longe ainda de ser o explorador geògrapho do futuro. Elle mesmo não se vexa de confessar que, n'esse tempo, de balde tentou medir a largura do rio por um processo trigonomètrico comezinho.

Da confluencia do Liba á do Cuando, o Zambeze apenas recebe na margem direita dois affluentes, o Lungo-é-ungo e o Nhengo.

Quem viaja da Costa de Oeste vê logo, que entre o Nhengo e o Cuando nenhum rio pode existir. Assim pois o rio Longo, o Banienko, etc., sam traços filhos de informações erròneas.

Na longitude do Zambeze, no parallelo 15, encontrei tambem differença grande para oeste; notando-se que essa differença envolve um êrro manifesto; porque eu observava os reapparecimentos do primeiro satèlite de Jùpiter, e havendo erro da minha parte era esse erro prejudicial a mim, porque envolvia approximação da determinação de Livingstone.

Cada quatro segundos que eu visse mais tarde o reapparecimento, era uma milha mais a favor d'elle.

O que poderia produzir um erro que me afastasse da posição determinada, era eu ver o satèlite antes do reapparecimento, o que é materialmente impossivel.

O curso do Alto Zambeze, na parte em que o visitei, isto é, do parallelo 15 á cataracta de Mozi-oa-tunia, é dividido em quatro trôços perfeitamente distinctos. Do parallelo 15 (e mesmo muito mais do Norte) até pròximo do parallelo 17, é perfeitamente navegavel em tôdas as èpochas do anno.

Ahi começa a apparecer o terreno vulcànico, e com elle o basalto. É a primeira região dos ràpidos e cataractas, onde fôra um serio obstàculo, a grande cataracta de Gonha; tudo mais com pequeno trabalho se tornava facilmente navegavel, abrindo um canal junto de uma das margens. Mesmo em Gonha, era de pequena difficuldade profundar um canalête que existe na margem esquêrda junto do caminho que segui por terra, e que vem designado na carta, por onde se escôam àguas na èpocha das cheias.

Da ùltima cataracta, Catima-Moriro, até á confluencia do Cuando, torna o rio a ter uma navigabilidade facil.

D'ahi para jusante novos ràpidos vam terminar na enorme cataracta de Mozi-oa-tunia, e essa região não poderá nunca ser aproveitada como via importante, porque uma sèrie de abismos lhe corta um futuro melhoramento qualquér quanto a navegação.

No valle do Alto Zambeze ha terrenos productivos e ferteis. Vastas pastagens alimentam milhares de rêzes nos valles, acima e abaixo da região das cataractas. Na região montanhosa ha a môsca Zê-zê, e torna-se difficil passar os gados de Lialui ao Quisseque.

Contudo, a môsca está concentrada nas florestas da região das cataractas, e para leste do Barôze não existe, porque os povos Chuculumbes sam grandes pastôres.

O valle do Alto Zambeze, cheio de belleza, fertil e rico, exhala do seu seio envôlto nos aromas das suas flôres o miasma pestilente. Os Macololos fôram dizimados pelas febres, e quando as azagaias do rei Chipopa libertáram o paiz dos ùltimos conquistadores, já o clima tinha feito a sua obra de destruição.

Os Bihenos, que resistem ás febres de quasi tôdos os paizes Africanos que visitam, sam fulminados pelos miasmas do Zambeze.

No paiz entre o Bihé e o Zambeze, onde as caravanas se demoram muito tempo a permutar cêra, é rarissimo haver um caso de febre no gentio Biheno; àlém da planicie do Nhengo, multiplicam-se as sepulturas d'elles.

Verissimo, indìgena e possuindo uma organização refractaria ao miasma, Verissimo, que nunca em sua vida estivera doente, não pôde escapar ao clima do Barôze, e vímos no capìtulo antecedente ser elle prostrado pêla febre. Eu mesmo, que resisto bastante ás endemias Africanas, sentia respirar a morte com o ar que respirava ali.

Esta verdade, se tivera sido apregoada ha mais tempo, teria poupado a vida á familia Elmore, que só d'abeirar-se ao paiz succumbio; porque o clima na região do Quisseque, e da confluencia do Cuando até Linianti, não tem melhores condições de salubridade do que o Barôze.

