Camilleana Collecção das obras de Camillo Castello Branco

Chapter 2

Chapter 21,931 wordsPublic domain

_Scenas da Foz._ Por João Junior. Vianna 1857. 2.ª edição, Porto 1860. 3.ª edição, Porto 1873. 1 vol.:

A sorte em preto. Dinheiro.

_Scenas da hora final._ Traducção. Porto 1878. 1 vol.

_Scenas innocentes da comedia humana._ Lisboa 1863. 2ª edição, Lisboa 1873. 1 vol:

Promessa cumprida. Tres medicos. O padre Macedo e a Zamperini. A mulher da Azinhaga. Mulheres celebres e exquisitas. O maior amigo de Luiz de Camões. Heloisa e Abeilard. A carteira de um suicida. Trezentos mil cruzados por um dente. Tormento da memoria. A rainha das Maldivas. Á urna!. Post-scriptum.

_Senhor (O) do paço de Ninães._ Porto 1867. Lisboa, sem data. 1 vol.

_Senhora (A) Rattazzi._ Critica. Porto 1880. Nova edição, mais correcta e augmentada. Porto 1880. 1 vol.[66]

_Sereia (A)._ Porto 1865. 1 vol.

_Seroens de S. Miguel de Seide._ Chronica mensal. Porto 1885-86. 6 vols.:

1.º Preludio. Segundo commendador. Questoens de vida e morte. O infantilismo dos poetas.

2.º Capitulo _DCCCXXXVII_ das minhas _Memorias d'além-tumulo_. Passagem do romance inedito _Volcoens de lama_. O virtuoso Catão e o honrado Hortencio. Questoens de vida e morte.

3.º A via-sacra. Lyra meridional, por Antonio d'Azevedo Castello Branco.

4.º A fidalguinha (poesia). Carta aos _Seroens de S. Miguel de Seide_. Questoens de vida e morte. Visita a um azilo de criminosos alienados.

5.º Capitulo _CCCXCIX_ das minhas _Memorias d'além-tumulo_. A via-sacra. Notas conspicuas. Notas archeologicas. Visita a um azilo de criminosos alienados.

6.° _A velhice do padre eterno_. Goethe ridiculo. Quem era a mulher de Caim?. As creanças indigentes. Amôres serodios.

_Suicida._ Porto 1880. 1 vol.

_Theatro comico._ Porto 1871. 1 vol.:

A morgadinha de Val-d'Amores. Entre a flauta e a viola.[67]

_Tres (As) irmãs._ Porto 1862. 2.ª edição, revista pelo auctor, Porto 1866. 3.ª edição, Porto 1882. 1 vol. Rio Grande do Sul, contrafacção muito defeituosa, extrahido do _Diario de Pernambuco_, 1862. 3 vols.

_Ultimo (O) acto._ Drama. Lisboa 1859. Lisboa 1862. 2ª edição, Lisboa 1884. 1 vol.

_Ultimo (O) anno de um válido._ Fragmento de um drama do futuro. Porto 1849?. 1 vol.

_Ultimo (O) morgado do paço de Carude._ Romance realista.[68]

_Um homem de brios._ Porto 1856, com o retrato do auctor. 2ª edição, Porto 1862. 3ª edição, Porto 1869. 1 vol.[69]

_Um livro._ Poesia. Porto 1854. 2ª edição, emendada e augmentada, Porto 1858. 3ª edição, novamente correcta. Porto 1866. 1 vol.[70]

_Vaidades irritadas e irritantes._ (Opusculo ácerca d'uns que se dizem offendidos em sua liberdade de consciencia litteraria.) Porto 1866. 2.ª edição. Porto 1889. 1 vol.[71]

_Vespa (A) do Parnaso._ Collecção de poesias lisonjeiras. Por um mordomo das almas de Campanhã. Porto 1854. 1 vol.

_Vida d'el-rei D. Affonso VI._ Escripta em 1684. Porto, sem data (1873). 1 vol.

_Vingança._ Porto 1858. 2.ª edição, Porto 1863.

_Vinho (O) do Porto._ Processo de uma bestialidade ingleza. Porto 1884. 1 vol.

