Chronica de el-rei D. Affonso V (Vol. III)

Chapter 11

Chapter 113,125 wordsPublic domain

LXXIII--Da resposta que o Regente houve d'algumas cousas que com sua embaixada enviou a Roma requerer 142

LXXIV--Como em se accordando o cêrco do Crato soube o regente que a Rainha D. Lianor era partida do Crato para Castella, e como todavia seguiu, e do que se fez 144

LXXV--Como o Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique se foram a Lamego para passarem entre Doiro e Minho. E como o conde de Barcellos se poz em defeza, e do que se n'isso passou 148

LXXVI--Das côrtes que se fizeram sobre o casamento d'El-Rei com a Rainha D. Isabel, filha do Infante D. Pedro 152

LXXVII--Como o Regente por meio do conde de Barcellos procurou de se concordar com a Rainha D. Lianor, e das cousas porque ella não quiz 153

LXXVIII--Como a Rainha D. Lianor se foi á côrte de El-Rei de Castella, e das embaixadas que vieram a Portugal 155

LXXIX--De como o Regente sobre a resposta que a estas embaixadas se daria, fez côrtes geraes 157

2.^o VOLUME

LXXX--D'outra embaixada que ao Regente veiu d'El-Rei e do povo de Castella, sobre as mesmas cousas da Rainha, e da resposta que houveram, e como se entendeu em alguma concordia e contentamento da Rainha 5

LXXXI--De como o Infante D. João falleceu, e que filhos d'elle ficaram 10

LXXXII--De como falleceu o filho do Infante D. João que era Condestabre, e como o filho maior do Infante D. Pedro foi d'aquella dinidade provido, que foi causa e fundamento da morte do dito Infante D. Pedro 12

LXXXIII--De como foi a morte do Infante D.Fernando que era captivo em Fez 14

LXXXIV--De como foi a morte da Rainha D. Lianor em Toledo, estando já para se tornar a Portugal 15

LXXXV--Como o Condestabre filho do Infante D. Pedro foi enviado a Castella com gentes d'armas, em ajuda de El-Rei de Castella contra os Infantes d'Aragão, e do que se passou até tornar 19

LXXXVI--De como o Regente fez côrtes geraes, em que leixou a El-Rei a primeira vez o Regimento do Reino, segundo era obrigado, e como El-Rei lh'o tornou a dar 22

LXXXVII--De como as filhas do Infante D. João foram casadas 25

LXXXVIII--Como El-Rei por meio do duque e de seu filho o conde d'Ourem pediu ao Infante o Regimento do Reino, e como inteiramente lh'o leixou 27

LXXXIX--Das cousas que o conde de Barcellos fez em abatimento do Infante D. Pedro depois que soube que já não regia, e para lançarem o Infante fóra da côrte 29

XC--Como o Infante D. Anrique entendeu nas cousas do Infante D. Pedro para seu favor, e assi o conde d'Abranches 34

XCI--Vinda do conde d'Abranches ás côrtes 35

XCII--De como o Infante D. Anrique se foi vêr a Coimbra com o Infante D. Pedro, e com elle o conde d'Abranches, e das novidades que se seguiram 37

XCIII--De uma fórma de concordia que El-Rei fez em escripto entre o Infante D. Pedro e o duque de Bragança e d'outras cousas que contra o dito Infante se seguiram 39

XCIV--De como El-Rei enviou requerer ao Infante D. Pedro as suas armas, que tinha em Coimbra 41

XCV--Como o conde d'Arrayolos veiu de Ceuta para concordar o Infante com El-Rei, e as causas porque se presumio que estas cousas se damnavam mais 43

XCVI--De como El-Rei mandou vir o duque de Bragança á sua côrte, e como o Infante D. Pedro determinou que em auto de guerra como vinha não leixaria-o passar por sua terra 46

XCVII--Do recado que o Infante D. Pedro enviou ao duque, sendo já em caminho 48

XCVIII--Da resposta do duque ao Infante D. Pedro 49

XCIX--Do que o conde d'Ourem ordenou em favor do duque seu pae para não leixar de proseguir seu caminho, e dos recados que El-Rei ao Infante D. Pedro enviou 51