Cumpro um dever falando bem alto a linguagem da verdade a respeito de um paiz que está merecendo a attenção da Europa.

Ahi fica ella, e salva está a minha responsabilidade de informador consciencioso, para todas as desgraças, que aquella voragem ainda ha de causar aos que não crerem.

¿Será por isso o Lui um paiz de que se dêva fugir e ao qual ninguem se deverá abeirar? Não é, e eu vou procurar demonstrar, que elle deve merecer uma séria attenção, não só á Europa em geral, como muito particularmente a Portugal.

A Àfrica Austral, entre os parallelos 12 e 18, tem uma largura media de dois mil e seiscentos kilòmetros, e a partilha das àguas para as duas costas faz-se a um quinto d'esta extensão, junto á Costa de Oeste; porque se faz pròximo do meridiano 18 E. Greenw., isto é, a 600 kilòmetros apenas, da Costa Oeste.

D'ahi já se lançam dois rios, cujas àguas se juntam ao Zambeze, o Lungo-é-ungo e o Cuando.

Antes de vermos a importancia d'estes dois cursos d'àgua, estudemos o proprio rio gigante, aquelle que bebe as àguas de tôdo o planalto Africano ao sul do parallelo 12 até ao parallelo 20, e a leste do meridiano 18.

O Zambeze divide-se naturalmente em tres grandes trôços perfeitamente distinctos:

O alto curso, o curso medio, e o curso inferior.

O Alto Zambeze comprehende o rio desde as suas nascentes, ainda ignotas, até á sua grande Cataracta Mozi-oa-tunia.

O curso medio estende-se desde Mozi-oa-tunia aos ràpidos de Cabrabassa; e o Baixo Zambeze d'ahi ao Mar Indico.

Vejamos agora quaes sam as condições de navigabilidade de cada uma d'estas partes do rio, e qual a sua importancia relativa, e a dos seus affluentes.

Já n'este mêsmo capìtulo descrevi as condições do Alto Zambeze e por isso começarei por tratar do seu curso medio.

Conta elle de Mozi-oa-tunia a Cabrabassa uma extensão de 460 milhas geogràphicas, ou de 828 kilòmetros, e divide-se em duas regiões perfeitamente distinctas, a superior e a inferior, cada uma das quaes é extensa de 230 milhas, ou 414 kilòmetros.

A região superior, que principia na grande cataracta e termina nos ràpidos de Cariba, não tem importancia como via navegavel, nem pelos affluentes que recebe, todos pequenos e inaproveitaveis á navegação.

Tem esta região alguns trôços navegaveis, mas em pequenas extensões, e logo interrompidos com ràpidos. A segunda parte do curso medio, de Cariba a Cabrabassa, está em condições bem differentes, tanto por offerecer uma facil navigabilidade como por os importantes affluentes que recebe do Norte. De um d'estes affluentes me occuparei em breve.

O Baixo Zambeze, de Cabrabassa ao mar, conta uma extensão de 310 milhas geogràphicas, ou 560 kilòmetros, onde apenas poucas milhas sam occupadas pelas cachoeiras de Cabrabassa; sendo o resto do curso navegavel, ainda que em más condições, por falta de àgua na estação estia.

Esta parte do rio, mesmo nas más condições em que está da confluencia do Chire a Tete, é ainda uma grande via por onde se faz todo o commercio do interior com Quelimane. Recebe elle um affluente importante, o Chire, magnìfico rio, que da sua foz a Chibisa, não tem cataractas, sendo perfeitamente navegavel. O Chire que vem do Norte, no seu têrço medio corre a S.E. quasi parallelamente ao Zambeze; e por isso de Chibisa a Tete apenas medea uma distancia de 65 milhas geogràphicas, ou 117 kilòmetros, em terreno pouco accidentado, e que hoje, sem caminhos, se vence facilmente a pé em cinco dias.