_Vinte dias de agonia._ Porto 1866. 1 vol.[72]

_Vinte horas de liteira._ Porto 1864. Lisboa, sem data. 1 vol.

_Visconde (O) de Ouguella._ Perfil biographico. Porto 1873. 1 vol.

_Virtudes (As) antigas._ Lisboa, sem data (1868). 1 vol.:

A freira que fazia chagas. O frade que fazia reis. A filha do pasteleiro do Madrigal. Um poeta portuguez.... rico!

_Volcoens de lama._ Porto 1866. 1 vol.

_Voltareis, ó Christo!._ Narrativa. Porto 1871. 2.ª edição, Porto 1889. 1 vol.

Jornaes que C. Castello Branco mais tempo redigio e em que mais collaborou, quer na parte politica, quer na litteraria:

_Atheneu._

_Aurora do Lima._

_Bardo (O)._

_Bibliographia portugueza e estrangeira._

_Bico (O) de gaz._[73]

_Christianismo (O)._

_Clamor publico._

_Coalisão._

_Commercio (O) do Porto._

_Correio da Europa._

_Cruz (A)._

_Echo popular._

_Futuro (O)._ Rio de Janeiro.

_Gazeta litteraria do Porto._[73]

_Grinalda (A)._

_Jornal do povo._

_Miscellanea poetica._

_Mundo (O) elegante._[73]

_Nação._

_Nacional._[74]

_Occidente (O)._

_Porto e Carta._

_Portuense (O)._

_Ribaltas e gambiarras._

_Revista universal lisbonense._

_Semana._

_Voz do povo._

Muitos romances; poesias, polemicas e outros escriptos, dos que ficam catalogados, sahiram nos referidos e outros jornaes.

Alguns auctores e traductores illustraram as suas obras com prefacios, prologos, juizos criticos, etc., d'esse erudito mestre a quem a Historia consagrou uma das suas mais polidas paginas de ouro!.

"Camillo occupava-se, quando cegou, em um trabalho sobre Leonor Telles, do qual resultava a rehabilitação da sua memoria; outro sobre Ignez de Castro, mostrando que ella não era hespanhola, mas portugueza, pois nascêra na quinta de Oliveira, em Gaya, hoje propriedade do visconde do mesmo titulo.

"Além destes, Camillo devia deixar, se não concluidos, pelo menos em via disso, um livro inedito-_A raça do prior do Crato_, corpo de historia em que trabalhava ha bastantes annos.

"Um collega affirma tambem que Camillo deixou ou quasi concluido ou terminado, o romance _Os Brocas_.

"É inexacto.

"Camillo tencionava de facto escrever esse romance, que prendia com a historia de seus avós, e chegou até a contractar a publicação da obra com o fallecido livreiro Ernesto Chardron. Tinha, porém, Camillo de ir á Villa Real colher apontamentos e subsidios que reputava indispensaveis, quando se lhe aggravaram os padecimentos. Desistio então, e isso mesmo participou ao editor.

"O grande escriptor usou por vezes dos seguintes pseudonymos: Anastacio das Lombrigas, Archi-Zero, Saragoçano, C. da Veiga, Manoel Côco, A. E. I. O. U., Modesto, Visconde de qualquer cousa, João Junior e Gervasio Lopes Canavarro."

[1] Este romance começou a ser publicado n'O Futuro, de F. Xavier de Novaes, periodico litterario que se publicava no Rio de Janeiro, em 1863.

[2] Em seguida a este romance andam as traducções _O arrependimento_ e _A gratidão_, que não são de Camillo Castello Branco.

[3] Inclue-se este livro na collecção das obras de Camillo Castello Branco, por conter cartas, artigos, poesias e traducções do fecundo escriptor.

[4] Este artigo é o prefacio da _Carta de guia de casados_.

[5] "Publicada pudicamente sem nome do auctor em 1872."

[6] Este artigo é o prefacio da 7ª edição do _Camões_ de Garrett, e teve uma tiragem especial no mesmo anno-1880.

[7] Esta critica foi publicada em folheto, em 1880.

[8] Esta polemica foi publicada em folhetos, em 1883, sob a epigraphe _Questão da Sebenta_.

