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    <title>A Paranoia | Cyber Library</title>
    <link>https://www.cyberlibrary.org/pt/books/a-paranoia-14503/</link>
    <description>Ao passo que na sua maioria as doenças hoje estudadas pelos alienistas pertencem no fundo á pathologia interna, e só pelo predominio, mais apparente ás vezes do que real, dos seus symptomas psychicos se apropriaram a designação de _mentaes_, os delirios systematisados, esses,...</description>
    <language>pt</language>
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      <title>2. Part 2</title>
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      <description>Exposta pela primeira vez d'uma maneira dogmatica e n'um certo grau de generalidade nos seus _Estudos Clinicos,_ a observação de Morel tinha, contudo, precedentes na sciencia. P...</description>
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      <title>8. Part 8</title>
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      <description>Não conhecemos, senão por ligeiras noticias de Tanzi e de Séglas, a litteratura russa da Paranoia. A julgar por essas noticias, não é ella nem mais abundante, nem mais original...</description>
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      <title>10. Part 10</title>
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      <description>A resposta parece-nos poder derivar-se da doutrina formulada por Tonnini: Estes delirios são paranoicos; e a psychonevrose que os precedeu, impotente em si mesma para os crear,...</description>
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      <title>6. Part 6</title>
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      <description>Meynert expôz, em 1890, nas suas _Lições Clinicas_ uma interessante doutrina da Paranoia, diversa das perfilhadas pelos seus predecessores allemães. Para o sabio professor de Vi...</description>
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      <title>7. Part 7</title>
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      <description>Mas comprehende o leitor que esta situação tenha variado a partir do momento em que o conceito da Paranoia primitiva foi remanuseado e os seus severos moldes partidos pelos icon...</description>
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      <title>11. Part 11</title>
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      <description>É incontestavel que, encarando de um modo geral as relações possiveis dos erros sensoriaes com os conceitos morbidos, são legitimos e a cada passo se realisam os casos enumerado...</description>
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      <title>12. Part 12</title>
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      <description>O phenomeno pathologico da obsessão tem, como nota Dallemagne, um representante physiologico no facto banal de uma idéa indifferente que, sem sabermos como, nos surge na conscie...</description>
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      <title>3. Part 3</title>
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      <description>Sobre a necessidade do _neologismo_ nos delirios systematisados de uma longa duração, escreve o eminente alienista: «Por vezes a linguagem ordinaria não basta ao doente para exp...</description>
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      <title>9. Part 9</title>
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      <description>Mas, porque passou Magnan da larga concepção de 1883 para a de hoje, tão estreita, tão geometrica e tão rígida que os factos se lhe não acommodam? Tornando a degenerescencia com...</description>
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      <title>4. Part 4</title>
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      <description>Este periodo é caracterisado por uma concentração dolorosa do Eu, de que procedem idéas delirantes de natureza depressiva e de um contheudo que varía com a intelligencia, a educ...</description>
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      <title>1. Part 1</title>
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      <description>Ao passo que na sua maioria as doenças hoje estudadas pelos alienistas pertencem no fundo á pathologia interna, e só pelo predominio, mais apparente ás vezes do que real, dos se...</description>
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      <title>5. Part 5</title>
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      <description>A expressão _delirio systematisado_, empregada por opposição á de _delirio dissociado_ ou _incoherente,_ significa apenas que certas idéas morbidas habitualmente adherem e se co...</description>
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      <title>13. Part 13</title>
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      <description>Concluiremos com Pierret que a _degenerescencia não é uma doutrina medica_ e que _deve reputar-se um crime ensinal-a?_. A nosso vêr, tem tanto de radical e temeraria, como de es...</description>
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