Esta circunstancia é muito para merecer a attenção; porque, sendo o rio Zambeze pobre em profundidade da foz do Chire a Tete, não o é do Mazaro ao mar; e assim, navegando-se por elle e pelo Chire até Chibisa, chegamos a 5 dias de jornada a pé, de Tete, com toda a rapidez que nos podem proporcionar aquellas magnìficas vias. Os 117 kilòmetros que separam Chibisa de Tete, podem ser vencidos em um dia com uma simples estrada de rodagem, e em tres horas com uma ferrovial.

Estam pouco ou nada estudados os ràpidos de Cabrabassa, e não faço idéa até que ponto elles constituem um sério obstàculo á navegação, e se com pequeno ou grande trabalho se poderia remover esse obstàculo.

Sei porem, que a região que elles occupam é pouco extensa, o que já constitue uma vantagem indiscutivel.

Voltemos ao curso medio do Zambeze.

Recebe elle pelo norte dois importantes rios, o Aruangua do norte, e o Cafucué.

O primeiro, em cuja foz assentou outrora a importante e commercial villa do Zumbo, cujas ruinas attestão até que ponto a ouzadia Portugueza, ia fundar os seus mercados, introduzindo a civilisação e o commercio nas mais remotas terras Africanas, é um rio volumoso em àguas, mas, (dizem os sertanejos Portuguezes) muito cortado de cataractas.

Seria contudo importantissimo o seu estudo, ainda que não lhe vejo a mesma importancia que tem o outro rio, o Cafucué, de que vou falar.

Os pombeiros Bihenos passam ao norte do Lui, atravessam o paiz dos Machachas, e encontram um rio enorme a que elles chamam o Loengue. Esse rio é percorrido por elles nas suas viagens de tràfico, que o sobem até ás origens, e descem até á foz, onde toma o nome de Cafucué.

Alguns dos que estavam comigo fizéram muitas vezes essa viagem, e raro é o Biheno que não tenha estado em Caiuco.

Miguel, o meu caçador de elefantes, de quem mais de uma vez falei no correr da minha narrativa, passou dois annos n'aquelle paiz caçando elefantes, e muitas vezes percorreu o rio embarcado de Caiuco a Semalembue; isto é uma distancia que eu calculo grosseiramente em 220 milhas geogràphicas, ou 400 kilòmetros.

De Lialui a Caiuco deve a distancia ser de 220 kilòmetros, porque é facilmente vencida pelos Luinas em dez dias, havendo exemplos de ter muitas vezes sido ganha em 8 e 7. Em virtude d'estes dados, lancemos um ràpido golpe de vista ao estudo que temos feito do Zambeze, e reconheceremos que, n'uma extensão de 900 milhas geogràphicas, ou 1620 kilòmetros, seguindo pelo Zambeze, Chiri-Tete, Cafucué ou Loengoe, a Caiuco e Lialui, temos apenas 18 dias de caminho por terra, 5 de Chibisa a Tete, 3 de Cabrabassa, e 10 de Caiuco a Lialui; representando uma extensão de 400 kilòmetros, e por isso sendo aproveitados 1220 kilòmetros de vias fluviaes perfeitamente navegaveis.

Voltemos agora ao Alto Zambeze, e vejamos quaes as suas circunstancias com relação aos seus affluentes. De um sabemos nos já que é navegavel, o Cuando, mas sabemos tambem, que elle desàgua entre duas regiões de cataractas; o que o isola das partes importantes do curso do Zambeze.

Mas da região que está entre a sua foz e o Lui, já disse que não vejo impossibilidade de ser facilmente tornada em via aproveitavel; e logo que assim seja, e mesmo agora, poderìamos descer do Lui, e subir pelo Cuando até perto do meridiano 18.

Contudo, outro rio poderia fornecer-nos o meio de attingir aquelle ponto mais directa e facilmente, se fôsse navegavel.

Era elle o Lungo-é-ungo.

O Lungo-é-ungo é a grande estrada dos Bihenos para o Alto Zambeze, e por isso muito conhecido d'elles. Affirmam-me, que não tem cataractas, e não deve tel-as, correndo em terreno igual ao do Cuando e do Ninda.

O seu desnivelamento é de 400 metros em 540 kilòmetros de curso.