[9] Este escripto, sobre a critica de Alexandre da Conceição ao romance _A corja_, sahio em diversos numeros do jornal _Ribaltas e gambiarras_ de 1880-81, sendo reproduzido na _Bibliographia portugueza e estrangeira_, dos mesmos annos, sob a epigraphe _Polemica litteraria_.

[10] Este romance, annunciado a entrar no prelo, em 1884, não foi publicado.

[11] Este livro motivou a polemica _Os criticos do Cancioneiro Alegre_.

[12] O prefacio foi reproduzido na _Bohemia do espirito_.

[13] Continuação d'_A filha do regicida_.

Os editores retiraram o 1º vol., pouco depois da sahida da obra: diz-se que por ordem do socio Mattos Moreira e por motivos orthodoxos, e tambem se diz que por pedido de um alto personagem portuguez.

[14] Com este escripto entrou Camillo na polemica levantada á volta da _Historia de Portugal_ de Alexandre Herculano, a desproposito do milagre de Ourique e das cortes de Lamego, batendo o grande historiador.

[15] O authentico anda em seguida a _O condemnado_, Porto 1870.

[16] Estes dramas foram contrafeitos no Rio de Janeiro, em 1871, em separado.

[17] A edição do Porto 1882 é a mesma do Porto 1870 sem o drama _Como os anjos se vingam_, tendo sido substituidas as folhas do titulo e frontespicio.

[18] Este artigo sahio publicado em 1861 nos jornaes _Revolução de Setembro_ e _Diario do Rio de Janeiro_, sob o titulo-_Noticia de um viajante ha tresentos noventa e cinco annos_.

[19] A polemica _Os criticos_ é transcripção dos ns. 7 a 10 da _Bibliographia portugueza e estrangeira_ de 1879: 1º-O snr. Sergio de Castro. 2º-O snr. Carlos Lobo de Avila. 3º-O snr. Mariano Pina. Mariano (bis) Pina. Gaspar da Silva. 4º-Arthur Barreiros. A snra. Mariana (Tri) Pina. O snr. Thomáz Filho.

_A critica benevola_ são as apreciações de diversos jornaes.

[20] Das edições primitivas-Porto 1845.

[21] Das edições primitivas-Porto 1845.

[22] Extrahido dos jornaes _A Cruz_ e _O Christianismo_.

[23] O mesmo das _Noites de Lamego_, 2ª edição, 1873.

[24] Com a 2ª edição foram tiradas, separadas, as duas poesias Preceitos.

A poesia _Hossana_ foi publicada em 1852.

[25] Reproduzida do _Theatro comico_.

[26] Foi reproduzida na _Bohemia do espirito_.

[27] Este romance; annunciado a entrar no prelo, em 1886, não foi publicado.

[28] Continua n'A neta do arcediago.

A 1ª edição é o 1º volume das _Scenas contemporaneas_, e sahio em 1855.

[29] Continua n'_A caveira da martyr_.

[30] Este romance, annunciado no prelo, em 1880, não foi publicado.

[31] O titulo do 1° vol. é _Sentimentalismo e Historia_, e o do 2º é _Historia e Sentimentalismo_. Os dous livros, porém, começam pela _Historia_ e continuam no _Sentimentalismo_; por isso adoptamos o titulo geral-_Historia e Sentimentalismo_, que é o da capa do 1º volume.

[32] O 1º volume da 2ª edição começa pelo _Sentimentalismo_ e continua na _Historia_.

[33] Continua n' _A corja_.

[34] Continuação do _Euzebio Macario_.

A critica de Alexandre da Conceição ao romance _A corja_ motivou os escriptos de Camillo, que sahiram no jornal _Ribaltas e gambiarras_ e foram reproduzidos na _Bibliographia portugueza e estrangeira_, 1880-81, sob a epigraphe _Polemica litteraria_:

Nota ao artigo supra do snr. Alexandre da Conceição. Conceição immaculada. _A corja_ e o snr. Conceição-corja. O snr. Conceição-corja. Conceição-corja.

Estes escriptos estão na _Bohemia do espirito_ sob a epigraphe _Modelo de polemica portugueza_.

[35] Edição e homenagem de João António de Freitas Fortuna.

[36] Extrahido dos jornaes _A cruz_ e _O christianismo_.