C--De como o Infante D. Pedro determinou impedir a passagem ao duque, e se percebeu e partiu para isso 55

CI--De uma falla que o Infante D. Pedro fez aos seus, estando todos a cavallo 56

CII--De outra falla que o duque tambem fez aos seus em seu favor contra o Infante, e de como Alvaro Pires de Tavora lhe respondeu 58

CIII--D'outra falla que o duque fez a todolos seus, em que determinou não leixar o seu caminho 60

CIV--De como o conde d'Abranches fallou ao Infante, aconselhando-o que desse no duque 62

CV--De como o duque não quiz esperar o Infante, e se salvou atravessando secretamente a Serra d'Estrella, e do que o Infante sobr'isso disse e fez 63

CVI--Como o duque se foi a Santarem onde era El-Rei, e do que se fez contra o Infante 66

CVII--De como El-Rei declarou o Infante por desleal, e mandou fazer geraes percebimentos de guerra para ir sobr'elle 68

CVIII--Do que o Condestabre filho do Infante D. Pedro fez, estando entre o Tejo e Odiana 70

CIX--De uma carta que a Rainha enviou ao Infante D. Pedro seu padre, sobre um conselho que acerca d'elle se tivera para sua morte ou destruição, e do conselho e determinação que o Infante sobr'ella teve 72

CX--Dos conselhos desvairados que ao Infante sobre sua proposição foram dados 75

CXI--De como o Infante se teve ao conselho do conde d'Abranches, que foi morrer 78

CXII--Como o Infante D. Pedro e o conde d'Abranches consagraram ambos de morrer um quando outro morresse 79

CXIII--Como a Rainha houve d'El-Rei que perdoaria ao Infante seu padre se elle lhe pedisse perdão, e assi lh'o escreveu, e a causa porque não houve effeito 81

CXIV--Como os imigos do Infante D. Pedro procuravam haver antes odio que amor nem afeição entre El-Rei e a Rainha sua mulher 84

CXV--De um cumprimento que o Infante D. Pedro acerca de sua innocencia por meio de religiosos fez com El-Rei 85

CXVI--Como El-Rei não tinha possibilidade de ir sobre o Infante como proposera, e como a partida do Infante de Coimbra foi causa da sua morte 87

CXVII--Como o Infante D. Pedro partiu de Coimbra, e como seguiu seu caminho até Rio Maior, e do conselho que hi teve 89

CXVIII--Como o Infante partiu de Rio Maior e se foi a Alcoentre, e as pessoas d'El-Rei que hi mandou matar, e a causa porque 94

CXIX--Como El-Rei proveu e segurou a cidade de Lisboa, para o Infante se não recolher a ella 96

CXX--Como o Infante partiu de Castanheira, e se foi alojar no Ribeiro d'Alfarrobeira 97

CXXI--Como El-Rei chegou sobre o arraial do Infante D. Pedro, e como por caso e sem deliberação se seguiu sua morte 99

CXXII--Como o conde d'Abranches tambem logo foi morto, e como acabou como esforçado cavalleiro, e do que se mais seguiu no cabo da batalha 102

CXXIII--Da maneira que se teve com o corpo do Infante D. Pedro, e como foi vilmente tratado e soterrado 104

CXXIV--Exclamação á morte do Infante D. Pedro 105

CXXV--Das feições, costumes e virtudes do Infante D. Pedro 110

CXXVI--Do que a Rainha fez com a nova da morte do Infante seu padre 113

CXXVII--Como a Infante mulher do Infante D. Pedro soube de sua morte, e do que se fez de seus filhos 114

CXXVIII--Como os imigos do Infante procuravam que El-Rei se quitasse da Rainha, e quão virtuosamente El-Rei o fez com ella 115

CXXIX--Como El-Rei fez aos Reis e Principes christãos uma geral notificação da morte do Infante, e das respostas que houve, e da embaixada do duque e duqueza de Borgonha, que sobre a morte do dito Infante e sua desculpa foi principal 117

CXXX--De como a judaria de Lisboa foi roubada, e a causa porque 119

CXXXI--De como foi o casamento da Imperatriz D. Lianor irmã d'El-Rei com o Imperador Frederico, e festas que por elle se fizeram 120