Dizem os Bihenos, e affirmáram-me os naturaes, sempre que andei pròximo d'esse rio, que elle não tem cataractas, como já disse, mas que por vezes a sua corrente é muito violenta, sendo preciso puxar as canôas á cirga. Sendo isto verdade, como supponho, chegarìamos do Mar Indico, quasi á Costa de Oeste d'Àfrica, apenas com 18 dias de caminho por terra, a pé! Isto é, em uma extensão superior a dois mil kilòmetros, apenas terìamos de caminhar em terra 400!

A exploração do Loengue ou Cafucué e a do rio Lungo-é-ungo sam hoje das mais importantes a emprehender na Àfrica Austral, e sam relativamente faceis e pouco custosas.

Não pude deixar de chamar a attenção para este ponto, que resolve o problema da facil communicação entre as duas costas.

Já vam longas estas divagações, em um capìtulo onde eu apenas tencionava apresentar os meus trabalhos geogràphicos e meteorològicos.

Nas seguintes pàginas vai publicado d'esses trabalhos, o que eu julguei mais interessante para alguns leitores.

Ás observações iniciaes de astronomia que me déram a determinação dos pontos do meu caminho, seguem-se aquellas que me premitíram fazer o relêvo do continente.

V[~e]m depois as notas meteorològicas, com interrupções inevitaveis quando se é só a fazer um trabalho tal.

Constam ellas de dois boletins, que registam as observações feitas 0 h. 43 m. de Greenwich, e ás 6 horas da manhã do logar em que me achava, hora a que dava corda aos chronòmetros.

O estudo d'esses boletins mostra sempre a grande uniformidade das oscillações baromètricas, e as enormes desigualdades de temperatura e de humidade do ar nos paizes a que se referem.

Vê-se tambem, que os ventos reinantes sam do quadrante Este em todo o paiz do Bihé ao Zambeze.

Como já tive occasião de dizer, e bem se comprehende ao ler a minha narrativa, não pude fazer collecções naturalistas, e apenas, aproveitando muito pouco papél de que podia dispor, levei das nascentes do rio Ninda algumas plantas, que estam em poder do Snr. Conde de Ficalho, para serem estudadas, e onde parece já terem apparecido algumas especies novas.

É opinião do Snr. Conde de Ficalho, que o cereal muito cultivado entre os Quimbandes e Luchazes, a que eu chamo _Massango_, e erradamente chamei Alpiste, é uma especie de _Penicillaria_, a que chamavam outrora os botànicos _Penicetum typhoideum_.

Aquelle que eu designo com o nome de _Massamballa_ é o _Sorghum_.

*Quadro das Observações Astronòmicas pelo Major Serpa Pinto do rio Cuanza ao Zambeze*.