[37] Foi reproduzida na 2ª edição das _Duas épocas da vida_.

[38] A impressão deste livro foi suspensa pelo auctor, quando já havia 128 paginas: diz-se que por deliberação propria, e diz-se tambem que por pedido de um alto personagem brazileiro, quando visitou o autor.

Consta que aquellas paginas vão ser re-impressas.

[39] Reproduzido nos _Delictos da mocidade_. Porto 1889.

[40] Este romance começou a ser publicado em 1853, no semanario religioso _A cruz_, sob o titulo _Temor de Deus_.

[41] Continuação dos _Mysterios de Lisboa_.

[42] É o prefacio da 7ª edição do _Camões_ de Garrett.

Foi reproduzido na Bohemia do Espirito.

[43] Em pag. 102 a 180 está o romance _Martyrios obscuros_.

[44] Continuação de _Um homem de brios_.

[45] Reproduzida do _Theatro comico_.

[46] Extrahido da _Gazeta litteraria_.

[47] Continúa n' _O livro negro_.

[48] Continuação d'_A filha do arcediago_.

A primeira edição é o terceiro volume das _Scenas contemporaneas_, e sahiu em 1856.

[49] Este drama foi tirado em separado em 1873, sendo o mesma composição de novo paginada.

[50] Os editores suspenderam a publicação, em 1888, tendo publicado _O retrato de Ricardina_, _A queda d'um anjo_ e _A doida do Candal_.

[51] Junto ao trabalho de Camillo andam outros de auctores diversos.

[52] Continúa n' _Um homem de brios_.

[53] A primeira edição é o que está nas _Scenas contemporaneas_.

[54] Esta obra provocou a _Questão da Sebenta_.

[55] A edição de 1855 é a composição das _Scenas contemporaneas_ do mesmo anno, com frontespicio e de novo paginada.

[56] São as mesmas composições das Duas epocas da vida de 1865, com frontespicios e de novo paginadas.

[57] Este romance, annunciado a entrar no prélo em 1881, não foi publicado.

[58] Reproduzido nos _Delictos da mocidade_, Porto 1889.

[59] Esta polemica, que teve origem em uma referencia do Dr. Avelino Cezar Calisto, lente da Universidade de Coimbra, publicada na _Sebenta_, com relação ao _Perfil do marquez de Pombal_, foi reproduzida na _Bohemia do espirito_ sob a epigraphe _Sebenta, bollas e bullas_.

[60] O _Livro de consolação_, não é de Camillo.

[61] Os tres volumes tiveram novas edições sob os titulos de cada um.

[62] Continua n' _A neta do arcediago_, 3.º vol.

[63] Este drama foi tirado em separado, sendo a mesma composição com frontespicio e de novo paginada.

[64] Continuação d'_A filha do arcediago_.

[65] A primeira edição é o segundo volume das _Scenas contemporaneas_, e sahio em 1855.

Esta segunda edição não tem os dramas _Pathologia do casamento_ e _Poesia ou dinheiro?_ que foram impressos em separado no mesmo anno, com a indicação-2.ª edição.

[66] Esta critica, motivada pelas más apreciações de madame Rattazzi no seu _Le Portugal à vol d'oiseau_, foi reproduzida na _Bohemia do espirito_.

[67] Estas comedias foram reproduzidas em separado, em 1882.

[68] Este romance, annunciado no prélo em 1879, não foi publicado.

[69] Continuação de _Onde está a felicidade?_. Continúa em _Memorias de Guilherme do Amaral_.

[70] Este livro termina com o romance _Vinte dias de agonia_, que teve edição em separado, em 1866.

[71] O motivo deste opusculo foi a questão levantada por Anthero do Quental ácerca de uma referencia a seu respeito, feita por Antonio Feliciano de Castilho no prefacio ao _Poema da mocidade_, de Pinheiro Chagas.

[72] Este romance anda no fim de _Um livro_.

[73] Estes jornaes, semanarios, foram redigidos e collaborados só por C. C. Branco:

a) Porto 1854, sahio só um numero;

b) Porto 1868, sahiram dezeseis numeros;

c) Porto 1858-59, sahiram dezesete numeros.

[74] Este jornal, diario, era o predilecto de C. C. Branco.