CXXXII--Da partida da Imperatriz d'estes reinos, e das pessoas que com ella foram 124

CXXXIII--Como a Imperatriz chegou á Italia e foi do Imperador recebida, e assim como ambos foram pelo Papa recebidos e coroados em Roma 126

CXXXIV--Dos filhos que a Rainha pario, e de como o Infante D. Fernando secretamente se foi d'estes reinos, e logo tornou a elles 128

CXXXV--Como o Gram Turco tomou a cidade de Constantinopola, e o Papa publicou cruzada contra elle, e El-Rei D. Affonso a tomou 133

CXXXVI--De como a Rainha pariu o Principe D. João e d'outras cousas a que El-Rei satisfez ácerca do Infante D. Pedro, e como casou a Rainha D. Joana com El-Rei D. Anrique de Castella 135

CXXXVII--Da treladação e exequias que se fizeram aos ossos do Infante D. Pedro, e como a Rainha sua filha logo falleceu, e os ossos da Rainha D. Lianor foram de Castella trazidos ao mosteiro da Batalha 137

CXXXVIII--Como El-Rei outra vez acceitou a cruzada contra os turcos quando fez os Cruzados, e com os percebimentos que para isso fez passou em Africa e tomou aos mouros a villa d'Alcacere 140

CXXXIX--Como El-Rei se foi d'Alcacere a Ceuta, e como a villa foi por El-Rei de Fez cercada, e El-Rei a não pôde socorrer, e desafiou El-Rei de Fez 150

CXL--Das cousas que passaram n'este cerco, até que de todo se alevantou 153

3.^o VOLUME

CXLI--De como se fez em Alcacere a coiraça para defensão e segurança da villa, e como D. Duarte, capitão, se houvera de perder 5

CXLII--De como a villa d'Alcacere foi de segunda vez cercada por El-Rei de Fez, e do que se passou n'este segundo cêrco até que se alevantou 9

CXLIII--Como D. Duarte foi feito conde de Vianna, e El-Rei quizera outra vez passar em Africa para que se percebeu 13

CXLIV--De como falleceu o Infante D. Anrique, e de seus feitos, bondades, e virtudes 15

CXLV--De como falleceu o duque de Bragança, e sobcedeu sua casa e herança o marquez de Villa Viçosa, e como D. Fernando seu filho passou em Africa, e de vinda foi feito conde de Guimarães 19

CXLVI--De como falleceu a Infante D. Caterina, sendo já concertada para casar 20

CXLVII--De como foi a ida d'El-Rei em Africa com os dois mil de cavallo, e do escallamento de Tangere 21

CXLVIII--Da grande e danosa tormenta que El-Rei e o infante passaram no mar 25

CXLIX--De como foi o primeiro cometimento do escalamento de Tangere 26

CL--De como o Infante D. Fernando sem El-Rei entrou d'Alcacere e correu a terra aos mouros 27

CLI--De como o Senhor D. Pedro, filho do Infante D. Pedro, se foi de Ceuta para Barcellona e se intitulou Rei d'Aragão 29

CLII--De como o escalamento de Tangere se commetteu a segunda vez pelo Infante D. Fernando sem consentimento d'El-Rei 33

CLIII--De como o escallamento de Tangere se commetteu finalmente a terceira vez pelo Infante D. Fernando e do desastrado sobcedimento que houve 36

CLIV--Como El-Rei foi d'este triste caso avisado em Ceuta, o dia que tinha concertadas vistas em Gibraltar com El-Rei de Castella, a que todavia foi, e o fundamento das ditas vistas 42

CLV--De como El-Rei em pessoa correu o campo d'Arzilla 44

CLVI--De como El-Rei D. Affonso foi correr a serra de Benafocú, e como foi em grande perigo e como mataram os mouros o conde D. Duarte, e a Diogo da Silveira, escrivão da poridade 45

CLVII--De como El-Rei se veiu a Portugal e foi em romaria a Guadalupe, e se viu com El-Rei D. Anrique e com a Rainha sua mulher 50

CLVIII--De como houve em Castella grande divisão, sobre que houve vistas na cidade da Guarda com a Rainha irmã d'El Rei 51