+--------------+---------------------------+---------------+-------------+ | Anno de | Logares onde | Hora dos | Estado para | | 1879. | observei. | Chronòmetros. | Greenwich. | +--------------+---------------------------+---------------+-------------+ | | | H. M. S. | H. M. S. | a| Junho 17 |Mavanda | --- | --- | b| " " | " | 9 12 39 |+ 3 47 18 | c| " " | " | 5 53 44 |+ 3 47 4 | d| " " | " | 5 37 55 | --- | e| " 22 | " | 9 25 38 |+ 3 47 48 | f| " 24 |Rio Onda | --- | --- | g| " " | " | 8 57 0 |+ 3 47 54 | h| " 25 | " | --- | --- | i| " 26 | " | 9 42 58 |+ 3 48 10 | j| " 30 |1.5 milha a O. do rio Cuito| --- | --- | l| " " | " | 9 3 51 |+ 3 48 46 | m| Julho 2 |Alem do Cuito | --- | --- | n| " 3 | " | 0 29 32 |+ 3 49 7 | o| " " | " | 3 53 7 | --- | p| " 4 |Cambimbia | --- | --- | q| " " | " | 8 56 46 |+ 3 49 15 | r| " " | " | --- | --- | s| " " | " | 8 55 26 |+ 3 49 15 | t| " 6 |Cambuta | --- | --- | u| " " | " | 9 0 2 |+ 3 49 31 | v| " 7 | " | --- | --- | x| " " | " | 9 10 14 |+ 3 49 39 | z| " 10 |Nascente do Cuando | --- | --- | 0| " 11 | " | 8 53 23 |+ 3 50 24 | 1| " " | " | --- | --- | 2| " 14 |Nascente do Cubangui | --- | --- | 3| " " | " | 9 11 11 |+ 3 50 54 | 4| " 17 |Cangamba | 9 2 40 |+ 3 51 24 | 5| " 18 | " | --- | --- | 6| " 19 | " | --- | --- | 7| " " | " | 9 5 8 |+ 3 51 44 | 8| " 23 | " | 9 9 29 |+ 3 51 56 | 9| " " |Margem Direita do Cubangui | 4 49 47 |+ 3 52 5 | A| " " | " | 4 52 5 |+ 3 52 5 | B| " " | " | --- | --- | C| " 29 |Caú-eu-hue | --- | --- | D| " " | " | 8 55 42 |+ 3 52 48 | E| " " | " | 8 58 22 |+ 3 53 1 | F| " " | " | 8 59 5 |+ 3 53 1 | G| " " | " | 8 59 42 |+ 3 53 1 | H| " 31 | " | 8 45 30 |+ 3 53 19 | I| " " | " | 8 46 28 |+ 3 53 19 | J| " " | " | 8 47 27 |+ 3 53 19 | L| " " | " | 8 48 58 |+ 3 53 19 | M| " " | " | 8 50 40 |+ 3 53 19 | N| Agosto 3 | " | 9 9 11 |+ 3 53 49 | O| " 4 |Margem Esquerda do Cuchibi | 3 15 7 |+ 3 53 51 | P| " " | " | 2 40 47 | --- | Q| " 5 |Ponto onde deixei o Rio | --- | --- | R| " " | " | 8 53 7 |+ 3 54 0 | S| " 7 |Rio Chicului | --- | --- | T| " " | " | 9 0 6 |+ 3 54 16 | U| " 10 |Nascente do rio Ninda | 6 57 20 |+ 3 54 41 | V| " " | " | 6 58 20 |+ 3 54 41 | X| " " | " | 3 3 52 |- 2 7 56 | Z| " 11 | " | --- | --- | =| " " | " | 3 3 9 |- 2 7 53 | -| " 13 |Margem do Ninda | --- | --- | +| " " | " | 6 33 5 }| | /| | | }| 3 55 7 | *| " 16 | " | 6 55 53 }| | :| " " |Povoação de Calomba | --- | --- | ;| " " | " | 6 29 36 }| | !| | | }|+ 3 55 33 | ?| " " | " | 6 54 8 }| | | | | | | ^| " " | " | 6 31 48 }| | '| | | }|+ 3 55 33 | .| " " | " | 6 51 46 }| | ,| " 18 |Povoações do Nhengo | --- | --- | \| " " | " | 8 58 21 |+ 3 55 42 | "| " 21 |Canhete | --- | --- | $| " 25 |Lialui | --- | --- | %| " 29 | " | --- | --- | &| Setembro 10 |Catongo | --- | --- | (| " 12 | " | 3 46 19 |+ 3 57 35 | )| " " | " | 1 9 50 | --- | [| " 19 | " | 9 6 53 |+ 3 58 42 | ]| " " | " | 3 4 9 | --- | «| " 20 | " | 0 20 0 |+ 3 58 0 | »| " 21 | " | 6 2 0 |- 1 33 0 | <| " " | " | 6 0 0 |- 1 33 0 | >| " 22 | " | 5 38 0 |- 1 33 0 | ~| Outubro 1 |Sinanga | --- | --- | {| " 4 |Sioma | --- | --- | }| " " | " | 10 10 1 |+ 4 0 40 | _| " 9 |Confluencia do Jôco | 9 8 9 |+ 4 1 30 | £| " " | " | 10 42 0 |- 1 36 0 | #| " 11 |Cataracta de Nambué | 12 3 0 |- 1 37 0 | ¨| " " | " | 3 48 34 |+ 4 1 50 | +--------------+---------------------------+---------------+-------------+