CLIX--De como se concertou casamento entre o Principe D. João com a Senhora D. Lianor filha do Infante D. Fernando 52

CLX--De como o Infante D. Fernando passou por si em Africa, e tomou a cidade de Anafee 53

CLXI--Do fallecimento do Infante D. Fernando, e dos filhos que d'elle ficaram 54

CLXII--De como tendo El-Rei determinado passar em Africa, convertia a armada contra os inglezes pela tomada das náos de Portugal, e desistiu d'isso pela morte do conde Baroique, e se ordenou a ida sobre Arzilla 56

CLXIII--De como El-Rei levou comsigo o Principe seu filho e como embarcaram, e com que gente e frota 58

CLXIV--De como El-Rei tomou terra em Arzilla 59

CLXV--De como a villa foi entrada, e o Principe foi armado cavalleiro, e morreram o conde de Marialva e o conde de Monsanto e outros 61

CLXVI--De como Mollexeque vinha socorrer Arzilla, e fez pazes com El-Rei D. Affonso 64

CLXVII--De como El-Rei foi certificado que os mouros de Tangere tinham leixado a cidade, e do que sobr'isso logo proveu, e de como se foi a ella, e de hi para o reino 66

CLXVIII--De como a Infante D. Joana filha de El-Rei foi metida no mosteiro d'Odivellas, e de hi ao mosteiro d'Aveiro, e d'outras cousas que El-Rei fez 68

CLXIX--Foi feito primeiro conde de Penella D. Affonso de Vasconcellos 69

CLXX--Tomou o principe D. João sua casa 69

CLXXI--De como houve embaixadas e vistas entre El-Rei de Castella e de Portugal, e sobre que 69

CLXXII--De como os ossos do Infante D. Fernando foram a estes reinos trazidos de Fez 71

CLXXIII--Do fundamento que El-Rei D. Affonso teve para entrar em Castella por morte d'El-Rei D. Anrique 72

CLXXIV--Como El-Rei determinou todavia entrar em Castella, e dos requerimentos que logo enviou a El-Rei D. Fernando e á Rainha D. Isabel 74

CLXXV--De como El-Rei se foi a Arronches, por onde acordou de entrar em Castella 75

CLXXVI--De como a este tempo naceu o Principe D. Affonso neto d'El-Rei 76

CLXXVII--Da gente com que El-Rei entrou em Castella e em que ordenança ia 76

CLXXVIII--De como El-Rei chegou a Prazença onde publicamente foi jurado por Rei, e esposado com a Rainha D. Joana, e d'outras cousas 78

CLXXIX--De como El-Rei D. Affonso e a Rainha se foram á cidade de Touro, e como El-Rei D. Fernando veiu sobre elle com todo seu poder 79

CLXXX--De como El-Rei D. Affonso se foi a Çamora, e de hi querendo ir descercar o castello de Burgos tomou Baltanas, e prendeo o conde de Benavente 81

CLXXXI--De como El-Rei tomou Cantalapedra, e se tornou a Çamora 84

CLXXXII--Do cuidado que o Principe D. João tinha em governar e defender Portugal, e como 84

CLXXXIII--De como o principe cercou a villa d'Ougela, e a tomou, e da morte de João da Silva 86

CLXXXIV--De como o Principe indo vêr-se com El-Rei D. Affonso seu padre, foi por elle avisado da traição da ponte de Çamora, e se tornou de Miranda do Doiro 87

CLXXXV--De como foi a dita traição, e da maneira que El-Rei D. Affonso sobre isto teve 87

CLXXXVI--De como El-Rei combateu a ponte, e do que se seguiu, e como El-Rei D. Affonso leixou Çamora, e se foi a Touro 89

CLXXXVII--Dos percebimentos que o Principe fez em Portugal para ir socorrer a El-Rei D. Affonso seu padre, e como entrou em Castella 90

CLXXXVIII--De como El-Rei D. Fernando e a Rainha D. Isabel se apoderaram de Çamora, e pozeram cerco ao castello 92

CLXXXIX--De como El-Rei D. Affonso e o Principe cercaram Çamora da parte da ponte 93

CXC--De como se ordenou a batalha dos Reis entre Touro e Çamora 94

CXCI--De como romperam as batalhas, e as do Principe venceram as d'El-Rei D. Fernando, e a d'El-Rei D. Fernando venceu a d'El-Rei D. Affonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha 97

CXCII--De como o Principe se tornou a Portugal, e do que El-Rei D. Affonso fez por então em Castella 102

CXCIII--De como se ordenou a ida d'El-Rei em França, e se veio a Portugal com a Rainha D. Joana 104

CXCIV--De como El-Rei partiu de Lisboa para França, e da maneira em que foi até se vêr com El-Rei de França w106

CXCV--Da primeira vez que El-Rei D. Affonso se vio com El-Rei de França em Tors em Toraina 109

CXCVI--Do que El-Rei de França e El-Rei D. Affonso entre si acordaram para execução de sua ida 111

CXCVII--De como foram a Roma embaixadores d'El-Rei de França e d'El-Rei D. Affonso requerer a despensação para poder casar com a Rainha D. Joana sua sobrinha 113

CXCVIII--De como El-Rei D. Affonso se foi vêr com o duque de Borgonha, e como logo se seguio a morte do dito duque 114

CXCIX--Da resposta que os embaixadores houveram em Roma ácerca da despensação que requereram 117

CC--Da conclusão que El-Rei D. Affonso tomou com El-Rei de França, quando com elle se vio a segunda vez 118

CCI--Como o Principe cercou a villa d'Alegrete e a tomou, e d'outras cousas que no reino se seguiram andando El-Rei D. Affonso em França 119

CCII--De como El-Rei D. Affonso desappareceu em França, e o Principe seu filho por seu mandado se alevantou por Rei em Portugal 121

CCIII--De como El-Rei D. Affonso embarcou em França e se veio a Portugal, e se vio com o Principe seu filho 125

CCIV--De como Lopo Vaz Torrão se alevantou com a villa de Moura por El-Rei de Castella, e do que se seguio 127

CCV--De como se seguiu a batalha de Merida, em que o Bispo d'Evora, capitão-mór, foi vencido 128

CCVI--De como se ordenaram e trataram as pazes entre Portugal e Castella, e por quaes pessoas, e com que condições e cousas sustancialmente 130

CCVII--Da publicação das pazes e das mais cousas que para cumprimento d'ellas se fizeram, principalmente ácerca da Excellente Senhora D. Joana 136

CCVIII--Da grande pestelença que sobreveio a estes reinos, e como se fez a profissão á Excellente Senhora D. Joana 139

CCIX--De como se fizeram as entregas do Infante D. Affonso e da Infante D. Isabel nas terçarias de Moura 142

CCX--Do socorro que pelo Bispo d'Evora foi enviado contra o Turco, quando tomou a cidade do Tranto em Italia 146

CCXI--De como o duque de Vizeu foi a Castella, e se tornou a Portugal o Senhor D. Manuel seu irmão 147

CCXII--De como foi a morte d'El-Rei D. Affonso 148

CCXIII---Das feições, bondades e virtudes d'El-Rei D. Affonso 150

Lista de erros corrigidos

Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:

+----------+---------------------+----------------------+ | | Original | Correcção | +----------+---------------------+----------------------+ |#pág. 10| sobre e porto | sobre o porto | |#pág. 21| cam | com | |#pág. 22| sebr'isso | sobr'isso | |#pág. 35| flcou | ficou | |#pág. 37| d'Alcere | d'Alcacere | |#pág. 42| auctorldade | auctoridade | |#pág. 43| Guimamarães | Guimarães | |#pág. 53| d'Anafce | d'Anafee | |#pág. 55| ti.ulos | titulos | |#pág. 63| EI-Rei | El-Rei | |#pág. 111| grandes o louvados | grandes e louvados | |#pág. 119| E Tornando | E tornando | |#pág. I| D. Pedo | D. Pedro | +----------+---------------------+----------------------+

Os "n" e "u" que surgiram trocados no texto original foram corrigidos de acordo com a ortografia da época.

El-Rei e El Rei são variantes da mesma palavra. Todas estas variantes foram mantidas de acordo com o original.